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Uma empresa pode ignorar um trabalhador.Pode tentar minimizar a atuação do sindicato.Mas não pode ignorar uma manifestação pública organizada. A empresa VIG FAT vem sendo alvo de diversas denúncias relacionadas ao atraso no repasse do vale-alimentação aos vigilantes. E é importante deixar claro:vale-alimentação não é favor.É direito garantido em Convenção Coletiva de Trabalho. Quando o benefício não é pago corretamente, não se trata de mero atraso administrativo.Trata-se de trabalhador sem alimentação garantida.Trata-se de impacto direto dentro de casa.Trata-se de desrespeito à CCT e à dignidade da categoria. Vivemos uma era em que a voz do trabalhador ultrapassa os muros da empresa e ganha alcance social. Diante da ausência de solução concreta e da continuidade do problema, a categoria tem o direito legítimo de se manifestar. Manifestando-se nas redes sociais da empresa. Registrando sua experiência nos canais públicos, como o Google. Reivindicando o cumprimento integral da Convenção Coletiva. Não se trata de ataque.Trata-se de transparência.Não se trata de exposição indevida.Trata-se de defesa de direitos. Marque a empresa @vigfat nos comentários.Cobre seus direitos nas publicações do perfil da empresa. Se necessário, a mobilização da categoria deve ultrapassar os limites internos e alcançar todos que acompanham a atuação da empresa nas redes sociais. Porque trabalhador sem vale-alimentação é trabalhador prejudicado
Vamos pressionar o STF no X (antigo Twitter)! Somos mais de 500 mil vigilantes em atividade de risco no Brasil.Trabalhamos armados, protegemos patrimônios e vidas todos os dias. Não somos invisíveis.A sociedade precisa saber da nossa realidade! É hora de mostrar nossa força nas redes! Comentem, postem e compartilhem no X usando as hashtags: #AposentadoriaEspecialJá#Tema1209 Marque colegas, convoque seu posto, compartilhe nos grupos de vigilantes e fortaleça essa campanha. Quando a categoria se une, nossa voz ecoa em todo o país. A luta é agora. Aposentadoria especial é direito!
Uma das mudanças importantes aprovadas na Convenção Coletiva de Trabalho 2026 garante mais respeito e menos constrangimento aos vigilantes no momento de entrega de atestado médico. A partir da nova CCT, a empresa é obrigada a receber o atestado médico no próprio posto de serviço, não podendo mais exigir que o trabalhador se desloque até a base ou sede da empresa para realizar a entrega. Essa alteração corrige uma prática abusiva comum no setor, em que o vigilante, mesmo doente, precisava se deslocar — muitas vezes para locais distantes — apenas para protocolar o documento. Com a nova regra: A empresa deve receber o atestado no local de trabalho Não pode exigir deslocamento desnecessário Garante mais dignidade ao trabalhador em momento de fragilidade Essa conquista reforça que a CCT 2026 trouxe avanços concretos no dia a dia da categoria. Compartilhe essa informação com seus colegas de posto! Direito só vira realidade quando todo mundo sabe que tem!
O SINDVIGRIO, irá notificar os contratos da empresa COMANDO G8, devido o atraso frequente de salário, benefícios e FGTS. A empresa já havia nos falado, que iria efetuar o pagamento no dia, 09 de fevereiro, porém somente ontem 10 de fevereiro o pagamento caiu na conta, mas ainda falta pagar o tiquete alimentação e vale transporte, ou seja, pagou salário com atraso, mas não regularizou o tiquete e vale transporte e os vigilantes ainda sem uma solução tendo que tirar do bolso pra ir trabalhar.
No dia 10 de fevereiro de 2026, foi realizada reunião na Reitoria da UERJ com representantes da Universidade, do Sindicato dos Vigilantes e da empresa Conquista, para tratar da situação dos trabalhadores terceirizados da segurança. 📌 Principais pontos discutidos: A UERJ demonstrou preocupação com a situação dos vigilantes que estão sem receber os salários de dezembro/2025 e janeiro/2026, além de enfrentarem atrasos recorrentes. Foi informado que a Universidade realizou pagamento à empresa no dia 03/02/2026, porém esse repasse não se refletiu na regularização dos salários dos trabalhadores. Diante disso, a Reitoria se posicionou pela suspensão de novos pagamentos à empresa até que a situação dos trabalhadores seja regularizada. A medida teve apoio dos representantes sindicais. Ficou decidido que a UERJ expedirá ofício à empresa exigindo o pagamento imediato dos salários. Também foi apontado que as condições precárias podem comprometer a segurança nas unidades de saúde, com risco inclusive de suspensão de atendimento. Houve consenso para buscar uma conciliação tripartite entre UERJ, empresa e Sindicato, com participação do Ministério Público do Trabalho, visando garantir o pagamento imediato aos vigilantes. A UERJ solicitou à empresa a relação da folha de pagamento, dados bancários dos trabalhadores, guias de FGTS, encargos sociais, além de informações sobre auxílio transporte e alimentação. O Sindicato segue acompanhando o caso e cobrando providências para que nenhum vigilante fique prejudicado.
A Sede Campestre funcionará apenas nos dias 14 e 15/02 (Carnaval).O filtro de limpeza da piscina apresentou problema, o que reduziu a capacidade de filtragem da água. Por esse motivo, o espaço não poderá ser utilizado por quatro dias seguidos. A compra de um novo filtro já foi realizada e o prazo de entrega é de até 15 dias úteis. Contamos com a compreensão de todos.
A negociação coletiva de 2026 garantiu um avanço real para os instrutores de armamento e tiro. O adicional de periculosidade, que antes era de 5%, passou para 10%. É o dobro do percentual e representa ganho econômico concreto para quem forma, qualifica e prepara a categoria todos os dias. Esse avanço não aconteceu por acaso. Ele foi construído a partir da organização dos instrutores da nossa base, incluindo o @instrutor_marques , e virou demanda coletiva, foi aprovada em assembleia e levada pelo sindicato para a mesa de negociação. Foi luta, pressão e enfrentamento direto com os interesses patronais. É importante lembrar que a legislação não reconhece automaticamente o instrutor de armamento e tiro como beneficiário da periculosidade. Por isso, cada conquista nessa área só acontece por meio da negociação coletiva. Quando o sindicato é forte e a categoria participa, o direito aparece na Convenção. Sabemos que ainda há muito a avançar. Nosso desafio segue sendo ampliar esse percentual e estender o reconhecimento para os instrutores de forma geral. Mas cada passo importa, e esse é mais um que mostra que a organização coletiva dá resultado. Nenhuma conquista é simples. Nenhuma vem sem enfrentamento. Direito se constrói com união, participação e sindicato forte. Quer mais avanços como esse? Participe, se sindicalize e fortaleça a luta coletiva. É assim que a gente conquista mais direitos.
O Supremo Tribunal Federal inicia nesta sexta-feira, 6 de fevereiro, o julgamento do Tema 1209, que trata do direito dos vigilantes à aposentadoria especial, com base no risco permanente da atividade. O julgamento acontece em plenário virtual, entre os dias 6 e 13 de fevereiro de 2026, e pode se tornar um marco histórico para toda a categoria. O STF vai decidir se o risco contínuo à integridade física, inerente ao trabalho de vigilância, é suficiente para garantir o reconhecimento do tempo especial para aposentadoria, sem exigir comprovação de agentes nocivos químicos, físicos ou biológicos, nem o uso obrigatório de arma de fogo. Para quem enfrenta violência, ameaças e exposição diária ao perigo, essa definição é fundamental. A decisão terá repercussão geral, ou seja, valerá para todos os processos semelhantes em andamento no país. Hoje, milhares de ações estão paradas aguardando esse julgamento. Uma decisão favorável pode destravar esses processos e consolidar definitivamente esse direito. O tema chegou ao STF após o STJ reconhecer, em 2020, o direito dos vigilantes à aposentadoria especial. O INSS recorreu. A AGU alega impacto financeiro e tenta restringir esse direito, ignorando a realidade da profissão. A CONTRASP, entidade nacional que representa os vigilantes, acompanha o julgamento de perto e reforça que essa é uma questão de justiça previdenciária. O risco permanente à vida faz parte da profissão e precisa ser reconhecido pelo sistema previdenciário, garantindo dignidade, valorização e proteção social. A luta é por justiça. A semana é decisiva. O Sindvig-Rio segue atento, cobrando e defendendo os vigilantes. Compartilhe. Informação também é forma de luta.
A negociação coletiva de 2026 garantiu um avanço real para os instrutores de armamento e tiro. O adicional de periculosidade, que antes era de 5%, passou para 10%. É o dobro do percentual e representa ganho econômico concreto para quem forma, qualifica e prepara a categoria todos os dias. Esse avanço não aconteceu por acaso. Ele foi construído a partir da organização dos instrutores da nossa base, incluindo o @instrutor_marques , e virou demanda coletiva, foi aprovada em assembleia e levada pelo sindicato para a mesa de negociação. Foi luta, pressão e enfrentamento direto com os interesses patronais. É importante lembrar que a legislação não reconhece automaticamente o instrutor de armamento e tiro como beneficiário da periculosidade. Por isso, cada conquista nessa área só acontece por meio da negociação coletiva. Quando o sindicato é forte e a categoria participa, o direito aparece na Convenção. Sabemos que ainda há muito a avançar. Nosso desafio segue sendo ampliar esse percentual e estender o reconhecimento para os instrutores de forma geral. Mas cada passo importa, e esse é mais um que mostra que a organização coletiva dá resultado. Nenhuma conquista é simples. Nenhuma vem sem enfrentamento. Direito se constrói com união, participação e sindicato forte. Quer mais avanços como esse? Participe, se sindicalize e fortaleça a luta coletiva. É assim que a gente conquista mais direitos.
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