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"Antonio Carlos Silva de Oliveira, na condição de Presidente do SINDVIG-RIO, lamenta os fatos ocorridos e que geraram o processo 001522061.2018.8.19.0209, em tramitação no IX Juizado Especial Criminal da Barra da Tijuca, se retratando do teor da postagem constante de fls 04 daqueles autos, datada de 07/05/2018".
Hoje, quarta-feira, dia 02 de outubro, representantes dos Sindicatos dos Vigilantes do Rio, de Volta Redonda, de Belfort Roxo, de Nova Friburgo e da Federação dos Vigilantes do Estado do RJ estiveram na sede da Empresa GP para cobrar explicações sobre o encerramento de contrato com o Banco Itaú e sobre a tentativa da empresa de impor um acordo aos trabalhadores sem o conhecimento dos Sindicatos. A reunião que seria realizada hoje foi adiada para o dia 10 de outubro, na próxima quarta-feira, a pedido dos Diretores da GP. Conforme relatos de Dirigentes Sindicais de Volta Redonda e de Cabo Frio, a Empresa GP reuniu seus Empregados e propôs acordo de parcelamento das verbas rescisórias e não pagamento da multa de 40% do FGTS. Valéria, Presidente do Sindicato dos Vigilantes de Volta Redonda, que foi ao local por informação de alguns Vigilantes, não permitiu que os trabalhadores fizessem qualquer acordo prejudicial. Na reunião com o representante da Empresa GP os Dirigentes Sindicais exigiram que nenhuma tentativa de acordo seja feita sem a presença e assistência dos Sindicatos, e confirmaram presença na reunião que foi adiada para o dia 10 de outubro, quarta-feira, com a presença de um dos sãcios da GP. QUALQUER INFORMAçãO SOBRE ESSE ASSUNTO é FUNDAMENTAL QUE OS TRABALHADORES PROCUREM SEUS SINDICATOS.
Representantes da empresa Belfort Segurança compareceram ontem (02/10) na sede do Sindvig-Rio para discutir reclamações relacionadas a entrega de uniformes e hora extra. Após algumas reclamações sobre horas extras que não eram contabilizadas e a dificuldade para pegar uniformes, a Belfort Segurança irá comparecer aos postos com a supervisão para realizar a troca dos uniformes. Antes, os vigilantes precisavam comparecer aos fins de semana na sede da empresa para fazer a retirada. Vigilantes informaram que não recebem as horas que excedem no final do dia. A empresa disse ao diretores do Sindvig-Rio que os vigilantes não estavam informando aos supervisores a realização dessas horas adicionais. A empresa informou que quando o gerente solicitar qualquer tempo a mais dentro da agencia, deverá ser informado imediatamente ao supervisor para que ele informe o centro de segurança e o rh da empresa e no final do mês receber por esse tempo.
Aconteceu nesta segunda-feira, primeiro de outubro, na sede do SINDVIG-Rio reunião com a empresa Front para tratar a rescisão de contrato com a Petrobras. A empresa comprometeu-se de não exigir demissão de nenhum empregado e que fará a demissão de Supervisores e Vigilantes de rendição de almoço, enquanto que os demais Vigilantes serão aproveitados em outros postos.
Representante da Empresa Solidez fez contato com a Diretoria do SINDVIG Rio para informar que não compareceu à reunião do dia 26 de setembro por não ter recebido citação da Comissão Paritária e que desconhece a maior parte das reclamações apresentadas. A Empresa argumentou que se dispõe a dialogar e resolver os problemas que possam ser procedentes e para tanto foi agendada uma nova Comissão Paritária com a Empresa Solidez para dia 04 de outubro.
Reunião comissão paritária no SINDESP com a empresa Solidez e o SINDVIG-RIO
NOTA DO SINDVIG-RIO É deprimente ver como tudo se perdeu. Como deixar um espaço tão importante da história do nosso país sem os cuidados necessários para a sua preservação? É um absurdo não ter os cuidados mínimos que a importância desse Museu exige, ou seja, Brigada de Incêndio eficiente e vigilantes necessários para a guarda do local. Para o SINDVIG-RIO é mais um passo do governo das elites predatórias que mantém o poder nestes duzentos anos da existência deste Museu de perpetuar seu domínio, contribuindo para acabar com a memória do país. Leandro Sirqueira, diretor do SINDVIG-RIO disse que os quatro vigilantes da empresa Angel que prestam serviço para o Museu não tiveram o que fazer, pois não possuíam mecanismos para impedir que as chamas aumentassem. Leandro disse ainda que os vigilantes serão ouvidos hoje pelo departamento da policia federal, vai apurar o que de fato aconteceu.
Dois passageiros morreram a tiros e um foi ficou ferido durante um assalto a um ônibus, por volta das 20h30 desta quinta-feira, na Via Dutra (BR-116), na altura de Belford Roxo, na Baixada Fluminense. Um dos passageiros, Vanderlei de Oliveira Paulino reagiu, foi atingido no peito e morreu. Vanderlei era vigilante associado do SINDVIG-RIO. O enterro será amanha (01/09) ?s 10:00 no Cemitério Jardim da Saudade, Edson Passos Mesquita. O Sindicato esta dando todo apoio aos familiares do companheiro e manifesta o mais profundo pesar por essa tragédia. Os disparos também balearam Aldemir Filipe Nascimento de Souza, 22 anos, no tórax, levando-o ? morte. Jonathan de Jesus Santos, 21, foi atingido na perna esquerda. Ele foi levado ao Hospital Geral de Nova Iguaçu (Posse). A perícia foi realizada e os agentes estão em busca de imagens e testemunhas para tentar identificar e prender os envolvidos no crime. Pela Diretoria SINDVIG-RIO
Desde meados de setembro de 2017 o Sindicato vem denunciando a relação abusiva da empresa Primus com seus trabalhadores Vigilantes e a posição dos Correios em relação a esse grave problema. A empresa Primus não tem mais condições financeiras, administrativas e operacional para continuar neste posto dos Correios, transferindo por consequencia para as costas dos Vigilantes, atraso de um mês no vale transporte, ticket refeição e DOIS MESES de sal?rios atrasados. No comunicado abaixo a empresa reconhece os débitos referentes ao vale alimentação e rio card porém existe uma contradição entre o que foi apurado pela diretoria do sindicato junto aos trabalhadores e o que foi dito pela empresa, referente aos meses de pagamento de salário, em atraso. Além disso o FGTS e as verbas rescisórias n?o estão sendo depositadas. Os Correios até agora não apresentaram um mecanismo prático para o término de contrato, realização de nova licitação e não se movimentaram para resolver o problema de forma eficiente. Essa é mais uma tragédia que vem sendo anunciada pelo Sindicato a mais de um ano. O Sindicato continua atuando junto aos correios na tentativa de solucionar esses problemas. A participação do trabalhador neste momento é fundamental para até mesmo decretar uma paralisação geral. O SINDICATO CONVOCA TODOS OS VIGILANTES DOS CORREIOS A VIREM NO DEPARTAMENTO Jurídico DO SINDICATO GARANTIR SEUS DIREITOS NA Justiça.
Em vista do encerramento do contrato entre a Empresa GP e o Banco Itaú, o Sindicato dos Vigilantes solicitou Comissão Paritária junto ao SINDESP para tratar do assunto com a Empresa e o Banco. O Banco Ita? n?o compareceu e não justificou a sua ausência. A Empresa GP compareceu, fez a sua defesa alegando que tem honrado com as suas responsabilidades com os salários e os 13º dos seus empregados e que não concorda com a dúvida levantada pelo Sindicato dos Vigilantes. Os Dirigentes do Sindicato dos Vigilantes apresentaram os seus argumentos, informando que a Empresa GP está sem depositar FGTS há três anos e que n?o tem pago as verbas rescisórias e homologado os trabalhadores demitidos. Ainda que, com o encerramento do contrato entre GP e Ita?, em torno de 500 Vigilantes serão demitidos e a Diretoria do Sindicato tem fortes motivos para acreditar que a GP n?o terá condições de honrar com os seus compromissos trabalhistas. Conforme cobrado em reunião, a Diretoria do Sindicato está aguardando desde maio o contrato de refinanciamento entre Caixa Econômica e GP e até agora não foi enviada, para assim provar que a Empresa conseguiu refinanciar o FGTS em atraso. A Empresa comprometeu-se a enviar até o dia 6 de setembro. Antonio Carlos, Presidente do Sindicato, argumentou que mesmo que a GP tenha negociado o FGTS em atraso, no ato da demissão, que deve ocorrer até dezembro, conforme confirmado pela própria Empresa, todos os trabalhadores que estiverem com o FGTS em atraso tem que ter os valores imediatamente depositado para fins de rescisão. Ou seja, o Sindicato exigiu que a Empresa apresente provas de que terá condições financeiras que arcar com as 500 demissões. Por último, a Diretoria do Sindicato dos Vigilantes advertiu que medidas administrativas e judiciais serão tomadas para garantir os direitos dos Vigilantes que trabalham no Banco Itaú.
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