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Desde a entrada em vigor da reforma, houve redução da ocupação em geral, mas em especial dos empregos com carteira assinada. Verifica-se a substituição dos contratos formais por outros atípicos, com o consequente aumento na desigualdade de renda. Feirão de emprego em São Paulo MATÉRIA COMPLETA
A diretoria do SINDICATO está correndo atrás dos Vigilantes da GP para avisar a situação do contrato entre Itaú e GP
Os Vigilantes associados do SindVigRio podem pegar a cesta de Natal entre os dias 14 e 22 de dezembro (incluindo dois sábados). Como acontece todos os anos a cesta natalina é um benefício a mais que sempre o Sindicato oferece ? Família Vigilante, no período natalino. A entrega ser feita na sede do Sindicato, na Rua André Cavalcante n 126 - Centro - RJ, e, na subsede de Campo Grande: Rua Albertina n 70, próximo a estaçao de trem. Para ter direito, basta ser associado e apresentar no dia da retirada da cesta o contracheque de outubro ou novembro, acompanhado de um documento de identidade, que mostra o desconto da mensalidade para o Sindicato dos Vigilantes. Os trabalhadores que se associarem até o dia 15 de dezembro também terá direito ao benefício. Aqueles que não puderem comparecer, podem se fazer representar pela mulher, parente ou amigo, desde que apresente um documento de identidade junto com o último contracheque.
A empresa GP comete mais um abuso contra os seus empregados, efetuou um desconto de R$ 46,81 (quarenta e seis reais) a titulo de contribuição assistencial no contracheque. A Diretoria do Sindicato esclarece que esse desconto não existe em nossa convenção coletiva, abaixo tem as duas clausulas que tratam das contribuições em nossa Convenção Coletiva. Infelizmente algum chefete mal informado da GP não entendeu o que está escrito e descontou os valores indevidamente dos trabalhadores. O Sindicato mandou devolver imediatamente os valores aos trabalhadores e pediu para que prestem mais atenção na próxima vez para n?o cometer tal erro novamente. A GP assim como outras empresas que não são do Rio de Janeiro erram por lerem a Convenção de outros Estados. O Sindicato está na luta contra os desmandos da Empresa GP e não vai parar de denunciá-la pelas suas covardias contra os empregados. Cláusula QUINQUAGÉSIMA SEGUNDA - CONTRIBUIÇÃO NEGOCIAL A título de Contribuição Negocial, fica estipulado o desconto de valor igual a 01 (hum) dia de salário já reajustado. As empresas somente ficam obrigadas a descontar a referida Contribuição Negocial dos seus empregados, desde que por eles devidamente autorizados, conforme disposto no artigo 545 da CLT. Parágrafo Primeiro - Recolhimento: O desconto negocial será efetivado no pagamento do mês subsequente da assinatura da Convençao Coletiva, somente sendo descontado daqueles funcionários que autorizaram expressamente o referido desconto atinentes a referida contribuição, sendo obrigatoriamente recolhido integralmente à tesouraria da entidade consignatária, at. o 10º (décimo) dia do mês subsequente a assinatura da Convenção Coletiva, mediante a apresentação da relação ordenada de todos os empregados atingidos pela contribuição, nela constando o nome, função e valor da contribuição. Parágrafo Segundo - Atraso de repasse: O pagamento fora do prazo a que se refere o parágrafo anterior ficará sujeito à multa de 5% (cinco inteiros por cento), sobre o devido, acrescidos de correção monetária e juros de mora CLÁUSULA QUINQUAGÊSIMA TERCEIRA - CONTRIBUIÇÃO CONFEDERATIVA No m?s de setembro de 2018, será efetuado o desconto da Contribui??o Confederativa prevista na Constitui??o Federal, no valor único de um dia de salário já reajustado. As empresas somente ficam obrigadas a descontar a referida Contribuição Confederativa dos seus empregados, desde que por eles devidamente autorizados de forma expressa, conforme disposto no artigo 545 da CLT. Par?grafo Primeiro - Recolhimento: Somente será descontado daqueles funcionários que autorizaram expressamente o referido desconto. Sendo que obrigatoriamente, o associado recolha para o Sindicato ao qual for filiado, e os não-sindicalizados para o Sindicato da base que o mesmo trabalha, at. o 10º (décimo) dia do m?s subsequente, mediante apresentação, pelas empresas, da relação ordenada de todos os empregados atingidos pelo desconto, nela constando nome, cargo, salário e valor da contribuição.Parágrafo Segundo - Atraso de Repasse: O pagamento fora do prazo a que se refere o parágrafo anterior ficará sujeito à multa de 5% (cinco inteiros por cento), sobre o devido, acrescida de correção monetária e juros de mora.
Estamos brigando contra os desmandos da empresa GP, principalmente pelo fato de não depositar o FGTS de seus empregados há seis anos e também por não pagar e homologar os seus empregados demitidos e que pediram demissão. Tentamos todas as possibilidades de dialogo, fizemos toda pressão na porta da empresa, inclusive no último dia 06 de outubro, sábado, estivemos conversando com os Vigilantes convocados para reunião na sede, onde os representantes da GP de São Paulo fizeram a proposta de acordo para os trabalhadores. Em nenhum momento a empresa GP teve a dignidade de apresentar a proposta de acordo para os Dirigentes do SINDVIG Rio e principalmente, em nenhum momento disseram de onde pretende tirar dinheiro para pagar as supostas parcelas do acordo feito com estes trabalhadores. Segundo relatos dos Vigilantes que estiveram na empresa no sábado, dia 06 de outubro, a proposta á parcelar em 05 (cinco) vezes todas as verbas rescisórias e mais o que falta de saldo do FGTS e o valor da multa de 40%. Como tudo foi feito sem a nossa participação, não sabemos se os cálculos foram feitos de maneira correta e de que forma a empresa pretende pagar, uma vez que n?o estava pagando nem pedido de demissão. Momento em que a polícia foi chamada para impedir a ação do Sindicato A empresa GP chegou ao absurdo de marcar reunião com a Diretoria dos Sindicatos de Vigilantes de todo Estado do Rio de Janeiro e antecipar a reunião com os trabalhadores para dar a volta nos Sindicatos. Em Volta Redonda a empresa contratou um ônibus para trazer ao Rio os Vigilantes da Região do Sul Fluminense. Tudo sob os protestos da Diretoria do Sindicato de Volta Redonda que compareceu ao ponto de encontro e pediu aos Vigilantes que não assinassem nenhum acordo. A empresa que ganhou a concorrência do Itaú e que vai prestar serviço no Rio de Janeiro, ainda não tem autorização para funcionar em nosso Estado e por isso afirmou por telefone que assumir? apenas em dezembro deste ano, pois antes não tem condições. Até isso a empresa GP não esclareceu corretamente, ou seja, quando entrega o contrato. Estamos assim mais uma vez pedindo para que os trabalhadores procurem nossa Diretoria e nosso Departamento Jurídico para tratarmos de garantir os seus direitos, para que possamos garantir a retenção de créditos da empresa para o seu devido pagamento, afinal serão mais 500 Vigilantes demitidos, sendo difícil acreditar que a GP conseguirá arcar com todos esses custos sem atrasos e transtornos para os trabalhadores, avaliação feita diante do histórico da empresa nos últimos meses. PROCUREM O SINDICATO ANTES DE QUALQUER DECISÃO, AQUI É A SUA CASA!
Com o objetivo de cuidar da saúde do olhos dos trabalhadores, o SINDVIGRIO está fornecendo nos meses de outubro e novembro exame de vista gratuito para o associado e sua família nos dias 15 e 29 de outubro e 12 e 26 de novembro de 9hàs 13h. Venham!
Esteve ontem (8/10) na sede do SINDVIG-RIO o vigilante aposentado Carlos Antônio Mazuco, associado há mais de 23 anos ao nosso sindicato. Em 2014 sua esposa adoeceu e durante um ano e meio, não recebeu o auxílio doençaa, que deveria ter sido pago pelo INSS. Durante um ano de muita luta, sua esposa veio a falecer. A partir daí o associado procurou o Sindicato para se informar se teria direito ao benefício que não foi pago na época. Foi então que a advogada do Sindvig-Rio, Dra. Claudia Goes, explicou que ele teria direito aos meses não recebidos e a uma pensão por morte. E assim deram entrada com os documentos. Durante o processo, Carlos Antônio teve algumas dificuldades pois o INSS não queria liberar o benefício que era dele por lei. Os advogados do Sindicato o auxiliaram e depois de dois anos e meio ele conseguiu receber todos os benefícios. Hoje, Carlos Antonio conseguiu realizar seu grande sonho, abrir seu próprio restaurante. "Graças ao Sindvig-Rio tive a possibilidade de abrir meu próprio negócio. Sou muito grato ao Sindicato, sem eles eu não teria possibilidade de realizar esse grande sonho meu". Quem quiser prestigiar o nosso amigo Carlos Antônio, seu restaurante se chama "Sabor e Arte" e fica na Rua Mário Carpenter 231. Pilares - RJ.
Assalto neste fim de semana, dia 08 de setembro, sábado, a empresa de segurança da baixada fluminense, no Estado do Rio de Janeiro, mais uma vez demonstra que a Segurança Privada no Estado do Rio de Janeiro vai de mal a pior. Após a CPI das armas da ALERJ apurar a grande quantidade de armas de empresas de segurança privada em m?os de bandidos, hoje o quadro parece não ter se alterado. Em dez anos, 2005 a 2015, foram 17.662 armas foram roubadas, furtadas ou perdidas. Assaltantes levaram rev?lveres e espingardas calibre 12 de empresa de escolta e certamente esse arsenal será utilizado em assaltos nas ruas de nosso Estado. Há muitos anos que a Diretoria do SINDVIG-Rio tem atuado para impedir que empresas de segurança sem condições mínimas de empregados e capital social continuem atuando no segmento. Mas a luta tem sido inglória, pois cada vez mais proliferam tais empresas, onde não há Vigilantes sequer para guardar a própria sede. Diretores Sindicais denunciam situações que ao visitarem essas empresas encontram porteiros ou empregados administrativos cuidando da entrada e saída de pessoas, o que demonstra a fragilidade a que estão expostos seus empregados e principalmente armamento e coletes a prova de balas. Resta a pergunta: uma empresa que não guarda sua própria sede, pode oferecer segurança aos seus clientes?
Empresas de Segurança e Vigilância n?o conseguem fazer sua própria segurança e bandidos escolhem armas de cano curto, usado por vigilantes, para realizarem "assaltos no varejo". Em dois anos, número de desvios equivale ao desfalque de uma década do arsenal das polícias Por Bruna Fantti - O DIA - Publicado ás 03h00 de 23/09/2018 - Atualizado ?s 11h22 de 23/09/2018 Rio - Em dois anos, o Estado do Rio foi o que, proporcionalmente, teve o maior número de armas desviadas de empresas de segurança no Sudeste. é o que aponta levantamento feito pelo DIA, com dados obtidos, junto à Polícia Federal, via Lei de Acesso à Informação. No período de 2016 e 2017 houve 1.084 armas roubadas, extraviadas ou furtadas das empresas no estado, de um total de 23.176, ou seja, 4,6%. O número de desvio de armas nas empresas de segurança do Rio nesses dois anos é semelhante ao armamento perdido em uma década pelas polícias civil e militar do estado, de acordo com a CPI das Armas da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro. Isso porque, em 2016, a Alerj concluiu que entre 2005 e 2015 foram cerca de 1.600 armas das for?as policiais extraviadas ou roubadas. Apesar de S?o Paulo possuir nas empresas quase três vezes mais revólveres, pistolas e espingardas do que o Rio, apresentou um desvio proporcional inferior em relação ao total do armamento: foram perdidas para o crime 2.134 armas de um arsenal de 68.822 (3,10%). No País, de acordo com a Polícia Federal, há cerca de 5,5 milhões de armas autorizadas para porte nas empresas. Desse total, 4,6 milhões s?o revólveres Ponto 38. Por lei, as empresas responsáveis pela segurança de patrimônio, transporte de valores e de cargas só podem utilizar armas como revólveres, pistolas Ponto 380 e espingardas. De acordo com o especialista em armas Vinícius Cavalcante, a restrição do calibre facilita os roubos. "A criminalidade possui armamento muito superior. Como um vigilante pode se defender portando um revólver frente a um fuzil? é por isso que essas armas caem nas m?os de bandidos e os desvios são alarmantes, superiores aos ocorridos nas forças policiais", disse. Ainda segundo Cavalcante, um exemplo de local que possui segurança particular armada, mas é uma exceção à lei já que pode utilizar armas de calibre longo como fuzis, é a Casa da Moeda, que nunca registrou assalto. De acordo com o especialista, as armas de cano curto roubadas influenciam diretamente no aumento da criminalidade. "Elas são utilizadas no chamado varejo, ou seja, para realizar assaltos em ônibus, na rua. Traficantes chegam a alugar revólveres e pistolas para a prática de crimes. A gente também tem a percepção de que um grande n?mero de latrocínios (roubo seguido de morte) é resultante do uso dessas armas", afirmou. Segundo dados do Atlas da Violência 2018, desenvolvido pelo F?rum de Segurança Pública (FSP) e pelo Ipea, sete em cada dez assassinatos no Brasil país que registrou 64 mil mortes desse tipo em 2017 s?o cometidos com armas de fogo.
Realizou-se no SINDESP/RJ mais uma Comissão Paritária solicitada pelo Sindicato dos Vigilantes do Município do Rio de Janeiro, nesta quinta-feira, dia 04 de outubro. Nesta oportunidade os representantes da Empresa Solidez apresentaram os comprovantes e documentos para os representantes do SINDVIGRIO acerca das reclamações apresentadas. Na oportunidade a Empresa assumiu o compromisso de ajustar as homologações no Sindicato e alguns itens que eventualmente dependa de apuração, a exemplo do pagamento de adicional de periculosidade aos supervisores que já estão recebendo seu valor calculado sobre o piso da função. Os representantes da Empresa Solidez colocaram-se a disposição para eventuais questionamentos e dessa forma resolver qualquer situação de maneira rápida para os envolvidos.
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