23/11/2007
Este ano os vigilantes de hospitais do estado já fizeram protestos, paralisações e uma greve no dia 24 de outubro, que durou cerca de uma semana. O protesto foi porque os salários são pagos sempre com atraso, prejudicando cerca de 500 vigilantes das empresas Dinâmica, Vigban, Tiger e Centauro.
A Secretaria Estadual de Saúde chegou a ficar três meses sem repassar as verbas dos contratos com as empresas (junho, julho e agosto). Mesmo assim os trabalhadores de algumas empresas receberam normalmente. Quando os salários de setembro e outubro, voltaram a atrasar, não houve jeito e os vigilantes revoltados, cruzaram os braços.
A paralisação ocorreu, sobretudo, nos hospitais Albert Schweitzer, em Realengo, Curupati, em Jacarepaguá, Adão Pereira Nunes, em Saracuruna, e São Sebastião, no Caju.
Nesta terça-feira Comissão do Trabalho recebe vigilantes no Palácio Tiradentes
A Audiência Pública na Alerj foi convocada pelo Sindicato para tratar da situação dos vigilantes dos Hospitais Públicos da Rede Estadual de Saúde. Os trabalhadores estão sendo esperados nesta terça-feira, às 10h, na Comissão de Trabalho, presidida pelo deputado estadual (PDT), Paulo Ramos.

Os vigilantes exigem do governo do estado a regularização do pagamento dos salários.
Não é possível que a Secretaria de Saúde não faça o pagamento de seus compromissos financeiros com terceiros, dentro de um cronograma previsível na data de vencimento, que atenda os prestadores de serviços e seus empregados.
O Setor Estadual Saúde vive um verdadeiro "apagão" pela falta de médicos, enfermeiros, equipamentos, entre outras mazelas.
Assim como os médicos, os vigilantes também estão em total estado de alerta pela falta de condições salariais e de trabalho.
Por isso, a sua participação na Audiência Pública é muito importante.
Diretoria Quadriênio 2009/2012
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