NOTA

 

31/07/2007

 

O Sindicato dos Vigilantes do Município do Rio de Janeiro esclarece que não houve arbitrariedade por parte do vigilante Bruno Azevedo que na segunda-feira (28/07) esteve envolvido num episódio com a atriz Solange Couto, no interior da agência da Caixa Econômica Federal da Freguesia, em Jacarepaguá. Solange ficou presa na porta giratória e tirou a roupa, ficando só de calcinha.

Foto: Agência O DIAA diretoria do Sindicato apurou que o vigilante apenas cumpriu as normas de segurança bancária da empresa em que trabalha – Executive Service – e da própria Caixa Econômica, atendendo as diretrizes do Departamento de Controle da Segurança Privada da Polícia Federal, com sede em Brasília.

 

Em nenhum momento o vigilante pediu para que a atriz tirasse a roupa para provar que não carregava objetos metálicos. A porta giratória travou várias vezes, daí a necessidade de colocar no compartimento próprio todo tipo de objeto de metal, inclusive anéis, brincos e pequenas moedas, para a liberação automática da porta.

O vigilante Bruno informou ao Sindicato que uma cliente que estava na fila, atrás de Solange Couto, foi quem incentivou a atriz a tirar a bermuda.

A 41ª DP registrou a ocorrência como "fato atípico" não causando nenhum prejuízo para o profissional de segurança que continua trabalhando normalmente.