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29/12/2011 - Presidente do sindicato aponta falhas em caso de mortes de seguranças no Rio

Em entrevista ao RJ no Ar na manhã desta quarta feira (28), Fernando Bandeira, Presidente do Sindicato dos Vigilantes do RJ, afirmou que os seguranças que morreram em uma tentativa de assalto a um caminhão de carga em Irajá não estavam trabalhando nas condições ideais. Segundo Bandeira, não havia blindagem  no veículo, tampouco armamento ideal.




28/12/2011 - Sindicato cobra condições de trabalho a Vigiliantes de Escolta

SINDICATO COBRA MAIS SEGURANÇA AOS VIGILANTES

 

Na manha desta quarta feira (28) o presidente do Sindicato dos Vigilantes, Fernando Bandeira, deu entrevista ao programa RJ no Ar da Rede Record sobre a morte de dois vigilantes ontem em Irajá enquanto escoltava um furgão da Souza Cruz, quando sofreram uma emboscada e foram alvejados.

 

Bandeira alertou que é necessário, por parte dos empresários, aumentar o efetivo de homens na escolta em no mínimo quatro vigilantes, melhorar o armamento, fazer a blindagem dos carros e o mais importante, é que os trabalhadores reclamam de empresas que não assinam carteira como vigilante de escolta, deixando de pagar o salário adequado com seus respectivos benefícios.

 

O Presidente disse ainda que somente este ano sete vigilantes de escolta armada foram mortos em serviço sendo 3 nos últimos 30 dias. Vigilantes que sofreram com ataques de marginais a fim de roubar a carga, este ano, mais de 30.


19/12/2011 - Vigilantes reivindicam reajuste de 10% e piso de R$ 1.000,00

O Jornal Povo do Rio divulgou na edição deste sábado(17) e domingo(18) a luta do Sindicato dos Vigilantes à campanha salarial para 2012 aprovada pela categoria nos dias 14 e 15 de dezembro.

Os principais pontos são o reajuste salarial acima da inflação dos ultimos 12 meses medida pelo INPC, aumento do auxílio alimentação de R$ 8,85 para R$16,50 e o aumento do piso para R$ 1.002,00.

Outras propostas aceitas são que os 22% restantes do risco de vida seja pago em 2 parcelas de 11%, além do adicional de periculosidade por função e não apenas sobre o piso do vigilante; a função de escolta armada passa a ser fixa e não transitória; redução de 20% para 5% o desconto do auxílio alimentação; seguro de vida; hora extra; etc.

Lei abaixo a matéria na íntegra

09/12/2011 - Eleições no Sindicato: comunicado nº 02

Comunicado n 02. A Comissão Eleitoral do Sindicato dos Vigilantes e Empregados em Empresas de Segurança, de Vigilância, de Transporte de Valores, de Prevenção e Combate a Incêndios, de Cursos de Formação, Similares ou Conexos do Município do Rio de Janeiro, em decorrência das eleições da Diretoria e dos Membros do Conselho Fiscal, que ocorrerão no dia 16 de dezembro de 2011, das 09:00h às 17:00h, de acordo com o Edital publicado no “Jornal O povo” no dia 29 de novembro de 2011 e afixado nos quadros de aviso do Sindicato, vem tornar público que encerrado o prazo de impugnação de candidaturas e verificando que não houve nenhuma ocorrência, homologou-se a única chapa registrada para concorrer às eleições para o quadriênio 2012/2015, denominada “Avante na Luta” composta pelos seguintes companheiros: D I R E T O R I A - Presidente: Fernando Antônio Bandeira; Vice-presidente: Antonio Carlos da Silva Oliveira; Secretário Geral: Ocimar da Costa; Secretário Adjunto: Marino Novato Cardozo; Tesoureiro Geral: Oelitom Cruz da Silva; Tesoureiro Adjunto: Maria Goretti Lima Rodrigues; Diretor de Relações Intersindicais: Amilton Braz; Diretor de Imprensa e Divulgação: Denise Cristina Ribeiro de Oliveira; Diretor de Formação Sindical: Sebastião Dias de Freitas Neto; Diretor de Patrimônio: Marcelo Meireles dos Santos; Diretor Cultural: Roberto Barbosa Bruno; Diretor de Lazer: Jomar Firmino dos Santos. SUPLENTES DA DIRETORIA - Mário César de Oliveira Pereira, Pedro Paulo da Silva, Álvaro Souza de Vasconcellos, Carlos Roberto da Silva Moraes, Ubirajara de Souza e Silva, Juarez Alves da Costa, Mauro César da Silva Guimarães, Jorge dos Santos, Paulo Roberto Teixeira do Nascimento, Gilberto Christovão da Silva e Marcio Ricardo da Costa Paiva. MEMBROS CONSELHO FISCAL EFETIVO: Joaquim Vicente Fernandes Filho, Adauto José Braga, Sônia Maria Oliveira Santos, João Juremar Borges e Silvio Marcelo Garcia Ferreira. SUPLENTES DO CONSELHO FISCAL: Ubirajara das Neves Vieira, Elenilson Reis dos Santos, Maria da Glória Andrade dos Santos, Cláudio Umbelino de Souza e Bernardette Torres Campos.

06/12/2011 - Eleições no Sindicato: comunicado nº 01

Comunicado nº 01: A Comissão Eleitoral do Sindicato dos Vigilantes e Empregados em Empresas de Segurança, de Vigilância, de Transporte de Valores, de Prevenção e Combate a Incêndios, de Cursos de Formação, Similares ou Conexos do Município do Rio de Janeiro, em decorrência das eleições da Diretoria e dos Membros do Conselho Fiscal, que ocorrerá no dia 16 de dezembro de 2011, das 09:00h às 19:00h, de acordo com o edital publicado no jornal “Povo do Rio”, edição de 29 de novembro de 2011e afixado nos quadros de aviso do Sindicato, vem tornar público que após encerrado o prazo de inscrição de chapas, constatou que somente uma chapa se apresentou para registro recebendo o nº 1 (um) denominada “Avante na Luta” e constituída pelos seguintes companheiros:

D I R E T O R I A - Presidente: Fernando Antônio Bandeira; Vice-presidente: Antonio Carlos Silva de Oliveira; Secretário Geral: Ocimar da Costa; Secretário Adjunto: Marino Novato Cardozo; Tesoureiro Geral: Oelitom Cruz da Silva; Tesoureiro Adjun to: Maria Goretti Lima Rodrigues; Diretor de Relações Intersindicais: Amilton Braz; Diretor de Imprensa e Divulgação: Denise Cristina Ribeiro de Oliveira; Diretor de Formação Sindical: Sebastião Dias de Freitas Neto; Diretor de Patrimônio: Marcelo Meireles dos Santos; Diretor Cultural: Roberto Barbosa Bruno; Diretor de Lazer: Jomar Firmino dos Santos. SUPLENTES DA DIRETORIA - Mário César de Oliveira Pereira, Pedro Paulo da Silva, Álvaro Souza de Vasconcellos, Carlos Roberto da Silva Moraes, Ubirajara de Souza e Silva, Juarez Alves da Costa, Mauro César da Silva Guimarães, Jorge dos Santos, Paulo Roberto Teixeira do Nascimento, Manuel Alves da Guirra Filho e Marcio Ricardo da Costa Paiva.

MEMBROS CONSELHO FISCAL EFETIVO: Joaquim Vicente Fernandes Filho, Adauto José Braga, Sônia Maria Oliveira Santos, João Juremar Borges e Silvio Marcelo Garcia Ferreira. SUPLENTES DO CONSELHO FISCAL: Ubirajara das Neves Vieira, Elenilson Reis dos Santos, Maria da Glória Andrade dos Santos, Cláudio Umbelino de Souza e Berna rdette Torres Campos.

Em função disso e de acordo com o Estatuto do Sindicato, fica aberto o prazo de 03 (três) dias para impugnações de candidaturas.

02/12/2011 - Proposta de Pauta para discussão nas Assembléias

Parágrafo Terceiro  - Correção Salarial

Do percentual definido no caput desta cláusula, a ser aplicado sobre o piso da categoria incidirá nas proporções indicadas:
a) __,__% (____por cento): a incidir sobre o piso salarial de vigilante, fixado em 01/03/2011 resultando no piso salarial de R$ ______,00 (______reais) 

Inflação do período (INPC) + 10% de ganho real.
Elevar o piso do Agente de Segurança, Agente Patrimonial e Agente de Segurança Pessoal para R$ 1.123,19 + reajuste.

b) 14% (quatorze inteiros por cento): como adicional de risco sobre o piso do vigilante já reajustado R$___,00 (_____ reais), sendo facultado as empresas que já concedem o respectivo adicional em percentual superior, poderão compensar ou deduzir. Tal valor será considerado como antecipação em caso de vigência de Lei Federal que normatize a concessão do adicional de risco para o vigilante. O referido adicional não se aplica ao pessoal administrativo e ao instrutor.

Definir o Adicional do Risco de Vida por Função e não apenas sobre o piso do vigilante. Também definindo quem tem direito ao Adicional.

Parágrafo Quarto   - Escalonamento do Adicional de Risco de Vida

Independentemente da normatização do Adicional de Risco de Vida ,  fica  ajustado a garantia do recebimento anual dos seguintes percentuais do Adicional de Risco de Vida :

6%  ( seis por cento)       em 2012
6%  ( seis por cento)       em 2013
5%  ( cinco  por cento)   em 2014
5%  ( cinco por cento)    em 2015

Dividir os 22% restante do Risco de Vida em 2 vezes de 11%.

Parágrafo Segundo - Gratificação Transitória

O vigilante fará jus à gratificação transitória de 30% (trinta inteiros por cento) sobre o piso da categoria quando estiver exercendo as funções de Vigilante de Escolta**, e fará jus a gratificação transitória de 20% (vinte por cento) sobre o piso da categoria quando estiver exercendo as funções de Vigilante Motorista. Não fará jus a essa gratificação transitória quando o seu piso for de R$ 1.123,19 (hum mil cento e vinte e três reais e dezenove centavos).

** A função de vigilante de escolta armada passa a ser fixa e não transitória

Parágrafo Terceiro - Vigilante Motorista/Motociclista

O vigilante motorista/motociclista será aquele especializado em conduzir veículos automotivos, categoria passeio, em vias públicas, no sentido de conduzir pessoas e/ou cargas, não se equiparando a tal função aqueles vigilantes que conduzem veículos motorizados ou motociclista para realizar rondas, rotina habitual das funções de vigilância nas áreas internas do posto de serviço, sendo certo que estes últimos são enquadrados como vigilantes.

Retirar as restrições relacionadas a “vias públicas, rondas, rotina habitual e áreas internas.

CLÁUSULA QUINTA – TRIÊNIOS

O adicional por tempo de serviço - triênios, na base de 2 % (dois inteiros por cento) do salário-base, continuarão sendo pago a todos os empregados, para cada período completo de 36 (trinta e seis) meses de serviço efetivo na empresa.

Mudar para anuênio de 1% a cada período de 12 (meses).

 

CLÁUSULA SÉTIMA - TIQUETE REFEIÇÃO/ALIMENTAÇÃO

O Tíquete refeição/alimentação, a partir de 1º de março de 2011, terá valor unitário de R$ 8,85 (oito reais e oitenta e cinco centavos)** devendo ser fornecido para cada escala de plantão de até 12 horas efetivamente trabalhadas, a todos os empregados em exercício de suas funções, na forma estabelecida pela legislação do PAT - PROGRAMA DE ALIMENTAÇÃO DO TRABALHADOR.

Incluir no texto que após 12h a empresa terá que fornecer mais um tíquete.
**O Valor unitário do Tíquete refeição/alimentação será de R$ 16,50 (dezesseis reais e cinqüenta centavos)

Parágrafo Terceiro – Sistema Compartilhado das Despesas

Fica estipulado em 20% (vinte inteiros por cento) sobre o valor total concedido ao tíquete refeição/alimentação e a alimentação fornecida alternativamente ao empregado, o desconto a ser feito no contracheque do empregado, decorrente do Sistema Compartilhado de participação nas despesas. Segundo as normas do PAT – Programa de Alimentação do Trabalhador.

Reduzir para 5% o desconto do custo do Tíquete refeição

CLÁUSULA DÉCIMA - SEGURO DE VIDA/ACIDENTE

As empresas, em cumprimento à Lei 7.102/83, Art. 19, Inciso IV, c/c o disposto na Resolução n.° 05, de 10/07/84, do Conselho Nacional de Seguros Privados,  e nos termos do Art. 21 do Decreto 89.056/83 obrigam à contratação de Seguro de Vida em Grupo. Para cobertura de morte natural e morte por qualquer outra causa, ocorrida em serviço ou não, o Seguro de Vida será na proporção de 26 (vinte e seis) vezes o piso salarial mensal do vigilante *, verificada no mês anterior. Para cobertura de morte acidental e invalidez permanente total ou parcial em serviço**, o Seguro de Vida Acidental será na proporção de 55 (cinqüenta e cinco) vezes o piso salarial mensal do vigilante*, verificada no mês anterior. Caso as empresas não cumpram as obrigações, arcarão com o ônus respectivo, e para o caso de invalidez parcial, a indenização obedecerá à proporcionalidade disposta na regra da Susep fixada na circular Susep nº 029 de 20.12.91, tendo por base de cálculo equivalente ao índice de 100% do mesmo valor de 55 (cinqüenta e cinco) vezes o valor do piso salarial do mês anterior, sendo aplicável ainda nos casos omissos, o disposto Resolução CNSP 05/84.  

*26 ou 55 vezes a Remuneração mensal do vigilante;
** Incluir a modalidade invalidez permanente total ou parcial em casos que não estejam em serviço”;

Parágrafo Terceiro – Reciclagem

Quando do desligamento de qualquer vigilante por parte da empresa, sem justo motivo, cuja reciclagem esteja vencida, ou que faltem 06(seis) meses para a sua renovação, a empresa fica obrigada a indenizá-lo no valor do custo do curso de reciclagem ou inscrevê-lo para nova reciclagem.
Em caso de permanência na Empresa, cuja reciclagem esteja vencida ou não, a empresa ficará obrigada a responsabilizar-se, pelas despesas oriundas do curso de formação de vigilantes, e ainda, o pagamento das passagens e alimentação. Ficam obrigadas as empresas a comunicar aos seus vigilantes com no mínimo de 60 (sessenta) dias de antecedência a data de sua reciclagem.

**A partir dos preceitos legais, não poderá a empresa convocar o vigilante para curso de reciclagem no seu período de férias. O mesmo ocorrendo nos períodos de descanso, do contrário, neste último caso, será contabilizado o período do curso como horas extras.

 

CLÁUSULA TRIGÉSIMA QUINTA - JORNADA DE TRABALHO

Às empresas será vedado estabelecer escalas que não obedeçam às correlatas disposições da legislação atual, facultando-se, todavia, as escalas de 12x36; 12x48, 8x16 e 12x12 (com duas folgas semanais), ou seja, os sistemas denominados seis-por-um ou cinco-por-dois. De igual sorte, para atender a peculiaridades de determinados postos ou para aqueles que exijam plantões especiais em decorrência de contrato com o cliente, ou por solicitação deste, serão permitidas outras escalas e horários compensatórios, mediante concordância expressa do empregado e comunicação ao sindicato obreiro ou à comissão paritária a que se refere à cláusula qüinquagésima quinta, observando o limite legal.

 **Mediante concordância expressa do empregado e do Sindicato

 

Paragráfo Primeiro - Cômputo de horas extras

Nos termos do Art. 7°, inciso XIII, da Constituição Federal e decisão das Assembléias Gerais dos Sindicatos convenentes, a jornada de trabalho dos empregados abrangidos pela presente Convenção fica fixada, no mínimo, em 192 (cento e noventa e duas) horas mensais, já incluso o descanso semanal remunerado, sendo somente consideradas como extras todas as horas que ultrapassarem esse total no cômputo final, resultado da soma de todas as semanas e dias efetivamente trabalhados, em qualquer escala, no período compreendido para apuração do mês. Sobre as horas excedentes, isto é, extras, haverá acréscimo de 50% (cinqüenta inteiros por cento).  

Art. 7º, inciso XIII - duração do trabalho normal não superior a oito horas diárias e quarenta e quatro semanais, facultada a compensação de horários e a redução da jornada, mediante acordo ou convenção coletiva de trabalho;

Para as escalas compensatórias (12X36, 12X48, 12X12) será efetuado o cálculo tendo como base o número de plantões do mês. Entrando no cômputo das horas extras todos os plantões e horas acrescidos nas suas respectivas escalas.

Parágrafo Quarto- Salário Hora

Para cálculo da remuneração de dias e horas dos funcionários em geral, em especial vigilantes, este será à razão de 1/30 (hum trinta avos) para dias e 1/220 (hum duzentos e vinte avos) para horas.

 Alterar para 1/192 o cálculo do valor da hora-trabalho

 

CLÁUSULA TRIGÉSIMA NONA - ATESTADOS MÉDICOS

As empresas obrigam-se a aceitar os atestados médicos justificados de ausência ao trabalho, emitidos pelo órgão previdenciário e seus conveniados, na forma da Lei.

Incluir o atestado emitido por médicos particulares
                     
                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                   Parágrafo Primeiro:

Os atestados médicos serão obrigatoriamente encaminhados pelos integrantes da categoria no departamento de pessoal das empresas, no mesmo dia de sua emissão ou, no máximo, 48 horas após a expedição** sob pena de invalidade e de serem considerados nulos.

** Autorizar a entrega após 48h do retorno ao trabalho.

CLÁUSULA SEXAGÉSIMA – MULTAS DE TRÂNSITO (novo!)

As multas de trânsito deverão ser comunicadas aos vigilantes responsáveis pela infração para que tenham o direito de interpor defesa prévia e recurso, dentro do prazo estabelecido pelo código de trânsito.

CLÁUSULA SEXAGÉSIMA PRIMEIRA – ACIDENTES (NOVO!)

É vedada a cobrança ou descontos em folha dos prejuízos advindos dos acidentes automobilísticos.

 

CLÁUSULA SEXAGÉSIMA SEGUNDA – ASSISTÊNCIA MÉDICA

Fica garantido aos empregados através de convênio, plano de saúde compreendendo consultas, exames laboratoriais, internações e demais atendimentos do sistema; o titular e os dependentes legais.

CLÁUSULA SEXAGÉSIMA TERCEIRA –PARTICIPAÇÃO DOS TRABALHADORES NOS LUCROS OU RESULTADOS

Cláusula que tem por objetivo regular a participação dos trabalhadores nos lucros ou resultados da empresa como instrumento de integração entre o capital e o trabalho e como incentivo à produtividade, nos termos do art. 7o, inciso XI, da Constituição, com base nos parâmetros estabelecidos lei no 10.101/ 2000.

02/12/2011 - Campanha Salarial 2012 Sindicato convoca categoria nos dias 14 e 15 de dezembro

O Sindicato convoca os vigilantes do município do Rio para assembléia geral nos dias 14 e 15 de dezembro, para aprovar a pauta de reivindicações da categoria que será encaminhada ao sindicato patronal no início de janeiro. No dia 14 a assembléia será na sede da Rua André Cavalcanti nº 126, Bairro de Fátima, às 8:30h e às 18h. No dia 15 de dezembro a assembléia ocorrerá na subsede de Campo Grande – Rua Albertina nº 70, próximo à estação ferroviária.

Na campanha salarial de 2012 o Sindicato vai avançar nas negociações e lutar para conseguir mais conquistas. Vamos nos unir com a Federação da categoria e os demais sindicatos, a fim de fortalecer a luta para 2012. Se for preciso haverá novas greves na rede bancária como ocorreu em março de 2011, quando os bancos fecharam por falta de segurança, na capital, Baixada e interior do estado.

Em 2012, será dado prosseguimento às negociações com o patronato, para a dividir os 22% restantes do Risco de Vida em 2 parcelas de 11%, além de discutir com os vigilantes os seguintes itens: reajuste salarial real de 10% mais a inflação do período; definir o adicional de periculosidade por função e não apenas sobre o piso do vigilante; a função de vigilante de escolta armada passa a ser fixa e não transitória; majoração do tíquete refeição de R$ 8,85 para R$ 16,50; redução de 20% para 5% o desconto do auxílio alimentação; seguro de vida será na proporção de 55 vezes a remuneração do mês anterior para cobertura de morte acidental e invalidez permanente total ou parcial, em serviço, e 26 vezes para cobertura de morte natural e morte por qualquer outra causa ocorrida em serviço ou não; hora extra ao vigilante que faz curso de reciclagem no período de folga ou férias; incluir o atestado de médico particular como abono das faltas por motivo de saúde; autorizar entrega do atestado médico após 48h de retorno ao trabalho; impedir o desconto no contracheque de prejuízos com acidentes no carro da empresa; possibilidade de recurso em multas de trânsito; plano de saúde pago pela empresa ao titular e dependentes.

11/11/2011 - Vigilantes mobolizados por mais conquistas

Em reunião com o SINDESP - Sindicato das Empresas de Segurança – a Federação dos Vigilantes do RJ e o Sindicato do Município do Rio, no dia 30 de novembro, às 11h, entregaram a pauta de reivindicações da Campanha Salarial 2012/2013. Dentre os principais pontos está o reajuste salarial (INPC + 10%) e também um forte reajuste para o tíquete refeição, passando de R$ 8,84 para R$ 16,50, com a diminuição do desconto do tíquete no contra-cheque de 20% para 5%. Outras propostas incluem assistência médica por conta da empresa e mudança no cálculo da hora-extra, que atualmente é contabilizada a partir das 192 horas. Também estiveram presentes representantes dos Sindicatos de Campos, de Macaé, de Nova Friburgo, de Nova Iguaçu, de Belford Roxo, de São Gonçalo, de Volta Redonda e do SINDVALORES-RJ.

O Sindicato patronal terá assembléia das empresas em janeiro, quando será possível marcar novas rodadas de negociação. Os sindicatos da Federação já estão com assembléias marcadas para o mês de dezembro.

28/10/2011 - Lei que proíbe celular em bancos não impede assaltos

      Em entrevista ao programa “RJ no Ar” da TV Record nesta sexta -feira(28) pela manhã, o Presidente da Federação e do Sindicato dos Vigilantes do RJ, Fernando Bandeira, esclarece que a lei 5.939/2011, que proíbe celulares e aparelhos de transmissão em agências bancárias, não diminuirá os assaltos a clientes após saírem das agências, a famosa “saidinha de banco”.

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      Bandeira disse que é possível questionar a constitucionalidade da lei ao considerar que todos os clientes no interior das agências seriam culpados e que restringiriam direitos à liberdade das pessoas.

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      Antes mesmo desta lei ser aprovada, o Sindicato dos vigilantes se colocou contra porque não será a lei que irá resolver as “saidinhas de bancos”, o que falta é um policiamento maior dentro das agências bancárias e em suas imediações.

      Bandeira finaliza a entrevista informando que os próprios clientes não aceitam a informação dos vigilantes e que também não há nenhuma força por parte da legislação, para chamar a polícia, retirar o cliente do banco, tampouco pedir para desligar o aparelho.

      Os vigilantes estão optando em fazer uma segurança em sentido amplo, em lugar de discutir com clientes, por vezes, importantes para o banco, por isso que não há o cumprimento da norma.

26/10/2011 - Vigilantes do Rio participam de marcha em Brasília

      O Sindicato e a Federação dos Vigilantes do Rio de Janeiro participaram nesta terça-feira (25) em Brasília, com grande número de companheiros da 3ª Marcha Nacional dos Vigilantes, com a finalidade de mobilização e organização da categoria visando à garantia de direitos. Uma caravana de trabalhadores do Rio compareceu com os seguintes dirigentes sindicais: Fernando Bandeira, Sebastião Neto, Denise Cristina, Sonia Santos, além de companheiros de outros municípios.

                      

                     

               A Federação e a Nova Central com as principais faixas da passeata

      A marcha aconteceu na Esplanada dos Ministérios e contou com a participação de centenas de vigilantes que representaram vários estados do Brasil.


Bandeira defendeu a aprovação dos projetos que garantem 30% de periculosidade

      O objetivo da manifestação foi pressionar o Congresso Nacional a aprovar os projetos de lei 4436/2008, 1033/2003 e 6113/2009, que ditam sobre o adicional de 30% de periculosidade (risco de vida) e aposentadoria especial para os vigilantes.

      De acordo com o presidente do Sindicato, Fernando Bandeira, a luta incansável no Congresso já dura mais de três anos. “Por diversas vezes estivemos na Câmara e no Senado, conversando com os parlamentares, pedindo apoio aos projetos que tramitam no Congresso em benefício dos vigilantes” – afirmou Bandeira.

25/10/2011 - Vigilantes do Rio vão a Brasília pelos 30% de risco de vida

      O Sindicato e a Federação dos Vigilantes do Rio de Janeiro estarão presentes com grande número de companheiros na 3ª Marcha Nacional dos Vigilantes, no dia 25 de outubro, no Seminário contra a Clandestinidade que será realizado dia 26 e na 10ª Conferência Nacional dos Vigilantes, dia 27. Esses eventos serão promovidos pela Confederação Nacional dos Vigilantes, com a finalidade de mobilização e organização da categoria visando à garantia de direitos.

     A presença do Sindicato em Brasília se deve, em especial, às articulações em defesa dos diretos da categoria junto ao Congresso e ao Governo Federal. O Sindicato luta pela aprovação dos projetos de lei 4436/2008, 1033/2003 e 6113/2009 que tramitam no Congresso, e se forem aprovados, instituirão o adicional de periculosidade de 30% (risco de vida) e aposentadoria especial para os vigilantes de todo o país.

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A luta pelo adicional de 30% de risco de vida tem sido constante no Rio de Janeiro

20/10/2011 - Sindicato luta pelo salário de 300 vigilantes que prestam serviço ao into

      O jornal “POVO” noticiou nesta quinta feira (20) Pag. 3, o descaso da empresa terceirizada JVI que presta serviço de vigilância ao INTO ( Instituto de Traumatologia e Ortopedia) em não pagar os salários de Setembro.

     Em nota, o Presidente do Sindicato dos Vigilantes, Fernando Bandeira, exige que o INTO pague diretamente aos funcionários e não por intermédio da empresa. Bandeira pede também uma reunião conjunta entre o Sindicato, a Superintendência do Ministério do Trabalho, a Empresa e o Hospital para que seja resolvida a questão.

Leia abaixo a matéria divulgada.

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18/10/2011 - Empresa de vigilância que presta serviço no INTO não paga trabalhadores

      Os 300 vigilantes que prestam serviço para a empresa JVI no Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia - INTO em suas novas instalações na Avenida Brasil estão sem receber seus salários. A empresa foi contratada logo após a mudança para o novo endereço e no segundo mês de atividade deixou os trabalhadores sem receber os salários de setembro que deveriam ter sido pagos até o quinto dia útil do mês.

      O INTO é um hospital federal que é referência na especialidade. Porém não mostra rigor na hora de contratar os prestadores de serviço de vigilância. A direção do Sindicato exige a rescisão do contrato da JVI e a convocação da segunda colocada na licitação. O Sr. Jorge Romão da Silva que se apresenta como dono dessa empresa foi vigilante do supermercado Extra de Pilares.

17/10/2011 - Sindicato aperta o cerco contra segurança irregular

     Em audiência na DELESP da Polícia Federal, no dia 13 de outubro, representantes da Federação dos Vigilantes e do Sindicato dos Vigilantes do Rio trataram da fiscalização das seguranças irregulares praticadas em Shopping`s, lojas de departamentos, hipermercados, joalherias e comércio.

    A reunião foi motivada pelo crescimento da segurança irregular no Estado do Rio de Janeiro, pela conhecida prática do comércio, de contratar porteiros, vigias, fiscal de salão no lugar do vigilante.

     Segundo Bandeira, Presidente do Sindicato, hoje a maioria dos Shopping`s contratam jovens, de bom porte físico, com terno, rádio com fone de ouvido para fazerem a segurança. Porém, além de não possuírem formação de vigilantes e estarem inabilitados para a atividade, são trabalhadores explorados que recebem pisos salariais e benefícios abaixo do vigilante e não recebem o adicional do risco de vida.

Multi Market é autuado pela Polícia Federal

     Na reunião os representantes sindicais receberam o relatório das fiscalizações promovidas pela DELESP que resultaram de denúncias promovidas pelo Sindicato dos Vigilantes. Dentre os casos está a segurança clandestina do Supermercado Multi Market, que em maio de 2010, conforme notícia publicada na imprensa, mantiveram em cárcere privado e torturaram por cinco horas um homem de 30 anos que tentou furtar um garrafa de vodca. A vítima registrou o fato na 5ª DP, conforme noticiou o jornal Meia Hora.

Com a denúncia do Sindicato dos Vigilantes o supermercado foi autuado e teve que corrigir as irregularidades.

     Em outra fiscalização a DELESP constatou irregularidade na segurança promovida por porteiros nos Hospitais Barra D`or e Rios Dor. Segundo denúncia do Sindicato dos Vigilantes a empresa Arjo Segurança foi substituída pela Cerbero Serviços, empresas do mesmo grupo, mantendo a mesma equipe de vigilantes, porém a carteira de trabalho assinada com a função porteiro. Com isso os Hospitais reduziram os custos na prestação de serviços, mantendo a qualidade dos serviços, mas sonegando os direitos destes trabalhadores da segurança privada.

Rede internacional de Hotéis com segurança irregular

     Os Hotéis F1 e Ibis , da mundialmente conhecida rede Accor, também foram alvos de denúncias do Sindicato dos Vigilantes por contratarem segurança com empresa não autorizada. Em maio passado, os hotéis foram notificados pela Prefeitura por manterem serviços de segurança em desacordo com a legislação municipal. Os trabalhadores são contratados como vigias e recebem salário de R$ 709,00.

Em visita ao local, agentes da DELESP não verificaram nenhuma irregularidade na segurança prestada, mesmo tendo a Prefeitura notificado o estabelecimento por práticas irregulares de segurança.

     A Diretoria do Sindicato também encaminhou as denúncias ao Ministério do Trabalho e informou aos trabalhadores destes estabelecimentos que aqueles que possuem curso de formação de vigilante podem entrar com ação judicial para cobrar os seus direitos como vigilantes, uma vez que esta era realmente a atividade exercida.



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