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05/05/2014 - VIGILANTES FAZEM GREVE E PARAM SERVIÇOS BANCÁRIOS EM ANGRA

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02/05/2014 - NO 1º DE MAIO VIGILANTES FAZEM “ROLEZINHO” DO TRABALHADOR

Centenas de vigilantes comemoraram o Dia Internacional do Trabalho fazendo o famoso “rolezinho” nos principais shoppings do Rio: Via Brasil, Rio Sul e  Barra Shopping. Os trabalhadores protestaram contra os baixos salários reivindicando a valorização da segurança privada e os adicionais de Periculosidade e Risco de Vida.

 

Ocorreram problemas tanto no Via Brasil quanto no Barra Shopping. No primeiro a administração chamou a Policia Militar para impedir que os vigilantes entrassem e os que estavam em serviço aderissem ao movimento. Para tumultuar ainda mais a ação dos grevistas a Policia Militar apreendeu documentos do ônibus que transportava os grevistas assim como o caminhão de som e ameaçou deter os sindicalistas caso entrassem no estabelecimento, procurando com estas ações enfraquecer a greve. 

No Barra Shopping o tumulto foi ainda maior, com empurra - empurra da Policia Militar e dos próprios vigilantes do Shopping que tentaram impedir a mobilização da categoria em defesa dos trabalhadores da vigilância.  Mais uma vez a truculência da Policia Militar foi o ponto alto da manifestação.

 

 

No Shopping Rio Sul, o cenário foi outro. A administração em momento algum impediu que os grevistas entrassem e falassem com seus vigilantes. Não houve confusão e a manifestação foi pacífica. 

 

          

 

BALANÇO DA GREVE DOS VIGILANTES

 

Nesta sexta feira, (2/05), quase 70% dos trabalhadores em aeroportos, bancos, prédios empresariais, estão em estado de greve, aderindo às paralisações. Muitos vigilantes que não assumiram seus postos de trabalho hoje, estão nas ruas mostrando sua insatisfação com os baixos salários e a falta de acordo com o Sindicato patronal. Alertam à população que se não houver avanço nas reivindicações poderão paralisar os trabalhos na Copa do Mundo.

 

A categoria reivindica 10% de reajuste salarial, tíquete refeição de R$ 20, redução da jornada de trabalho para 44h semanais, plano de saúde, aumento da diária para R$ 180 nos grandes eventos (Copa do Mundo), além do pagamento dos adicionais de Risco de Vida e Periculosidade.

 

 

SOMENTE CAIXAS ELETRONICOS ESTÃO FUNCIONANDO NO MUNICIPIO DO RJ

 

Copacabana, Ipanema, Leblon, Leme, Tijuca, Madureira, Méier, Bangu, São Cristóvão, Praça Seca, Tijuca, Campo Grande e Santa cruz estão com a maior parte das agencias fechadas.

 

De acordo com a lei Federal 7.102/83 é vedado o funcionamento de qualquer estabelecimento financeiro onde haja guarda de valores ou movimentação de numerário, que não possua sistema de segurança ou que tenha somente um vigilante na agência.

 

INTERIOR E LITORAL DO RJ PARARAM AGÊNCIAS BANCÁRIAS

 

No interior do Estado os municípios de Campos, Macaé e Itaperuna de acordo com os sindicatos locais, estão com 100% das agências paradas. Em Belford Roxo e Queimados 90 % das agências não funcionam. Em Angra dos Reis 100% dos vigilantes das agências bancárias aderiram às paralisações.

 

 

02/05/2014 - MANIFESTAÇÃO DE VIGILANTES OCUPA DUAS FAIXAS DA AV. DAS AMÉRICAS, RIO

Do G1 Rio

 

Objetivo é convencer categoria a parar serviços em prol de reajuste salarial.

Grupo reivindica reajuste de 10% que deveria ter sido concedido em março.

 

Um grupo de 100 vigilantes fez uma manifestação no Shopping Downtown, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio, na tarde desta sexta-feira (2) O objetivo é convencer outros profissionais da categoria a parar os serviços em prol de reajuste salarial.

 

Em seguida, eles saíram pela Avenida das Américas, em direção ao Barra Shopping, onde também pretendem protestar. Os manifestantes chegaram a ocupar duas faixas da Avenida das Américas, onde o trânsito tinha retenções por volta das 15h50. Às 15h40 a via já havia sido liberada.

 

A categoria reivindica reajuste salarial de 10%, que deveria ter sido concedido em março, que é o mês base. O sindicato patronal oferece 7%. Além disso, os profissionais pedem aumento de 20% do vale refeição e pagamento do adicional de risco de vida.

 

Segundo o Sindicato dos Vigilantes, 80% das agências das avenidas Rio Branco e Presidente Vargas, no Centro da cidade, já aderiram à greve. Nos bairros de Campo Grande e Santa Cruz, a adesão é total.

 

Municípios do interior do estado, como Angra dos Reis, Arraial do Cabo, Cabo Frio, Campos dos Goytacazes e São Pedro da Aldeia também já aderiam à paralisação.

30/04/2014 - SINDICATO DO RIO CRITICA ACORDO EM CIDADES DO INTERIOR

Sindicato do Rio critica acordo em cidades do interior

 

O vice-presidente do SindVigRio, Antônio Carlos Oliveira criticou os dirigentes de representações do Grande Rio e interior que fecharam acordo trabalhista com o sindicato patronal. “São sindicatos pequenos que aceitaram uma proposta aquém do que queremos, além da retirada de direitos trabalhistas como o adicional de risco de vida”, contou Oliveira. O dirigente informou que os demais sindicatos de vigilantes estudam ações legais para impedir que a convenção seja homologada pelo Ministério do Trabalho.

 

Conforme o sindicato patronal, houve um acordo com 20 mil vigilantes que aceitaram 8% de reajuste salarial, retroativo a 1º de março, tíquete-refeição de R$ 13 por dia e diária de R$ 100 para participação em eventos. Já o sindicato do Rio pede reajuste de 10% e tíquete-refeição de R$ 20 por dia. " Também não aceitamos o menor piso proposto pelo sindicato patronal de R$ 528,00.


         Mais de 80% da categoria não concorda com o reajuste oferecido

De acordo com a direção do SindVigRio, não procede a informação passada ao jornal pelo sindicato patronal. Na verdade, os 5 sindicatos que assinaram o acordo não representam nem 20% da categoria em todo estado. São eles: Niterói, Caxias, São João de Meriti, Petrópolis e Itaguaí. Mais de 80% da categoria não concordou com o reajuste oferecido, retirando direitos dos trabalhadores. Os sindicatos que não concordaram com o reajuste são: Rio, Campos, Macaé, Nova Friburgo, Nova Iguaçu, Mesquita/Nilópolis, Belford Roxo e Volta Redonda. Só na capital, são aproximadamente 30 mil vigilantes. Ou outros 20 mil espalhados pela Baixada e interior do estado. "Como pode 20 mil ter aceitado o reajuste em algumas regiões se esse contingente é o total de vigilantes na Baixada e Interior?", questiona Fernando Bandeira, presidente da Federação Estadual dos Vigilantes. Em todo estado o número de vigilantes registrados na Polícia Federal chega a 50 mil. A maioria dos sindicatos da categoria, portanto,  repudia o reajuste oferecido pelo sindicato patronal. 

30/04/2014 - O DIA: VIGILANTES FECHAM 80% DE AGÊNCIAS BANCÁRIAS NO CENTRO

     Vigilantes fecham 80% de agências bancárias no Centro

 

Movimento grevista se espalha pelos bairros das zonas Sul e Oeste do Rio. Patrões obtêm liminar determinando 40% dos seguranças em seus postos

 

AURÉLIO GIMENEZ - O DIA

 

Rio - Ao completar uma semana, o movimento grevista dos trabalhadores de segurança privada informa ter fechado nesta terça-feira 80% das agências bancárias do Centro da cidade. Segundo o Sindicato dos Vigilantes do Município do Rio (SindVigRio), também foi afetado o funcionamento de bancos na Zona Sul, Barra da Tijuca, Campo Grande e Santa Cruz, na Zona Oeste. Conforme os grevistas, apenas os caixas eletrônicos estão sendo abastecidos.

 

Já o sindicato patronal informou nesta terça ter obtido, na segunda-feira, em ação cautelar prepatória de dissídio coletivo junto ao Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 1ª Região, uma liminar determinando que os sindicatos dos trabalhadores mantenham um percentual de 40% na ativa, sob pena de pagamento de multa diária de R$ 10 mil em caso de descumprimento da determinação legal.

 

Vice-presidente do SindVigRio, Antônio Carlos Oliveira disse que até as 18h desta terça-feira o sindicato não havia sido notificado judicialmente. “Determinação judicial é para ser cumprida. No entanto, não fomos notificados e nem tomamos conhecimento de uma possível liminar, já que acompanhamos diariamente o site do tribunal”, explicou o dirigente sindical.

 

Segundo ele, após uma semana de paralisação, o movimento grevista vem ganhando cada mais força entre os vigilantes e se espalhando, além dos aeroportos, entre as agências bancárias de diversos bairros da cidade. Oliveira acrescentou que a partir desta quarta também trabalhadores das cidades de Campos e Macaé, no Norte Fluminense, e Angra dos Reis, na Região Sul do estado, devem aderir à greve.

 

29/04/2014 - GREVE DE VIGILANTES FECHA AGÊNCIAS BANCÁRIAS DE CAMPOS

Atualização às 11h - Com a greve dos vigilantes, as agências bancárias, em sua maioria, encontram-se fechadas. Até o momento, apenas uma agência do banco Bradesco, da Rua 13 de Maio, funciona normalmente, devido aos vigilantes pertencerem a uma empresa que não aderiu ao ato grevista, a CJF.

 

   

 

Uma greve convocada pelo sindicato dos vigilantes particulares em Campos pode fechar as agências bancárias do município a partir desta terça-feira(29) já que há um número mínimo necessário de seguranças para que um banco seja mantido com ar portas aberta.

 

No Rio, a greve começou na última quinta-feira. Em Campos, Nesta segunda-feira (28), os vigilantes do município se reuniram no início da noite na Praça São Salvador para traçar ações durante o período de paralisações.

 

O presidente da categorial em Campos, Luis Carlos Rangel da Rocha, informou ao Campos 24 Horas que a categoria não aceitou uma proposta feita pelo Sindicato Patronal de 7% de reajuste no salário e com o ticket alimentação passando de R$ 10 para R$ 13. Mas, a proposta não foi aceita, pois os vigilantes querem um reajuste salarial de 10%, além de tíquete refeição de R$ 20 e mais adicionais de risco de vida e de periculosidade.

 

 

29/04/2014 - SINDICATO DOS VIGILANTES OFICIALIZA DEPARTAMENTO DA POLICIA FEDERAL DESCUMPRIMENTO DA LEI 7.102/83

BANCOS ABREM COM APENSA UM VIGILANTE

 

 

28/04/2014 - BANCÁRIOS DENUNCIAM QUE AGENCIAS ESTÃO FUNCIONANDO SEM SEGURANÇA FERINDO A LEI FEDERAL 7.102

IRREGULARIDADE - Vigilantes entram em greve e bancos funcionam sem segurança. AS AGENCIAS QUE MAIS DESCUMPREM A LEI SÃO O BANCO ITAÚ E BRADESCO.

 

Muitas agências bancárias estão funcionando sem vigilantes devido à greve da categoria. Mas a abertura destas unidades sem garantir a segurança de bancários e clientes é ilegal. O Sindicato recebeu várias denúncias, especialmente na Zona Oeste da cidade.

 

"A própria Polícia Federal solicitou ao Sindicato para que sejam repassadas as denúncias dos bancários para que sejam feitas fiscalizações e os bancos autuados pela ilegalidade. Contamos com a participação da categoria para que possamos impedir este procedimento ilegal dos bancos", afirma o diretor do Sindicato André Spiga.

 

A Lei Federal 7.102/83 veda o funcionamento de qualquer estabelecimento financeiro onde haja guarda de valores ou movimentação de numerário, que não possua sistema de segurança.

 

"Nós apoiamos a greve dos vigilantes, mas os bancos não podem abrir agências sem segurança, conforme prevê a legislação", acrescenta Spiga.

 

As denúncias podem ser feitas pelos telefones 2415-0725/0159, 2103-4121/4124.

        

Fonte: Sindicato dos Bancários do Rio de Janeiro

25/04/2014 - O DIA: VIGILANTES FECHAM AGÊNCIAS DE BANCOS NO CENTRO DO RIO

 

 

Vigilantes fecham agências de bancos no Centro do Rio

 

Paralisação dos agentes de segurança privada provocou desabastecimento de dinheiro em caixas eletrônicos. Trabalhadores pedem 10% de reajuste

 

AURÉLIO GIMENEZ

 

Rio - Correntistas cariocas tiveram dificuldades para sacar dinheiro em caixas eletrônicos de agências bancárias no Centro do Rio nesta quinta-feira. A falta momentânea de cédulas foi provocada pela greve dos trabalhadores das empresas de segurança privada. Manifestantes fizeram passeata pela Avenida Rio Branco na manhã desta quinta, obrigando as agências a suspenderem o atendimento aos clientes por falta de segurança.

De acordo com a Federação Brasileira dos Bancos, entidade que congrega as instituições bancárias, “de uma forma geral, o movimento foi normal nas agências bancárias no Município do Rio de Janeiro”. Por meio de nota, a entidade informou que a negociação salarial é feita por vigilantes e as empresas do ramo.

Segundo o Sindicato dos Vigilantes do Município do Rio (SindVigRio), cerca de 500 trabalhadores participaram da paralisação na manhã de ontem, menos de 2% da categoria, já que a própria entidade informou que na cidade há 30 mil trabalhadores. Conforme o vice-presidente do SindVigRio, Antônio Carlos Oliveira, o movimento grevista reivindica aumento salarial de 10% e melhores condições de trabalho para a categoria.

                         

 


 

Além de aumento salarial, categoria quer redução de jornada de trabalho

 

Além dos 10% de reajuste sobre o piso de R$ 987, os vigilantes do Rio querem redução da jornada de trabalho de 192 horas mensais para 176 horas mensais, aumento do tíquete refeição para R$ 20, diminuição do desconto do vale-refeição de 20% para 5% e plano de saúde pago pelas empresas. Segundo o sindicato da classe, os vigilantes pedem diária de R$ 180 para atividades em eventos, como a Copa do Mundo.

 

“É difícil almoçar no Rio com os R$ 11 atuais”, diz o vice-presidente do SindVigRio, Antônio Carlos, Oliveira, acrescentando considerar desrespeito com o profissional de segurança privada fazer desconto do tíquete-alimentação tão alto no contracheque.

 

Já o Sindesp-RJ informou que fechou acordo salarial com o Sindicatos Estadual dos Vigilantes, e dos municípios de Niterói e São Gonçalo, Petrópolis e Teresópolis, Duque de Caxias, e de Itaguaí e região. Conforme Frederico Crim Câmara, presidente da entidade patronal, além dos 8% de reajuste foram aceitos tíquete refeição de R$ 13 e diária de R$ 100 para participação em eventos.

 

“Houve um aumento de 33% de ganho real. Se foi bom para estes trabalhadores, por que não seria para os do Rio”, questiona Frederico.

25/04/2014 - POVO DO RIO: CATEGORIA AMEAÇA PARAR DURANTE A COPA DO MUNDO SE TAMBÉM NÃO TIVER REAJUSTE NO TÍQUETE REFEIÇÃO E ASSISTÊNCIA MÉDICA

 

24/04/2014 - GREVE E PROTESTO DE VIGILANTES NO CENTRO E CAMPO GRANDE

A greve dos vigilantes do Rio foi deflagrada. Desde às 7h de hoje (24/04) os trabalhadores da segurança privada se concentraram na Candelária para decidir as ações do movimento paredista. Cerca de 500 vigilantes caminharam pelas calçadas da Av. Rio Branco reivindicando aumento salarial e melhores condições de trabalho.

Apesar da grande presença dos agentes privados o trânsito não foi afetado, de acordo com o Centro de Operações Rio, da Prefeitura, pois os vigilantes ocupavam somente a calçada.

 

À mídia, o vice-presidente Antônio Carlos, informou que a categoria – que congrega 30 mil vigilantes na capital – reivindica 10% de aumento salarial, que hoje é de R$ 987, redução da jornada de trabalho de 192 horas mensais para 44 horas semanais, aumento do tíquete refeição para R$ 20, além da redução do desconto do vale refeição de 20% para 5% e plano de saúde pago pelas empresas. Os trabalhadores da segurança também querem uma diária de R$ 180 nos dias de jogos da Copa do Mundo, adicionais de risco e de periculosidade. Após a regulamentação da periculosidade pelo Ministério do Trabalho, em dezembro último, as empresas de vigilância deixaram de pagar o adicional de risco, substituindo-o pelo de periculosidade.

 

 

– É difícil almoçar no Rio com R$ 11, diz o sindicalista Antônio Carlos, acrescentando que é um desrespeito com o profissional de segurança privada ter um desconto da alimentação tão alto na folha de pagamento.

 

 

O Sindicato Patronal, por sua vez, ofereceu somente 7% de reajuste e aumento no tíquete refeição de R$ 11 para R$ 13, além da diária de grandes eventos dos atuais R$ 80 para R$ 100. “A greve só vai parar quando os patrões resolverem sentar à mesa com os trabalhadores para discutir a pauta de reivindicações”, afirma o vice-presidente do SindVigRio, Antônio Carlos Oliveira.

 

 

 

                           Sem vigilantes agências fecharam

 

Durante a caminhada pelo Centro do Rio, os vigilantes entravam nas agências bancárias e outros estabelecimentos financeiros para convencer outros vigilantes a deixarem seus postos e aderirem à paralisação da categoria. Muitas agências tiveram que deixar de atender ao público porque não tinham o mínimo de dois profissionais exigidos por lei para garantir a segurança de bancários e clientes. Os agentes que deixavam seus postos eram recebidos com euforia pelos manifestantes. Somente os caixas eletrônicos funcionaram para não prejudicar à população. Os bancos que fecharam na Avenida rio Branco por falta de vigilantes foram: Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Banco Safra, Itaú e HSBC.

 

Alguns vigilantes do Maracanã (Sanset) estiveram presentes à caminhada por melhores salários.

 

Em Campo Grande, na Zona Oeste da cidade, 90% das agências bancárias fecharam porque os vigilantes aderiram à greve da categoria.

 

Nesta sexta-feira, (25), a mobilização continua na Pç. Da Candelária, às 7h, visando ampliar a paralisação no Centro do Rio.

 

                             

Interior também vai parar

 

De acordo com a Federação Estadual dos Vigilantes, a partir da próxima semana – terça, quarta, quinta e sexta-feira – os vigilantes de Campos, Macaé, Friburgo e Volta Redonda, vão aderir à greve e conforme anos anteriores paralisar o atendimento na rede bancária em seus municípios. Apenas os caixas de auto-atendimento estarão liberados. Há possibilidade de faltar dinheiro nos caixas se os vigilantes da empresa que faz o abastecimento das cédulas também aderirem à paralisação geral que está sendo programada no interior.

 

18/04/2014 - PARALISAÇÃO DE VIGILANTES DEIXA GALEÃO SEM SEGURANÇA

Depois da paralisação relâmpago na segurança do Aeroporto Santos Dumont, no dia 17 (quinta), o Sindicato dos Vigilantes concentrou seus esforços no Aeroporto Internacional Tom Jobim (Galeão) que ficou sem segurança nos dias 18 e 19 último. A manifestação do dia 18 foi no Terminal 2: embarque, desembarque, corredores internos e praça de Alimentação.

Desde às 4h da manhã os dirigentes sindicais se concentraram numa base da vigilância do Galeão, ao lado do posto BR. Pacificamente piquetes foram realizados e os 100 vigilantes que deveriam assumir seus postos, aderiram à paralisação e retornaram às suas casas. Os vigilantes do plantão anterior que não foram rendidos às 7h acabaram deixando seus postos de trabalho quando souberam que seus colegas não iriam rendê-los.

Houve caminhada no interior do aeroporto. Sindicalistas conversavam com passageiros e entregavam bolas de futebol para jovens e crianças com o adesivo da greve geral marcada para o dia 24 de abril.

                                Usuários do aeroporto apoiam

A professora Susana que estava acompanhada da filha Jéssica, de 6 anos, aguardava o marido que vinha de Atlanta (EUA) quando foi surpreendida pelo apitaço dos trabalhadores da segurança que estão sem reajuste desde março, data base da categoria. “ Espero que vocês consigam o que querem. Sou professora municipal e sei das dificuldades dos trabalhadores. Nós fizemos uma grande paralisação e conseguimos alguma coisa. Torço por vocês!” Exclamou sorridente, sobretudo após a filha ganhar uma bola de um sindicalista.

O protesto é contra a falta de reajuste salarial e por aumento e na diária de cem reais para os agentes privados que vão trabalhar nos jogos da Copa do Mundo. Os vigilantes prometem greve geral para o dia 24 de abril, se não houver nova proposta dos empregadores.

As reivindicações dos vigilantes são: pagamento dos adicionais de periculosidade e risco de vida, reajuste salarial de 10%, tíquete-refeição de 20,52 reais, jornada semanal de 44 horas, desconto do auxílio alimentação de 20% para 5% e plano de saúde para titulares e dependentes, além da diária de 180 reais para grandes eventos".


 

17/04/2014 - PELA MANHÃ VIGILANTES PARALISARAM SEGURANÇA NO SANTOS DUMONT

Vigilantes fizeram hoje (17/04) uma paralisação relâmpago na segurança do Aeroporto Santos Dumont em protesto contra a falta de reajuste salarial e o valor da diária de R$ 100 para os agentes privados que vão trabalhar durante os jogos da Copa do Mundo, em junho.

 

            

 

Os trabalhadores realizaram a manifestação no embarque, desembarque e segundo andar do terminal, chamando a atenção dos passageiros. O protesto foi pacífico e não causou problemas aos usuários do aeroporto. Os manifestantes distribuíram bolas de futebol às crianças e jovens que desembarcavam ou aguardavam embarque. Segundo Antônio Carlos, vice-presidente do SindVigRio, foi uma forma de trazer a população para o nosso lado. Outras paralisações estão previstas nos próximos dias no Aeroporto Internacional do Galeão e no Estádio do Maracanã.

 

                     

 

No dia 8 último, fracassou a tentativa de um acordo entre patrões e empregados no Ministério do Trabalho. O procurador do Trabalho, Bruno Parreiras, que mediou a reunião,  disse que as partes estão longe de chegarem a um consenso, pois o patronato não acrescentou nada há mais do que havia oferecido desde o início das negociações, em março: reajuste de 7% e tíquete refeição de R$ 13.

 

Reivindicações não atendidas deflagram greve geral dia 24

Os vigilantes querem o pagamento dos adicionais de periculosidade e risco de vida, reajuste salarial de 10%, tíquete-refeição de R$ 20,52, jornada semanal de 44 horas, desconto do auxílio alimentação de 20% para 5% e plano de saúde para titulares e dependentes, além da diária de R$ 180 para grandes eventos (Copa do Mundo).

 

         

 

No último dia 15/4, a FIFA recebeu no Ministério do Trabalho, em Brasília, 7 sindicatos das 12 cidades sedes da copa. O presidente da Federação e Sindicato do Rio, Fernando Bandeira entregou documento ao secretário nacional de Relações do Trabalho, Manoel Messias, e ao representante da FIFA para assuntos de segurança privada, Adelar Anderle, informando que a categoria não aceita a proposta de R$ 100,00 por diária oferecida pelos donos das empresas de segurança. A FIFA ficou de estudar a reivindicação.

“Não podemos aceitar a proposta dos patrões de 7% de reajuste salarial com o tíquete passando de R$ 11 para R$ 13”, diz Antônio Carlos, vice-presidente do SindVigRio.

– Somos a segunda maior economia do país e temos o maior custo de vida. Vamos aproveitar os grandes eventos que estão por vir para conseguirmos o atendimento das nossas justas reivindicações, dispara o sindicalista.

 

Se o sindicato patronal (Sindesp) não chamar o Sindicato para negociar uma saída para o impasse a greve geral na categoria está mantida para o dia 24 de abril (quinta), quando além dos aeroportos e Maracanã, outros postos importantes como bancos, repartições públicas, postos de saúde, hospitais, entre outros ficarão sem segurança.

 

15/04/2014 - EXTRA: VIGILANTES DO RIO DECIDEM ENTRAR EM GREVE NO DIA 24/04



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