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30/08/2013 - VIGILANTES ACIDENTADOS SÃO ABANDONADOS À PRÓPRIA MORTE

Vigilantes de escolta armada da Mag sofreram acidentes de carro no exercício da profissão e foram abandonados à própria sorte pela empresa. “São covardes, só sabem cobrar serviço”, desabafou o vigilante Kleber Leite Major, de 57 anos, que fraturou a bacia.

                                          Kleber Major

Major denunciou que os carros sempre estão em mal estado. O carro que ele dirigia, de propriedade da empresa, estava com o banco do motorista soldado, o que o impediu de regula-lo e pode ter provocado o deslocamento da bacia.

O acidente de Kleber Major ocorreu às 5:30 da madrugada de 12 de abril, um sábado, depois de uma semana intensa. Major ficou 2 meses internado e desistiu de pedir auxílio à empresa: “Não ligo mais pra lá. Já pensou você estar doente e ainda passar vergonha? O descaso deles é total”, lamentou.

Recebendo do INSS um valor mil reais menor do que o salário da ativa, Major passa dificuldades. O pai o está ajudando a comprar remédios e colegas se cotizaram para lhe dar uma cadeira higiênica.

Outros dois vigilantes da mesma empresa passam por situação semelhante. Carlos da Silva Menezes e Alexandre Melo Machado  (31 e 36 anos), saíram do RJ, com carga da Multimex, no dia 28 de março. À meia-noite deste dia pararam num posto em Petrópolis e, por problemas operacionais, precisaram permanecer lá até o dia 31, dormindo dentro do carro, usando os banheiros do posto de gasolina e fazendo refeições com um ticket de R$ 10,10.

Retornando ao RJ, após esses 3 dias exaustivos, sofreram acidente no dia 1ª de abril, quando desciam a serra de Petrópolis. Segundo Menezes, que ficou dois dias no hospital e terá que andar por algum tempo com uma cinta no abdômen, o carro estava com folga no volante. “Eu estava no carona. Meu colega perdeu a direção e foi jogado para fora. Vi ele bater com a cabeça”, descreveu.

                                   Carlos da Silva Meneses

O colega de Menezes, Alexandre Machado, está em casa sob os cuidados da mãe, após passar 45 dias no hospital. É provável que ele tenha que se aposentar por invalidez. Tem sete filhos e, devido à batida na cabeça, não se lembra do nome de alguns. Exames tentarão comprovar a suspeita dos médicos de que ele teve deslocamento de retina. Também será levado a um psiquiatra.

Sem plano de saúde, Alexandre ficou à mercê da caridade alheia e da persistência da mãe, Ângela Melo Coutinho, que está se virando para custear tudo e para cuidar do filho, que se locomove com muita dificuldade. “O remédio mais caro custa mais de 100 reais. E não podemos contar com a empresa Mag para nada. Eu liguei para lá e me chamaram de 171”, disparou Ângela.

                                       Alexandre Mello com a mãe

Humberto Rocha, representando a Federação dos Vigilantes do RJ, e Antônio Carlos (“Índio”), diretor do Sindvalores-RJ, estiveram nas casas dos três vigilantes citados e serão tomadas providências. A empresa Mag será acionada e cobrada para que cumpra com suas obrigações trabalhistas.

 

 

 

27/08/2013 - PATRÕES NÃO QUEREM 30% PARA VIGILANTES DESARMADOS

Segue sem acordo o debate sobre a Norma Regulamentadora (NR) nº 16 para que as empresas comecem a pagar o adicional de periculosidade, assinado pela presidente Dilma em dezembro do ano passado. O debate para regulamentar a Lei 12.740/2012 continua empacado na principal questão que é a insistência dos patrões em excluir os vigilantes desarmados. Também insistem em defender a perícia e a exclusão de alguns segmentos, como monitoramento eletrônico e gestores de ensino, fora o parcelamento em três vezes do restante dos 30% nos estados que ainda não conseguiram o valor total.

Durante a reunião do Grupo de Trabalho Tripartite (GTT) realizado no último dia 13/08, no Departamento de Segurança e Saúde do Trabalhador, no Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), a bancada dos trabalhadores, representada pela Confederação, Federações e sindicatos da categoria, condenaram a insistência dos patrões em excluir trabalhadores.  

Os sindicalistas rechaçaram a proposta de retirar direitos de quem atua sem armas, bem como a necessidade de perícia e o parcelamento do pagamento. “Não há amparo na lei. Os empresários querem ir contra as convenções que eles mesmos assinaram e assumiram que existe risco no exercício da profissão de vigilante”, dispara Bandeira, presidente da Federação do Rio, que junto com o vice do Sindicato do Rio, Antônio Carlos, têm participado das reuniões e audiências visando o pagamento dos 30% de periculosidade.

Nova reunião ficou agendada para o dia 3 de setembro, às 10h. Até lá, é fundamental que a categoria permaneça unida e cobrando posicionamento do MTE contra os absurdos propostos pelos patrões.

Participam da bancada representantes de trabalhadores indicados por quatro centrais sindicais: NCST, CUT, Força Sindical e UGT,  além da Federação dos Vigilantes do Rio e Federação dos Vigilantes do Estado de São Paulo.


Não deixe roubar seus direitos!

Vigilante, você pode contribuir para mais essa vitória da categoria. Ligue para o gabinete do ministro do Trabalho, Manoel Dias, pedindo apoio à luta dos trabalhadores e agilidade no processo de regulamentação. O telefone é (61) 2031-6857 ou 2031-6878.

Sindicatos, mobilizem as bases para pedir celeridade e apoio do ministro. Peçam apoio de lideranças políticas nessa luta pela dignidade dos vigilantes.

Envie, também, mensagem ao presidente da Fenavist, Odair Conceição, pedindo respeito à categoria e às conquistas dos trabalhadores e cobrando responsabilidade. Proteste contra o coordenador da bancada e suas propostas absurdas.

 

23/08/2013 - SINDICATO LEVA À SUPERINTENDÊNCIA RECLAMAÇÕES DOS VIGILANTES DA DINÂMICA

Ocorreu ontem (22) em frente à Empresa Dinâmica um protesto dos vigilantes contra o contínuo atraso de salários e de outros direitos trabalhistas que vêm sofrendo desde Abril. Uma Comissão de vigilantes encabeçada pelo vice-presidente do SindvigRio, foi recebida pelo dono da empresa, Sr. Edson Torres que afirmou já ter efetuado o pagamento dos salários atrasados, o que não foi confirmado pelos funcionários que lá estavam.

Os vigilantes, que já haviam montado acampamento na porta da empresa só saíram de lá quando o último vigilante recebeu o pagamento, por volta das 20:00 horas.

Na manhã desta sexta-feira (23), Antônio Carlos, vice-presidente do SINDIVIG e outros vigilantes, foram à Superintendência Regional do Trabalho acompanhados de diretores do Sindicato levando as reclamações dos trabalhadores da vigilância privada em relação à empresa Dinâmica e Protex. Foram recebidos pelo Superintendente, Sr Antônio Albuquerque, que ao tomar conhecimento da série de irregularidades cometidas pela referida empresa prometeu uma  fiscalização mais rigorosa.

Chefe do Recursos Humanos da Dinâmica conversando com os Vigilantes.

Vice-presidente do Sindicato protesta contra irregularidades da Dinâmica.

21/08/2013 - VAGAS PARA VIGILANTES NO ROCK IN RIO

16/08/2013 - COMEÇOU NO SINDICATO SELEÇÃO PARA O ROCK IN RIO

 A empresa Prossegur em parceria com o Sindicato dos Vigilantes do Rio de Janeiro começou a selecionar 500 profissionais da área de segurança privada para trabalhar no Rock in Rio, que ocorrerá nos dias 13, 14, 15, 19, 20, 21 e 22 de setembro de 2013.

 

A contratação será a partir de 1º de agosto quando parte dos vigilantes começará a trabalhar na organização do evento. Os demais durante o Rock in Rio.

 

A seleção dos profissionais acontece às terças feiras, nos dias 13, 20 e 27 de agosto, a partir das 7:00 horas na sede do Sindicato. Na primeira fase da seleção o candidato preencherá a ficha padrão da empresa. Na segunda haverá uma entrevista pessoal na sede da Prossegur e na terceira fase o candidato será submetido a exame médico e psicotécnico e entregará os documentos necessários.

 

Em Campo Grande a seleção de pessoal aconteceu na última terça-feira (13), na subsede do Sindicato: Rua Albertina, nº 70, próximo à estação de trem.

 


                      Vigilantes participaram no dia 13 das entrevistas para trabalhar no Rock in Rio

DOCUMENTAÇÃO NECESSÁRIA

Para os interessados, não só para o Rock in Rio, mas para se inscrever no balcão de empregos que o Sindicato oferece, o vigilante terá que trazer: Certificado de Vigilante; CTPS com DRT da Polícia Federal; RG; CPF; comprovante de escolaridade (ensino médio); comprovante de residência; 1 foto 3x4. O balcão de empregos funciona a partir das 7:00 na Rua André Cavalcanti 126 – Centro. Informações adicionais no Tel: 3861-7050 (Denise Cristina).

 


12/08/2013 - NAS MÃOS DA JUSTIÇA E DOS PARLAMENTARES

Segundo a coluna Panorama Político de O Globo – Domingo (11.08.2013) – o TST produziu lista dos maiores devedores da Justiça do Trabalho, às vésperas da votação na Câmara dos Deputados do projeto da terceirização de mão de obra. Empresas de serviços terceirizados estão no topo das mais processadas: Sena Segurança Inteligente, 2.254 processos; Estrela Azul – Vigilância e Segurança, 2.084; e Officio Tecnologia em Vigilância Eletrônica, 1.614.

“Há uma fragilidade muito grande nessas empresas terceirizadas. A Estrela Azul, que fechou a cerca de seis anos, não pagou aos vigilantes, sendo alvo de vários processos na Justiça Trabalhista movidos pelo SindVigRio, alguns vitoriosos e com os trabalhadores indenizados. “Infelizmente, este procedimento é comum na segurança privada. Mais recentemente a Plesvi, Vise e Congênere fecharam as portas sem quitar a rescisão contratual dos trabalhadores, apesar de terem 40 anos atuando no mercado de trabalho”, disse Antônio Carlos, vice-presidente do Sindicato.

– Por isso, o nosso Sindicato junto com a Nova Central Sindical dos Trabalhadores (NCST) apoiam o movimento contra a aprovação do PL 4.330 que facilita ainda mais a precarização do trabalho. Ele acaba com a responsabilidade subsidiária do tomador de serviços (Clientes) que na Justiça tem que pagar a rescisão do trabalhador que não recebeu salários e direitos da empresa terceirizada, conta Antônio Carlos.

12/08/2013 - SEM RECEBER VIGILANTES DA DINÂMICA CRUZAM OS BRAÇOS

    ESCOLTA ARMADA CRUZA OS BRAÇOS POR FALTA DE PAGAMENTO

Os vigilantes da Escolta Armada da Dinâmica fizeram uma paralisação hoje, deixando de sair com os 18 carros que escoltariam clientes, em represália a falta de pagamento dos salários de julho. A empresa constantemente atrasa os salários e benefícios dos trabalhadores. Desta vez, cerca de 60 vigilantes cruzaram os braços, com o SindVigRio acompanhando os trabalhadores no paralisação até que o dono da empresa, Edson Torres, recebeu todos os vigilantes e na presença de diretores do Sindicato assumiu o compromisso de regularizar o pagamento dos salários até amanhã (13/08). A empresa está formando uma comissão de trabalhadores e Sindicato com o objetivo de discutir outros problemas que afetam a escolta da Dinâmica, dentre eles, a cobrança indevida do prejuízo resultante de acidente automobilístico em serviço.


07/08/2013 - NOVA CENTRAL SE UNE ÀS DEMAIS CENTRAIS EM ATO CONTRA TERCEIRIZAÇÃO


A Nova Central Sindical dos Trabalhadores, na qual o Sindicato dos Vigilantes é filiado, se uniu às demais centrais sindicais em ato realizado na terça-feira, 06/08 às 15h, em frente à sede da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan).

O presidente do SINDVIG, Fernando Bandeira, o vice-presidente, Antonio Carlos, e vários diretores, como Sebastião Neto, Oeliton Cruz e Sonia marcaram presença para protestar contra o Projeto de Lei 4.330/2004, de autoria do deputado federal Sandro Mabel (PMDB-GO), que regulamenta a terceirização de mão de obra. Foi entregue ao presidente da Firjan, Eduardo Eugenio Gouvêa Vieira, um documento solicitando o apoio da instituição à causa.



Se aprovado, o projeto trará inúmeros prejuízos aos trabalhadores, aumentando o desemprego e cortando direitos adquiridos.

O ato aconteceu, simultaneamente, em diversas capitais, inclusive São Paulo e Brasília. No Rio, a concentração foi na Avenida Graça Aranha 1, Centro.




01/08/2013 - NOVA CENTRAL SINDICAL REPUDIA PROJETO NOCIVO A TRABALHADORES

PUBLICADO NO JORNAL - POVO DO RIO - PÁGINA 2 DE 01/08/2013

01/08/2013 - NO RIO, SÃO 8 MIL VAGAS ABERTAS AO ANO E O ESTADO CONTA COM 47 MIL PROFISSIONAIS DE VIGILÂNCIA

Os homens de preto: crescem empregos para seguranças

 

RIO - Inteligência visual, atenção, responsabilidade, foco, amplo campo de visão e até capacidade de permanecer por muitas horas em silêncio. Essas são algumas das características necessárias para se tornar um bom “homem de preto”. Ao contrário do que se possa imaginar, força física não é pré-requisito para a profissão de vigilante ou segurança, cujo mercado se expande em todo o Brasil e especialmente no Rio de Janeiro, e que ganhou visibilidade durante a chegada do Papa Francisco, na última segunda-feira. Da Grande Buenos Aires, até Mariela, a irmã do pontífice, disse ter ficado mais nervosa pelos seguranças — no caso, da guarda suíça do Vaticano —, quando a comitiva ficou presa no engarrafamento da Presidente Vargas.

 

O Estado do Rio conta, hoje, com 47 mil vigilantes e, desde 2011, oito mil vagas foram criadas por ano, o que representa crescimento de 20%, de acordo com o Sindicato das Empresas de Segurança Privada do Rio de Janeiro (Sindesp-RJ). No Brasil, há duas mil empresas do gênero, empregando 600 mil pessoas, segundo informações do Sindicato das Empresas de Segurança Privada do Estado de São Paulo (Sesvesp).

 

— O mercado tem crescido muito, porque o Rio é a cidade a ser visitada no momento. Os grandes eventos como Jornada Mundial da Juventude, Copa das Confederações, Copa do Mundo e Olimpíadas trazem uma série de outras programações paralelas e ainda impulsionam o boom imobiliário de shoppings e hotéis — explica Frederico Crim Câmara, presidente do Sindesp-RJ e vice da Abrevis-SEG (Associação Brasileira das Empresas de Vigilância).

 

Currículo elaborado pela Polícia Federal

 

Embora o vigilante privado possa atuar em quatro grandes frentes — patrimonial, pessoal, escolta de numerário e escolta de carga — Câmara afirma que o trabalho mais difícil do segurança é lidar com o público — justamente a maior exigência dos grandes eventos que o Rio já começou a receber.

 

— Quando há multidões, podem surgir uma série de situações que não são corriqueiras. O segurança deve estar preparado para mudanças rápidas — diz o presidente do Sindesp-RJ.

 

O vigilante do setor privado ganha, em média, R$ 1.300, e trabalha em uma escala de 12 horas de trabalho por 36 horas de folga. No cargo de supervisor, R$ 1.700 e, como gerente, entre R$ 4 mil e R$ 5 mil, de acordo com o Sindesp-RJ. Para entrar nesse segmento, exige-se curso de formação, oferecido por escolas particulares, cujo currículo, entretanto, é elaborado pela Polícia Federal.

 

Mês passado, com a onda de manifestações que tomaram conta do país, cresceu a demanda pela contratação no setor, tanto no Rio quanto em São Paulo. Arrastões em restaurantes e roubos de joalherias na capital paulista também reforçaram esse movimento. No Rio, foram tantos pedidos que as empresas de segurança privada tiveram dificuldade para atender.

 

— Na impossibilidade de o estado fornecer toda a segurança pública necessária, a segurança privada entra em cena: é mercado em grande expansão — diz José Carlos Trindade, especialista em segurança e consultor da Interseg, feira que ocorre em agosto no Rio.

 

Curso com no mínimo 220 horas/aulas de duração

 

A portaria 3.559-DG/DPF definiu o prazo de abril de 2014 para que as empresas de segurança habilitem seus vigilantes com o curso “Extensão para os grandes eventos”, caso queiram atuar na Copa do Mundo e nas Olimpíadas, e até dezembro de 2014 para os demais acontecimentos.

 

— Este profissional é diferenciado porque sabe que precisa interagir com o mundo globalizado e consegue perceber a dinâmica deste mercado — afirma Helder Andrade, sócio-diretor da Forbin, escola de formação de vigilantes, que fica em Manguinhos.

 

A carga horária exigida para qualificação de um segurança é de 220 horas/aula, com disciplinas que incluem relações humanas no trabalho, sistema nacional de segurança, prevenção e combate a incêndio, primeiros socorros, defesa pessoal e gerenciamento de crises, entre outros. Além de elaborar os currículos, a Polícia Federal fiscaliza as escolas de segurança de todo o país. Bem diferentes são as exigências para se tornar um membro da guarda suíça do Vaticano, instituição responsável pela segurança do papa: ser cidadão suíço, católico, ter boa moral e ética, de 19 a 30 anos, ao menos 1,74m, solteiro, diploma de ensino médio ou superior e ter feito escola militar na Suíça.

 

No Brasil existem cerca de duas mil empresas de segurança privada, que empregam 600 mil pessoas, ao custo de R$ 8,5 bilhões por ano, sendo R$ 3,5 bilhões com pagamento de encargos sociais. Essas empresas faturam de R$ 12 bilhões a R$ 13 bilhões anuais. Só na cidade de São Paulo, são 250 empresas, com 20 mil funcionários. No estado, há 180 mil vigilantes registrados.

 

Vigilantes clandestinos

 

Bancos, com 30%, e repartições públicas, com 35%, são os que mais usam os serviços de segurança, seguidos de indústria e comércio, condomínios, escoltas particulares de valores e objetos.

 

— O vigilante precisa perceber qual atividade de segurança se adapta melhor ao seu perfil e qualificação — afirma Andrade, da Forbin.

 

A faixa etária média dos profissionais de segurança está entre 30 e 35 anos, de acordo com Frederico Crim Câmara, presidente do Sindesp/Rio de Janeiro:

 

— Há campos de atuação para todas as idades: dos 21 anos a mais de 50 e há bastante jovens em atuação. Mas a maioria está na faixa dos 30 a 35 anos, são profissionais mais maduros.

 

Em São Paulo, a onda de violência, com arrastões em bares e restaurantes, assaltos a joalherias e saques em lojas por conta das manifestações, elevou em cerca de 1% a procura por segurança privada na cidade. Segundo o vice-presidente do Sesvesp, sindicato que reúne as empresas de segurança no Estado, João Palhuca, o crescimento só não foi maior porque a economia não está ajudando e também porque muitos comerciantes optam por contratar empresas ou vigilantes clandestinos.

 


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Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/emprego/os-homens-de-preto-crescem-empregos-para-segurancas-9229156#ixzz2ajFtgR1G

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30/07/2013 - VIGILANTES SERÃO SELECIONADOS PARA O ROCK IN RIO

A empresa Prossegur em parceria com o Sindicato dos Vigilantes do Rio de Janeiro começou a selecionar 500 profissionais da área de segurança privada para trabalhar no Rock in Rio que ocorrerá nos dias 13, 14, 15, 19, 20, 21 e 22 de setembro de 2013.

 

A contratação será a partir de 1º de agosto quando parte dos vigilantes começará a trabalhar na organização do evento. Os demais durante o Rock in Rio.



Vigilantes na 1ª fase da seleção

 Segundo a psicóloga, Christiana Ferreira de Melo, responsável pela seleção dos profissionais, a contratação será de caráter temporário por 30 dias com assinatura da certeira e a possibilidade de recolocação ao final do evento, para outros postos de trabalho que a Prossegur administra, como bancos, shoppings, lojas, entre outros.

 

A escala de trabalho será de 12x36, 5x2 e 6x1. Para os profissionais que ultrapassarem a jornada de trabalho estabelecida na CCT de 44 horas semanais, serão pagas as horas extras. Com o salário de R$ 948,00 mais os 30% de periculosidade os vigilantes receberão ainda o vale transporte e o vale refeição.

 


(E) Roberto Barbosa Bruno, Denise Cristina e Christiana Ferreira

 

SELEÇÃO SERÁ NO SINDICATO

 

A seleção dos profissionais acontecerá às terças feiras, nos dias 13, 20 e 27 de agosto, a partir das 7:00 horas na sede do Sindicato. Na primeira fase da seleção o candidato preencherá a ficha padrão da empresa. Na segunda haverá uma entrevista pessoal na sede da Prossegur e na terceira fase o candidato será submetido a exame médico e psicotécnico e entregará os documentos necessários.

 

A seleção ocorrerá também para os vigilantes da Zona Oeste que será na subsede do Sindicato na rua Albertina, nº 70, dia 13 (sextas feira) a partir das 7:00 horas.

 

DOCUMENTAÇÃO NECESSÁRIA

 

Para os interessados, não só para o Rock in Rio, mas para participar do balcão de empregos que o Sindicato oferece, o vigilante terá que trazer: Certificado de Vigilante; CTPS com DRT da Polícia Federal; RG; CPF; comprovante de escolaridade (ensino médio); comprovante de residência; 1 foto 3x4. O balcão de empregos funciona a partir das 7:00 na Rua André Cavalcanti 126 – centro. Informações adicionais no tel, 3861-7050.

29/07/2013 - NORMA QUE REGULAMENTA A PERICULOSIDADE DOS VIGILANTES VAI À DISCUSSÃO NO MTE

O presidente do SINDVIG-RIO e diretor de Organização Política da Nova Central, Fernando Antônio Bandeira, participou nesta terça e quarta-feira (23 e 24 de julho) de reunião que tratou da proposta final da Norma Regulamentadora (NR) 16. O documento será produzido pelo Ministério do Trabalho e Emprego, em conjunto com a bancada dos trabalhadores e empregadores, fazendo referência, entre outras questões, da periculosidade inerente à profissão de vigilante. “É preciso incluir na regulamentação também os profissionais que são contratados para fazer serviço de porteiro e segurança, e que, no entanto também fazem serviço de vigilância, correndo tanto risco quanto os demais trabalhadores”, destacou Bandeira.



O início das discussões para a proposta final NR 16, ocorreu no Departamento de Segurança e Saúde do Trabalhador, no MTE com o Grupo de Trabalho Tripartite (GTT), formado por representantes do governo, dos trabalhadores (Nova Central, CUT, UGT e Força Sindical) e empregadores. O GTT analisou as sugestões na 1ª reunião do grupo com a presença também do Ministério Público, e Fundacentro.

Entre as sugestões apresentadas, e que causou grandes divergências, estava a que trata da atividade de risco apresentada pela Federação Nacional das Empresas de Segurança e Transporte de Valores (Fenavist) que reconhece como atividade de risco, apenas aquelas exercidas pelos seguranças armados.



Segundo a classe trabalhadora esta proposta além de ser descabida, representa uma afronta aos direitos dos trabalhadores, uma vez que não é o uso de armas que determinará a periculosidade da profissão. Segundo José Boaventura, presidente da Confederação Nacional dos Vigilantes e Prestadores de Serviços (CNTV), a afirmação feita pela classe patronal é completamente contra a lei, não tem amparo nenhum. A profissão é de risco e isso não depende de estar armado ou desarmado. “Eles querem contrariar o texto legal e até mesmo as convenções coletivas que eles próprios assinaram, reconhecendo nossa atividade como sendo de risco independentemente do uso de arma de fogo”, destacou.

Os representantes dos trabalhadores defendem, também, a inclusão do pessoal de supervisão, de monitoramento eletrônico e de instrução. A luta, agora, é para que o espírito legal seja respeitado e que todos os profissionais de segurança privada recebam seus direitos, independentemente do local que atuam.




O representante do governo federal, Romulo Machado que presidiu a reunião, lembrou ter sido bem proveitoso o encontro para perceber onde não há entendimento, e a partir daí conseguir construir um consenso sobre a questão. Além disso, Romulo aconselhou que todas as bancadas discutam e reflitam com suas bases no sentindo de buscar uma solução adequada para a elaboração do texto.

Logo após a grande vitória alcançada pelos trabalhadores no ano passado (dezembro), quando a presidente Dilma Rousseff sancionou a Lei 12. 740/12, que prevê o pagamento do adicional de 30% de periculosidade, o próximo passo almejado pelos trabalhadores será a regulamentação da lei.

A próxima reunião foi marcada para o dia 13 de agosto, de 10h às 16h.


Regulamentação NR 16

Depois da análise, o GTT conta ainda com o prazo de 120 dias, que podem ser prorrogados por mais 60, para concluir as negociações e apresentar a proposta de regulamentação à Comissão Tripartite Partidária Permanente (CTPP). Após a aprovação em reunião ordinária da CTPP a formulação da NR será publicada pelo Ministério do Trabalho e Emprego no Diário Oficial da União, tornando-se assim, um texto legal, de observância obrigatória por parte de todos os setores econômicos.

 

Com Raiana Costa - NCST

 



29/07/2013 - VIGILANTES DE CARRO FORTE DECIDEM GREVE NOS PRÓXIMOS DIAS

 
Os vigilantes de carro forte do interior realizam assembléias, às 19h, em vários municípios para decidir greve por tempo indeterminado em todo o interior do estado. Os empresários do setor ofereceram 0% de reajuste salarial, concedendo apenas a reposição da inflação medida pelo INPC. Hoje em Volta Redonda, às 19h, na Av. Sete de Setembro nº 632, Aterrado, os trabalhadores decidem se aderem à paralisação. Nesta terça, é a vez dos vigilantes de Cabo Frio resolverem se cruzam os braços pela falta de reajuste real, na rua Copenhagem, 13, Jardim Olinda. Na quarta-feira (31) os vigilantes de carro forte de Campos dos Goytacazes se reúnem para decidir a greve: Av. Senador Tarcísio Miranda nº 234 – Vivendas dos Coqueiros. Já os vigilantes de Petrópolis fazem assembléia na próxima quinta-feira (1/08), para aprovar a paralisação em represália ao não recebimento de aumento real, e, finalmente, assembléia geral na sede do SindValores-RJ, em Belford Roxo – rua João Fernandes Neto, 1174, sala 302, Centro – para decidir a interrupção dos serviços prestados à agências bancárias, indústrias e comércio em geral. Os vigilantes querem 10% de aumento real em cima dos salários e tíquete-refeição, acordo coletivo anual, fim do banco de horas e aplicação imediata da Lei 12.740, assinada pela presidente Dilma, concedendo 30% de adicional de periculosidade.

Para o presidente do SindValores, Humberto Rocha, é importante que as empresas tenham aprendido com a lição dos vigilantes do Espírito Santo, que mantiveram uma greve por 66 dias, e definitivamente respeitem a força dos trabalhadores nas negociações salariais e não tentem retirar direitos dos trabalhadores, assim como fizeram por muitos anos no Rio de Janeiro.

 

 

 

25/07/2013 - EMPRESA OFERECE 500 VAGAS PARA O ROCK IN RIO

 

Seleção no SindvigRio

EMPRESA OFERECE 500 VAGAS PARA O ROCK IN RIO

Atenção vigilantes! Participem do processo de seleção que vai ocorrer no auditório do Sindicato dos Vigilantes – Rua André Cavalcanti nº 126,  Centro – na próxima terça-feira, dia 30 de julho, quando a empresa Prossegur aplicará um teste para a contratação de 500 vigilantes que atuarão no Rock in Rio, em setembro. O interessado deve chegar às 7h e pegar uma senha para ser atendido. Psicólogas vão aplicar o teste nos candidatos.

Os vigilantes devem se dirigir ao Sindicato com todos os documentos pessoais e de sua atividade como: Carteira Nacional de Vigilante, certificado de formação mais a reciclagem, comprovante de residência no nome do próprio, declaração de escolaridade, certificado de reservista e foto 3x4. Levar todos os documentos originais e cópias de cada um.

 Esta oportunidade surgiu no trabalho do Balcão de Empregos do seu Sindicato, conduzido pela diretora Denise Cristina, que vem conseguindo preencher as vagas oferecidas pelas empresas de vigilância.




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