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01/02/2013 - CENTRO DO RIO - VIGILANTES PROTESTAM PELOS 30% DE PERICULOSIDADE

 

Os vigilantes e profissionais de segurança do Rio realizaram manifestação hoje no Centro da cidade pelo cumprimento da Lei 12.740/12 que concede 30% de adicional de periculosidade aos trabalhadores da segurança privada. A lei foi sancionada pela presidente Dilma em dezembro. O ato fez parte do Dia Nacional de Lutas, ocorrido nas principais capitais do país, pelo cumprimento do adicional que os vigilantes têm direito, mas os patrões vêm protelando o pagamento, alegando que a lei precisa ser regulamentada. De Norte a Sul do estado, passando pela Baixada Fluminense, Região Serrana e Niterói, os sindicatos promoveram manifestações em suas bases territoriais.

 

No Rio, os vigilantes se concentraram na Candelária desde as 7h e as 10h, saíram em passeata pela Av. Rio Branco, com o apoio da Polícia Militar. Mais de 150 vigilantes atenderam à convocação do Sindicato e da Federação da categoria. O Sindicato dos Trabalhadores em Carro Forte do Interior também se juntou ao protesto em apoio aos vigilantes patrimoniais. A manifestação terminou em frente ao prédio da Justiça do Trabalho, onde vários trabalhadores e sindicalistas fizeram uso da palavra.

Para o presidente do Sindicato e da Federação do Rio, Fernando Bandeira, é importante a união dos companheiros para pressionar os donos das empresas a pagarem os 30% de periculosidade já, independente da regulamentação a cargo do Ministério do Trabalho. “Uma coisa não tem nada haver com a outra. A lei é clara! Entra em vigor na data da sua publicação. E esse pagamento tem que ser retroativo, a partir de dezembro quando a lei foi sancionada pela presidente”.

 

O diretor do SindVigRio, Jomar Firmino, disse que o vigilante é uma profissão de risco, muitas vezes tem que enfrentar bandidos ou pessoas violentas para proteger o patrimônio de terceiros e banqueiros, que a cada dia estão mais ricos enquanto os trabalhadores, cada dia mais pobres, tendo ainda que lutar para receber um adicional que já está em vigor. A Federação não vai abrir mão desse direito e vamos às últimas conseqüências para receber os nossos 30% que está valendo desde dezembro.”

Já o vice-presidente do SindVigRio, Antônio Carlos, garantiu que o sindicato não medirá esforços e continuará cobrando o pagamento retroativo dos 30% de periculosidade, até que os patrões efetuem o pagamento devido. Ele acrescentou que o Sindicato está preparando ações na Justiça contra as empresas que estão desrespeitando a aplicação da Lei 12.740/12, e que esse crime contra os trabalhadores, está sendo denunciado ao Ministério Público do Trabalho e ao próprio Ministério do Trabalho.

 

 

 

 

30/01/2013 - PARALISAÇÃO GERAL COM DOAÇÃO DE SANGUE NESTA SEXTA E PASSEATA PELO CENTRO DO RIO

 

 

 

Na reunião do dia 21/01 os patrões pediram um tempo para dar uma resposta às reivindicações, entretanto já cancelaram duas reuniões agendadas com os sindicatos e Federação (acima)

 

Como até hoje não houve nenhuma resposta do patronal para prosseguir às negociações da Campanha Salarial 2013, com previsão de pagar imediatamente os 30% de periculosidade, a categoria está sendo convocada à comparecer na Praça da Candelária, Centro do Rio, às 7h desta sexta-feira – 1º de fevereiro –  a fim de participar do Dia Nacional de Lutas pela Aplicação dos 30% com paralisação dos vigilantes em todo Estado do Rio, seguido de uma grande passeata pela Av. Rio Branco com término na CineLândia, onde as próximas ações serão anunciadas. Aqueles que aderirem poderão doar sangue no HemoRio pela manhã e assim não terem  o seu dia descontado pela empresa, pois a doação garante o abono do dia, conforme prevê a CLT.

 

A CNTV, as Federações e os Sindicatos de todo o país entendem que o pagamento deve ser de imediato. Entra em vigor a partir da publicação da Lei 12.740/12 sancionada pela presidente Dilma em dezembro. “O próprio Tribunal de Contas da União, ao exigir alteração no edital do pregão da Caixa Econômica em São Paulo para a contratação de serviços de vigilância, incluiu o pagamento do adicional aos vigilantes, assegurando, portanto uma grande vitória à categoria”, disse Antônio Carlos de Oliveira, vice-presidente do SindVigRio. Por outro lado, o presidente do Sindesp / RJ, Frederico Câmara, defende que a lei é indiscutível, mas que o início do pagamento depende da regulamentação pelo Ministério do Trabalho. Essas declarações estão no Jornal O Dia de hoje, numa matéria que ocupou todo o espaço da pág. 26 (página inteira), assinada pela jornalista Aline Salgado.             

 

A declaração do empresário entra na contramão do que disse o ministro do Trabalho e Emprego, Brizola Neto, na reunião do dia 17/12 em Brasília, com a Federação do Rio, a Confederação e representantes das empresas. “Vamos tratar apenas de regulamentar a lei que chegou do Palácio do Planalto. “Não cabe ao Ministério do Trabalho discutir a vigência ou aplicabilidade de uma lei que está em vigor”, afirmou Brizola Neto.

 

Na última reunião (21/01) do Sindicato Patronal com todos os sindicatos de vigilantes, mais a Federação, oportunidade em que foi entregue a pauta de reivindicações, os donos das empresas disseram que não há como de imediato arcar com as despesas ou repassar para os clientes. “Vamos quebrar e fechar a empresa”, alertou o presidente do sindicato patronal, Frederico Câmara.

 

29/01/2013 - PATRONAL CANCELA REUNIÃO. PARALISAÇÃO NACIONAL MANTIDA EM 1º DE FEVEREIRO!

O Sindicato patronal (Sindesp) cancelou pela segunda vez a reunião com todos os sindicatos de vigilantes e a Federação da categoria que seria realizada amanhã, dia 30, às 14h, com o objetivo de receber a resposta dos patrões quanto à pauta de reivindicações entregue dia 21 de janeiro ao presidente do Sindesp, Frederico Câmara. Na ocasião, apresentamos cláusulas de 10% de reajuste salarial e pagamento imediato dos 30% de periculosidade, fora os 20% de risco de vida já pagos parceladamente e garantidos em Convenção anterior. Sem nenhuma justificativa, a não ser que o empresário Frederico Câmara, estava em Brasília, a rodada de negociação foi cancelada sem que outra data fosse marcada para uma nova reunião.

 

    A Federação e Sindicatos de Norte a Sul do RJ estavam presentes na última reunião com os patrões   

 

Portanto, os vigilantes e profissionais de segurança privada do Estado do Rio e de todo o país, mantêm a paralisação geral no próximo 1º de fevereiro (sexta-feira) caso as empresas de vigilância não paguem o adicional de 30% de periculosidade, previsto na Lei 12.740, e sancionada pela presidente Dilma em 8 de dezembro. Foi o que foi acertado na reunião da CNTV com as federações e sindicatos nos dias 17 e 18 últimos, em Belo Horizonte.

Outra alternativa que está sendo estudada pelos sindicatos é organizar doações de sangue em todos os municípios. O vigilante que aderir a paralisação no Dia Nacional de Lutas vai a um posto de coleta, doa sangue, prestando um importante serviço à sociedade, pega um comprovante e terá sua falta abonada, conforme determina a CLT. Desta forma, os vigilantes que tinham medo de receber falta poderão aderir ao movimento sem receber represálias da empresa, pois está amparado pela lei máxima que rege o trabalhador privado que é a CLT.

Todos esses assuntos serão discutidos e aprovados na reunião desta quarta-feira na Federação Estadual dos Vigilantes, às 10h, na Rua André Cavalcanti nº 126 – Bairro de Fátima – Centro do Rio.

 

28/01/2013 - VIGILANTES VÃO PARAR DIA 1º DE FEVEREIRO, CASO NÃO RECEBAM DE IMEDIATO OS 30% DE PERICULOSIDADE

Os vigilantes e profissionais de segurança privada de todo o país, inclusive os do Rio, prometem fazer uma paralisação geral no próximo dia 1º de fevereiro (sexta-feira) caso as empresas de vigilância não paguem o adicional de 30% de periculosidade, previsto na Lei 12.740, e sancionada pela presidente Dilma em 8 de dezembro. Foi o que foi acertado na reunião da CNTV com as federações e sindicatos nos dias 17 e 18 últimos, em Belo Horizonte.

Os sindicatos de vigilantes, a Federação do Rio e a Confederação da categoria  entendem que o pagamento dos 30% de periculosidade deve ser imediato, conforme prevê o artigo 2º da lei 12.740: “Esta lei entra em vigor na data da sua publicação”, ou seja, está valendo desde 10 de dezembro quando foi publicada na primeira página do Diário Oficial da União.

Na última reunião (21/01) do Sindicato Patronal com todos os sindicatos de trabalhadores da segurança privada, os donos das empresas disseram que não há como arcar com as despesas ou repassar para os clientes. “Vamos quebrar, fechar a empresa e os vigilantes terão que procurar outro emprego”, alertou o presidente do Sindesp, Frederico Câmara, acrescentando que no entender deles o pagamento do adicional está vinculado a regulamentação da lei sancionada pela presidente Dilma. A declaração do empresário entra na contramão do que disse o ministro do Trabalho e Emprego, Brizola Neto, na reunião do dia 17 último, em Brasília, com a Federação do Rio, a Confederação e representantes das empresas. “Vamos tratar apenas de regulamentar a lei que chegou do Palácio do Planalto.”Não cabe ao Ministério do Trabalho discutir a vigência ou aplicabilidade de uma lei que está em vigor”, afirmou Brizola Neto.

 

 

No posto não se fala outra coisa: cadê nossos 30%?

 

Dia D - Resposta do Sindicato patronal será nesta quarta

A Federação e todos os sindicatos de vigilantes do Estado se reuniram na sede do Sindesp dia 21 de janeiro, quando foi entregue a pauta reivindicatória para a Convenção Coletiva de Trabalho 2013/2014, em mais uma Campanha Salarial unificada. Além do reajuste de 10% − incluindo a reposição da inflação − foram propostas outras modificações nas cláusulas sociais como: diminuição do valor do desconto do tíquete refeição de 20% para 5%; unificação das escalas de trabalho 12x36, fim da jornada de 192 horas mensais, passando para 44 horas semanais; plano de saúde para titulares e dependentes; entre outras cláusulas de alcance social. Também foi incluída na pauta a exigência do pagamento imediato do adicional de 30% de periculosidade, fora mais 6% do risco de vida agora em março, garantido parceladamente em convenções anteriores, totalizando 20% neste ano de 2013.

O Sindicato patronal ficou de analisar as reivindicações e nesta quarta-feira, dia 30, às 14h, haverá outra reunião para prosseguir às negociações com os trabalhadores. Se a resposta dos empresários em relação ao pagamento imediato dos 30% de periculosidade for negativa, os vigilantes de todos os municípios do Estado do Rio cruzarão os braços, paralisando a segurança de setores importantes como aeroportos, portos, rodoviárias, sambódromo, escoltas de cargas, escolas, repartições públicas, comércio, indústria, entre outros.

 

22/01/2013 - TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO MANDA PAGAR ADICIONAL DE 30% DE PERICULOSIDADE


O Edital do pregão da Caixa Econômica Federal no Estado de São Paulo para contratação de serviço de vigilância patrimonial, pessoal, eletrônica e custódia de chaves, garantiu uma grande vitória para a categoria dos vigilantes de todo país. Trata-se da determinação do Tribunal de incluir no edital o pagamento do adicional de periculosidade de 30% aos vigilantes, conforme prevê a lei 12.740/12 sancionada pela Presidente Dilma em dezembro de 2012.


As empresas de segurança resistem em pagar o adicional de periculosidade aos trabalhadores da segurança privada, alegando que a lei precisa ser regulamentada pelo Ministério do Trabalho. Porém a decisão do Tribunal altera esse entendimento, confirmando que a vigência da lei começou na data da sua publicação.

“Se o TCU, responsável pela fiscalização das contas da administração pública, entende que a lei está em vigor, cabe às empresas efetuarem o pagamento do adicional imediatamente. O TCU mandou pagar, quem agora vai dizer que a lei não está em vigor?” Comemora Antonio Carlos, vice presidente do Sindicato dos Vigilantes do Rio.



21/01/2013 - PAGAMENTO IMEDIATO DOS 30% DE PERICULOSIDADE, INDEPENDE DE REGULAMENTAÇÃO DA LEI

Representantes da Federação do Rio e da Confederação Nacional da categoria, além dos empresários de vigilância, se reuniram na quinta feira (17/01) com o ministro do Trabalho Brizola Neto, em Brasília, para tratar da regulamentação da Lei 12.740 – que institui 30% de adicional de periculosidade aos profissionais de segurança privada. Sobre o pagamento do adicional o ministro do Trabalho disse que vai tratar apenas em regulamentar a lei que chegou do Palácio do Planalto, não cabendo ao MTE discutir a vigência ou aplicabilidade da lei. A Federação do Rio, todos os sindicatos do RJ, mais a Confederação dos Vigilantes entendem que o pagamento dos 30% de periculosidade deve ser imediato, conforme prevê o artigo 2º da lei 12.740: “Esta lei entra em vigor na data da sua publicação”, ou seja, está valendo desde 10 de dezembro quando foi publicada no Diário Oficial da União.

Foi criada uma comissão tripartite (Governo, Trabalhadores e Empresários) para a regulamentação que é exigida nessas situações.

 

 

1º de fevereiro -  Dia Nacional de Lutas Pela Aplicação da Lei  

Caso as empresas de vigilância não começarem a cumprir imediatamente a lei dos 30% de periculosidade, haverá uma mobilização nacional em 1º de fevereiro – Dia Nacional de Lutas Pela Aplicação da Lei 12.740, que concede 30% de periculosidade aos vigilantes de todo o país. Foi o que foi acertado na reunião da CNTV  nos dias 17 e 18 últimos, em Belo Horizonte. Os vigilantes devem estar atentos à quaisquer convocações.

 

        Bandeira (de microfone) disse que o pagamento da periculosidade é imediato

 

Entregue pauta de reivindicação ao sindicato patronal

 

Hoje (21/01), a Federação e todos os sindicatos de vigilantes do estado se reuniram na sede do Sindesp quando foi entregue a pauta reivindicatória para a Convenção Coletiva de Trabalho 2013/2014, em mais uma Campanha Salarial unificada. Além do reajuste de 10% − incluindo a reposição da inflação − foram propostas outras modificações nas cláusulas sociais como: diminuição do valor do desconto do tíquete refeição de 20% para 5%; unificação das escalas de trabalho 12x36, fim da jornada de 192 horas mensais, passando para 44 horas semanais; plano de saúde para titulares e dependentes; entre outras cláusulas de alcance social. Também foi incluída na pauta a exigência do pagamento imediato do adicional de 30% de periculosidade, fora mais 6% do risco de vida agora em março, garantido parceladamente em convenções anteriores, totalizando 20% neste ano de 2013.

O Sindicato patronal ficou de analisar as reivindicações e ainda esta semana vai marcar outra reunião para prosseguir às negociações com os trabalhadores.

 

A pauta reivindicatória foi entregue pela Federação do Rio ao empresário Frederico Câmara, presidente do sindicato patronal

16/01/2013 - PERICULOSIDADE: A LUTA CONTINUA

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15/01/2013 - 30% JÁ! FEDERAÇÃO QUER REGULAMENTAÇÃO AINDA ESTE MÊS

A Federação dos Vigilantes dos Estado do Rio de Janeiro representada pelo presidente Fernando Bandeira esteve com o ministro do Trabalho e Emprego, Brizola Neto, pedindo que regulamente a Lei nº 12.740/12 que trata dos 30% do Adicional de Periculosidade, o mais rápido possível. A lei assinada pela presidente Dilma, em dezembro, prevê regulamentação no caput do Artigo193.

Bandeira alertou ao ministro que é preciso que esta lei seja regulamentada logo pois com a proximidade da data base 1º de março, pode ocorrer nova greve no Estado do Rio de Janeiro.


 
Atualmente, a categoria em vários Estados recebe algum percentual de adicional de Risco de Vida, garantido em convenção coletiva. No Estado do Rio, por exemplo, o percentual é de 14% e terá o incremento de mais 6% em março deste ano e mais 10% nos próximos dois anos, garantidos por norma coletiva de trabalho. Portanto, a Federação e sindicatos filiados defendem o Risco de Vida escalonado que está sendo pago  e querem urgentemente a regulamentação do Adicional de Periculosidade, conquistado através desse novo estatuto legal, sancionado pela Presidência da República.

“Defendemos uma regulamentação que garanta o recebimento destes dois adicionais de naturezas distintas, como ocorre com parte dos vigilantes que laboram em condições de periculosidade, a exemplo dos que prestam serviço na Petrobrás, e que acumulam os dois adicionais”, diz Bandeira.


O ministro Brizola Neto disse que pretende se reunir com os sindicatos de vigilantes na próxima semana, e, depois, com os sindicatos patronais.

14/01/2013 - SIVUCA DEMITE 60 E NÃO PAGA RESCISÃO CONTRATUAL

Depois que perdeu o posto da Universidade Grande Rio – UnigranRio – a empresa Sivuca demitiu 60 vigilantes sem pagar as verbas rescisórias, parcelando indevidamente o 13º salário dos trabalhadores que não foram dispensados. A empresa até hoje não pagou os salários referentes a dezembro.

 

O 13º salário de 2012 foi parcelado em 6 vezes e a empresa teria dito que o sindicato tinha ciência do parcelamento.  Segundo Antonio Carlos Oliveira, vice-presidente do SindvigRio, jamais o Sindicato teria aceitado este tipo de proposta. “A nossa função sindical é a defesa dos trabalhadores e nunca abrir mão de seus direitos”.

 

Os trabalhadores demitidos da Sivuca procuraram o Sindicato e denunciaram que a empresa está propondo também o parcelamento em 12 vezes do pagamento da rescisão contratual, o que é irregular.

 

O Sindicato procurou a UnigranRio e denunciou as irregularidades da empresa, sendo informado que a universidade já havia rescindido o contrato com a Sivuca patrimonial, entretanto, manteve os serviços de porteiro e controlador de acesso, através da Sivuca Serviços. Porém, os trabalhadores informaram ao Sindicato que todos os porteiros e controladores de acesso estão exercendo a função de vigilante. O Sindicato está pedindo a retenção das faturas junto a todos os clientes e tomadores de serviços, para garantir na Justiça o recebimento das verbas rescisórias dos trabalhadores.

 

Os vigilantes foram orientados a procurar o jurídico do Sindicato do Rio para entrar com reclamação trabalhista contra a Sivuca, sendo que as homologações deverão ser feitas no município onde o trabalhador atuava.

 

De acordo com Fernando Bandeira, presidente do SindvigRio, o Sindicato não leva o trabalhador a fazer nenhum acordo indecente que retira direitos garantidos pela CLT. Bandeira lembrou que os demitidos estão resguardados juridicamente e convidou-os a comparecerem ao Balcão de Empregos, às terças e quintas-feiras, para serem encaminhados às outras empresas que têm vagas..

 

Vigilantes na bronca com a empresa

O vigilante Leandro Lima (24) disse que há 8 meses foi contratado pela Sivuca como vigia / controlador de acesso com  salário abaixo do piso do vigilante patrimonial, mesmo tendo Ata e fazendo a função dos vigilantes.

 

Outra reclamação dá conta que a empresa não assina a carteira profissional com a função de vigilante de escolta, registrando o funcionário que faz escolta como vigilante patrimonial.

 

 Os trabalhadores se queixam que não há na empresa nenhum profissional de psicologia. “Somos obrigados a trabalhar após  um assalto com vítimas, ou algo do gênero. No dia seguinte, caso o trabalhador falte, eles dão falta e descontam do salário”, disse um vigilante que pediu para não ser identificado. Já o pagamento das férias é efetuado no meio ou no fim do benefício, enquanto as escalas não são definidas pela empresa. Muitas vezes o vigilante é retirado de uma escala e mandado para outro posto com escala que desrespeita o repouso remunerado, reclamam os vigilantes, acrescentando que quem trabalha acima das 12 horas diárias não recebe da empresa o tíquete dobra que tem direito.

 

 

09/01/2013 - SINDICATO E FEDERAÇÃO DEFENDEM 30% DE PERICULOSIDADE SEM PERÍCIA

A Lei 12.740 que altera o artigo 193 da CLT, sancionada pela presidente Dilma Rousseff no início de dezembro passado, concedendo 30% de adicional de periculosidade aos vigilantes de todo o país – em função do exercício de atividade profissional – foi enviada ao Ministério do Trabalho para ser regulamentada. A Federação dos Vigilantes do Rio está atuando junto ao Ministério do Trabalho para que a regulamentação da lei seja publicada o quanto antes.

A redação do texto final do artigo 193 da CLT é a seguinte:

São consideradas atividades ou operações perigosas, na forma da regulamentação do Ministério do Trabalho e Emprego, aquelas que, por sua natureza ou métodos de trabalho, impliquem risco acentuado em virtude de exposição permanente do trabalhador a:

I – inflamáveis, explosivos ou energia elétrica;.

II – roubos ou outras espécies de violência física nas atividades profissionais de segurança pessoal ou patrimonial.

Fernando Bandeira, presidente do Sindicato e da Federação, defende a proposta de que todos os vigilantes tenham direito ao adicional de periculosidade, sem a necessidade de perícia, e que a categoria acumule a periculosidade com o adicional de risco de vida. São dois direitos diferentes, um garantido pela lei 12.740 e outro em Convenção Coletiva. Para tanto, citamos o exemplo dos vigilantes que trabalham na Petrobrás, que fazem jus aos dois adicionais. Bandeira ressaltou ser importante que o M.T.E. se manifeste conforme exige a CLT nos artigos 193,194,195 e 196, que normatizam o assunto.

 

Em agosto de 2009, o Sindicato e a Federação do RJ na grande marcha pelos 30% de periculosidade no DF

 

 

 

 

 

19/12/2012 - CARRO FORTE TEM ELEIÇÃO NESTA QUINTA-FEIRA EM SÃO CRISTÓVÃO

                     URNAS NO SINDICATO E NAS EMPRESAS ENTRE 7H E 16H

 

Duas chapas concorrem às eleições do Sindforte nesta quinta-feira, dia 20, das 7h às 16h, na sede do sindicato na Rua General Bruce nº 703, em São Cristóvão. Haverá também urnas nas empresas de transportes de valores. Você que é vigilante de carro forte sindicalizado deve comparecer levando seu último contracheque para votar. A chapa 1 (situação) faz uma propaganda dizendo que conquistaram a reblindagem do carro forte, troca de armamento e risco de vida. Na verdade, essas conquistas ocorreram no início da década de 90 com o Sindicato dos Vigilantes do Rio, portanto bem antes da fundação do Sindforte, criado a pedido dos empresários para impedir que os movimentos grevistas de 80 e 90 continuassem. Segundo informações da própria categoria, os trabalhadores vêm acumulando perdas desde a fundação do Sindforte. O risco de vida, por exemplo, foi parcelado no 13º salário e tiraram a gratificação das férias, prejudicando os vigilantes.

 

    Veja os motivos pelo qual o trabalhador não deve votar na chapa da situação:

1) Perda do risco de vida nas férias; 2) Parcelaram o risco de vida em vale alimentação no 13º salário; 3) Perda da gratuidade da assistência médica; 4) Salário de fome para a tesouraria e administrativo; 5)Desconto de 10% no vale alimentação. Antes era apenas 5%; 6) Criaram a Convenção por dois anos, sempre com baixos reajustes; 7)  Reduziram o salário inicial do CF e ATM para 80% do piso; 8) Reduziram a estabilidade da data base de 60 para 30 dias; 9) Incluíram cláusula de não pagamento da hora de almoço na Convenção Coletiva; e 10) A atual diretoria do Sindforte trocou o triênio para qüinqüênio.

      

                        

CHAPA DE OPOSIÇÃO VAI RECUPERAR PERDAS

Por essas razões, vigilante de carro forte, chegou a hora da mudança!

Vote na CHAPA 2 OPOSIÇÂO, CHEGA DE ENGANAÇÃO!

A proposta da Chapa 2: reconquistar as cláusulas sociais e econômicas da Convenção. Chega de perdas! Abaixo as demissões no setor! Sindicato é para garantir emprego e não demitir. Vamos acabar com os descontos ilegais da Contribuição Confederativa. Vamos exigir que a atual diretoria preste contas do dinheiro do associado, pois até hoje não houve assembléia para prestação de contas.

13/12/2012 - VIGILANTES DA DINÂMICA E FACILITY FARÃO PARALISAÇÃO NESTA SEXTA

SEM SALÁRIO, SEM TRABALHO

Vigilantes da Dinâmica e Facility farão paralisação nesta sexta

Vigilantes da Dinâmica e da Facility fazem protesto nesta sexta-feira, 14 de dezembro, às 9h, com apoio do Sindicato, que oferecerá carro de som. A concentração será na porta da Secretaria Estadual de Saúde (Rua México, 182, Centro).

O maior problema ocorre com os companheiros da Dinâmica que prestam serviço à Secretaria de Saúde. Lá, o Sindicato detectou todo tipo de desrespeito. Atrasos no pagamento de salários e horas-extras, 13º e férias são constantes.

Vários trabalhadores da Dinâmica, presentes ao último dia de festa no parque, promovida pelo Sindicato, reclamaram de escalas abusivas. Além disso, reclamam que estão sendo obrigados a fazer a reciclagem em dias de folga ou em período de férias. Vigilantes que trabalham em postos de saúde e hospitais reivindicam adicional de insalubridade.

É preciso dar um basta à exploração e escravização a que são submetidos os terceirizados da administração pública. É uma vergonha! Trabalhadores da Dinâmica e da Facility, não esqueçam: amanhã tem manifestação! Compareçam!

11/12/2012 - 3.000 VIGILANTES NA FESTA DE ENCERRAMENTO NO PARQUE SHANGAI

Finalizando a confraternização de fim de ano da categoria estiveram reunidos no sábado, 08, e domingo, 09, cerca de 3000 vigilantes usufruindo 25 brinquedos, lanches e sorteios. Os filhos e netos dos vigilantes se divertiram à vontade. E os adultos também puderam desfrutar de momentos agradáveis.


Familias vigilante lotam o parque no domingo

Como acontece anualmente, o Sindicato dos Vigilantes fecha um parque de diversões para a categoria. “Esperamos que nos próximos anos os vigilantes participem cada vez mais dessa grande festa. Aproveitamos para convocar os trabalhadores a se unirem e se mobilizarem para a campanha salarial de 2013. Precisamos avançar muito mais nas negociações.”, diz Fernando Bandeira.


Sorteio de brindes para vigilantes

Já obtivemos uma vitória com a sanção da presidente Dilma à Lei 12740/12 que concede 30% de periculosidade. Para ter direito ao adicional, ainda falta a regulamentação pelo Ministério do Trabalho. Já estivemos reunidos com o ministro do Trabalho, Brizola Neto, para que seja criado um grupo para que acerte detalhes da aplicação da lei.


Vigilantes atentos ao sorteio de brindes

10/12/2012 - DILMA SANCIONA LEI QUE CONCEDE 30% AOS VIGILANTES

PRESIDENTE SANCIONA LEI QUE CONCEDE 30% À VIGILANTES

A presidente Dilma Rousseff sancionou no sábado (8/12) a lei 12.740 que altera o artigo 193 da consolidação das leis Trabalhistas – CLT –  concedendo 30% de adicional de periculosidade à vigilantes de todo país em função do exercício de atividade profissional. A lei foi publicada hoje (10/12) na primeira página do Diário Oficial da União.

A lei estabelece os critérios para a caracterização das atividades ou operações perigosas. “Artigo 193. São consideradas atividades ou operações perigosas, na forma da regulamentação do Ministério do Trabalho e Emprego, aquelas que, por sua natureza ou métodos de trabalho, impliquem risco acentuado em virtude de exposição permanente do trabalhador a:

I – inflamáveis, explosivos ou energia elétrica;

II – roubos ou outras espécies de violência física nas atividades profissionais de segurança pessoal ou patrimonial

Com isso, os vigilantes profissionais terão direito a receber das empresas de vigilância e segurança os 30% de adicional de periculosidade. Agora, a Confederação e as federações de vigilantes vão se reunir com o Ministério do Trabalho para tratar da regulamentação da lei.

Em novembro, o Congresso Nacional  aprovou o projeto de lei 1033/2003, de autoria da deputada Vanessa Graziotin (PCdoB/AM) , que inclui na CLT a possibilidade do adicional de periculosidade para o trabalhador da segurança privada.

Segundo Fernando Bandeira, Presidente da Federação dos Vigilantes do Rio, "quando começamos a luta em 2008, muita gente não acreditava, achava impossível conquistarmos o tão sonhado adicional de periculosidade para a categoria, hoje o que era sonho está se transformando em realidade. É importante destacar que muitos sindicatos e federações de todo Brasil somaram-se a nossa campanha pelo risco de vida, vindo no final a Confederação dos Vigilantes.

Também precisamos agradecer muito o apoio e a colaboração da Nova Central Sindical de Trabalhadores (NCST) que desde do início prestou toda colaboração possível. Portanto, precisamos definir com as entidades sindicais de todo Brasil como será o pagamento desse direito conquistado, ou seja, a luta não acabou”, destaca Bandeira.



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