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27/09/2013 - SINDICATO DOS VIGILANTES REALIZA MANIFESTAÇÃO EM ANGRA

ANGRA DOS REIS – www.avozdacidade.com

Ontem (26) pela manhã, membros da diretoria do Sindicato dos Vigilantes de Angra dos Reis, diretores da Federação de Vigilantes do Estado do Rio de Janeiro e diversos trabalhadores da categoria participaram de uma manifestação no centro da cidade. Nesse ato, eles protestaram contra a aprovação da PL 4330, que está na Câmara dos Deputados, e ainda pediram mais segurança no setor de trabalho e o pagamento dos salários em atraso dos vigilantes da empresa Centauro.


O presidente do Sindicato dos Vigilantes, Maurício Conceição, falou sobre o movimento. “Infelizmente, no último dia 21 de agosto, a vigilante Verônica Soares, de 24 anos, foi morta após um assalto em agência bancária que fica em Angra 3. Acho que algo desse tipo não pode mais acontecer, por isso estamos cobrando mais segurança nos bancos, com a implantação de mais câmeras e a melhoria nas portas giratórias. Também queremos que sejam pagos os salários do mês de agosto dos funcionários da Centauro, que já estão com mais de 20 dias de atraso”, disse o presidente.


Maurício, presidente do Sindicato dos Vigilantes de Angra.

Já o diretor da Federação de Vigilantes do Estado do Rio de Janeiro, Sebastião Neto, falou sobre a PL4330. “Caso seja aprovado esse texto da PL4330, na Câmara dos Deputados, em Brasília, as empresas que prestam serviços de terceirizados ficarão isentas de pagarem alguns diretos para os seus trabalhadores, entre eles Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), e isso não pode acontecer. Hoje, se uma empresa de segurança prestar serviço para uma prefeitura e ela falir, o governo municipal tem a obrigação de manter os salários dos vigilantes. Caso essa lei seja aprovada, o trabalhador perderá esse direito e sairá sem nada. A maioria da nossa categoria trabalha no sistema de terceirização, por isso não podemos aceitar isso”, explicou.


Sebastião Neto, diretor da Federação dos Vigilantes falou sobre o projeto da terceirização que está em pauta no Congresso Nacional

Cerca de 150 pessoas participaram do movimento, onde houve uma caminhada por várias ruas do centro da cidade, entre elas a Av. Júlio Maria e a Rua do Comércio entre outras.

20/09/2013 - TRABALHADORES DO TRANSPORTE DE VALORES PARAM NO NORTE E NOROESTE

Depois dos bancários agora foi a vez dos vigilantes e trabalhadores de transporte de valores cruzarem os braços, por 24 horas, a partir da manhã desta sexta-feira (20/09), em todo o Norte e Noroeste do Estado.


Em Campos, o presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Transporte de Valores (Sindivalores), Humberto Rocha explicou que com a paralisação, serviços como abastecimento de caixas eletrônicos, coleta nos supermercados, lotéricas e bancos e recolhimento de valores em agências bancárias ficaram comprometidos.


Humberto explicou que a classe reivindica o reajuste salarial de 10%, o fim do banco de horas da tesouraria e administração; plano de saúde, atualmente é descontado 50% do titular e 50% de cada dependente, além da queda da cláusula de redução salarial, que segundo ele, quando alguém é promovido a vigilante de carro forte, passa a ganhar 80% do piso salarial.


O presidente do sindicato revelou ainda que um tesoureiro com dois dependentes chega a receber cerca de R$ 400, com os descontos do plano de saúde sobre um salário mensal que varia de R$ 650 a R$ 700. Tal insatisfação gerou uma ação no ministério do Trabalho, pedindo a revisão da carga horária e a insalubridade dos trabalhadores que lidam com as impurezas do dinheiro.


Aderiram ao movimento de greve os funcionários das empresas Brinks, Prosegur e Trans Expert. Agentes da Polícia Militar acompanharam as manifestações.

13/09/2013 - TRABALHADORES CONSEGUEM BARRAR APROVAÇÃO DO PL 4330

O presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Alves (PMDB-RN), confirmou a realização de uma audiência pública na próxima quarta-feira, dia 18, às 10h, no plenário, para discutir o Projeto de Lei 4330, do deputado Sandro Mabel (PMDB-GO), que permite a terceirização em todas as áreas das empresas.

O debate é resultado da criação de uma Comissão Geral da Câmara, anunciada por Henrique Alves dia 4 de setembro, durante reunião com representantes da Nova Central, demais centrais sindicais e deputados da Comissão de Constituição Justiça e de Cidadania (CCJC) da Câmara.


O presidente da Casa já havia definido que o projeto seria votado diretamente no plenário, mas após discussão com os sindicatos e parlamentares ficou decidido aprofundar as discussões para depois ser resolvida a forma de tramitação do PL 4330. O projeto só não foi colocado em votação no início de setembro pela pressão dos sindicalistas que não querem sua aprovação, pois aumentará ainda mais as condições precárias de trabalho e colocará em risco todos os contratados com carteira assinada, já que permitirá a terceirização sem limites, em qualquer setor da empresa. A Nova Central Sindical de Trabalhadores (NCST), através de seu dirigente Fernando Bandeira, presidente do Sindicato dos Vigilantes do Rio, participou das discussões em Plenário e na Comissão Geral, marcando posição contrária quanto à aprovação do PL 4330.

A criação da Comissão Geral da Câmara foi consequência da intensa mobilização dos trabalhadores, com forte participação dos sindicatos e centrais sindicais, contra a votação do PL 4330. “O mais importante agora é que estejamos unidos e presentes dentro e fora da Câmara para convencer os parlamentares a arquivar o projeto que retira direitos do trabalhador e representa uma tentativa disfarçada de reforma trabalhista e sindical", disparou Fernando Bandeira.

 

Dia 18 nova mobilização em Brasília

A Nova Central orienta os sindicatos e as federações afiliadas a organizar delegações para uma grande mobilização contra o PL 4330  dia 18, em Brasília. "Embora não haja data prevista de votação, precisamos acompanhar a audiência pública e mostrar toda a indignação dos trabalhadores diante desse projeto nocivo que somente atende aos interesses dos empresários, sobretudo dos grandes grupos econômicos, enquanto prejudica os empregos e direitos da classe trabalhadora", destacou Calixto Ramos, presidente nacional da NCST.

Segundo estudo do Dieese, o trabalhador terceirizado fica 2,6 anos a menos no emprego, tem uma jornada de três horas a mais por semana, e recebe 27% a menos. Em cada 10 acidentes de trabalho, oito ocorrem entre terceirizados.

         

Maioria dos ministros do TST contra o PL 4330

Em histórica iniciativa, 19 dos 26 ministros do TST enviaram carta ao presidente da CCJC da Câmara, dia 27/08, alertando para os riscos do projeto que, segundo eles, aprofunda, generaliza e descontrola a terceirização no país.

Os ministros afirmam que o PL 4330 negligencia e abandona os limites à terceirização já sedimentados no Direito brasileiro. A carta denuncia que “o projeto causará irreparável prejuízo aos direitos sociais, trabalhistas e previdenciários no país, com a provável migração massiva de milhões de trabalhadores hoje enquadrados como efetivos das empresas e instituições tomadoras de serviços para um novo enquadramento, como trabalhadores terceirizados, deflagrando impressionante redução de valores, direitos e garantias trabalhistas”.  

Os magistrados registram na carta os prejuízos fiscais, previdenciários e à saúde pública do país e afirmam: "os direitos e garantias dos trabalhadores terceirizados são manifestamente inferiores aos dos empregados efetivos, resultando no profundo e rápido rebaixamento do valor social do trabalho na vida econômica e social  brasileira, envolvendo potencialmente milhões de pessoas, com o decréscimo significativo da renda do trabalho, comprometendo o desenvolvimento do mercado interno no Brasil".

 


 

13/09/2013 - SINDVIGRIO PRESSIONA E VIGILANTES DO BANCO DO BRASIL RECEBEM SALÁRIOS

Os cerca de 400 vigilantes da CJF que estavam sem pagamento em 100 agências do Banco do Brasil no Rio, começaram a receber os salários de agosto ontem e hoje (13/09). A empresa depositou os valores devidos nas contas dos trabalhadores, após uma paralisação de advertência na quarta-feira (11) com total apoio do SindVigRio. O Sindicato deixou claro que se os vigilantes não recebessem a greve continuaria no setor com muito mais adesão.

Na Baixada Fluminense (Belford Roxo, Nova Iguaçu, Nilópolis e Caxias) os vigilantes do Banco do Brasil também tiveram o pagamento normalizado, após interferência dos sindicatos da categoria nesses municípios. No entanto, os vigilantes da “reserva” e que trabalham na sede administrativa da empresa, localizada na rua dos Andradas, Centro do Rio, continuam sem receber os salários. Outro posto que está sem ver a cor do dinheiro é o Condomínio Candelária, na Pç. Pio X.  O Sindicato já solicitou a empresa CJF que regularize o pagamento desses postos, sob pena de novas paralisações.


11/09/2013 - SEM RECEBER VIGILANTES CRUZAM OS BRAÇOS NO BANCO DO BRASIL

Cerca de 400 vigilantes da empresa CJF que prestam serviço em 100 postos do Banco do Brasil, no município do Rio, cruzaram os braços hoje (11/09) pelo não pagamento de seus salários que deveriam ter sido depositados até 6 de setembro,  5º dia útil do mês. Os vencimentos estão atrasados há quase quatro meses. Clientes só puderam utilizar os caixas eletrônicos que não foram afetados pela paralisação. Segundo o vice-presidente do SinVigRio, Antônio Carlos, os trabalhadores voltam ao trabalho nesta quinta, mas se não receberem até a zero hora de hoje, voltam a paralisar suas atividades na sexta-feira. De acordo com a Lei Federal 7.102, uma agência bancária só pode abrir se estiver com o seu quadro de segurança presente no banco. Um dos correntistas do Banco do Brasil, o português Joaquim Silvério, encontrou o banco fechado, mas deu razão aos vigilantes: “Trabalhar e não receber não dá! Nem relógio trabalha de graça!” O Banco do Brasil informou que houve uma reunião com a empresa para que a situação se regularize logo.

   

   




09/09/2013 - EMPRESA PAULISTA NÃO CUMPRE ACORDO E VIGILANTES MOTOCICLISTAS PARAM NO RIO

Vigilantes motociclistas que fazem a escolta da carga de cigarros Phillips Morris Brasil, fizeram uma paralisação na manhã desta segunda-feira (9/09) em protesto pelo descumprimento do Acordo Coletivo de Trabalho por parte da empresa SL Segurança, com sede em São Paulo. A empresa havia se comprometido em pagar piso de R$ 1.383,52 (incluídos os 20% de uso da moto própria), 30% de periculosidade, gasolina, escala 5x2, meio-período. Entretanto, a empresa só pagou a metade do valor do piso do vigilante motociclista, retirou os 20% do uso da moto própria em consequência dela fornecer as suas motocicletas,  uma ajuda de combustível de R$ 420, em vez dos R$ 550 acordados e somente 18% do adicional de periculosidade, adotados em São Paulo.

Os trabalhadores que estiveram reunidos no Sindicato dos Vigilantes do Rio se queixaram que receberam apenas R$ 616 referentes ao mês de agosto, não recebendo os 30% de periculosidade e nem o auxílio alimentação. Segundo um dos trabalhadores, Leandro Miranda, esse foi o primeiro protesto da empresa no Rio. Se a empresa continuar desrespeitando os motociclistas poderemos fazer uma paralisação geral, disse o vigilante motociclista.

Os vigilantes também reclamaram que entregaram a carteira de trabalho no dia 15 de junho e só a receberam de volta no dia 6 de setembro, não recebendo ainda a cópia do contrato de trabalho.

O diretor Oelitom Cruz fez contato com a SL Segurança, cobrando as reivindicações dos trabalhadores. A empresa ficou de dar uma resposta ainda hoje. Os vigilantes motociclistas decidiram retornar ao trabalho amanhã, não descartando novas paralisações.


             Em frente ao Sindicato, vigilantes motociclistas aguardam resposta da empresa

05/09/2013 - TRABALHADORES DE CARROS FORTE CONTINUAM PARALISAÇÕES

O Sindicato Intermunicipal dos Trabalhadores de Carro Forte do interior, tem realizado paralisações em alguns municípios do Estado, visando pressionar o Sindicato Patronal a atender suas reivindicações que são: 10% de aumento real em cima dos salários, aumento do ticket refeição de R$ 400 para R$ 700, acordo anual, fim do banco de horas e aplicação imediata da lei 12.740, assinada pela Presidente Dilma, concedendo 30% de adicional de periculosidade. As manifestações acontecem desde o dia 27/08 e continuarão até que o Sindicato Patronal atenda às solicitações da categoria.

Mais informações das manifestações acesse o link:

05/09/2013 - PRESSÃO DOS TRABALHADORES FAZ REGULAMENTAÇÃO AVANÇAR

Pela terceira vez neste ano o Grupo Tripartite de Trabalho (CGT) se reuniu no Ministério do Trabalho, em Brasília, dia 3/09 último, para elaborar o texto da Norma Regulamentadora nº 16, que trata do Adicional de Periculosidade. A pressão exercida pela bancada dos trabalhadores resultou em avanços significativos para os vigilantes de todo o país. Os empresários do setor já concordaram que não deve haver distinção entre vigilantes armados e desarmados, retirando da proposta a necessidade de perícia. Os patrões já começaram a ceder em pontos importantes, entretanto insistem em tentar roubar os trabalhadores parcelando o valor que resta para completar os 30% naqueles municípios que ainda não possuem o pagamento integral do adicional, além de proporem que o pagamento da periculosidade seja realizado a partir de 2014, com a garantia de que os trabalhadores não receberão reajuste no caso do pagamento dos 30% de forma integral.

Na presença dos empresários e do representante do Ministério do Trabalho, a bancada dos trabalhadores rechaçou a proposta indecorosa e afirmou que aceita apenas as proposições que asseguram pagamento para “armados e desarmados” e a exclusão da perícia para receber o adicional.

– É um absurdo. Não vamos aceitar essa proposta indecente, disse Fernando Bandeira, presidente da Federação do Rio e representante da Nova Central Sindical dos Trabalhadores (NCST), integrado por empresários, governo e trabalhadores. “Nossa proposta é a mesma do ano passado. Continuamos reivindicando o pagamento retroativo a dezembro de 2012, data em que a presidente Dilma Rousseff sancionou a lei que hoje está em fase de regulamentação”, disse Fernando Bandeira. Bandeira também questionou como ficam os vigilantes da Petrobrás que já recebem os 30% de periculosidade e tiveram cortados os 30% de risco de vida, garantidos na Convenção Coletiva? A Federação do Rio defende a manutenção das duas gratificações.             

             A Federação do Rio defende o pagamento dos 30% retroativo a dezembro de 2012                               


Como funciona a regulamentação

A tarefa do GTT é produzir um texto que atualize a Norma Regulamentadora (NR) nº 16, que prevê o adicional de periculosidade, de acordo a lei. O prazo é de até 120 dias, que podem ser prorrogados por mais 60, caso seja necessário para concluir as negociações e apresentar a proposta de regulamentação à Comissão Tripartite Paritária Permanente (CTPP). Após a aprovação em reunião ordinária da comissão, a formulação da NR será publicada pelo ministro do Trabalho e Emprego no Diário Oficial da União, tornando-se, portanto, um texto legal, de observância obrigatória por parte de todos os setores da economia.

 

 

 

 

 

 

30/08/2013 - FEDERAÇÃO DOS VIGILANTES APOIA GREVE DO CARRO FORTE DO INTERIOR

Federação apoia greve do carro forte no interior do Estado.

A Federação dos Vigilantes do Rio têm apoiado a Campanha Salarial dos trabalhadores de carro forte do interior do Estado.

                       Álvaro Neves    “O Eterno Aprendiz”
Álvaro Neves era vigilante de transporte de valores no interior do Rio de Janeiro, e neste momento ajuda a divulgar notícias sobre a campanha e a greve dos vigilantes no Município de Cabo Frio.

 Veja abaixo os links com as últimas notícias do carro forte:

http://nevesalvaro.blogspot.com.br/2013/08/vejam-o-video-da-fala-do-presidente-do_15.html


http://nevesalvaro.blogspot.com.br/2013/08/paralisacao-dos-empregados-das-empresas.html

    http://nevesalvaro.blogspot.com.br/2013/08/os-empregados-das-empresas-de.html

http://nevesalvaro.blogspot.com.br/2013/08/os-funcionarios-das-empresas-de.html

http://g1.globo.com/rj/regiao-dos-lagos/noticia/2013/08/agentes-de-carros-forte-paralisam-atividades-em-cabo-frio-rj.html

 

 

30/08/2013 - VIGILANTES ACIDENTADOS SÃO ABANDONADOS À PRÓPRIA MORTE

Vigilantes de escolta armada da Mag sofreram acidentes de carro no exercício da profissão e foram abandonados à própria sorte pela empresa. “São covardes, só sabem cobrar serviço”, desabafou o vigilante Kleber Leite Major, de 57 anos, que fraturou a bacia.

                                          Kleber Major

Major denunciou que os carros sempre estão em mal estado. O carro que ele dirigia, de propriedade da empresa, estava com o banco do motorista soldado, o que o impediu de regula-lo e pode ter provocado o deslocamento da bacia.

O acidente de Kleber Major ocorreu às 5:30 da madrugada de 12 de abril, um sábado, depois de uma semana intensa. Major ficou 2 meses internado e desistiu de pedir auxílio à empresa: “Não ligo mais pra lá. Já pensou você estar doente e ainda passar vergonha? O descaso deles é total”, lamentou.

Recebendo do INSS um valor mil reais menor do que o salário da ativa, Major passa dificuldades. O pai o está ajudando a comprar remédios e colegas se cotizaram para lhe dar uma cadeira higiênica.

Outros dois vigilantes da mesma empresa passam por situação semelhante. Carlos da Silva Menezes e Alexandre Melo Machado  (31 e 36 anos), saíram do RJ, com carga da Multimex, no dia 28 de março. À meia-noite deste dia pararam num posto em Petrópolis e, por problemas operacionais, precisaram permanecer lá até o dia 31, dormindo dentro do carro, usando os banheiros do posto de gasolina e fazendo refeições com um ticket de R$ 10,10.

Retornando ao RJ, após esses 3 dias exaustivos, sofreram acidente no dia 1ª de abril, quando desciam a serra de Petrópolis. Segundo Menezes, que ficou dois dias no hospital e terá que andar por algum tempo com uma cinta no abdômen, o carro estava com folga no volante. “Eu estava no carona. Meu colega perdeu a direção e foi jogado para fora. Vi ele bater com a cabeça”, descreveu.

                                   Carlos da Silva Meneses

O colega de Menezes, Alexandre Machado, está em casa sob os cuidados da mãe, após passar 45 dias no hospital. É provável que ele tenha que se aposentar por invalidez. Tem sete filhos e, devido à batida na cabeça, não se lembra do nome de alguns. Exames tentarão comprovar a suspeita dos médicos de que ele teve deslocamento de retina. Também será levado a um psiquiatra.

Sem plano de saúde, Alexandre ficou à mercê da caridade alheia e da persistência da mãe, Ângela Melo Coutinho, que está se virando para custear tudo e para cuidar do filho, que se locomove com muita dificuldade. “O remédio mais caro custa mais de 100 reais. E não podemos contar com a empresa Mag para nada. Eu liguei para lá e me chamaram de 171”, disparou Ângela.

                                       Alexandre Mello com a mãe

Humberto Rocha, representando a Federação dos Vigilantes do RJ, e Antônio Carlos (“Índio”), diretor do Sindvalores-RJ, estiveram nas casas dos três vigilantes citados e serão tomadas providências. A empresa Mag será acionada e cobrada para que cumpra com suas obrigações trabalhistas.

 

 

 

27/08/2013 - PATRÕES NÃO QUEREM 30% PARA VIGILANTES DESARMADOS

Segue sem acordo o debate sobre a Norma Regulamentadora (NR) nº 16 para que as empresas comecem a pagar o adicional de periculosidade, assinado pela presidente Dilma em dezembro do ano passado. O debate para regulamentar a Lei 12.740/2012 continua empacado na principal questão que é a insistência dos patrões em excluir os vigilantes desarmados. Também insistem em defender a perícia e a exclusão de alguns segmentos, como monitoramento eletrônico e gestores de ensino, fora o parcelamento em três vezes do restante dos 30% nos estados que ainda não conseguiram o valor total.

Durante a reunião do Grupo de Trabalho Tripartite (GTT) realizado no último dia 13/08, no Departamento de Segurança e Saúde do Trabalhador, no Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), a bancada dos trabalhadores, representada pela Confederação, Federações e sindicatos da categoria, condenaram a insistência dos patrões em excluir trabalhadores.  

Os sindicalistas rechaçaram a proposta de retirar direitos de quem atua sem armas, bem como a necessidade de perícia e o parcelamento do pagamento. “Não há amparo na lei. Os empresários querem ir contra as convenções que eles mesmos assinaram e assumiram que existe risco no exercício da profissão de vigilante”, dispara Bandeira, presidente da Federação do Rio, que junto com o vice do Sindicato do Rio, Antônio Carlos, têm participado das reuniões e audiências visando o pagamento dos 30% de periculosidade.

Nova reunião ficou agendada para o dia 3 de setembro, às 10h. Até lá, é fundamental que a categoria permaneça unida e cobrando posicionamento do MTE contra os absurdos propostos pelos patrões.

Participam da bancada representantes de trabalhadores indicados por quatro centrais sindicais: NCST, CUT, Força Sindical e UGT,  além da Federação dos Vigilantes do Rio e Federação dos Vigilantes do Estado de São Paulo.


Não deixe roubar seus direitos!

Vigilante, você pode contribuir para mais essa vitória da categoria. Ligue para o gabinete do ministro do Trabalho, Manoel Dias, pedindo apoio à luta dos trabalhadores e agilidade no processo de regulamentação. O telefone é (61) 2031-6857 ou 2031-6878.

Sindicatos, mobilizem as bases para pedir celeridade e apoio do ministro. Peçam apoio de lideranças políticas nessa luta pela dignidade dos vigilantes.

Envie, também, mensagem ao presidente da Fenavist, Odair Conceição, pedindo respeito à categoria e às conquistas dos trabalhadores e cobrando responsabilidade. Proteste contra o coordenador da bancada e suas propostas absurdas.

 

23/08/2013 - SINDICATO LEVA À SUPERINTENDÊNCIA RECLAMAÇÕES DOS VIGILANTES DA DINÂMICA

Ocorreu ontem (22) em frente à Empresa Dinâmica um protesto dos vigilantes contra o contínuo atraso de salários e de outros direitos trabalhistas que vêm sofrendo desde Abril. Uma Comissão de vigilantes encabeçada pelo vice-presidente do SindvigRio, foi recebida pelo dono da empresa, Sr. Edson Torres que afirmou já ter efetuado o pagamento dos salários atrasados, o que não foi confirmado pelos funcionários que lá estavam.

Os vigilantes, que já haviam montado acampamento na porta da empresa só saíram de lá quando o último vigilante recebeu o pagamento, por volta das 20:00 horas.

Na manhã desta sexta-feira (23), Antônio Carlos, vice-presidente do SINDIVIG e outros vigilantes, foram à Superintendência Regional do Trabalho acompanhados de diretores do Sindicato levando as reclamações dos trabalhadores da vigilância privada em relação à empresa Dinâmica e Protex. Foram recebidos pelo Superintendente, Sr Antônio Albuquerque, que ao tomar conhecimento da série de irregularidades cometidas pela referida empresa prometeu uma  fiscalização mais rigorosa.

Chefe do Recursos Humanos da Dinâmica conversando com os Vigilantes.

Vice-presidente do Sindicato protesta contra irregularidades da Dinâmica.

21/08/2013 - VAGAS PARA VIGILANTES NO ROCK IN RIO

16/08/2013 - COMEÇOU NO SINDICATO SELEÇÃO PARA O ROCK IN RIO

 A empresa Prossegur em parceria com o Sindicato dos Vigilantes do Rio de Janeiro começou a selecionar 500 profissionais da área de segurança privada para trabalhar no Rock in Rio, que ocorrerá nos dias 13, 14, 15, 19, 20, 21 e 22 de setembro de 2013.

 

A contratação será a partir de 1º de agosto quando parte dos vigilantes começará a trabalhar na organização do evento. Os demais durante o Rock in Rio.

 

A seleção dos profissionais acontece às terças feiras, nos dias 13, 20 e 27 de agosto, a partir das 7:00 horas na sede do Sindicato. Na primeira fase da seleção o candidato preencherá a ficha padrão da empresa. Na segunda haverá uma entrevista pessoal na sede da Prossegur e na terceira fase o candidato será submetido a exame médico e psicotécnico e entregará os documentos necessários.

 

Em Campo Grande a seleção de pessoal aconteceu na última terça-feira (13), na subsede do Sindicato: Rua Albertina, nº 70, próximo à estação de trem.

 


                      Vigilantes participaram no dia 13 das entrevistas para trabalhar no Rock in Rio

DOCUMENTAÇÃO NECESSÁRIA

Para os interessados, não só para o Rock in Rio, mas para se inscrever no balcão de empregos que o Sindicato oferece, o vigilante terá que trazer: Certificado de Vigilante; CTPS com DRT da Polícia Federal; RG; CPF; comprovante de escolaridade (ensino médio); comprovante de residência; 1 foto 3x4. O balcão de empregos funciona a partir das 7:00 na Rua André Cavalcanti 126 – Centro. Informações adicionais no Tel: 3861-7050 (Denise Cristina).

 




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