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18/09/2012 - SAIBA QUANDO A EMPRESA DEVE PAGAR PLANO DE SAÚDE



Fonte: Jornal Meia Hora de 18 de setembro de 2012

11/09/2012 - SINDICATO GARANTE R$ 90 MIL PARA VIGILANTE

O Sindicato dos Vigilantes do Rio de Janeiro conseguiu uma grande vitória para um de seus associados. A 22ª Vara do Trabalho do RJ condenou a Casa Publicadora das Assembléias de Deus, cliente da Aliança Vigilância e Segurança Ltda., hoje falida, a pagar 90.944 (noventa mil e novecentos e quarenta e quatro) reais ao vigilante ASF.

O alto valor se deve a uma série de verbas rescisórias, como férias em dobro, simples e proporcionais. Também estão incluídas multas e diferenças nas horas-extras. A hora-extra intrajornada, referente ao almoço, é um exemplo de direito trabalhista que o vigilante nunca havia recebido e também ganhou através desse processo. Além disso, o valor ainda inclui o pagamento de 13º proporcional e 700 reais de danos morais.

ASF foi demitido pela Aliança Vigilância em 2007, depois de 6 anos de trabalho. Com a falência da empresa, a Casa Publicadora das Assembléias de Deus teve que arcar com o prejuízo. O trabalhador, porém, teve seus prejuízos amenizados a partir do momento em que procurou o sindicato. Se fizesse este mesmo processo contratando advogados particulares teria que fazer um desconto de 20 a 30% no valor recebido para pagar os honorários. Já o sindicato não lhe cobrou nada, ele recebeu o valor integral.

O presidente do Sindicato dos Vigilantes do RJ, Fernando Bandeira, espera que vitórias como esta estimulem mais vigilantes a se associarem para lutarem juntos por seus direitos, fortalecendo a categoria.

Teve seus direitos trabalhistas desrespeitados? Procure o Sindicato na Rua André Cavalcanti, nº 126

07/09/2012 - LOCANTY NÃO PAGA E AGORA É SV BRASIL

A empresa Locanty agora é SV Brasil. Ao finalizar o contrato com a Defensoria Pública em 31 de julho último a empresa colocou a maioria dos empregados de férias, porém não pagou o benefício e nem  as verbas rescisórias, deixando de homologar  no Sindicato, até este momento.

O Sindicato em agosto pediu a retenção da fatura na Defensoria Publica do Estado, porém o órgão pagou mesmo com a nossa advertência de que a empresa estava inadimplente com os trabalhadores.

São 120 trabalhadores prejudicados.

O Sindicato está convocado todos que trabalhavam no município do Rio para ajuizarem reclamação trabalhista através do nosso departamento jurídico.

 


O Fantástico flagrou diretora da Locanty ne-
gociando com servidor público

 

05/09/2012 - JVI PERDE CONTRATO COM O INTO

 A empresa JVI perdeu o contrato com o Hospital de Traumaortopedia (INTO), em agosto, por irregularidades cometidas contra os vigilantes. Até agora a empresa não pagou a rescisão contratual dos mais de 340 trabalhadores do INTO e não realizou a homologação dos vigilantes, com mais de um ano de serviço,  no Sindicato do Município do Rio. O Sindicato pediu a retenção das faturas junto ao Hospital que acatou o pedido e aguarda o pagamento dos créditos trabalhistas desses vigilantes para liberar faturas em torno de 440 mil reais. A empresa também teve o contrato com o Jardim Botânico encerrado,  pelos mesmos motivos em julho deste ano.

        INTO na Av.Brasil: 340 vigilantes sem receber indenizações

30/08/2012 - PESQUISA NACIONAL MOSTRA:ATAQUES A BANCOS CRESCEM 50,48%

 

Pesquisa nacional mostra que ataques a bancos crescem 50,48% e atingem 1.261 no 1º semestre

 

Os ataques a bancos cresceram 50,48% no primeiro semestre de 2012 e atingiram 1.261 ocorrências em todo país, uma média assustadora de 6,92 por dia. Desses casos, 377 foram assaltos (inclusive com sequestro de bancários e vigilantes), consumados ou não, e 884 arrombamentos de agências, postos de atendimento e caixas eletrônicos. No mesmo período do ano passado, foram registrados 838 casos, sendo 301 assaltos e 537 arrombamentos.

Os dados são da 3ª Pesquisa Nacional de Ataques a Bancos, elaborada pela Confederação Nacional dos Vigilantes (CNTV) e Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), com apoio técnico do Dieese, a partir de notícias da imprensa, estatísticas de Secretarias de Segurança Pública (SSP) e os levantamentos de sindicatos e federações de vigilantes e bancários.

A pesquisa foi lançada nesta segunda-feira-feira (20), durante entrevista coletiva, em Curitiba. Os números também superam os dados do segundo semestre de 2011, quando foram verificados 753 ataques, dos quais 331 assaltos e 422 arrombamentos.

 

São Paulo teve 289 ataques a bancos e Minas 165

São Paulo é o estado que lidera o ranking, com 289 ataques. Em segundo lugar aparece Minas Gerais, com 165, em terceiro Santa Catarina, com 126, em quarto Paraná, com 109, e em quinto Bahia, com 91.

O levantamento foi coordenado pelo Sindicato dos Vigilantes de Curitiba e Região, com o apoio do Sindicato dos Bancários de Curitiba e Região, da Federação dos Vigilantes do Paraná e da Federação dos Trabalhadores em Empresas de Crédito do Paraná (Fetec-CUT/PR). O número de casos pode ter sido ainda maior devido à dificuldade de levantar informações em alguns estados e pelo fato de que nem todas as ocorrências são divulgadas pela imprensa.

"Essa radiografia é resultado de um esforço conjunto das entidades sindicais dos vigilantes e bancários, a fim de revelar dados concretos sobre a violência nos bancos, que tanto assusta os trabalhadores e a população, e buscar soluções para proteger a vida das pessoas”, afirma o presidente da CNTV, José Boaventura Santos.

“Esses dados são muito importantes para o debate com os bancos, as empresas de segurança e a sociedade, bem como para a construção do projeto de lei de estatuto de segurança privada, que se encontra em andamento no Ministério da Justiça", destaca.

"Trata-se de mais um retrato preocupante da insegurança nos bancos, que mostra a necessidade de medidas preventivas contra assaltos e sequestros, pois esses ataques deixaram um rastro de mortes, feridos e traumatizados”, aponta o diretor da Contraf-CUT e coordenador do Coletivo Nacional de Segurança Bancária, Ademir Wiederkehr.

 

 

 

Exército precisa ser rigoroso no controle de dinamites

“Esperamos que esses dados mostrem aos banqueiros a importância de apresentar propostas de segurança na terceira rodada de negociações entre o Comando Nacional dos Bancários e a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), que ocorre nesta terça-feira (21), em São Paulo”, completa o dirigente da Contraf-CUT.

“O aumento de ataques a bancos, sobretudo de arrombamentos, no primeiro semestre deste ano tem a ver com a onda de explosões de caixas eletrônicos, muitos instalados em locais inseguros e desprovidos de equipamentos de segurança”, explica o presidente do Sindicato dos Vigilantes de Curitiba, João Soares. “O Exército precisa melhorar a fiscalização e o controle do transporte, armazenagem e comércio de dinamite”, aponta.

“Os bancos não podem continuar tratando os arrombamentos como problema de segurança pública, na medida em que ocorrem por causa das instalações vulneráveis de seus estabelecimentos e trazem uma sensação de insegurança para trabalhadores e clientes”, alerta o presidente do Sindicato dos Bancários de Curitiba, Otávio Dias.

 

Ataques a bancos por estado

(1º semestre)

UF

2011

2012

Variação %

SP

283

289

2,12

MG

18

165

816,67

SC

34

126

270,59

PR

56

109

94,64

BA

61

91

49,18

CE

13

48

269,23

RS

47

51

8,51

PE

29

42

44,83

MT

48

48

0,00

MA

23

36

56,52

AL

23

34

47,83

PB

54

32

-40,74

RJ

18

24

33,33

GO

14

22

57,14

RO

6

21

250,00

PA

21

19

-9,52

MS

10

17

70,00

RN

12

12

0,00

SE

7

10

42,86

TO

4

10

150,00

DF

3

8

166,67

PI

17

8

-52,94

AM

0

6

-

AP

5

6

20,00

ES

27

25

-7,41

AC

3

1

-66,67

RR

2

1

-50,00

Total

838

1.261

50,48

 

30/07/2012 - SINDICATO “SOLTA O VERBO” NA PORTA DA FACILITY

Sem pagamentos vigilantes protestam

Cerca de 150 vigilantes passaram na porta da Empresa Facility hoje (30), reivindicando o não pagamento de dois meses de salários.  Os trabalhadores reivindicam também férias, vale transporte e tíquete refeição. Com o risco de vida, o piso do vigilante é de R$ 1.053.


A Facility é a empresa de vigilância que mais detém contratos com o governo do estado. Alguns deles são com o Instituto Estadual de Hematologia – Hemorio, na Frei Caneca, hospitais estaduais Carlos Chagas em Marechal Hermes, Alberto Schweitzer, em Realengo e o Hospital Adão Pereira Nunes, em Saracuruna, Duque de Caxias, além de várias Upas.
Esta é a situação do trabalhador que garante a segurança das empresas e órgãos públicos passam. O sindicato tem um compromisso com o trabalhador. Empresa caloteira  que não paga seus trabalhadores, o sindicato mobiliza e para suas atividades. Não estamos pedindo nenhum absurdo, somente que paguem os trabalhadores em suas datas corretas. Empresa que não honra com suas obrigações, o sindicato vai pra cima. Conclui Antonio Carlos, Vice Presidente do Sindicato dos Vigilantes do RJ.



19/07/2012 - SEM RECEBER O SALÁRIO DE JULHO, CATEGORIA FAZ MANIFESTAÇÃO NA PORTA DA EMPRESA

http://www.sindvig.org.br/imagens/4dd46676b1f2853bec21ffac9bc85b38.jpg

Carlos Alberto Junior - Jornal O Povo do Rio - 19/07/2012

Cerca de 200 vigilantes que trabalham para a empresa Dinâmica Segurança Patrimonial estão sem receber o salário de julho, que deveria ter sido pago no quinto dia útil deste mês.

Representantes do Sindicato dos Vigilantes do Rio de Janeiro realizaram, na manhã de ontem, uma manifestação para exigir melhores condições de trabalho. Com faixas dizendo que ainda estão trabalhando como escravos, eles se reuniram em frente da empresa, que fica na rua Olga, 75, em Bonsucesso.

Um vigilante, que preferiu não ser identificado, disse que ainda não recebeu o pagamento. Para confirmar, ele foi até o banco retirar extrato da sua conta e, na volta, foi confirmado que a empresa ainda não havia depositado o salário dele. "Eu tenho contas a pagar, custos com alimentação e a empresa ainda não me pagou. Hoje (ontem) já é dia 18 e ainda não vi a cor do meu pagamento", protestou o funcionário da Dinâmica, que trabalha como vigilante na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Ele disse ainda que desde o mês de maio não recebe o pagamento de horas extras.

De acordo com o diretor financeiro do Sindicato dos Vigilantes, Oeliton Cruz Silva, só na UERJ e no Hospital Universitário Pedro Ernesto, cerca de 600 homens estão sem receber o pagamento. Oeliton afirmou que o atraso em pagar os funcionários é comum por parte da empresa de segurança. Os diretores foram procurados para explicar o caso.

No entanto, nenhum integrante da diretoria quis dar qualquer tipo de explicação sobre as reclamações dos vigilantes. "A empresa trata os vigilantes como escravos de carteira assinada. Trabalha e não tem direito a receber. É um absurdo dormir de quatro a cinco horas por dia e no final do mês não receber salário", disse Oeliton Cruz Silva. Ele disse ainda que os vigilantes são obrigados a trabalhar em horário dobrado sem receber nenhum acréscimo no salário. Por isso e se ele recusar ou faltar, os diretores mandam eles embora ou suspendem o funcionário por alguns dias.

A exigência dos vigilantes é de que não sejam tratados como escravos e que o pagamento seja depositado no dia correto.

Eles reivindicam também o pagamento de férias, de horas extras trabalhadas e adicional noturno no contra-cheque. Integrante da diretoria do sindicato dos vigilantes, Marino Novato disse que os funcionários que tiraram férias no dia 1 deste mês ainda não receberam o pagamento das férias. “O funcionário que não vai trabalhar por falta de dinheiro, por que não recebe o vale transporte, é punido. Ele é transferido e colocado para trabalhar em condições péssimas”. Alguns funcionários correm o risco até de serem presos, pois a empresa não deposita o valor da pensão alimentícia", afirmou Marino Novato.

A empresa foi procurada pela equipe de reportagem do jornal POVO do Rio. No entanto, não se pronunciou sobre o fato.


18/07/2012 - EMPRESA NÃO PAGA EM DIA, SINDICATO METE BRONCA!

Atraso no pagamento, do tíquete refeição vale transporte, férias, hora extra e adicional noturno foram as causa que levaram o Sindicato dos Vigilantes do município do RJ a protestar em frente à sede da empresa Dinâmica na manhã desta quarta feira (18) para exigir que cumpram com suas obrigações trabalhistas.


Como se não bastassem os atrasos constantes no pagamento dos salários e benefícios, a empresa tem por hábito dar férias aos vigilantes e não pagá-los, deixando-os em casa com a família, sem um centavo no bolso, amargando férias sem nenhuma previsão de quando receber.

Com faixas e cartazes os dirigentes sindicais chamavam pelo microfone os trabalhadores que estavam no interior da empresa, mas estes não puderam falar com os sindicalistas.

Aproximadamente 600 trabalhadores da UERJ, do hospital Pedro Ernesto entre outros posto da Dinâmica, todos os trabalhadores estão há 18 dias com atraso no salário e em seus direitos. “Já estou sem trabalhar há 2 dias porque não tenho vale transporte, tíquete refeição, muito menos dinheiro no bolso”, declarou um vigilante que não quis se identificar.


O Diretor do Sindicato Oeliton declara que deixar o trabalhador sem receber é um crime. “O trabalhador não agüenta mais essa situação. Todos nós temos compromissos assumidos e precisamos contar com nossos direitos pagos em dia”.

De acordo com representante da empresa Dinâmica sua diretoria irá à sede do sindicato as 16:00 para resolver de vez essa situação. Estamos aguardando!

APENAS A UNIÃO DOS TRABALHADORES PODE CORRIGIR AS INJUSTIÇAS PRATICADAS PELA EMPRESA DINÂMICA.

17/07/2012 - VIGILANTES FARÃO PARALISAÇÃO NA PORTA DA DINÂMICA AMANHÃ 18/07 ÀS 09 HORAS

SINDICATO DOS VIGILANTES DO MUNICÍPIO DO RIO

VIGILANTES DA DINÂMICA

PARALISAÇÃO DOS VIGILANTES

DIA 18 DE JULHO, QUARTA-FEIRA

MANIFESTAÇÃO NA PORTA DA EMPRESA ÀS 09 HORAS

Rua Olga, 75 – Bonsucesso


Em decorrência dos constantes atrasos no pagamento de salários, tíquete refeição, vale transporte, férias, não pagamento de hora extra e adicional noturno no contra-cheque. pagamento de tíquete e vt em quantidade inferior ao número de plantões, convocamos os vigilantes da empresa dinâmica para uma grande paralisação, para exigir da empresa o cumprimento das obrigações trabalhistas.

Como se não bastasse os atrasos constantes no pagamento dos salários e benefícios, a empresa tem por hábito colocar os vigilantes de férias e não pagar, deixando os vigilantes em casa, com a família, sem um centavo no bolso, amargando férias sem nenhuma previsão de quando deve receber.

APENAS A UNIÃO DOS TRABALHADORES PODE CORRIGIR AS INJUSTIÇAS PRATICADAS PELA EMPRESA DINÂMICA.

09/07/2012 - SETOR DE SEGURANÇA PRIVADA TERÁ 300 MIL VAGAS ATÉ 2016

Oportunidades vão crescer para vigilantes no País. No Rio, serão 60 mil oportunidades

 POR Pablo Vallejos - Jornal O Dia - 07/07/2012

Rio -  Com a atenção do mundo voltado para o Brasil, por conta de futuros eventos mundiais, cresce a demanda por segurança privada no mercado de trabalho: a previsão é de que sejam criadas 300 mil vagas para vigilantes até 2016. No Rio de Janeiro, somando a Copa do Mundo e os Jogos Olímpicos serão contratados 60 mil profissionais, conforme o Comitê Organizador Local (COL).

Para assegurar que não haverá falta de mão de obra qualificada, academias de formação, registradas pelo Ministério da Justiça e fiscalizadas pela Polícia Federal, estão sendo criadas para formar novos profissionais.

Passo a passo para ser vigilante

Para tornar-se um vigilante, o diretor do Sindicato dos Vigilantes do Município do Rio, Jomar Firmino, orienta: É preciso tirar certidão de 1º a 4º ofício, se ele residir na Capital. Esse documento leva cinco dias para ficar pronto. Ele pode ser obtida na Rua Almirante Barroso 90, 2º andar. Fora do Rio, somente nos fóruns locais.

“Além disso, certidão negativa da Justiça Militar, Justiça Eleitoral, Justiça Federal, antecedentes criminais do Instituto Félix Pacheco e antecedentes da Polícia Federal. Tudo isso, pela Internet”, diz Firmino.

Depois, procurar curso de formação de vigilante registrado na portaria Lei 7.102/83 do Ministério da Justiça. “Esse curso custa de R$ 450 a R$ 600, dependendo da academia”, informa. No estado existem cerca de 20 academias. A carga horária mínima é de 160 horas, ou seja, em média, três semanas.

Depois de 45 a 60 dias, a documentação é encaminhada para Polícia Federal e, então, o diploma é gerado. A cada dois anos, é preciso fazer a reciclagem, com 30 horas de aula.

Onde se cadastrar

Vale a pena pesquisar as empresas de vigilância na Internet para encontrar as oportunidades. O site do Sindicato dos Vigilantes do Município do Rio (www.sindvig.org.br) conta com vários links úteis para ajudar na certificação do candidato.

É possível buscar, também, por mais informações no endereço eletrônico do Sindicato das Empresas de Segurança Privada do Estado: www.sindesp-rj.com.br.

Curso obrigatório e bom perfil psicológico

Com a crescente demanda de eventos internacionais ocorrendo no Rio e com a expectativa de haver contratações até os Jogos Olímpicos, a procura por vigilantes cresce em média 20% ao ano, segundo Frederico Crim Câmara, do Sindesp-RJ. Para suprir essas vagas, é preciso entender qual tipo de profissional as empresas querem contratar.

Segundo Diógenes Lucca, diretor da Facility Segurança, o vigilante adequado é aquele que, além do curso obrigatório, apresenta bom perfil psicológico.

“Ou seja, é uma pessoa controlada, racional e dinâmica. Exige-se apenas cursos extras para segurança pessoal ou escolta armada.”

Conheça o mercado de trabalho da segurança privada

Público x privado

Há uma diferença básica entre o profissional de segurança pública e privada. Alex de Oliveira, segurança pessoal da Leman Belfort, explica que o primeiro tem preparo para o confronto direto, enquanto o segundo está pronto para administrar conflitos e riscos. “Muitos mantêm essa imagem do segurança durão. Assim deve ser a postura do vigilante”, destaca.

Rotina

De acordo com o presidente do Sindesp-RJ, Frederico Crim Câmara, o turno de trabalho do vigilante é: 12 horas de trabalho por 36 de descanso. “Pode até surgir a oportunidade um outro emprego ou até trabalhar com dias extras na própria empresa”, detalha. Além dessa rotina, é possível atuar também de segunda a sexta-feira, com oito horas diárias. “Algumas empresas também trabalham nos finais de semana”, avisa.

Caminhos

O vigilante pode atuar de diversas maneiras, como lista o sócio diretor da empresa de segurança privada Leman Belfort, Manoel dos Anjos Almeida: segurança pessoal (com personalidades); escolta; segurança bancário (perceber o movimento da porta giratória e vigiar todo o ambiente); vigilante de central de monitoramento; e vigilante em shopping center.

Tecnologia

Almeida aponta um horizonte da profissão: “A tecnologia tem sido uma ferramenta de grande valia. Com ela, é possível monitorar sem se envolver fisicamente. Como observação é parte vital do trabalho, a tecnologia é grande ajuda”, diz.

06/07/2012 - VIGILANTES SEM SALÁRIO NA SECRETARIA ESTADUAL DE DIREITOS HUMANOS

140 Vigilantes da empresa Hopevig Segurança, que prestam serviço na Secretaria, estão sofrendo há vários meses com atrasos nos pagamentos dos salários. Este mês a situação tornou-se ainda mais crítica, pois os trabalhadores não receberam ainda o salário do mês de maio e a partir desta sexta-feira (06), quinto dia útil do mês, acumularão dois salários em atraso.

Para Fernando Bandeira, presidente do Sindicato dos Vigilantes do Rio, “essa situação é a demonstração cabal do completo desrespeito aos direitos humanos dos trabalhadores da vigilância privada, afinal nada é mais sagrado que o dinheiro que no final do mês garante o sustento e a alimentação da família do vigilante.” A Diretoria do Sindicato já enviou ofício ao secretário Antônio Claret Campos Filho solicitando audiência para tratar do problema, mas o mesmo alega excesso de reuniões de gabinete em sua agenda.


 
Trabalhadores vigilantes na ultima greve histórica (arquivo)

03/07/2012 - COPA DO MUNDO DEVE EMPREGAR 60 MIL VIGILANTES

Os vigilantes privados terão um papel fundamental na segurança da Copa do Mundo de 2014. Serão eles os primeiros responsáveis pela proteção de atletas e torcedores nas arenas do Mundial, nos centros de treinamentos de seleções e nos hotéis credenciados pela Fifa.


Vigilantes em treinamento (foto divulgação)


Por tudo isso, a Copa do Mundo será uma grande oportunidade de emprego para esse tipo de trabalhador. Segundo o próprio Comitê Local Organizador da Copa (COL), pelo menos 60 mil vigilantes devem ser contratados para o Mundial. Para conseguir uma dessas vagas, entretanto, a exigência será grande.

Todos que quiserem trabalhar no Mundial, assim como nas Olimpíadas de 2016, terão de passar por um curso específico sobre segurança de megaeventos esportivos, que está sendo estruturado pela Polícia Federal (PF). No curso, os seguranças terão aulas sobre como lidar com grandes públicos e o que fazer para proteger multidões. Também terão instruções sobre como trabalhar em conjunto com as forças oficiais de segurança para que toda a ação esteja coordenada na Copa do Mundo.

O curso para segurança em megaeventos terá cerca de 50 horas-aulas e será ministrado em centros de formação habilitados pela PF. A grade curricular ainda não definida, por isso as matrículas ainda não estão abertas. Quando estiverem, devem custar cerca de R$ 250.

PREPARAÇÃO / REQUISITOS

Para deixar o profissional pronto para uma função tão importante, a policia federal vai criar um curso de seguranças para grandes eventos. O custo deve ser de R$ 150 por 50 horas-aula. Será necessário já ter feito o curso básico de vigilantes, estudado até o 5º ano do ensino fundamental e não ter antecedentes criminais.  A idade mínima é de 25 anos.

- Dentro dos estádios e nas imediações, a FIFA exige que a segurança seja feia por vigilantes privados. Fora desse espaço é que entra a segurança publica (policia, guarda municipal, etc.) – explica Antonio Carlos de Oliveira, vice-presidente do sindicato dos vigilantes do Estado do Rio de Janeiro (SINDVIG-RIO)

REQUISITOS PARA A VAGA

> Ter no mínimo 25 anos;

> Não ter antecedentes criminais;

> Passar por avaliação psicológica;

> Passar por exame médico;

> Ter curso de formação de vigilante

> Ter curso de extensão para segurança em grandes eventos;

 

02/07/2012 - PISO NACIONAL PARA VIGILANTES É CRITICADO POR SINDICALISTAS

Aprovado na última quarta-feira (27/06), no Senado, um projeto de lei que propõe piso salarial nacional para vigilantes não agradou totalmente aos representantes da categoria.

De autoria do Senador Marcello Crivella (PRB-RJ), licenciado do cargo como Ministro da Pesca, o PL 135/2010 — que segue para votação na Câmara — sugere a adoção de três pisos, de acordo com nível de responsabilidade: R$ 800, R$ 950 e R$ 1.100.

O objetivo é acabar com a disparidade entre os estados da federação´pois o salário pago no setor varia de R$ 750 a mais de R$ 1.500.


Antonio Carlos, Vice Presidente do SINDVIG-RIO ( ARQUIVO)

No Rio, o ganho médio é R$ 1.054, incluindo o adicional de risco. Sindicalistas temem que a adoção de um piso nacional inferior prejudique negociações salariais

— É um avanço, mas o texto tem problemas. Estabelece piso, mas não deixa claro como isso será negociado — criticou Antonio Carlos Oliveira, vice-presidente do Sindicato dos Vigilantes do Rio de Janeiro (Sindvig).
 


21/06/2012 - VITÓRIA: PREFEITURA LEGALIZA LOTEAMENTO DOS VIGILANTES

A Diretoria do Sindicato dos Vigilantes esteve dia 19 de junho reunida com o secretário Municipal de Habitação, Jorge Bittar, para tratar da legalização fundiária e urbanização do Loteamento Vigilante Doce Morada, em Santa Cruz.

O secretário Bittar anunciou que a Câmara dos Vereadores do Rio aprovou a Lei 5.449 do prefeito Eduardo Paes, declarando o Loteamento dos Vigilantes “Área de Especial Interesse Social”, permitindo que a Prefeitura realize as obras de urbanização e revitalização. O Edital que legaliza o loteamento já foi publicado no Diário Oficial de 18 de junho último. Com a publicação da lei serão feitos agora a aprovação dos projetos de pavimentação das ruas, esgotamento sanitário, drenagem, iluminação pública e abastecimento d’água.

 (E) Drª Goretti, arquiteto Éber (Sindicato), assessora Ângela, Bittar, Bandeira e Antônio Carlos

O arquiteto do Sindicato já fez a alteração no projeto para que a secretaria Municipal de Habitação faça as adequações necessárias para dar prosseguimento ao processo que vai resultar na urbanização do loteamento nos próximos meses.

O secretário disse que agora só falta a aprovação do desenho do loteamento na Secretaria de Habitação. Pelo que viu o projeto está redondo e não haverá problema nenhum. Passado essa etapa, os títulos de propriedade dos 585 lotes poderão ser emitidos pelo cartório competente. “Ato contínuo vamos aprovar o orçamento e fazer a licitação das obras necessárias de infraestrutura para todos os moradores”, informou Bittar.

O Secretário de Habitação, Jorge Bittar, assumiu ainda o compromisso de incluir o loteamento no projeto “Minha Casa, Minha Vida”, para possibilitar o financiamento para a construção das casas dos vigilantes.

Segundo Fernando Bandeira, presidente do Sindicato, o projeto cumpriu todas as exigências da Prefeitura destinando espaços para área de lazer, escola, ruas e previsão para distribuição de água pela Cedae e captação de esgoto. Bandeira elogiou o processo que foi rápido na secretaria de Habitação – destacando a eficiência do secretário Bittar e sua equipe, que em poucos meses de negociação com o Sindicato, aprovou a lei que garante a dignidade dos moradores do loteamento que, urbanizado, vai melhorar a qualidade de vida dos proprietários.

 

 



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