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05/03/2012 - RJ SEM VIGILANTES A PARTIR DO DIA 12/03

Todos os vigilantes do Estado do Rio de Janeiro entrarão em greve geral a partir do dia 12/03 (Segunda feira). Essa decisão foi tomada hoje (05) em uma reunião de estratégias e encaminhamentos da greve com a Federação dos Vigilantes e a unidade dos 13 sindicatos que representa a categoria.


Lideres sindicais reunidos na Federação dos Vigilantes para traças estratégias da Greve Geral

Os vigilantes reivindicam reajuste salarial inflação mais 10% de ganho real, tíquete refeição de 16,50, desconto do tíquete refeição de 20% para 5%, 30% de risco de vida em março de 2012 e plano de saúde para o vigilante e os dependentes. 

Segundo avaliação, a expectativa é que esta greve atingirá não só os bancos como ocorreu na ultima greve do ano passado, como também hospitais, órgãos públicos, escolas, shopping centers, etc...

Por enquanto os patrões insistem em oferecer apenas a reposição da inflação, 5,6% pelo INPC, tanto no piso salarial quanto no tíquete refeição. Com isso teríamos 0% de ganho real.

Os vigilantes não aceitam 0%. PARALISAÇÃO GERAL DIA 12/03.






29/02/2012 - OPOSIÇÃO VENCE CHAPA EM ELEIÇÃO NO SINDICATO DOS VIGILANTES DE ANGRA DOS REIS

Com apoio da Federação dos Vigilantes do RJ e da Nova Central a Chapa “Contra Attack” venceu a eleição para nova diretoria com mandato 2012/2015 do Sindicato dos Vigilantes de Angra dos Reis, Mangaratiba, Rio Claro e Paraty.


Chapa Contra Attack comemorando a vitória


Insatisfeitos com a atual direção do sindicato, os vigilantes resolveram mudar o modo em que o sindicato atuava com a categoria, e seguindo todos os trâmites para concorrer ao pleito eleitoral, venceram com mais de 63% dos votos.

A CHAPA VENCEDORA TEVE O GRANDE APOIO DA FEDERAÇÃO DOS VIGILANTES DO RJ E DA NOVA CENTRAL SINDICAL DE TRABALHADORES-NCST.



Segundo o Presidente da Federação, Fernando Bandeira, essa mudança reflete um pouco da insatisfação da categoria que há muito tempo vem sofrendo com a ausência de trabalho do sindicato. “Acredito que a partir de hoje esta nova diretoria trabalhará diuturnamente para melhorar as condições de trabalho dos Vigilantes.”

“A Nova chapa promete lutar por mais conquistas na região da costa verde melhorando as condições de trabalho, tendo mais rigor em fiscalização nas empresas e principalmente reativar a valorização que os vigilantes tem para esta região”.Destaca Sebastião José, Presidente da NCST/RJ.

Chapa eleita

Presidente: Mauricio Conceição Silva,

Secretário Geral: Agnaldo Meneses,

Tesoureiro: Rogério do Nascimento Almeida,

Secretário Jurídico: Alessandro de Castro,

Secretário de Imprensa: Marcio Braga da Silva, 

Secretário de Política Sindical: Eduardo Eucário,

Secretário Social: Miguel Ângelo


24/02/2012 - ASSEMBLÉIA DOS VIGILANTES 1º DE MARÇO 2012

ASSEMBLÉIA DOS VIGILANTES 

1º DE MARÇO

(QUINTA-FEIRA), ÀS 8:00

Rua André Cavalcante,126, Bairro de Fátima. Rio de Janeiro/RJ

PAUTA DE REIVINDICAÇÕES

1.  REAJUSTE SALARIAL: INFLAÇÃO + 10% DE GANHO REAL;

2.  TÍQUETE REFEIÇÃO DE R$ 16,50;

3.  DESCONTO DO TICKET REFEIÇÃO DE 20% PARA 5%;

4.  30% DE RISCO DE VIDA EM MARÇO DE 2012; e

5.  PLANO DE SAÚDE PARA O VIGILANTE E OS DEPENDENTES.


(21) 3861-7050 / www.sindvig.org.br

23/02/2012 - CONVOCAÇÃO PARA MESA DE NEGOCIAÇÃO SALARIAL 29/02/2012

MESA DE NEGOCIAÇÃO SALARIAL NO MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO.

 DIA 29 DE FEVEREIRO,

QUARTA-FEIRA, 10:00

Av. Pres. Antônio Carlos,251, Castelo

 

PATRÕES FALTAM À NEGOCIAÇÃO NO MTE

 

   O SINDESP, sindicato representante das Empresas, não compareceu à Mesa Redonda marcada no dia 16 de fevereiro pelo Ministério do Trabalho, solicitada por todos os Sindicatos de Vigilantes do Estado. O objetivo da reunião era fazer uma última tentativa de negociação antes da greve da categoria.

   Por conta da ausência dos empresários o Ministério do Trabalho remarcou para o dia 29 de fevereiro, às 10h, na av. Pres. Antonio Carlos, 251, Castelo, Rio de Janeiro/RJ  

      Por enquanto os patrões insistem em oferecer apenas a reposição da inflação, 5,6% pelo INPC, tanto no piso salarial quanto no tíquete refeição. Com isso teríamos 0% de ganho real.

16/02/2012 - DIA 29/02: OUTRA TENTATIVA DE NEGOCIAÇÃO!

O objetivo da audiência foi ajustar a convenção coletiva dos trabalhadores 2012/2013. A Federação ressalvou que que representa uma categoria de aproximadamente 50.000 trabalhadores e atua em diversos estabelecimentos que prestam serviços de alta prioridade à sociedade civil, tais como bancos, hospitais, escolas, órgãos da Administração Pública, motivo que leva a categoria a realizar uma nova tentativa de negociação no âmbito do Ministério do Trabalho e Emprego, através do setor de mediação.  

 


Bancada dos trablhadores exigindo ganho real

Diante da ausência injustificada do Sindicato Patronal e atendendo a pedido dos trabalhadores para uma nova tentativa de acordo, fica fica marcada uma nova mesa de negociação do instrumento de negociação coletiva para o dia 29 de fevereiro de 2012, às 10:00h, na Av. Presidente Antonio Carlos, 251 Centro – RJ 

Com faixas e cartazes vigilantes protestam a ausencia do patronal para rodada de negociação

10/02/2012 - MESA REDONDA DIA 16/02 ÀS 10HS. TODOS CONVOCADOS!

Em um encontro histórico reuniram-se na sede da Federação dos Vigilantes do RJ 13 sindicatos de vigilantes e representantes da Federação e da Confederação dos Vigilantes. A reunião teve como pauta a unidade nas negociações salariais desse ano.


Ao final do encontro todas as entidades presentes assinaram um termo se comprometendo com a unidade até a assinatura da próxima Convenção Coletiva. Também foi acordada uma pauta de reivindicações unificada que será apresentada pelos sindicatos, a federação e a Confederação  no dia 16 de fevereiro (quinta-feira) no Ministério do Trabalho, av. Pres. Antonio Carlos, 251, Centro do Rio, às 10h, quando ocorrerá a última tentativa de negociação com o sindicato patronal.

Todos sindicatos participantes do encontro estão convocando suas bases para grandes assembléias no dia 1º de março, para discutir o resultado final das negociações.


Caso não ocorra nenhum avanço na mesa redonda do dia 16 de fevereiro, o indicativo é de greve a partir do dia 07 de março. Conforme Fernando Bandeira, pres. da Federação “o objetivo dos dirigentes sindicais era convocar greve já, mas infelizmente a Lei de Greve não permite greve antes da data-base, que no caso do vigilante é no mês de março. Mas no dia 1º de março vamos realizar assembléias em todo Estado, para realizar uma grande paralisação, alcançando todos os municípios fluminenses”.

03/02/2012 - GREVE À VISTA: IMPASSE NAS NEGOCIAÇÕES

Em mais uma rodada de negociações no sindicato patronal (Sindesp) os donos das empresas de segurança anunciaram 0% de aumento para os 50 mil vigilantes do Estado do Rio. A negociação foi encerrada pela entidade patronal que se reuniu no dia 2 de fevereiro com os sindicatos da capital, Baixada e interior. Assembléia dos patrões autorizou  apenas o repasse do INPC dos últimos 12 meses. Ou seja, nada de aumento para a categoria. Com essa decisão, os vigilantes devem deflagrar uma greve em março – data base da categoria – para pressionar os patrões a concederem aumento real. 




Em função da intransigência patronal, a Federação dos Vigilantes se reuniu e decidiu que fará protestos e manifestações, antes da greve, assim como ocorreu  ano passado, quando os vigilantes cruzaram os braços por mais de 30 dias em Campos, Macaé e Friburgo, contando ainda com paralisações em Volta Redonda, Baixada e município do Rio, afetando principalmente a rede bancária que fechou por falta de vigilância. Em 2011, os vigilantes tiveram a reposição da inflação mais 1,5% de aumento real, totalizando 8% de reajuste salarial.




Nesta campanha sindicatos que estavam afastados nos anos anteriores – como os de São João de Meriti, Niterói e Angra dos Reis – também aderiram à campanha unificada, indignados com o zero por cento oferecido aos trabalhadores vigilantes.

Em assembléias realizadas nos dias 14 e 15 de dezembro, a categoria aprovou pauta reivindicatória com 10% de reajuste acima da inflação do período. Mas os patrões não quiseram apreciar a proposta.  Na penúltima reunião, em 19 de janeiro, a Federação reformulou a pauta com 9% de reajuste mais  a reposição inflacionária do período, dividindo os 22% do risco de vida em duas parcelas de 11% e a elevação do auxílio alimentação de R$ 8,85 para R$ 16,50. Nem assim houve avanço nas negociações. Estiveram presentes na última reunião com o sindicato patronal os representantes dos sindicatos do Rio, Campos, Macaé, Belford Roxo, Nilópolis, Nova Iguaçu, Friburgo e Volta Redonda, além do Sindicato dos Trabalhadores em Transporte de Valores do Interior. 

 

25/01/2012 - VISE NÃO PAGA: TV GLOBO, ELETROBRÁS E OAB SERÃO RESPONSABILIZADOS

Após 40 anos a Vise está fechando. Perdeu contratos importantes como TV Globo (Projac), Eletrobrás e OAB. Por consequência, há dois meses não paga os salários e nem deposita corretamente o FGTS e INSS de cerca de 1.500 trabalhadores. Os vigilantes mais prejudicados são os da reserva. O Sindicato enviou carta aos clientes pedindo a retenção das faturas e também pediu na Justiça do Trabalho o bloqueio dos repasses para que o pagamento devido seja feito diretamente na conta do vigilante.

Os vigilantes são obrigados pela empresa a assinar uma carta pedindo desligamento por “motivos particulares” com a alegação que: “seriam aproveitados no mesmo posto por outra empresa”. Por sua vez, o cliente também pressiona o vigilante a pedir dispensa. O Sindicato orienta o vigilante a não pedir demissão. Essa prática causa enorme prejuízo financeiro ao trabalhador, uma vez que ele perde o valor correspondente aos 40% da multa do FGTS, direito ao Aviso Prévio e Seguro Desemprego.

 

No Sindicato, vigilantes reprovaram a Vise que não pagou

 

Empresa obriga assinar carta de demissão

Na carta assinada pelos cerca de 160 vigilantes da Vise, posto Eletrobrás, aproveitados na empresa Transegur, a Vise se comprometia com os funcionários a comparecer ao Sindicato no dia 25 de janeiro para efetuar o pagamento das verbas rescisórias. Os trabalhadores vieram ao Sindicato, mas a Vise não apareceu e nem deu satisfação. “É um absurdo, trabalhamos sem receber salários, férias e horas extras. Em 2009 não há registro de depósito do FGTS e INSS dos trabalhadores”, disse um vigilante que trabalha na OAB e não quis se identificar.

 

  Vigilantes vão receber verbas na Justiça

A fim de reparar os danos causados aos vigilantes, o Sindicato entrou com ação na Justiça do Trabalho para cobrar da empresa todos os direitos devidos aos vigilantes da Vise, responsabilizando ainda os tomadores de serviço (TV Globo, Eletrobrás e OAB) como segunda reclamada.

Os vigilantes prejudicados pela Vise devem procurar o Departamento Jurídico do Sindicato de segunda a sexta, das 10h às 17h, a fim de entrarem com reclamação trabalhista. Todos os associados e não associados, podem utilizá-lo para esclarecimentos sobre direitos ou ações judiciais - tudo gratuito, sem pagamento de honorários advocatícios.

 

 

09/01/2012 - Sindicato acusa empresas de contratarem seguranças ilegais que denominam “agentes de controle”.

Em matéria publicada no jornal O Globo do ultimo domingo (08/01) sobre passageiros que utilizam transportes públicos administrados pela supervia, Metro Rio e Barcas S/A o sindicato dos vigilantes acusa empresas de manterem em seus quadros, seguranças ilegais, chamados de agentes de controle, sem registro na Polícia Federal (PF), órgão que regula a categoria profissional.

 

Em nota o Presidente do Sindicato, Fernando Bandeira explica que no Rio existe uma quantidade enorme de prestadores de serviço chamados de agentes de controle, que, no fim das contas, são seguranças, num artifício (das empresas) para pagar um salário menor. "É ruim para quem contrata e pior ainda para o usuário, obrigado a conviver com um profissional despreparado, que causa incidentes como os que já vimos na SuperVia" — diz Bandeira.

 

Leia na íntegra a matéria publicada.

 

PASSAGEIROS SOB VIGILÂNCIA

 

OGLOBO

Domingo, 8 de janeiro de 2012 . 2ª edição . Pág. 17

Duilo Victor

 

Foto: Custódio Coimbra

 

RIO - Antes mesmo de melhorar os serviços, as concessionárias de transportes públicos do Rio tentam, com farda e vigilância, conter o estresse — justificado — dos passageiros. A SuperVia, que administra os trens urbanos, e a Metrô Rio têm planos de contratar PMs em dias de folga para reforçar seus quadros. Já para quem viaja, a vigilância pode significar às vezes truculência. A Agetransp, agência estadual que regula o funcionamento de trens, metrô e barcas, aponta a SuperVia como a empresa com mais reclamações dos usuários contra a truculência dos seguranças. Em 2010 e 2011, a administradora do sistema ferroviário foi alvo de 26 queixas desse tipo. No mesmo período, foram 16 contra a Metrô Rio e cinco contra a Barcas S/A.

 

A SuperVia, que gere 98 estações na Região Metropolitana, também enfrenta reclamações do Sindicato dos Vigilantes do Estado. O presidente da entidade, Fernando Bandeira, acusa a empresa de manter em seus quadros seguranças ilegais, chamados de agentes de controle, sem registro na Polícia Federal (PF), órgão que regula a categoria profissional. Um agente de controle, por exemplo, foi acusado, na semana do Natal, de ter arrancado parte da orelha de um passageiro com uma mordida, na estação de Cascadura. Em 2009, outros quatro funcionários foram demitidos por usar os cordões dos seus apitos para "chicotear" usuários na estação de Madureira.

 

— Existe no Rio uma quantidade enorme de prestadores de serviço chamados de agentes de controle, que, no fim das contas, são seguranças, num artifício (das empresas) para pagar um salário menor. É ruim para quem contrata e pior ainda para o usuário, obrigado a conviver com um profissional despreparado, que causa incidentes como os que já vimos na SuperVia — diz Bandeira.

 

Usuários ganham ações na Justiça

 

Segundo a SuperVia, os agentes de controle não atuam como seguranças e, por isso, não precisam ter registro na PF. A empresa diz ainda que seus 700 seguranças e agentes de controle têm uma atuação "adicional", já que, conforme o contrato de concessão assinado com o estado, a segurança é de responsabilidade da Secretaria de Segurança. A Polícia Militar tem, para as estações ferroviárias, um núcleo com 49 homens.

 

— Para um sistema de transporte em que circulam 12 milhões de passageiros por mês, é um efetivo pequeno — diz o diretor de Operações da SuperVia, João Gouvêa. — Por isso, temos o convênio com o estado, para contratar policiais nas horas de folga.

 

Ele conta que a contratação é feita com a autorização do governo, dentro do Programa Estadual de Integração na Segurança (Proeis). Segundo a Polícia Militar, 700 policiais deverão ser empregados no Proeis para trabalhar nas estações e em seus arredores.

 

São as ações conjuntas da polícia com os vigilantes da SuperVia que causam as ações na Justiça contra a empresa. Em particular a Operação Fecha Portas, com a qual se reprime a prática de alguns passageiros de impedir o fechamento das portas das composições. Só no ano passado, pelo menos cinco usuários receberam sentenças favoráveis na Justiça estadual, em ações de indenização por danos morais. Em todos os casos, um ponto comum: os passageiros foram, no entendimento da Justiça, detidos indiscriminadamente e perderam o dia de trabalho na delegacia.

 

Num dos casos, o desembargador Fernando Cerqueira Chagas, em decisão favorável a Carlos Alberto Santos Cruz, afirmou: "A ré (SuperVia) deveria promover ajustes e melhorias que conferissem maior segurança e conforto à população e não utilizar de operação, no mínimo, truculenta". Entre 2007, quando ocorreu o caso de Carlos, e o dia 4 deste mês, de acordo com a concessionária, 2.775 pessoas foram detidas nas estações, a maioria por furto de cabos elétricos e obstrução de portas.

 

O protético José Jonas Ribeiro do Amaral é outro que está processando a empresa, por ter sido detido na estação de Triagem, em 2008.

 

— Eu estava perto da porta aberta, mas nem tinha percebido. Quando o trem parou em Triagem, um segurança da SuperVia me chamou, dizendo que eu estava impedindo o fechamento da porta. Fui agredido verbalmente e escoltado por um carro da PM até a delegacia.

Em nota, a concessionária informou que faz campanhas para conscientizar os passageiros da importância de manter as portas fechadas. Disse ainda que os funcionários são orientados a garantir a segurança e o bem-estar dos usuários.

 

O Sindicato dos Vigilantes do Estado também critica a Barcas S/A. Segundo a entidade, nas estações da concessionária, trabalhadores de camisa preta, com a inscrição "controle", não teriam registro legal para atuar como seguranças. Ainda de acordo com a entidade, eles seriam de uma empresa contratada, a MJC, que também não é legalizada para prestar esse serviço. A Barcas S/A não respondeu às perguntas do GLOBO para a reportagem.

 

Já a Metrô Rio, que mantém um quadro de seguranças próprios, diz que há interesse em contratar PMs, dentro do Proeis, mas para atuar nas imediações das suas 35 estações.

 

Apesar de garantir que os vigilantes recebem três meses de treinamentos, a empresa admitiu que eles ainda não têm registro na PF. Disse, porém, que está no processo de fazê-lo. Nas ações mais recentes de clientes contra a concessionária, o mais comum é a cobrança de danos morais e materiais por panes nos trens e atrasos nas viagens.

 

Reclamações também via Twitter

 

Na trilha das redes sociais da internet, um grupo de analistas de sistemas indignados com as falhas nos trens e no metrô passou a usar o Twitter para trocar informações sobre atrasos ou fazer denúncias. Funciona como o Twitter da Lei Seca, que dá informações sobre as operações. A diferença é que, no perfil @TrensUrbanosRJ, a vigilância é pela qualidade do serviço.

 

— Estamos atentos aos problemas com os trens — conta o analista de sistemas Fábio Souza, um dos três mediadores do perfil no Twitter e que usa os trens do ramal de Santa Cruz, diariamente, para chegar ao trabalho, no Centro.

 

Até a sexta-feira, o perfil no Twitter, criado em julho, tinha 982 seguidores. Os mediadores também mantêm um blog de mesmo nome para dar notícias sobre os trens e o metrô. As queixas incluem despreparo de agentes de controle da SuperVia e casos de violência nas composições.

 

— As estações em que ocorrem baldeações, como a de Deodoro, são as mais problemáticas para os agentes controlarem tumultos. Já de Padre Miguel e da estação Tancredo Neves (em Paciência), na Zona Oeste, chegaram relatos de assaltos dentro dos trens — diz Fábio.

Os responsáveis pelo perfil no Twitter têm mais trabalho durante os horários de rush, quando é maior o número de mensagens de seguidores. O recorde é de 500 tweets, escritos durante uma manhã em que houve pane nos trens da SuperVia. No metrô, a queixa mais frequente é sobre superlotação.

Leia também clicando no link abaixo.
http://oglobo.globo.com/transito/concessionarias-de-transporte-investem-em-seguranca-3593950#ixzz1lt4WHaYJ

29/12/2011 - Presidente do sindicato aponta falhas em caso de mortes de seguranças no Rio

Em entrevista ao RJ no Ar na manhã desta quarta feira (28), Fernando Bandeira, Presidente do Sindicato dos Vigilantes do RJ, afirmou que os seguranças que morreram em uma tentativa de assalto a um caminhão de carga em Irajá não estavam trabalhando nas condições ideais. Segundo Bandeira, não havia blindagem  no veículo, tampouco armamento ideal.




28/12/2011 - Sindicato cobra condições de trabalho a Vigiliantes de Escolta

SINDICATO COBRA MAIS SEGURANÇA AOS VIGILANTES

 

Na manha desta quarta feira (28) o presidente do Sindicato dos Vigilantes, Fernando Bandeira, deu entrevista ao programa RJ no Ar da Rede Record sobre a morte de dois vigilantes ontem em Irajá enquanto escoltava um furgão da Souza Cruz, quando sofreram uma emboscada e foram alvejados.

 

Bandeira alertou que é necessário, por parte dos empresários, aumentar o efetivo de homens na escolta em no mínimo quatro vigilantes, melhorar o armamento, fazer a blindagem dos carros e o mais importante, é que os trabalhadores reclamam de empresas que não assinam carteira como vigilante de escolta, deixando de pagar o salário adequado com seus respectivos benefícios.

 

O Presidente disse ainda que somente este ano sete vigilantes de escolta armada foram mortos em serviço sendo 3 nos últimos 30 dias. Vigilantes que sofreram com ataques de marginais a fim de roubar a carga, este ano, mais de 30.


19/12/2011 - Vigilantes reivindicam reajuste de 10% e piso de R$ 1.000,00

O Jornal Povo do Rio divulgou na edição deste sábado(17) e domingo(18) a luta do Sindicato dos Vigilantes à campanha salarial para 2012 aprovada pela categoria nos dias 14 e 15 de dezembro.

Os principais pontos são o reajuste salarial acima da inflação dos ultimos 12 meses medida pelo INPC, aumento do auxílio alimentação de R$ 8,85 para R$16,50 e o aumento do piso para R$ 1.002,00.

Outras propostas aceitas são que os 22% restantes do risco de vida seja pago em 2 parcelas de 11%, além do adicional de periculosidade por função e não apenas sobre o piso do vigilante; a função de escolta armada passa a ser fixa e não transitória; redução de 20% para 5% o desconto do auxílio alimentação; seguro de vida; hora extra; etc.

Lei abaixo a matéria na íntegra

09/12/2011 - Eleições no Sindicato: comunicado nº 02

Comunicado n 02. A Comissão Eleitoral do Sindicato dos Vigilantes e Empregados em Empresas de Segurança, de Vigilância, de Transporte de Valores, de Prevenção e Combate a Incêndios, de Cursos de Formação, Similares ou Conexos do Município do Rio de Janeiro, em decorrência das eleições da Diretoria e dos Membros do Conselho Fiscal, que ocorrerão no dia 16 de dezembro de 2011, das 09:00h às 17:00h, de acordo com o Edital publicado no “Jornal O povo” no dia 29 de novembro de 2011 e afixado nos quadros de aviso do Sindicato, vem tornar público que encerrado o prazo de impugnação de candidaturas e verificando que não houve nenhuma ocorrência, homologou-se a única chapa registrada para concorrer às eleições para o quadriênio 2012/2015, denominada “Avante na Luta” composta pelos seguintes companheiros: D I R E T O R I A - Presidente: Fernando Antônio Bandeira; Vice-presidente: Antonio Carlos da Silva Oliveira; Secretário Geral: Ocimar da Costa; Secretário Adjunto: Marino Novato Cardozo; Tesoureiro Geral: Oelitom Cruz da Silva; Tesoureiro Adjunto: Maria Goretti Lima Rodrigues; Diretor de Relações Intersindicais: Amilton Braz; Diretor de Imprensa e Divulgação: Denise Cristina Ribeiro de Oliveira; Diretor de Formação Sindical: Sebastião Dias de Freitas Neto; Diretor de Patrimônio: Marcelo Meireles dos Santos; Diretor Cultural: Roberto Barbosa Bruno; Diretor de Lazer: Jomar Firmino dos Santos. SUPLENTES DA DIRETORIA - Mário César de Oliveira Pereira, Pedro Paulo da Silva, Álvaro Souza de Vasconcellos, Carlos Roberto da Silva Moraes, Ubirajara de Souza e Silva, Juarez Alves da Costa, Mauro César da Silva Guimarães, Jorge dos Santos, Paulo Roberto Teixeira do Nascimento, Gilberto Christovão da Silva e Marcio Ricardo da Costa Paiva. MEMBROS CONSELHO FISCAL EFETIVO: Joaquim Vicente Fernandes Filho, Adauto José Braga, Sônia Maria Oliveira Santos, João Juremar Borges e Silvio Marcelo Garcia Ferreira. SUPLENTES DO CONSELHO FISCAL: Ubirajara das Neves Vieira, Elenilson Reis dos Santos, Maria da Glória Andrade dos Santos, Cláudio Umbelino de Souza e Bernardette Torres Campos.

06/12/2011 - Eleições no Sindicato: comunicado nº 01

Comunicado nº 01: A Comissão Eleitoral do Sindicato dos Vigilantes e Empregados em Empresas de Segurança, de Vigilância, de Transporte de Valores, de Prevenção e Combate a Incêndios, de Cursos de Formação, Similares ou Conexos do Município do Rio de Janeiro, em decorrência das eleições da Diretoria e dos Membros do Conselho Fiscal, que ocorrerá no dia 16 de dezembro de 2011, das 09:00h às 19:00h, de acordo com o edital publicado no jornal “Povo do Rio”, edição de 29 de novembro de 2011e afixado nos quadros de aviso do Sindicato, vem tornar público que após encerrado o prazo de inscrição de chapas, constatou que somente uma chapa se apresentou para registro recebendo o nº 1 (um) denominada “Avante na Luta” e constituída pelos seguintes companheiros:

D I R E T O R I A - Presidente: Fernando Antônio Bandeira; Vice-presidente: Antonio Carlos Silva de Oliveira; Secretário Geral: Ocimar da Costa; Secretário Adjunto: Marino Novato Cardozo; Tesoureiro Geral: Oelitom Cruz da Silva; Tesoureiro Adjun to: Maria Goretti Lima Rodrigues; Diretor de Relações Intersindicais: Amilton Braz; Diretor de Imprensa e Divulgação: Denise Cristina Ribeiro de Oliveira; Diretor de Formação Sindical: Sebastião Dias de Freitas Neto; Diretor de Patrimônio: Marcelo Meireles dos Santos; Diretor Cultural: Roberto Barbosa Bruno; Diretor de Lazer: Jomar Firmino dos Santos. SUPLENTES DA DIRETORIA - Mário César de Oliveira Pereira, Pedro Paulo da Silva, Álvaro Souza de Vasconcellos, Carlos Roberto da Silva Moraes, Ubirajara de Souza e Silva, Juarez Alves da Costa, Mauro César da Silva Guimarães, Jorge dos Santos, Paulo Roberto Teixeira do Nascimento, Manuel Alves da Guirra Filho e Marcio Ricardo da Costa Paiva.

MEMBROS CONSELHO FISCAL EFETIVO: Joaquim Vicente Fernandes Filho, Adauto José Braga, Sônia Maria Oliveira Santos, João Juremar Borges e Silvio Marcelo Garcia Ferreira. SUPLENTES DO CONSELHO FISCAL: Ubirajara das Neves Vieira, Elenilson Reis dos Santos, Maria da Glória Andrade dos Santos, Cláudio Umbelino de Souza e Berna rdette Torres Campos.

Em função disso e de acordo com o Estatuto do Sindicato, fica aberto o prazo de 03 (três) dias para impugnações de candidaturas.



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