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23/10/2013 - III CONGRESSO ESTADUAL DA NOVA CENTRAL DE TRABALHADORES

Nova Central Sindical de Trabalhadores RJ tem a honra de anunciar que o III Congresso Estadual da Nova Central RJ será realizado nos dias 24 e 25 de outubro de 2013 no Clube da Aeronáutica, situado na Praça Marechal Âncora nº 15, entre a Pç XV e o Aeroporto Santos Dumont, Centro, Rio de Janeiro – RJ. O tema deste ano é “CLT 70 anos – Os direitos dos trabalhadores no século XXI”.

A programação a ser cumprida é a seguinte:

1º dia – quinta-feira – 24/10/13

9h00 às 12h00 – credenciamento dos delegados

12h00 – almoço

14h00 – Abertura com aprovação do Regimento Interno – palavras de Sebastião José da Silva e José Calixto Ramos

14h45 às 15h15 – Adequação estatutária as definições nacionais

15h15 às 16h00 – Palestra 1: “A Agenda Política dos Trabalhadores” – André Luis dos Santos – DIAP

16h00 às 17h00 – Palestra 2: “Os direitos dos trabalhadores no século XXI” – Dra. Sayonara Grillo – Desembargadora do TRT/RJ

17h00 – intervalo

17h15 às 18h00 – Palestra 3: “O sistema de garantias à Saúde e Segurança do Trabalhador” – Dra. Marinês Trindade – Advogada especialista em Direito e Processo do Trabalho

18h00 – Eleição e apuração

19h00 – fim do 1º dia

2º dia – sexta-feira – 25/10

9h00 às 10h30 – Exposição de experiências de luta

10h30 às 11h00 – Intervalo

11h00 às 13h00 – Plano de Lutas da Nova Central RJ 

13h00– almoço

14h00 - fim


    


23/10/2013 - VIGILANTES DE ESCOLTA LUTAM POR MAIS SEGURANÇA

Vários temas de interesse dos trabalhadores de escolta do País foram discutidos na reunião do dia 21 de outubro último na Confederação Nacional dos Trabalhadores Vigilantes (CNTV), em Brasília. Representando o Sindicato dos Vigilantes de Carro Forte e Escolta do Interior do RJ, compareceu o presidente, Humberto Rocha.


Na reunião ficou decidido:

Os vigilantes de escolta querem de uma vez 100% na repotencialização da blindagem dos veículos em vez dos 25% proposto ao ano pelos patrões, concluindo a blindagem em um período de 4 anos. Os vigilantes e a CNTV não concordaram. Os trabalhadores de escolta reivindicam também a pistola 380 em substituição aos revólveres calibre 38 e camionetes blindadas Pickups no lugar de carros leves de baixa cilindrada sem proteção alguma.

A carga horária excessiva dos trabalhadores é outro tema que preocupa a categoria. A melhor proposta foi a de 44 h semanais, com 48h de descanso. As horas extras seriam de 200%, criando desta forma uma maior responsabilidade por parte dos donos das empresas. Desta maneira, um vigilante de Escolta que estiver viajando no período de 5 dias, completaria a carga da semana com 2 dias de trabalho, o restante seria horas extras.

Um ofício da CNTV assinado pelos representantes da escolta em outras bases espalhadas pelo país será entregue à Polícia Federal, propondo as mudanças que visam à melhoria dos serviços prestados com a segurança adequada para os vigilantes desempenharem bem suas funções de escolta.

22/10/2013 - SUA FESTA INFANTIL COM 50% DE DESCONTO

Muita alegria e descontração no próximo aniversário do seu filho é com a Tetragramaton Produções e Eventos Infantis. O vigilante associado ao Sindicato tem direito a um desconto de 50% incluindo a participação do palhaço Tio Tatá. A diversão da criançada está garantida: teatro de bonecos, minhocão, brindes, brincadeiras, palhaços, som animado, bolamania, maquiagem nas crianças e personagens temáticos. Show temático de acordo com seu evento (adulto) e show de palhaços (infantil).

Basta comparecer ao SindVigRio (Rua André Cavalcanti nº 126 - Centro) levando sua carteira de associado e o último contracheque para ser encaminhado ao responsável que fechará o contrato entre as partes pela metade do preço, graças a parceria entre o Sindicato e o engraçado Tio Tatá.

Mais informações no Tel: 2253-9887 (Thaís)

  

18/10/2013 - EMPRESA CONTRATADA PELO MINISTÉRIO DO TRABALHO É AUTUADA PELO PRÓPRIO MINISTÉRIO

O Ministério do Trabalho recebeu uma solicitação do Sindicato dos Vigilantes do Município do Rio para que fiscalizasse e autuasse a empresa SERVO, pelo não pagamento de salários e verbas rescisórias.

O Ministério do Trabalho e Emprego foi à empresa fazer a fiscalização e constatou diversas irregularidades. A SERVO presta serviço à TV BRASIL, Estaleiro Inhaúma no Caju, INSS, e no próprio MINISTÉRIO DO TRABALHO. Durante a inspeção, constatou-se que o pagamento efetuado em depósito em conta salário não é realizado até o 5º dia útil para todos os empregados. O controle da jornada não é efetuado de forma efetiva; utiliza a forma “britânica” que impossibilita a análise do pagamento correto das horas extraordinárias. As férias não são concedidas dentro do prazo estabelecido pela CLT. A empresa também não apresentou todos os documentos, fato que impossibilitou análise de alguns atributos trabalhistas.  

Uma demonstração cabal que as licitações para contratação de vigilância no Brasil são um verdadeiro desastre, pois nem mesmo os órgãos fiscalizadores conseguem impedir que as empresas desrespeitam os direitos dos trabalhadores sejam vencedoras nas licitações, na modalidade pregão. “É necessário mudanças urgentes na forma de contratar mão de obra na administração pública, do contrario corremos o risco de ver o MTE completamente desmoralizado”, diz Fernando Bandeira, presidente do SinVigRio.

Na EMBRAPA do Jardim Botânico a empresa Servo perdeu o posto para a VS Brasil (antiga Locanty), no mês de agosto, e os vigilantes que pediram demissão não receberam as verbas rescisórias até o presente momento. 

O Ministério do Trabalho lavrou 4 (quatro) autos de infração assinada pela auditora –fiscal do trabalho, Luciana dos Santos.

1.      Deixar de efetuar, até o 5º dia útil do mês subseqüente ao vencido, o pagamento integral do salário mensal devido ao empregado. Art. 459,§ 1º da CLT.

2.      Deixar de consignar registro m,ecanico, manual ou sistema eletrônico, os horários de entrada, saída e períodos de repouso efetivamente praticados pelo empregado, nos estabelecimentos com mais de 10 empregados. Art. 74, § 2º da CLT.

3.      Deixar de conceder férias nos 12 meses seguintes ao período aquisitivo. Art. 134, caput, da CLT.

4.      Deixar de apresentar documentos sujeitos à inspeção do trabalho no dia e hora previamente fixados pelo AFT. Art. 630, § 4º da CLT.

18/10/2013 - CJF PROPÕE PAGAR RESCISÃO SÓ A PARTIR DE MARÇO DE 2014

A reunião do dia 15/10 em Juiz de Fora entre sindicatos de todo país, federações, CNTV e a CJF para resolver o pagamento dos direitos trabalhistas de centenas de vigilantes demitidos que estão sem receber as verbas rescisórias e salários de setembro, trouxe um resultado que não agrada a categoria. A Confederação Nacional dos Vigilantes recebeu a proposta da empresa e encaminhou para os sindicatos avaliarem e fazerem a sua contraproposta.

De acordo com o documento da CJF, o primeiro pagamento só viria em março do ano que vem para começar a saldar a dívida trabalhista que a empresa tem com os vigilantes. Só no Rio de Janeiro, a empresa dispensou 320 companheiros que não receberam os salários de setembro e as verbas da rescisão contratual. A empresa comunicou que os prejudicados deveriam procurar seus direitos na Justiça do Trabalho.

O SindVigRio comunica que está entrando na Justiça Trabalhista para reaver os direitos dos vigilantes, colocando todos os contratantes como solidários na ação, porque se a empresa não pagar o contratante assumirá a responsabilidade.

Veja abaixo o que a CJF está propondo aos trabalhadores:

  Exmo. Sr. – Confederação Nacional dos Vigilantes e demais entidades

                            Conforme unanimemente restou pactuado na Ata de Reunião  do dia 15/10/13, estamos repassando a V. S. a nossa proposta para pagamentos das rescisões contratuais dos vigilantes, nossos ex-funcionários, lotados nas agências do Itaú/Unibanco, localizadas na sua base sindical, para estudo, apreciação e final concordância ou apresentação de contraproposta.

                            Esclarecemos que, a nossa proposta foi criteriosamente elaborada para ser cumprida nos prazos estabelecidos, inclusive, sujeitamo-nos, à fixação de uma multa de 50% sobre o valor de cada acordo, em caso de atraso no cumprimento daquilo que for pactuado.

                            Para garantia de ambas as partes, confirmamos aquilo que foi aceito na reunião, para que os acordos sejam oficializados, chancelados e homologados pelo Judiciário Trabalhista.

Segue a nossa proposta:

                            01)-No ato da celebração do acordo, liberaremos o saldo salarial de 01 dia do mês de outubro/13; comprovaremos o pagamento integral do salário do mês de setembro/13; liberação dos depósitos do FGTS, efetuados durante a vigência de cada contrato, com garantia expressa da respectiva regularidade e entrega das Guias para habilitação ao Seguro-Desemprego, caso o vigilante não tenha sido reaproveitado pela empresa que sucedeu a CJF na prestação dos serviços.

                            02)-A multa de 40% incidente sobre o saldo dos depósitos do FGTS, devidamente corrigidos pelo Órgão gestor (CEF) até a data da rescisão contratual, será quitada em (04) quatro parcelas iguais, sendo a primeira em 02/11/2013 e as demais em 02/12/2013, 02/01/2014 e 02/02/2014.

                            03)-As verbas rescisórias, igualmente, serão pagas em 04 (quatro) parcelas  iguais, sendo a 1ª (primeira), trinta dias após a quitação da 4ª parcela da multa tratada no item anterior, ou seja, a 1ª (primeira) em 02/03/2014 e as demais em 02/04/2014, 02/05/2014 e 02/06/2014.

                            04)-Por fim, a multa do artigo 477, § 8º, da CLT, negociável o respectivo valor, será paga, no prazo de trinta dias contados do pagamento da 4ª parcela das verbas rescisórias, tratado no item antecedente, em 02/07/2014.

          

                            Aguardamos resposta.

                            CJF DE VIGILÂNCIA LTDA.

                            Juiz de Fora, 17 de outubro de 2013.                                                                  

 

16/10/2013 - HÁ TRÊS MESES SEM RECEBER VIGILANTES PROTESTAM NA DACALA

Há 3 meses sem receber salários, tíquete refeição e vale transporte, 70 vigilantes da empresa Dacala que fazem a segurança do Banco Santander, fizeram hoje uma manifestação na porta da empresa no Rio Comprido (Rua Santa Alexandrina, nº 230) para cobrar os salários atrasados. O protesto teve o apoio do Sindicato com a presença dos diretores Ocimar e André. A  Dacala ainda mantém os vigilantes trabalhando sem carteira assinada.

A empresa diz que não tem dinheiro e que está esperando o término do contrato com o banco, no dia 30/10, para efetuar o pagamento dos salários. Os trabalhadores denunciam que a empresa contrata também guarda municipal, PM, bombeiro e outros trabalhadores que não são habilitados para exercer a função, como copeiros, enfermeiros entre outros profissionais diversos para fazer irregularmente o trabalho do vigilante.

O vigilante Celso Paulo de Souza (Foto), associado do Sindicato há 15 anos, disse que a situação é muito complicada e que está com suas contas todas atrasadas por falta de pagamento. Ele e os demais vigilantes estão entrando na Justiça do Trabalho, através do jurídico do SindVigRio, para receber seus direitos. Ele recomenda ao vigilante que esteja na mesma situação que procure o Sindicato para entrar com reclamação trabalhista e danos morais contra a Dacala, que trouxe grandes transtornos aos trabalhadores que estão endividados.

A empresa força os trabalhadores a permanecerem no trabalho sob a alegação de que se não trabalharem não receberão as verbas rescisórias no fim do contrato com o Santander. As irregularidades apuradas pelo Sindicato foram encaminhadas ao Ministério Público do Trabalho e Superintendência Regional do Trabalho, pedindo fiscalização rigorosa contra a empresa Dacala.

 

15/10/2013 - TEXTO APROVADO: GRANDE PASSO PARA REGULAMENTAÇÃO DOS 30% DE PERICULOSIDADE

Na quarta e última reunião do Grupo Tripartite de Trabalho (GTT), formado por representantes do governo, trabalhadores e empresários, realizada nesta terça-feira (15/10) no Ministério do Trabalho, em Brasília, foi aprovado por consenso o texto final da Norma Regulamentadora (NR) nº 16, que trata do adicional de risco de vida / periculosidade de 30% dos vigilantes de todo o país para atender a aplicação da Lei nº 12.740/2012, assinada pela presidente Dilma ano passado.

 A bancada dos trabalhadores, integrada por representantes das centrais sindicais defendeu os direitos dos vigilantes, evitando diversas manobras da bancada dos empresários, liderada pela Fenavist e Febraban.

O texto aprovado define quem são os profissionais de segurança pessoal ou patrimonial e estabelece “as atividades e operações perigosas com exposição a roubos ou outras espécies de violência física nas atividades profissionais de segurança pessoal ou patrimonial”.

“Concluímos os trabalhos de elaboração do texto, que traz avanços importantes e garante o pagamento do adicional de 30% para todos os vigilantes que exercem segurança patrimonial ou pessoal”, afirma José Boaventura Santos, presidente da Confederação Nacional dos Vigilantes (CNTV).  “O adicional será pago para 100% dos vigilantes, armados ou desarmados, sem necessidade de perícia, sem parcelamentos e sem exclusões, como queria os empresários”, ressalta.

“A aprovação do texto representa um grande passo para a regulamentação da lei, a fim de consolidar essa conquista histórica dos vigilantes do Brasil”, dispara Fernando Bandeira, presidente da Federação e diretor de Organização Política da Nova Central Sindical de Trabalhadores (NCST).

Agora o texto será submetido à apreciação da Comissão Tripartite Paritária Permanente (CTPP), do Ministério do Trabalho que terá reunião ordinária nos próximos dias 27 e 28 de novembro. Se aprovado, na mesma data poderá ser assinado junto com a portaria do ministro do Trabalho e Emprego e depois publicado no Diário Oficial da União. Transformando-se, portanto, em um documento final e legal, de observância obrigatória por parte de todas as empresas de vigilância.

                                      Representou os trabalhadores no GTT

Além de Fernando Bandeira, presidente da Federação dos Vigilantes no Estado do Rio de Janeiro e representante da Nova Central Sindical (NCST); José Boaventura, presidente da CNTV e Ademir, representantes da CUT; também integraram a bancada dos trabalhadores pelas centrais sindicais: pela União Geral dos Trabalhadores (UGT), Adriano Linhares, presidente do Sindicato dos Vigilantes de Petrópolis;  Pedro Araújo, presidente da Federação dos Vigilantes do Estado de São Paulo e representante da Força Sindical.


                      Consenso entre sindicalistas e empresários tornou possível aprovação do texto final


                                                Leia o texto aprovado



14/10/2013 - SINDICATOS SE REÚNEM EM MG PARA TRATAR DOS DESMANDOS DA CJF

Sindicatos e Federações de vários estados se reúnem em Juiz de Fora (MG) para tratar dos desmandos da empresa CJF em todo o país nesta terça-feira, dia 15/10. A reunião será entre a diretoria da empresa e sindicalistas. Só no Rio de Janeiro, a empresa dispensou 320 companheiros que não receberam os salários de setembro e as verbas da rescisão contratual. A empresa comunicou que os prejudicados deveriam procurar seus direitos na Justiça Trabalhista. Eles prestavam serviços à Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil e Banco Itaú. No dia 10 último a empresa havia se comprometido em fazer a homologação dos trabalhadores no Sindicato do Rio, mas simplesmente não compareceu e nem deu satisfação. O Jurídico do Sindicato vem preparando as ações para que os vigilantes recebam suas verbas e salários atrasados na Justiça Trabalhista. A Confederação Nacional dos Vigilantes também foi acionada para interceder em favor dos vigilantes da CJF para que não sejam mais prejudicados. Representantes dos sindicatos na capital, Baixada Fluminense, Niterói e demais municípios do interior do estado confirmaram presença a fim de discutirem com outras bases e a direção da empresa, uma solução para as arbitrariedades cometidas pela CJF.


                     No Rio, a CJF faltou à homologação marcada para a última quinta-feira (10/10)

14/10/2013 - DINÂMICA ATRASA PAGAMENTO OUTRA VEZ. SINDVIGRIO PODERÁ APLICAR MULTAS CONTRA A EMPRESA

Mais uma vez a Dinâmica atrasa o pagamento dos salários dos vigilantes. O pagamento que deveria sair até o 5º dia útil de outubro, referente a setembro, não caiu na conta dos trabalhadores. Não receberam os vigilantes do Banco do Brasil e que prestam serviço à Administração Pública. Se até amanhã (terça) o pagamento não cair na conta dos trabalhadores, os vigilantes da Dinâmica, com apoio do Sindicato, prometem fazer uma nova paralisação na porta no Centro de Compensação Bancária do Banco do Brasil, no Andaraí.

A direção do Sindicato pretende usar contra a empresa a cláusula 56 da Convenção Coletiva de Trabalho que determina multas iniciais de 20% sobre cada piso salarial, após o terceiro dia útil a contar do quinto dia útil do mês, limite para efetuar o pagamento dos salários. Esta multa pode chegar a 50% sobre o piso e revertida para o vigilante no próximo pagamento mensal de salário. A multa somente será cumulativa em caso do atraso ocorrer em meses seguidos, não valendo a regra para atrasos em meses alternados.

           No mês passado, pelo mesmo motivo, vigilante protestou na porta da Dinâmica

O descumprimento da Convenção Coletiva acordada entre patrões e empregados em relação aos atrasos no pagamento, determina as seguintes multas sobre as empresas:

1º Mês - Multa de 20 % sobre o piso salarial  do vigilante

2º Mês - Multa de 25 % sobre o piso salarial  do vigilante

3º Mês  - Multa de 30 % sobre o piso salarial  do vigilante

4º Mês - Multa de 35%  sobre o piso salarial  do vigilante

5º Mês -  Multa de 40% sobre o piso salarial  do vigilante

6º Mês - Multa de 45% sobre o piso salarial  do vigilante

7º Mês – Multa de 50% sobre o piso salarial  do vigilante (limite máximo da multa)

 

10/10/2013 - CJF FALTA À HOMOLOGAÇÃO ABANDONANDO SEUS VIGILANTES

Após a manifestação de ontem na porta da CJF e um protesto em frente à sede regional da Caixa Econômica Federal, na Av. Almirante Barroso, centro do Rio, a empresa se comprometeu a homologar hoje (quinta-feira) no Sindicato (Rua André Cavalcanti nº 126) os 320 vigilantes que foram demitidos sem receber a rescisão contratual e o salário de setembro. No entanto, a empresa faltou ao compromisso marcado sem dar satisfação. Interpelada ao telefone por alguns vigilantes que preferiram ficar no Sindicato, a CJF informou que os trabalhadores procurassem os seus direitos na Justiça do Trabalho.

Os vigilantes reclamam que os salários e as férias são pagos sempre com atrasos, o vale transporte pela metade, além da empresa aceitar o vigilante trabalhar com a reciclagem vencida. Há trabalhadores que há meses precisam fazer a reciclagem e a CJF não libera para o curso, desrespeitando a Convenção Coletiva da categoria e a Lei Federal 7.102 que regula o setor de segurança privada. 

                            Wilton (de azul) e mais dois companheiros revoltados com a CJF

Revoltado Davi Ciriaco desabafou: “Isso é uma injustiça que fizeram com a gente. Mandaram todos embora sem receber nada. Não posso dar entrada no FGTS e nem no seguro desemprego porque a empresa não liberou a documentação. Isso é uma ofensa contra o trabalhador! Estou devendo aluguel e muitas contas para pagar”, reclama o vigilante, que através do Sindicato está entrando com uma ação para receber seus direitos.

Já o vigilante Wilton Silva disse que a empresa CJF o prejudicou muito, demitindo-o. “Como é que fica minhas contas se a empresa não honra seu compromisso de pagar nosso salário atrasado e as verbas rescisórias? Estou devendo aluguel, pensão e mensalidade da faculdade.

O Sindicato avisa aos vigilantes para procurarem o Departamento Jurídico do SindVigRio a fim de ingressarem com ações para garantir o recebimento das verbas rescisórias da irresponsável CJF. 

09/10/2013 - FACILITY: NESTA QUINTA-FEIRA,DIA10,NINGUÉM ASSUME O PLANTÃO

Os vigilantes da Facility que prestam serviços ao Hospital Souza Aguiar, Hospital Getúlio Vargas, Detran, entre outros postos, cruzam os braços nesta quinta-feira em represália ao constante atraso no pagamento dos salários. A empresa, segundo os trabalhadores, não está pagando os 100% nos feriados, conforme determina a legislação. Eles reclamam que estão sendo explorados e escravizados pela empresa que atua principalmente na segurança de órgãos da administração pública. Alguns vigilantes estão trabalhando com o uniforme rasgado e até de chinelo, demonstrando o total desprezo da empresa com seus funcionários.

Nesta quinta-feira, 10 de outubro, ninguém assume o plantão! Orienta o SindVigRio a fim de pressionar a Facility a pagar corretamente os salários e benefícios dos vigilantes.                                                                                    

08/10/2013 - CJF DEMITE MAIS DE 300 E NÃO PAGA

           Na Rua dos Andradas, vigilantes organizam o protesto na CJF

A CJF/RIO dispensou 320 vigilantes que prestavam serviço em postos da Caixa Econômica Federal (CEF), Banco do Brasil e Banco Itaú e comunicou-lhes que procurassem seus direitos na Justiça do Trabalho, não pagando as verbas da rescisão contratual.  Cerca de 50 vigilantes que a empresa jogou na rua estão revoltados e fizeram hoje uma manifestação na frente da empresa à rua dos Andradas nº 183, Centro. Depois, seguiram em caminhada até a sede regional da CEF, na esquina da Av. Rio Branco com Almirante Barroso, onde entregaram um documento denunciando as irregularidades, pedindo a Caixa Econômica a retenção das faturas da empresa para poder pagar os trabalhadores. O vice-presidente do Sindicato dos Vigilantes, Antônio Carlos Oliveira, os diretores  Jomar Firmino, Ocimar da Costa e Amilton Brás, estiveram todo tempo acompanhando e apoiando os vigilantes. 

O SindVigRio esteve presente dando todo apoio aos vigilantes dispensados

O diretor Neivaldo da CJF ligou para a matriz em Belo Horizonte e foi informado que os vigilantes poderão receber os atrasados até sexta- feira à noite. Entretanto, a vigilante Sirlene Silva foi informada por um diretor da matriz que não há dinheiro para garantir a rescisão contratual dos trabalhadores. Os salários de agosto e setembro foram pagos com atraso e o Sindicato vai pedir o bloqueio das faturas da empresa junto aos bancos, para assegurar o recebimento dos dias trabalhados em outubro e das verbas rescisórias.

           Momento tenso: a empresa comunica que não tem dinheiro

Desolado, o vigilante Rodrigo Ferreira, disse que tem um filho de 1 ano e 9 meses que sofre da doença  traçocalciforme, problema que prejudica a circulação sanguínea. “De 6 em 6 meses meu filho tem que fazer exames. Agora, desempregado não sei o que fazer. Muito triste viver isso tudo”, desabafou.

    Na caminhada pelo Centro, vigilantes demonstram sua indiguinação

Concentração na Candelária já é uma tradição para os vigilantes

07/10/2013 - MOTOCICLISTAS DA SL,ATRAVÉS DO SINDVIGRIO, ENTRAM NA JUSTIÇA PARA RECEBER VERBAS

Vigilantes motociclistas que faziam a escolta da carga de cigarros Phillips Morris Brasil, fizeram sexta-feira uma reunião no Sindicato (Rua André Cavalcanti nº 126) com a empresa paulista SL Segurança para se desligarem da empresa, que irregularmente colocava-os para fazer escolta de cargas com um vigilante pilotando motocicleta, serviço não amparado pelas Portarias 32 e 33 do Departamento de Polícia Federal que regulamenta essa atividade profissional. Na presença de diretores do Sindicato a empresa – que sequer tem filial no Rio – deu baixa nas carteiras de trabalho e entregou o Termo de Rescisão Contratual. Nesta reunião os diretores verificaram que os valores pagos estavam incorretos e que os trabalhadores, através do Sindicato, vão acionar a Justiça do Trabalho para receber as devidas verbas rescisórias. Na última quinta-feira os vigilantes devolveram as motos alugadas pela empresa, já que a SL não queria pagar os 20% de uso de moto própria. Um caminhão enviado pela empresa buscou ontem os veículos estacionados em frente ao Sindicato.



                O Sindicato ofereceu todo apoio, inclusive jurídico, aos vigilantes motociclistas

“Esses anos todos que estamos no Sindicato nunca vimos uma empresa prestar serviço de escolta utilizando 1 vigilante de motocicleta, contrariando todas as normas existentes em vigor”, disse Fernando Bandeira, presidente do SinVigRio.

O Sindicato já denunciou a empresa na Delegacia de Segurança Privada da Polícia Federal por fazer um tipo de escolta totalmente irregular, colocando, inclusive a vida dos vigilantes motociclistas em perigo. Diversos trabalhadores presentes à reunião foram vítimas de assaltos e agressões durante esse trabalho de escolta, demonstrando o grande risco que corriam. Em razão da forma errada de recrutamento a reclamação trabalhista incluirá indenização por danos morais.

    As motos usadas pelos vigilantes ficaram guardadas num prédio em frente ao Sindicato

A empresa tinha se comprometido em pagar piso de R$ 1.383,52 (incluídos os 20% de uso da moto própria), 30% de periculosidade, gasolina, escala 5x2, e meio-período. No entanto, deixou de cumprir todas as promessas feitas.

 

 

 

 

03/10/2013 - SANTA CASA CONTRATA PMs PARA REPRIMIR GREVISTAS

Funcionários da Santa Casa em greve por falta de salários denunciam que estão sendo ameaçados por policiais contratados para fazer a segurança da instituição. A informação é da Federação dos Vigilantes do Estado do Rio de Janeiro que diz que esses policiais fazem irregularmente a segurança privada do hospital que deveria ser realizada por vigilantes próprios ou de empresas de vigilância, devidamente registrados na Polícia Federal, conforme prevê a Lei Federal 7.102, que regulamenta a segurança particular em todo país.

Para fazer a segurança de uma instituição privada os policiais precisam fazer um curso específico de formação e tirar o registro na Polícia Federal, a quem compete fiscalizar o setor, diz Antônio Carlos de Oliveira, vice-presidente do Sindicato dos Vigilantes do Rio. “Essa forma de improvisar na segurança do estabelecimento hospitalar, além de ilegal, traz consequências para os grevistas que não têm como identificar seus agressores que não usam nenhum tipo de identificação”, diz o sindicalista.

Chegaram ao Sindicato queixas de funcionários que são ameaçados por policiais à paisana que não querem que os trabalhadores façam protestos na porta da Santa Casa. Teve até caso ocorrido no Hospital de Cascadura em que um policial apontou uma pistola para um manifestante que está sem receber pagamento desde junho, afirma o delegado sindical Leandro Ciqueira, do SinVigRio, que acompanha a greve dos funcionários da Santa Casa.

 

 

 



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