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16/07/2014 - SINDICATO DENUNCIA CONTRATAÇÃO IRREGULAR DE VIGILANTES

Segundo o SINDVIGRIO grandes centros comerciais, para reduzir custos, substituem vigilantes por porteiros. Estes, segundo Antônio Carlos, vice-presidente do SINDVIGRIO vestem ternos, roupas, usam aparelhos de comunicação de vigilantes, mas não são vigilantes. Recebem um pouco mais que um salário mínimo, porém abaixo do piso da categoria.

 

Essas e outras denúncias já foram encaminhadas ao Ministério do Trabalho pela Federação dos Vigilantes do RJ através de seu presidente, Fernando Bandeira, porém a falta de fiscalização estaria facilitando a troca de funções.

               Vigilantes denunciam contratação irregular no Rio - R7

 VEJA O VÍDEO DA REPORTAGEM CLICANDO NO LINK ABAIXO

http://videos.r7.com/vigilantes-denunciam-contratacao-irregular-no-rio/idmedia/53c6af4f0cf25331344a6f3e.html

11/07/2014 - VIGILANTES DO INCA FICAM SEM AUMENTO. SINDICATO BRIGA

Cerca de 200 vigilantes que trabalham pela empresa Centauro no posto do INCA ficaram sem receber o aumento homologado pela Convenção Coletiva de Trabalho, o tíquete refeição e a periculosidade, de acordo com denúncia feita ao SindVigRio. A empresa somente deu o aumento no salário.

O Sindicato está fazendo contato com a Centauro para que regularize o mais rápido possível essa falha com o acordado e homologado entre o sindicato, as empresas e o Ministério do Trabalho.

“Mesmo sabendo que o cliente paga suas faturas em dia, a empresa Centauro insiste em descumprir o nosso direito. Ficamos sem reajuste na alimentação e no adicional de periculosidade. Somos 200 profissionais que sustentam famílias e têm que pagar suas contas”,   desabafou o vigilante que fez a denúncia e não quis se identificar.


10/07/2014 - SINDVALORES-RJ NA LUTA COM VIGILANTES PATRIMONIAIS

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07/07/2014 - TABELA SALARIAL DA CATEGORIA

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07/07/2014 - MORRE PM QUE FAZIA PROTEÇÃO DE VALORES


O SindValores do Interior acompanhou o caso acima e tomou as devidas providências, alertando a Trans Expert de que valores acima de 21 mil  Ufirs (R$ 25 mil) só podem ser transportados em Carro Forte e não em carro leve.

27/06/2014 - DOCUMENTAÇÃO DE VIGILANTE É ENCONTRADA NA CENTRAL DO BRASIL

Foi encontrada hoje a documentação de DAVI ALVES DO REGO na central do Brasil entregue hoje no Sindicato por um Agente de Transito.

 

Caso alguém conheça o colega favor avisar que sua documentação encontra-se no Sindicato na Rua André Cavalcante 126, Bairro de Fátima.

 

26/06/2014 - 1ª LISTA DE VIGILANTES DA CJF – HOMOLOGAÇÃO

Os vigilantes listados abaixo deverão fazer sua homologação no SINDVIGRIO de segunda a sexta feira (exceção do dia 04 de julho feriado), na Rua André Cavalcanti 126, Bairro de Fátima.

 

SEGUNDA A SEXTA-FEIRA (EXCEÇÃO NO DIA 04 DE JULHO FERIADO)

HORÁRIO: 9:00 ÀS 16:30

 

SÁBADO DIAS 05 E 12 DE JULHO

HORÁRIO: 9:00 ÀS 12:00

 

O vigilante deverá ir à Empresa dar baixa na carteira, realizar o exame médico demissional e quem precisar trazer a guia do seguro desemprego entregue pela empresa.

AÇUELIO MACHADO JUNIOR

ADILSON CARLOS DA SILVA

ADILSON SANTOS FILHO

ADRIANA CRISTINA DE ANDRADE

ADRIANA DE JESUAS DE CASTRO

ADRIANA LUIZA DE PAULA

ADRIANE XAVIER DE SOUZA

ADRIANO DANTAS DA SILVA

ADRIANO DE FREITAS CASTRO

ADRIANO DE SAMPAIO

ADRIANO DE SOUZA ROSA

ADRIANO FERREIRA DE SOUSA

ADRIANO GOMES DE OLIVEIRA

AGNALDO SOARES DE ABREU

AGUINALDO DE OLIVEIRA DA CUNHA

AILTON DE FREITAS

AILTON RIBEIRO PINTO

AIRES OLIVEIRA DA SILVA

ALAN CARLOS SILVEIRA DOS SANTOS

ALBERTO ALVES DE ANDRADE

ALBERTO JOSÉ OLIVEIRA

ALBERTO PEREIRA DE ANDRADE

ALCEMIR ESTULANO DA SILVA

ALCENIR DA COSTA MELLO

ALCIDES FRAZÃO NUNES JUNIOR

ALCYR CAMPOS GASPAR

ALDECI DA COSTA PEDROSA

ALDEMIR VAZ COUTO

ALDENIR BERNADO BRAGA DA SILVA

ALESSANDRO BOURA CAVALCANTE

ALESSANDRO MENDES MACEDO

ALEX ALVES RIBEIRO

ALEX DOS SANTOS ALVES

ALEX NASCIMENTO VELLOSO

ALEX SANDRO DA CONCEIÇÃO

ALEXANDER BARCELLOS DO AMORIM

ALEXANDRE BARBOSA PEGAS

ALEXANDRE CAETANO DA SILVA

ALEXANDRE DOS SANTOS MOTA

ALEXANDRE GONÇALVES DA SILVA

ALEXANDRE MARQUES DE SOUZA

ALEXANDRE MATTOS MAGALHAES

ALEXANDRE MERITELLO PINHEIRO

ALEXANDRE MOTA LEAL

ALEXANDRE PEDRO SILVA DE JESUS

ALEXANDRE RENAN BRAGA CABRAL

ALEXANDRE SANTOS CARNEIRO

ALEXANDRE VELLOZO DA CONCEIÇAO

ALINE LIMA SANTANA

ALMIR PINTO

ALUIZIO DOS SANTOS MENEZES

ANA CRISTINA DE OLIVEIRA

ANA LUCIA DA SILVA PASSOS

ANDERSON ARAUJO DA SILVA

ANDERSON BORGES BRANDÃO

ANDERSON CRISTINO DOS SANTOS

ANDERSON CURVELO DE SOUZA

ANDERSON DOMINGUES DA COSTA

ANDERSON FRITZ MUNIZ RODRIGUES

ANDERSON LUIZ DA SILVA CARVALHO

ANDERSON PEREIRA NASCIMENTO

ANDRE GUSTAVO CARLOS

ANDRE JOSE DA COSTA

ANDRE JOSE DE OLIVEIRA

ANDRE LUIS DA SILVA GOMES

ANDRE LUIS DE SOUZA DIAS

ANDRE LUIZ CHAVES DE SIQUEIRA

ANDRE LUIZ DOS SANTOS FERREIRA

ANDRE LUIZ SAMPAIO BARBOZA

ANDRÉ PERREIRA CARDOSO

ANDRE RAMOS DE OLIVEIRA

ANGELA MARIA JESUS COSTA

ANIZIO ALVES DE SOUZA FILHO

ANTERO FRANCISCO DA GAMA JUNIOR

ANTONIO CARLOS ARAUJO CESARIO

ANTONIO HENRIQUE MALDONADO

ANTONIO JOSE DE CARVALHO

ANTONIO LEOPOLDINO FILHO

ANTONIO MARCELO RIBEIRO

ANTONIO MARCOS RODRIGUES DA COSTA

ANTONIO MARIO MACHADO CUNHA

ARIELTON ANTONIO DE MELLO

ARNALDO MOREIRA DA SILVA FILHO

ARTHUR RIBAS DE PAULA ALVES

ARY COSTA GOMES

ASHBEL ALMERICO REGINALDO

BELARMINIO FERNANDO DE SOUZA

BENEDITO ROQUE PEREIRA JUNIOR

BRUNO ANDRADE DA VITORIA

CANDIDO FELIPE DE OLIVEIRA DUTRA

CARLA GUEDES DA SILVA

CARLOS ALBERTO DE OLIVEIRA MARTORELLI

CARLOS ALBERTO DE SANT ANNA FILHO

CARLOS ALBERTO DE VASCOCELOS

CARLOS ALBERTO LUCIO DA SILVA

CARLOS ALBERTO NOGUEIRA FERREIRA

CARLOS ALBERTO PEREIRA FEITOSA

CARLOS ALBERTO VIANA DA SILVA

CARLOS ANDRE SANTOS MINEIRO

CARLOS AUGUSTO MATIAS DA SILVA

CARLOS EDUARDO DO CARMO

CARLOS GIOVANI GARZON MONTEIRO

CARLOS HENRIQUE ALMEIDA CABRAL

CARLOS HENRIQUE CARNEIRO SOARES

CARLOS HENRIQUE DE OLIVEIRA

CARLOS HENRIQUE FRANCISCO DE OLIVEIRA

CARLOS HENRIQUE LIMA DOS SANTOS

CARLOS HUMBERTO GOMES DA SILVA

CARLOS JOSE FIGUEIREDO DA SILVA

CARLOS ROBERTO DOS SANTOS

CARLOS ROBERTO M DOS S FERREIRA

CARLOS ROBERTO RODRIGUES DA SILVA

CARLOS ROBERTO SILVA

CELIO NAZARIO ALVES

CELSO DA CONCEIÇAO

CELSO SARTORI DOS SANTOS

CESAR AUGUSTO VITORINO

CESAR PEREIRA

CHARLES DE JESUS SANTOS

CLAUDIO AMARO GONCALVES

CLAUDIO BATISTA DE OLIVEIRA

CLAUDIO DA SILVA ALMEIDA

CLAUDIO DO NASCIMENTO DA SILVA

CLAUDIO JORGE DOS SANTOS HOMENS

CLAUDIO LUIZ DA SILVA OLIVEIRA

CLAUDIO MARCIO CABRAL DOS SANTOS

CLAUDIO MARCIO REIS MOREIRA

CLAUDIO MARCIO RODRIGUES DOS SANTOS

CLAUDIO MARQUES DE SOUZA

CLAUDIO RODRIGUES NETO

CLAUDIO WILLIAM DOS SANTOS

CLAYTON RODRIGUES EUSTAQUIO

CLEBER ENEDINO DE OLIVEIRA

CLEBER LUIZ LOPES FIGUEIREDO

CLEDSON LIBERATO DA SILVA

CLEIDE DE MELO DE OLIVEIRA

CLEITON DE OLIVEIRA NASCIMENTO

CLEOMAR EDUINO OLIVEIRA

CLODOALDO MARTINS BARBOSA

CRISTIANO DA SILVA CASCABRINO

CRISTIANO LIMA RODRIGUES

DANIEL LAURENTINO DA SILVA

DANIEL MATTOS DA SILVA

DANIEL RUIVO CORVELLO

DAVI MARTINS SILVA

DAVI SOARES DA SILVA ANTUNES

DAVID TEIXEIRA GOMES

DELSON DAMIAO SILVA

DEMIVAL GOMES DOS SANTOS JUNIOR

DENILSON COSTA

DENILSON DE PAULA FERREIRA

DENIS LEANDRO CAMILLO BEZERRA

DIEGO DA SILVA COSTA

DIMAS NEVES DE ALBUQUERQUE JUNIOR

DIONNE PETTERSON PAES DOS SANTOS

EDIMARCIO ZARDO DIAS

EDINALDO RAUJO DA SILVA

EDMILSON IMPERIANO DA ROCHA

EDNALDO MANOEL DE BRITO JUNIRO

EDNEY REIS TEIXEIRA

EDSON CRISTIANO DE OLIVEIRA

EDSON DA SILVA SANTOS

EDSON FIRMIANO DA SILVA

EDSON MARQUES RODRIGUES

EDSON WILSON PESSOA RODRIGUES

EDUARDO DOS SANTOS RODRIGUES

EDUARDO DOS SANTOS SOUZA

EDUARDO OLIVEIRA DE LIMA SOETH

EDVAN LOPES DE LIMA

ELCIO RANGEL MUNIZ

ELIANE MARIA DE FARIA SOUZA

ELIESER DOS SANTOS

ELIEZER DE SOUZA MELO

ELLINTON DE SOUZA CRUZ

EMANOEL SOARES DO NASCIMENTO

EMILIANO DE OLIVEIRA FARIA

ESEQUIEL FERNANDES DA COSTA

ESTER DE SOUZA WERNECK

EVANDRO DE OLIVEIRA BOTELHO

EVANDRO DE SOUZA SILVA

EVERALDO DA SILVA

FABIANO FABRICIO GONCALVES

FABIANO OLIVEIRA MANOEL

FABIO DE SOUZA DOS SANTOS

FABIO GOMES MEDEIROS

FABIO LUIS DA SILVA

FABIO LUIZ BEZERRA DA SILVA

FABIO LUIZ DA SILVA OLIVEIRA

FABIO PARANHOS MONTENEGRO

FABIO SALES OLIVEIRA

FABRICIO DOS SANTOS BARRETO

FABRICIO LUIZ DE SOUZA LOUCAO

FABRICIO VAZ DOS SANTOS

FERNANDA CRISTINA SOARES DA SILVA

FERNANDA MANRTINS DE LIMA LESSA

FERNANDA MAZAC DE SOUZA RODRIGUES

FERNANDO DE OLIVEIRA SILVA

FERNANDO JOSE PEREIRA

FERNANDO RAMOS FERNANDES JUNIOR

FLAVIANO DE ARAUJO MARINHO

FLAVIO DUARTE SANTOS

FLAVIO JERONIMO DA SILVA

FLAVIO LUIS ARAUJO

FLAVIO OLIVEIRA DOS SANTOS

FLAVIO SANTOS DA COSTA

FRANCISCO ANTONIO DA SILVA MENDONÇA

FRANCISCO CELIO DA SILVA

FRANCISCO DE ASSIS ASCENÇAO

FRANCISCO PEREIRA BARROS JUNIOR

FRANCISCO PEREIRA DOS SANTOS

GABRIEL FERREIRA VICENTE

GELSON BENEDITO PIRES

GENARIO CARDOSO DE ALMEIDA

GENILSON ROSENDA REGIS

GEOVA FELIX DA SILVA

GEOVANE GALDINO RIBEIRO BISPO

GERSON MARTINS CORREA

GILBERTO CARVALHO FREITAS

GILBERTO CLAUDIO DA SILVA

GILBERTO MELO DE JESUS

GILMAR DE SOUZA CRUZ

GILSON ALVES PERES

GILSON CONCEIÇAO FERREIRA

GILSON DE ASSIS PAULO

GILSON FONSECA ARAUJO

GILSON SACRAMENTO DA SILVA

GILSON SACRAMENTO DA SILVA

GIOVANI THOMAZ

GIVALDO DOS SANTOS

GLAUBER JOSE SILVA WANDERLEY

GLEDSON DE LIMA FERREIRA

GREGORIO FREITAS

GUILHERME CARVALHO ALMEIDA

HAMILTON ARAUJO DA COSTA

HAROLDO CAMPOS SUMAR

HELENO AGRIPINO DE SOUZA

HELIO DUARTE DOS SANTOS

HELTAIR DE SOUZA JUNIOR

HERCULES FAGUNDES DA SILVA

HILDEGARD MONTEIRO SILVA

HIRAN DA SILVA PEREIRA

HUMBERTO OLIVEIRA DA SILVA

IANDRO BARBATO BEZERRA DA COSTA

IDEQUEL CORREA DOS SANTOS

IGOR LEONARDO DOS SANTOS FERREIRA

ISAIAS MARQUES DA SILVA

ISRAEL MARCOS DA SILVA

IVAN RIBEIRO DA SILVA

IVANILDO PINTO VITORIO

IZAIAS GARCIA MEDEIROS

JACKSON LARANJEIRAS CARVALHO

JAILSON ANTONIO DE OLIVEIRA

JAILSON DA SILVA FELIX

JAIRTON NUNES DOS SANTOS

JANDER OLIVEIRA DE PAIVA

JANDIR GOMES DA SILVA

JEFERSON ARAUJO DA SILVA

JEFFERSON DOMINGOS

JEFFERSON JOSE GOMES

JEFFERSON MARTIINS DA ROCHA

JERONIMO DE SOUZA

JESIEL TEIXEIRA

JESUE FERNANDES DA SILVA FILHO

JOAO ANDRADE ROCHA

JOAO CARLOS NOGUEIRA

JOAO CVICENTE DE ALBUQUERQUE

JOÃO DE ALBUQUERQUE DIAS NETO

JOAO FABIO CASTRO

JOAO LUIZ DE SOUZA ADRIANO

JOÃO MARIA FELICIANO

JOAO MENDES TAVARES

JOÃO PAULO VIEIRA DAS NEVES

JOCEMAR TITO DA SILVA

JOELSON DIAS DA SILVA

JOELSON RODRIGUES DOS SANTOS

JONAS DA SILVA TEIXEIRA

JONATHAN PLACIDO MARIANO

JORGE ALCIDES OLIVEIRA DE SÁ

JORGE ALCIR FERREIRA BINO

JORGE ANTONIO DOS SANTOS

JORGE BONIFACIO LAPA

JORGE CARLOS JUSTINO DA SILVA

JORGE CONCEICAO SIMOES

JORGE DE OLIVEIRA CONCEIÇAO

JORGE EDUARDO FERNANDES DA SILVA

JORGE FELIPE DO ESPIRITO S SABINO

JORGE FERREIRA VAZ

JORGE HENRIQUE MACHADO DA SILVA

JORGE LOURENCO SILVA

JORGE LUIS DE ALMEIDA FRANÇA

JORGE LUIS MACHADO

JORGE LUIZ ALVES FELICIANO

JORGE LUIZ DE CASTILHO COSTA

JORGE MAURILIO DA SILVA

JORGE RICARDO GONCALVES

JORGE RODRIGUES

JOSE ADAO DA COSTA

JOSE ANTONIO DA SILVA

JOSE CARLOS NUNES DA SILVA

JOSE CARLOS RIBEIRO JUNIOR

JOSE CHAGAS MANHAES

JOSE DA SILVA JOAQUIM

JOSE IRSLAND LEMOS DE SOUZA

JOSE JORGE ALVES

JOSE LEONARDO THOMAZI CHAVES

JOSE LUIS CONCEIÇAO DIAS

JOSE LUIS DE ARAUJO ATAID

JOSE LUIZ DOS SANTOS GARRITANO

JOSE LUIZ SILVA DE CARVALHO

JOSE MARCONES DE SOUZA

JOSE MARCOS SILVA ARAUJO

JOSE MARIA DA ROCHA LINS

JOSE MARIANO NUNES

JOSE ODORES DE OLIVEIRA

JOSÉ RIBAMAR ZACHEU FILHO

JOSE ROBERTO DA SILVA GUIMARAES

JOSE ROGERIO HENRIQUE DE BRITO

JOSE RONALDO PAULO DE ANDRADE

JOSERLAN BATISTA DE MEDEIROS

JOVANI CAVALCANTE MONTEIRO

JULIA MEDEIROS MIRANDA

JULIANA LEITE DA SILVA

JULIO CESAR GUIMARAES MOREIRA

JULIO CESAR PORTO GIRARD

JULIO CESAR SERCUNDO DOS SANTOS

JURANDIR DE SOUZA MARINHO

KELLY CRISTINA TEIXEIRA DA CRUZ

LAERCIO DE BRITO

LEANDRO COELHO DA SILVA

LEANDRO FERREIRA DE SOUSA

LEANDRO LUIZ DOS SANTOS

LEANDRO MARINS DE SOUZA

LEIDILANE JUSTINIANO BERNARDO

LEONARDO COELHO DA SILVA

LEONARDO COSTA DO NASCIMENTO

LEONARDO DA SILVA MUNIZ

LEONARDO DE ATAUDE FLORIM

LEONARDO DOS SANTOS MENDES

LEONARDO TEIXEIRA DA CRUZ

LEVI DA SILVA PINTO

LIVIO PINHEIRO RIBEIRO

LOURIVAL NUNES DA SILVA

LUCIA HELENA GOMES GUIMARAES

LUCIANA GONÇALVES PEREIRA

LUCIANO GUIMARAES DO NASCIMENTO BAR

LUCIANO LEMOS BARBOZA

LUCILEIDE DA SILVA JOSE

LUIS ALBERTO DIAS

LUIS ANTONIO DA SILVA

LUIS CARLOS MRTINS DA SILVA

LUIS CLAUDIO DA SILVA BARBOSA

LUIS CLAUDIO MARCELO DE SÁ

LUIS FLAVIO MIRANDA DA SILVA

LUIS MARCELO FERREIRA DA SILVA

LUIZ ANTONIO GONCALVES

LUIZ ANTONIO LUCAS DE SOUTO

LUIZ CARLOS DA SILVA VELASCO

LUIZ CARLOS GOMES BARTHLO

LUIZ CARLOS SANTOS LEOPOLDO

LUIZ CLAUDIO CHRISTO

LUIZ CLAUDIO DE OLIVEIRA FERNANDES

LUIZ CLAUDIO GONCALVES RODRIGUES

LUIZ CLAUDIO MACHADO

LUIZ CLAUDIO MARTINS

LUIZ DE SOUZA LIMA FILHO

LUIZ EDUARDO SIQUEIRA PIRES

LUIZ FABIO COELHO DOS SANTOS

LUIZ FERNANDO FAGUNDES CORREA

LUIZ FERNANDO SOUZA MARTINS

LUIZ GUSTAVO DANIEL GUSMAO

LUIZ GUSTAVO PAULA DE MIRANDA

LUIZ MARCELO NUNES

LUIZ MAURICIO DIAS DO NASCIMENTO

LUIZ PAULO MATTA GUIMARAES

LUIZ PAULO MATTA GUIMARAES

LUIZ VIEIRA DOS SANTOS

MAC LAINE SANT ANNA DA COSTA

MANOEL ERIVELTO DA CONCEICAO

MANOEL JERONIMO MELLO DE OLIVEIRA

MARCELO ANDRADE FONTES

MARCELO ANTONIO DA SILVA

MARCELO CAMPOS DA SILVA

MARCELO COSTA MARTINS

MARCELO DE FARIA CARVALHO

MARCELO DE SOUZA CASTILHO

MARCELO DOS PASSOS BARRETO

MARCELO FERREIRA DE ARAUJO

MARCELO JOSE RODRIGUES PESTANA

MARCELO JULIAO DA COSTA

MARCELO LUIZ DE OLIVEIRA

MARCELO MARCOS COUTINHO

MARCELO NASCIMENTO SANTANA DA SILVA

MARCELO RODRIGUES DE SOUZA

MARCELO SANTOS DA SILVA

MARCELO SILVA MAGALHAES

MARCIO ARAUJO RAMOS

MARCIO CESAR FORTES

MARCIO DE OLIVEIRA

MARCIO DOS SANTOS

MARCIO GLEIDSON DA SILVA

MARCIO RODRIGUES DE SOUZA

MARCIO ROSA DA SILVA

MARCO ANTONIO DA SILVA

MARCO AURELIO JESUS DOS SANTOS

MARCO AURELIO SAMPAIO

MARCOS ALVES DA CONCEICAO

MARCOS ANTONIO FRANÇA MATTOS

MARCOS AURELIO DE MELO

MARCOS HENRIQUE RIBEIRO DOMINGOS

MARCOS JOSE RAMOS DE SOUZA

MARCOS MARCELO DE SOUSA

MARCOS MEIRELES PRADO

MARCOS ROGERIO CESAR DA SILVA

MARCOS ROGERIO VIANA

MARCOS VALDIR DE MOURA PIRES

MARCOS VALDIR DE MOURA PIRES

MARCOS VINICIUS DE SOUZA DIAS DA SILVA

MARCUS DE SOUZA DIRMINO

MARGARETE NUNES BRITTO ALCANTARA

MARIA APARECIDA DA CONCEIÇÃO MELO

MARIA DA GLORIA GABRIEL

MARIA DE FATIMA DE OLIVEIRA DA CUNHA

MARIO BARBOSA FILHO

MARTINHO GOMES DA SILVA FILHO

MAURICIO CLARK PEREIRA ROSA

MAURICIO DIONISIO DE SOUZA

MAURICIO PEREIRA FERREIRA

MAURICIO TURAZZI BARRETO

MAURO WAGNER DE MOURA TEIXEIRA

MAXWEL RODRIGUES LIMA

METUZAEL BARRETO FERREIRA

MICHEL JACQUES ULHOES FUIMARES

MIGUEL COSTA LOPES

MILTON BARBOSA DA SILVA

MILTON XAVIER GONÇALVES

MOISEIS VICENTE ANDRADE

MOISES DA PAIXAO OLIVEIRA

MOISES DA SILVA SALUSTRINO

MONICA ROCHA MACHADO

MULLER DE SALLES

NARCISO PEIXOTO AZEREDO

NEILTON PEREIRA DE SOUZA

NELCIMAR RODRIGUES SANTOS

NELSON SOARES SANT ANNA

NEY VIEIRA DE ALMEIDA

NICACIO VIEIRA DE ALMEIDA FILHO

NILSON BRAGA MATEUS

NILSON DO NASCIMENTO PINTO

NILSON INACIO DA SILVA

NILSON SANTOS PEREIRA

NILTON CESAR NEVES DE OLIVEIRA

NIVALDO DA CUNHA MENEZES

NIVALDO JOSE FRANCISCO

OCIMAR GONÇALVES DA CONCEIÇAO

ODILON PEREIRA SOARES

ODILON ZINE DA SILVA

OLITON EUCLIDES DA SILVA GALVAO

ORLANDO DE AMORIM FILHO

PATRICIA APARECIDA TOMAZ DE OLIVEIRA

PAULO ALEXANDRE FERREIRA LOPES

PAULO CESAR DO NASCIMENTO MARTINS JUNIOR

PAULO CESAR GOMES

PAULO CESAR VIEIRA FERREIRA

PAULO DE TARSO PEIXOTO DA SILVA

PAULO HENRIQUE FERREIRA DE OLIVEIRA

PAULO MARCO MACIEL GONÇALVES

PAULO MARCOS NASCIMENTO DE OLIVEIRA

PAULO ROBERTO DE CASTRO

PAULO ROBERTO DE SOUZA LIRA

PAULO ROBERTO MARQUES DOS SANTOS

PAULO ROBERTO MATOS MARINHO

PAULO SERGIO DE SOUZA

PAULO SERGIO FURTADO

PAULO VICTOR MONTES DE CARVALHO

PEDRO AUGUSTO DE ANDRADE MELO

PEDRO AUGUSTO DE ANDRADE MELO

PEDRO PAULO DE ALMEIDA CORDEIRO

RAFAEL ALVES DA SILVEIRA

RAFAEL DE OLIVEIRS DA SILVA

RAFAEL LUIZ BASTO DE LIMA

RAFAEL VIEIRA ALVES

RAMIRO JOSE DOS SANTOS

RAMON DA SILVA ARAUJO

RAPHAEL CATARINO FERREIRA

RAPHAEL SILVA DE JESUS TEIXEIRA

REINALDO JOSE DE SANTA

REINALDO RIBEIRO GRAVATA

REJANE GESTEIRA DA SILVA

RENATA PEREIRA DE SOUZA

RENATO BARBOSA DA SILVA

RENATO DE CARVALHO RODRIGUES

RENATO DE OLIVEIRA EWALD

RENATO FELIPE FERREIRA

RENATO PIMENTA GUIMARAES

RENATO RAFAEL DE BRITO MAGALHAES

RICARDO AUGUSTO MENEZES DOS SANTOS

RICARDO CASTRO SOARES

RICARDO CESAR DA SILVA

RICARDO DAMIAO PASSOS

RICRADO DA SILVA LARANJEIRAS

ROBERTA DA SILVA RAMOS DOS SANTOS

ROBERTA PEREIRA DA COSTA

ROBERTO CARLOS SAMPAIO

ROBERTO DE JESUS HART JUNIOR

ROBERTO WAGNER MOURA DE OLIVEIRA

ROBINSON DE SOUZA BIZZI

ROBSON ALMEIDA DA SILVA

ROBSON DE MACEDO ANUNCIAÇAO

ROBSON RIBEIRO DE SOUZA

RODRIGO RAMOS DE SOUSA E SILVA

26/06/2014 - 2ª LISTA DE VIGILANTES DA CJF - HOMOLOGAÇÃO

Os vigilantes listados abaixo deverão fazer sua homologação no SINDVIGRIO de segunda a sexta feira (exceção do dia 04 de julho feriado), na Rua André Cavalcanti 126, Bairro de Fátima.

 

SEGUNDA A SEXTA-FEIRA (EXCEÇÃO NO DIA 04 DE JULHO FERIADO)

HORÁRIO: 9:00 ÀS 16:30

 

SÁBADO DIAS 05 E 12 DE JULHO

HORÁRIO: 9:00 ÀS 12:00

 

O vigilante deverá ir à Empresa dar baixa na carteira, realizar o exame médico demissional e quem precisar trazer a guia do seguro desemprego entregue pela empresa.

ROGERIO DOS SANTOS GUIMARAES

ROGERIO GONÇALVES LARANJA

RONALDO ADRIANO TEIXEIRA VALENTINO

RONALDO DOS SANTOS CARLOS

RONALDO PEREIRA DOS SANTOS

RONALDO SANGI LIMA

RONEI CHARLES DA SILVA NAZARETH

ROSEMARY NAZARETH ALMEIDA GONÇALVES

RUI MIELE BATISTA DOS SANTOS

SANDRA REGINA SANTOS OLEGARIO

SANDRO LUIZ ALVES CARNEIRO

SELMA RIBEIRO DOS SANTOS

SELMIR GONÇALVES MARINS

SERGIO COUTINHO DUTRA

SERGIO DA SILVA

SERGIO DE CARVALHO NOGUEIRA

SERGIO DE SOUZA

SERGIO DOS SANTOS

SERGIO FERNANDES DA ROCHA

SERGIO JUSTINO DE CASTRO

SERGIO LANDES DANTAS

SERGIO MARCIO MARTINS DA SILVA

SERGIO SILVA DOS SANTOS

SIDNEI SOARES DA SILVA

SIDNEY FELIX DA SILVA

SILVINO FERREIRA DE CARVALHO

TADEU MERCES PAES

TAMAR DO CARMO CANDIDO

TATHIANE PARRINI CAMPOS

TELMO BARBOSA DOS SANTOS

THIAGO ALVES BOAVENTURA FALCAO

THIAGO DE SOUZA GOMES

THIAGO GUERRA FERNANDES

THIAGO PONTES HERMOGENS DA SILVA

TIAGO JOSUE CAMPOS DA SILVA

UBIRACI SILVA COSTA

UBIRAJARA DA SILVA MACHADO LOUREIRO

ULISSES ALVES DA SILVA

VAGNER RODRIGUES DA SILVA

VALCIR DOS SANTOS

VALDECIR CONCEIÇAO DE BARROS

VALDECY GUEDES

VALDINEI LINO DE SOUZA

VALDIRENE SANTANA PIMENTEL FERREIRA

VALERIA DA SILVA COSTA

VALESCA DO DESTERRO SILVA

VALMIR ALVES FERNANDES

VALTERCI DE OLIVEIRA

VANDERLEI PAULO RAMOS

VANDO RODRIGUES  DA SILVA

VANILDO RIBEIRO

VINICIUS BENFICA

VITOR BONFIM PEREIRA

VIVIANE CARLA DA SILVA

WAGNER FREITAS DO NASCIMENTO

WAGNER LUIZ DA SILVA

WALACE JULIAO GOMES

WALDECIR DE SOUZA BRASIL

WALDEZ DE ALMEIDA FONSECA

WALTER FERREIRA DA SILVA

WASHINGTON POLICARPO DE MARTINS

WELLINGTON DANTAS DE AMORIM

WELLINGTON RODRIGO TORQUATO DE SOUZA

WELLINGTON SILVA DOS SANTOS

WENDEL BARBOSA DOS SANTOS

WESLEY RODRIGUES DE OLIVEIRA

WILLIAM ANTONIO DE OLIVEIRA

WILLIANS OSLIM HOFFMANN

WILSON GONÇALVES DE ARAUJO

24/06/2014 - SINDICATO FISCALIZA CONTRATOS DE TRABALHO NO MARACANÃ

Os diretores do SINDVIGRIO estão atentos com as contratações dos vigilantes que trabalham no Maracanã durante a Copa do Mundo FIFA. Sebastião Neto e Jomar Firmino, estão percorrendo durante todo o mundial os postos de serviço para verificar se a SUNSET, empresa vencedora para fazer a segurança privada no Estádio, está cumprido o acordo feito com o Sindicato, homologada no Ministério do Trabalho.

 

No acordo firmado, os vigilantes receberão R$ 15,00 por hora de trabalho, R$ 14,00 de tíquete alimentação, R$ 6,00 no vale transporte e carteira assinada pela SUNSET.

 

Os diretores estão passando em todos os setores do Maracanã apresentando um questionário (check list) para saber junto aos vigilantes se a empresa está cumprindo corretamente as obrigações do pagamento das diárias, refeições, vale transporte, uniformes, calçados, anotações na CTPS, atas e reciclagens.

 

           

                     JOMAR FIRMINO                             SEBASTIÃO NETO

 

Caso seja detectada alguma irregularidade o Sindicato resolverá na hora o problema diretamente com a empresa.

 

Caso o próprio vigilante observe irregularidade na sua contratação, deverá procurar os diretores do SINDVIGRIO no próprio Maracanã, em dias de jogos, e apresentar a denúncia.  

 

Para mais informações ligue:

 

Sebastião Neto – 98485-0206

Jomar Firmino – 98485-5731

19/06/2014 - NOVA CCT 2014/2015 É HOMOLOGADA NO MTE

O SINDVIGRIO vem comunicar a todos os vigilantes que a CCT 2014/2015 está homologada no MTE sob MR 033879/2014 e protocolado no Ministério do Trabalho e Emprego sob nº 46215.013726/2014-00



CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2014/2015

NÚMERO DE REGISTRO NO MTE:                       RJ001023/2014

DATA DE REGISTRO NO MTE:                  20/06/2014

NÚMERO DA SOLICITAÇÃO:                   MR033879/2014

NÚMERO DO PROCESSO:                         46215.013726/2014-00

DATA DO PROTOCOLO:                17/06/2014

 

Confira a autenticidade no endereço http://www3.mte.gov.br/sistemas/mediador/.

 

SINDICATO DAS EMPRESAS DE SEG.PRIVADA,VIGILANCIA PATRIMONIAL,SISTEMAS DE SEGURANCA,ESCOLTA,SEG.PESSOAL E CURSOS DE FORMACAO NO EST.DO RIO DE JANEIRO , CNPJ n. 30.903.678/0001-45, neste ato representado(a) por seu Presidente, Sr(a). FREDERICO CARLOS CRIM CAMARA;

E

SINDICATO DOS VIG SEG VIG T VAL CONEXOS MUN RIO JANEIRO, CNPJ n. 31.887.029/0001-60, neste ato representado(a) por seu Presidente, Sr(a). FERNANDO ANTONIO BANDEIRA;

celebram a presente CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO, estipulando as condições de trabalho previstas nas cláusulas seguintes:


CLÁUSULA PRIMEIRA - VIGÊNCIA E DATA-BASE

As partes fixam a vigência da presente Convenção Coletiva de Trabalho no período de 01º de março de 2014 a 28 de fevereiro de 2015 e a data-base da categoria em 01º de março.

 

CLÁUSULA SEGUNDA - ABRANGÊNCIA

 

A presente Convenção Coletiva de Trabalho abrangerá a(s) categoria(s) Profissional, plano da CNTC - Vigilantes e Empregados em Empresas de Segurança e Vigilância do Município do Rio de Janeiro, com abrangência territorial em Rio de Janeiro/RJ.

Salários, Reajustes e Pagamento

Reajustes/Correções Salariais

 

CLÁUSULA TERCEIRA - REAJUSTE SALARIAL

 

Fica concedido, por força de acordo celebrado nos autos do Dissídio Coletivo TRT 1ª Região nº 0010537-18.2014.5.01.0000 à categoria profissional dos vigilantes, vigilantes femininas, e outras referidas no parágrafo primeiro da cláusula quarta, conforme disposto nesta convenção, um reajuste total na ordem de 12,41% (doze inteiros e quarenta e um centésimos por cento),  vigendo a partir de 1º de março de 2014, data-base da categoria.

 

Parágrafo Primeiro - Proporcionalidade

 

Para os empregados administrativos admitidos após a data de 1° de março de 2013, a correção dos salários será na proporcionalidade de 1/12 (um doze avos) da taxa de reajustamento prevista nesta cláusula, por mês de serviço ou fração superior a 15 (quinze) dias.

Parágrafo Segundo  Vigilante Desarmado

O vigilante desarmado, ainda que trabalhando de terno, fará jus ao piso do vigilante armado e uniformizado.

 

Parágrafo Terceiro  - Correção Salarial

 

Do percentual definido no caput desta cláusula, a ser aplicado sobre o piso da categoria incidirá nas proporções indicadas:

 

a) 8% (oito inteiros por cento) a incidir sobre o piso salarial de vigilante, fixado em 01/03/2013 resultando no piso salarial de R$ 1.066,04(Hum mil,  sessenta e seis reais e quatro centavos)

 

b) 28,72% (vinte e oito inteiros e setenta e dois centésimos por cento):  incidirá sobre o tíquete refeição previsto na Cláusula 7ª, O impacto na soma do homem hora, será de 4,41% (quatro inteiros e quarenta e um centésimos por cento).

 

O impacto do reajuste da categoria de vigilantes no Estado do Rio de Janeiro, que deverá ser repassado para todos os Tomadores de Serviços de Segurança Privada e cumprido integralmente pelas empresas com segurança orgânica será no total de 12,41% (doze inteiros e quarenta e um centésimos por cento).

 

CLÁUSULA QUARTA - REAJUSTE SALARIAL DO PESSOAL ADMINISTRATIVO

 

Para os demais funcionários, excetuados os componentes de quadros gerenciais, sujeitos ao regime de livre negociação, observadas as normas legais aplicáveis, o índice de reajuste será o indicado na cláusula terceira, excetuando o recebimento do adicional de periculosidade ( conforme portaria nº 1.885/2013 - MTE e IN 16) facultada a compensação dos aumentos espotâneos que tenham sindos concedidos ao longo da vigência da data-base anterior (2013/2014) e quaisquer valores adiantados no curso da presente data-base.

 

Parágrafo Primeiro - Agentes e outros

 

Ficam fixados, a partir de março de 2014, os seguintes pisos salariais mínimos, facultando as empresas estabelecerem, acima desses pisos, valores diferenciados para agentes, estipulados por faculdade de quem contrata os serviços de vigilância. Nestes casos não incidirá direito à isonomia, conforme especificações contidas na cláusula “POSTOS ESPECIAIS”.

          

FUNÇÃO SALÁRIO

I-

Vigilante

R$

 1.066,04

II-

Vigilante de Escolta

R$

 1.385,82

III-

Vigilante Motorista/Motociclista

R$

 1.279,91

IV-

Vigilante Orgânico

R$

 1.066,04

V-

Vigilante Feminina/Recepcionista

R$

 1,066,04

VI-

Segurança Pessoal Privada

R$

 1.279,91

VII-

Supervisor de Área

R$

 1.599,91

VIII-

Fiscal de Posto ou Supervisor de Posto

R$

 1.180,92

IX-

Instrutor

R$

 1.794,57

X-

XI

Coodenador

Vigilante Brigadista

R$

R$

 1.699,91

 1.066,04

XII-

Vigilante condutor de cães

R$

 1.066,04

XIII-

Vigilante responsável pelo monitoramento de aparelhos eletrônicos

R$

1.066,04

 

Parágrafo Segundo - Gratificação Transitória

 

O vigilante fará jus à gratificação transitória de 30% (trinta inteiros por cento) sobre o piso da categoria quando estiver exercendo as funções de Vigilante de Escolta, e fará jus a gratificação transitória de 20% (vinte por cento) sobre o piso da categoria quando estiver exercendo as funções de Vigilante Motorista. A gratificação transitória de 20 %  (vinte por cento) se aplica ao  Segurança Pessoal Privada, que  se enquadrem na hipótese do parágrafo terceiro da cláusula quarta. Não fará jus a essa gratificação transitória quando o seu piso for de R$ 1.385,82(Hum mil trezentos e oitenta e cinco reais e oitenta e dois centavos) .

 

Parágrafo Terceiro – Vigilante Motorista/Motociclista

 

O vigilante motorista/motociclista será aquele especializado em conduzir veículos automotivos, categoria passeio, em vias públicas, no sentido de conduzir pessoas e/ou cargas, não se equiparando a tal função aqueles vigilantes que conduzem veículos motorizados ou motociclista para realizar rondas, rotina habitual das funções de vigilância nas áreas internas do posto de serviço, sendo certo que estes últimos são enquadrados como vigilantes.

 

Parágrafo Quarto– Compensação de Reajuste

 

Fica facultado às empresas a livre negociação salarial daqueles empregados, inclusive do quadro administrativo com teto superior R$ 4.320,00 (Quatro mil, trezentos e vinte reais) salário este que se considera o mais elevado da categoria. Cumpre esclarecer, que aos empregadores ficará autorizado a compensação de reajustes, sendo certo que se o salário ajustado entre o empregado e empregador for mais benéfico do que o estipulado no instrumento normativo, não se inserirá na contraprestação ajustada o percentual ventilado na cláusula “REAJUSTE SALARIAL”. Caso contrário, o empregador será obrigado a efetuar o pagamento dos vencimentos em quantia não inferior ao teto estipulado por força de reajuste entabulado na presente convenção.

 

Parágrafo Quinto - Não desconto e punições nos dias de Greve

 

A garantia de não incidência de descontos no salário, no Vale Transporte e no Tíquete Refeição e/ou punição para os efetivamente comprovados grevistas. Garantia de emprego de 90 (noventa) dias, desde que não haja perda de posto, caso em que tal regra não será aplicada.

 

 Parágrafo Sexto - Retroatividade de reajuste

 Retroatividade do reajuste concedido a março de 2014, com as diferenças salariais sendo pagas no percentual de 50% até o 5º dia útil de agosto e 50% até o quinto dia útil de setembro (competências dos meses de Julho e Agosto).

 

Parágrafo Sétimo - Reabertura da Negociações

 Reabertura da negociações para Convenção Coletiva da Categoria no mês de setembro/2014

 

Gratificações, Adicionais, Auxílios e Outros

 

Adicional de Tempo de Serviço

 

 

CLÁUSULA QUINTA - TRIÊNIOS

 

O adicional por tempo de serviço - triênios, na base de 2 % (dois inteiros por cento) do salário-base, continuarão sendo pago a todos os empregados, para cada período completo de 36 (trinta e seis) meses de serviço efetivo na empresa.

 

Adicional de Insalubridade

 

CLÁUSULA SEXTA - ADICIONAL DE INSALUBRIDADE E PERICULOSIDADE

 

As empresas efetuarão o pagamento de adicional de insalubridade e ou periculosidade aos vigilantes, previstos na legislação, mediante definição a partir do laudo técnico e/ou  regulamentação, podendo ser solicitada pelas empresas inspeção do órgão  técnico da DRT/RJ, cujo laudo definirá a instituição do beneficio para  o exercício da vigilância no posto visado, conforme dispõe o Artigo 195 da CLT.

 

Parágrafo Primeiro – Laudo Conclusivo

 

Em ocorrendo laudo conclusivo pelo direito à vantagem adicional da insalubridade para determinado posto, obrigam-se às empresas a incluir o  correspondente custo em suas planilhas para seus contratos de locação de serviços respectivos.

Parágrafo Segundo –  Adicional de Periculosidade

Com a  normatização da Lei nº 12.740/2012, pelo Ministério do Trabalho e  Emprego, através da Portaria nº 1.885/2013, que aprovou o Anexo 3 da NR 16/MTE, fica estabelecido que as empresas  pagarão aos empregados vigilantes e a todos os demais  empregados descritos no referido anexo, o adicional de periculosidade na proporção de 30% (trinta por cento) sobre o salário sem os acrécimos resultantes de gratificações, prêmios ou participações nos lucros da empresa.

 

Auxílio Alimentação

 

CLÁUSULA SÉTIMA - TIQUETE REFEIÇÃO/ALIMENTAÇÃO

 

O Tíquete refeição/alimentação, a partir de 1º de março de 2014, terá valor unitário de R$ 13,00 (treze reais) devendo ser fornecido para cada escala de plantão de até 12 horas efetivamente trabalhadas, a todos os empregados em exercício de suas funções, na forma estabelecida pela legislação do PAT - PROGRAMA DE ALIMENTAÇÃO DO TRABALHADOR. Nas jornadas superiores  a 12 horas , o empregado receberá mais um vale refeição adicional.

 

Parágrafo Primeiro – Vale Refeição

 

A regra é o fornecimento de vale refeição. Todavia, desde que haja pedido expresso do Sindicato Obreiro, deverá a Empresa fornecer vale alimentação, em valor não inferior ao estabelecido para o tíquete-refeição aos seus empregados. Sendo facultado ao Sindicato Obreiro quanto à aceitação na sua base territorial.

Igualmente o pagamento referente ao tíquete refeição ou vale-alimentação poderá, a critério da empresa, ser pago através de sistema de cartão bancário, estabelecido pela Legislação do PAT.

 

Parágrafo Segundo - Refeições fornecidas ao empregado

 

O vigilante, alternativamente, poderá receber refeição em seu posto de trabalho, desde que, seja fornecido pelo contratante do serviço de acordo com a legislação vigente relativa ao Programa de Alimentação ao Trabalhador – PAT, para cada plantão de até 12 horas efetivamente trabalhadas.

 

Parágrafo Terceiro – Sistema Compartilhado das Despesas

 

Fica estipulado em 20% (vinte inteiros por cento) sobre o valor total concedido ao tíquete refeição/alimentação e a alimentação fornecida alternativamente ao empregado, o desconto a ser feito no contracheque do empregado, decorrente do Sistema Compartilhado de participação nas despesas. Segundo as normas do PAT – Programa de Alimentação do Trabalhador.

 

Auxílio Saúde

 

CLÁUSULA OITAVA - COMPLEMENTAÇÃO DE SALÁRIO EM CASO DE ACIDENTE DE TRABALHO

 

As empresas se obrigam a complementar, durante seis meses, a remuneração do vigilante ou vigilante feminina, afastado em decorrência de acidente de trabalho, pagando-lhe a diferença verificada entre o que receber do INSS (seguro acidente) e o que vinha percebendo a título de salário-base, no mês em que foi acidentado.

 

Auxílio Morte/Funeral 

 

CLÁUSULA NONA - AUXÍLIO FUNERAL

 

Ficam as empresas obrigadas a pagar a despesa com o sepultamento dos empregados da ativa, que venham a falecer dentro do Estado do Rio de Janeiro, sendo facultado às empresas firmarem convênio com funerárias e, neste caso, as despesas poderão correr diretamente entre ambas e/ou, ainda, ocorrer compensação em havendo a respectiva cobertura por seguradora ou qualquer outra entidade ou órgão, limitado a 1,5 (hum inteiro e cinco décimos) piso salarial da categoria do vigilante.

 

Seguro de Vida

 

 

CLÁUSULA DÉCIMA - SEGURO DE VIDA/ACIDENTE

 

 

As empresas, em cumprimento à Lei 7.102/83, Art. 19, Inciso IV, c/c o disposto na Resolução n.° 05, de 10/07/84, do Conselho Nacional de Seguros Privados,  e nos termos do Art. 21 do Decreto 89.056/83 obrigam-se à contratação de Seguro de Vida em Grupo. Para cobertura de morte natural, ocorrida em serviço ou não, o Seguro de Vida será na proporção de 26 (vinte e seis) vezes o piso salarial mensal do vigilante, verificado no mês anterior. Para cobertura de morte acidental e invalidez permanente total ou parcial em serviço, o Seguro de Vida Acidental será na proporção de 55 (cinqüenta e cinco) vezes o piso salarial mensal do vigilante, verificado no mês anterior. Caso as empresas não cumpram as obrigações, arcarão com o ônus respectivo, e para o caso de invalidez parcial, a indenização obedecerá à proporcionalidade disposta na regra da Susep fixada na circular Susep nº 029 de 20.12.91, tendo por base de cálculo equivalente ao índice de 100% do mesmo valor de 55 (cinqüenta e cinco) vezes o valor do piso salarial do mês anterior, sendo aplicável ainda nos casos omissos, o disposto Resolução CNSP 05/84. 

 

Parágrafo Único – Comprovante Alternativo

 

As empresas se comprometem a fornecer, quando solicitado, a cada Sindicato Obreiro cópias da apólice de seguro de vida instituído, a empresa que não fornecer, ficará sujeita à multa prevista pelo descumprimento da presente Convenção.

 

Outros Auxílios

 

CLÁUSULA DÉCIMA PRIMEIRA - CUSTEIO DE REMÉDIOS

 

As empresas se comprometem a custear, se necessário, qualquer remédio ou medicamento que o vigilante venha a necessitar em decorrência de lesão sofrida, configurada como acidente de trabalho, limitado ao valor mensal de 30% (trinta por cento) do piso salarial da categoria do vigilante.

 

CLÁUSULA DÉCIMA SEGUNDA - CONVÊNIO FARMACIA

 

Fica estabelecido o direito do funcionário de adquirir medicamentos junto às farmácias que mantenha com a empresa convênio, visando que o pagamento dos remédios sejam descontados em folha, sendo que tal compra obedecerá, a cada mês, o limite máximo de até 30% (trinta inteiros por cento) do piso salarial da categoria do vigilante. Cada empresa ajustará junto às farmácias interessada o contrato com a autorização para o desconto em folha, das respectivas despesas efetuadas. Os funcionários somente poderão adquirir, para efeito do desconto em folha, medicamentos.

 

Empréstimos

 

CLÁUSULA DÉCIMA TERCEIRA - CONCESSÃO DE EMPRÉSTIMO

 

Ficam facultadas as empresas a tomarem as providências necessárias para que seus empregados possam usufruir dos empréstimos da Caixa Econômica Federal ou de outra instituição financeira, com base na Medida Provisória nº 130 e pelo Decreto nº 4.840, ambos de 17/09/2003.

 

Contrato de Trabalho – Admissão, Demissão, Modalidades

 

Normas para Admissão/Contratação

 

CLÁUSULA DÉCIMA QUARTA - CONTRATO DE TRABALHO

 

O empregador se obriga a entregar a segunda-via do contrato de trabalho ao empregado, no máximo em 05 (cinco) dias úteis, assim como de qualquer alteração contratual superveniente.

 

Paragrafo Primeiro - Regime de trabalho

 

Só será admitida a contratação de empregados pelo regime mensalista, ficando nula de pleno direito à contratação de empregados diaristas.

 

Parágrafo Segundo – Curso de Formação – Indenização

 

O vigilante, uma vez reciclado nos termos da Portaria MJ 91/92 do Ministério da Justiça e a Portaria 3.233/2012 do DPF, sobre as expensas de sua empresa, caso, venha a pedir demissão ou ser desligado por justa causa, no prazo de 06 (seis) meses a contar de sua reciclagem, indenizará a empresa no valor equivalente ao cobrado pelo mesmo curso à época do desligamento, o qual poderá ser descontado das indenizações rescisórias, observado o limite legal de 30% (trinta inteiros por cento) do piso salarial do vigilante.

 

Parágrafo Terceiro – Reciclagem

 

Quando do desligamento de qualquer vigilante por parte da empresa, sem justo motivo, cuja reciclagem esteja vencida ou não,  ou que faltem 06(seis) meses para a sua renovação, a empresa fica obrigada a indenizá-lo no valor do custo do curso de reciclagem ou inscrevê-lo para nova reciclagem.

Em caso de permanência na Empresa, cuja reciclagem esteja vencida ou não, a empresa ficará obrigada a responsabilizar-se, pelas despesas oriundas do curso de formação de vigilantes e o pagamento das passagens, alimentação  e certidões pessoais, ressalvada a possibilidade do funcionário expedir gratuitamente as referidas certidões. Ficam obrigadas as empresas a comunicar aos seus vigilantes com no mínimo de 60 (sessenta) dias de antecedência a data de sua reciclagem. Nesta comunicação deverá constar a informação que, caso o vigilante esteja registrado simultaneamente em 2 (duas) empresas de segurança privada, o mesmo deverá no prazo de 60 (sessenta) dias de antecedência a data de sua reciclagem, indicar qual   das 2 (duas ) empresas de segurança privada deverá proceder a sua reciclagem.

 Parágrafo Quarto – Da convocação para a reciclagem

Para a realização de  reciclagem fica as Empresas de Segurança Privada facultadas a  convocarem os vigilantes que trabalhem na escala 5X2 e 6X1, a  frequentar o curso apenas um sábado e um domingo, a cada  reciclagem, visando a frequência  obrigatória perante a legislação.

 Parágrafo Quinto – Descumprimento de Contrato

É passível de punição, na forma da lei, o vigilante que expressamente convocado, não demonstre interesse, sem justa causa, por fazer curso de reciclagem ou outros de treinamento ou aperfeiçoamento, nos termos determinados pela Lei 7.102/83 e legislação complementar.

 

Parágrafo Sexto – Apresentação de Documentos

 

Quando convocado, para apresentar para anotação documentos necessários, por imposição legal, tais como: retratos, carteira do PIS, carteira de identidade, titulo de eleitor, carteira nacional de vigilante, etc. sujeitos à fiscalização, o empregado ficará sujeito à penalidade por falta disciplinar prevista na CLT.

 

Aviso Prévio

 

CLÁUSULA DÉCIMA QUINTA - AVISO PRÉVIO

 

Poderá a empresa determinar o cumprimento do aviso prévio em outro local diverso daquele onde o vigilante prestava o serviço de vigilância, todavia respeitando a redução da carga de 02 (duas) horas diárias ou redução de 07 (sete) dias, nos termos da CLT (Art. 488), respeitando os limites da Claúsula Trigésima Segunda.

 

Portadores de necessidades especiais

 

CLÁUSULA DÉCIMA SEXTA - CONTRATAÇÃO DE PORTADOR DE DEFICIÊNCIA FÍSICA HABILITADO OU REABILITADO

 

A contratação de portadores de necessidades especiais,  a readmissão de funcionários habilitado ou reabilitado pelo INSS para exercer a função de vigilante deverá atender ao requisito legal da prévia aprovação em cusrso de formação de vigilante, bem como aos demais reaquisitos estabelecido na Lei 7.102/83 em sua atigo 16 (conforme notificação recomendatório nº 64952/2013 (ICP nº 1.915/2013) do Ministério Público do Trabalho).

 

Relações de Trabalho – Condições de Trabalho, Normas de Pessoal e Estabilidades

 

Atribuições da Função/Desvio de Função

 

CLÁUSULA DÉCIMA SÉTIMA - TRANSPORTE DE VALORES

 

Os vigilantes em empresas de segurança e vigilância que prestem serviços de Transporte de Valores receberão uma remuneração mínima eqüivalente ao piso dos empregados em empresas de transporte de valores e conforme sua função no carro-forte, nas condições estabelecidas para a mesma.

 

Paragráfo único - serviços eventuais

 

Os empregados que prestarem serviços eventuais em transporte de valores serão remunerados pelo diferencial havido entre seu salário normal e o piso indicado nas condições do caput desta cláusula, à razão de 1/30 (hum trinta avos) por dia efetivamente trabalhado

 

CLÁUSULA DÉCIMA OITAVA - CHEFE DE TURMA

 

A função de Chefe de Turma, que é de confiança e transitória, será exercida pelo vigilante que tiver as funções de comando de grupo determinada pelo empregador, em qualquer posto, em caráter transitório e de confiança, fazendo jus a uma gratificação de 20% (vinte inteiros por cento) sobre o piso da categoria do vigilante, em razão do efetivo comandado, constituído de cinco ou mais vigilantes. Todavia, fica estabelecido que as empresas, ao investirem o vigilante nesta função de comando, obrigatoriamente emitirão ato expresso, credenciando-o para o exercício da citada chefia.

 

Ferramentas e Equipamentos de Trabalho

 

CLÁUSULA DÉCIMA NONA - UNIFORMES/OUTROS

 

Fica assegurado ao vigilante a gratuidade do uniforme (calça, saia, camisa, casaco, sapato e meia), à razão de dois para cada período de doze meses: bute, capa e distintivo que ficarão sob custódia dos respectivos vigilantes, sendo estas do acervo das empresas, ficando proibido o desconto de tais objetos sob a rubrica de "adiantamento de salário" a fim de garantir a devolução das peças acauteladas com o vigilante, ou para o fim de descontar de seu salário valor correspondente às peças acima. Em caso de extravio ou danificação das mesmas, ficam as empresas autorizadas a descontar da remuneração ou indenização os valores correspondentes, nos termos do Artigo nº 462, parágrafo 1º da CLT, exceto por acidente de serviço. Na escala 5 x 2  e   6 x 1 serão fornecidas 03 (três) uniformes.

 

CLÁUSULA VIGÉSIMA - PERDA DE MATERIAL DE TRABALHO

 

O empregador não poderá descontar do salário do vigilante o valor de qualquer instrumento de trabalho, inclusive arma ou peça de uniforme, quando arrebatado por terceiros na prática de crime no local ou viatura onde o empregado exerce efetivamente sua função, desde que seja feita a comprovação do fato sob a forma de Registro de Ocorrência perante autoridade policial.


Estabilidade Geral

 

CLÁUSULA VIGÉSIMA PRIMEIRA - ESTABILIDADE PÓS-LICENÇA MÉDICA

 

Fica concedida a estabilidade provisória de 60 (sessenta) dias no emprego, no curso da presente Convenção, ao empregado que reassumir suas funções após afastamento por motivo de doença por período superior a 15 (quinze) dias. No caso de acidente do trabalho, acolhe-se o disposto na legislação vigente à época do acidente.

 

Outras normas referentes a condições para o exercício do trabalho

 

CLÁUSULA VIGÉSIMA SEGUNDA - APOSENTADORIA

 

Fica mantida a garantia de emprego aos empregados que, em face da contagem de tempo de serviço, faltem 24 (vinte e quatro) meses para obtenção da aposentadoria do sistema previdenciário, desde que previamente comunicado o fato ao empregador, e contando, no mínimo, 24 (vinte e quatro) meses de efetivo exercício na empresa, salvo a hipótese de dispensa por justa causa ou extinção de posto.

 

CLÁUSULA VIGÉSIMA TERCEIRA - POSTOS ESPECIAIS

 

É facultado às empresas, a pedido de quem contrata os serviços de vigilância, concedergratificação ou remuneração diferenciada transitória, a seu critério, em razão de postos considerados especiais. E essas gratificações ou remunerações diferenciadas serão circunscritas exclusivamente a postos especiais, assim nomeados e classificados pelas empresas ou, ainda, em decorrência de contrato com clientes que assim o exijam ou deliberem.

 

Parágrafo Primeiro – Isonomia entre Postos

 

O pagamento de tais gratificações ou remunerações diferenciadas, em razão de se circunscreverem a determinados postos definidos como especiais pelas empresas, não poderá ser objeto de isonomia ou equiparação salarial por outros vigilantes, que trabalhem em postos que não tenham as mesmas condições.

 

Parágrafo Segundo – Supervisor

 

Visando a melhor atender às necessidades contratuais das empresas e situações diversas, fica autorizado que, num mesmo posto, haja remuneração diferenciada para vigilante que tenha por designação expressa, emitida pela empresa empregadora, funções transitórias e de confiança de supervisor.

 

Parágrafo Terceiro - Posto Especial

 

Fica assegurado aos vigilantes o direito de só perderem a lotação em postos especiais, por justo motivo, comunicado expressamente ao empregado, decorrente de solicitação do cliente, alteração de condições de contrato que, redundem em exclusão da qualificação ou remuneração diferenciada do posto e, ainda, por solicitação do próprio empregado.

 

CLÁUSULA VIGÉSIMA QUARTA - ABRANGÊNCIA SERVIÇOS ORGÂNICOS

 

Considerando que o segmento da atividade de segurança e vigilância se constitui, como rege a Lei 7.102/83, Decreto 89.056/83 e ainda Portaria DPF 3.233/2012, na prestação de serviços por empresa especializada ou em sistema próprio de vigilância, denominado  "Serviço Orgânico de Segurança";  e considerando que o vigilante é o profissional, devidamente formado, treinado e registrado na forma da lei (art. 2.° e 15 da Lei 7.102/83), as cláusulas, normas e condições pactuadas na presente Convenção Coletiva de Trabalho, inclusive o pagamento do Adicional de Risco de Vida,  se aplicam tanto às empresas que prestam serviços de segurança a terceiros e a seus funcionários, bem como às empresas que possuem sistema próprio de segurança denominadas empresas executantes de serviços orgânicos de segurança, em havendo descumprimento  das normas coletivas,  os Sindicatos deverão oferecer denúncia a Delegacia Regional do Trabalho e ao Ministério Público do Trabalho solicitando a devida fiscalização e instauração de Inquérito Civil Público em face da empresa de serviços orgânicos de segurança face a violação as normas coletivas pactuadas.

 

Parágrafo Único – Categoria Profissional de Vigilante

 

A denominação dissimulada da função de vigilante, efetivamente exercida por profissional de segurança privada em empresa especializada ou serviço orgânico, não afeta, de modo algum, abrangências definida no "caput".

 

CLÁUSULA VIGÉSIMA QUINTA - GRAVIDEZ

 

As empresas se comprometem a lotar as vigilantes grávidas, em postos de serviço que ofereçam condições salubres, observando-se as necessidades do seu estado gravídico.

 

Outras normas de pessoal

 

CLÁUSULA VIGÉSIMA SEXTA - DO LIVRO DE INSPEÇÃO DO TRABALHO E DA FICHA DE REGISTRO DE EMPREGADO

 

Na forma prevista no artigo 3º da Portaria nº 41 de 28 de março de 2007 do Ministério do Trabalho, o empregador poderá adotar controle único e centralizado do registro de empregados, desde que os empregados portem cartão de identificação nos postos de serviços.

O modelo do cartão de identificação será aquele previsto no artigo 149 da Portaria nº 3.233/2012 do Departamento da Polícia Federal e Ministério da Justiça que dispõe acerca de normas aplicadas as empresas de segurança privada.

 

CLÁUSULA VIGÉSIMA SÉTIMA - ASSISTÊNCIA JURÍDICA

 

As empresas prestarão assistência jurídica aos seus empregados colocando a disposição profissional habilitado com a finalidade de acompanhar o vigilante que por ventura seja encaminhado à autoridade policial quando sujeitos à ação penal por prática de ato decorrente do legítimo exercício de suas funções em horário de trabalho, desde que o mesmo não se desligue voluntariamente do emprego. Caso a empresa não indique advogado, ficará obrigada ao pagamento dos honorários do profissional contratado pelo mesmo, com base na tabela da OAB/RJ.

 

CLÁUSULA VIGÉSIMA OITAVA - COMPROVANTE DE PAGAMENTO

 

Será    obrigatório   o   fornecimento   de   comprovante   mensal    do pagamento de salário, contendo discriminação de todas as verbas pagas e as respectivas deduções ocorridas no período independente do parágrafo primeiro.

 

Parágrafo Primeiro:

 

As empresas que efetuarem o pagamento de salário através de crédito e/ou depósito de conta corrente bancária, e/ou cartão salário, e/ou outra modalidade eletrônica de crédito, ficam desobrigadas de colher a assinatura do empregado, valendo como prova de pagamento, o comprovante do depósito ou o extrato de conta corrente ou, ainda, o extrato da conta corrente eletrônica.

 

Parágrafo Segundo:

 

As empresas ficam obrigadas a informar no comprovante de pagamento a sua razão social, endereço e CNPJ e seu posto de trabalho no período de 06 (seis) meses, além de ficar obrigadas a promover a entrega do comprovante de pagamento ao trabalhador que estiver lotado em município diverso da sede em até 25 dias após o efetivo pagamento ou depósito do salário. O posto de trabalho deverá constar no contracheque, tendo as empresas o período de 06 (seis) meses para se adaptarem. Fica facultado ao empregado solicitar a empresa o envio do contracheque por correio eletrônico no prazo de 10 dias.

 

CLÁUSULA VIGÉSIMA NONA - REEMBOLSO DE DESPESAS

 

Quando o empregado deslocar-se para localidades diversas da que resultar do contrato de trabalho, salvo remanejamento de posto, cuja distância seja superior a 50 Km da residência, o empregado terá direito ao reembolso imediato das despesas de locomoção através de transporte regular e de refeição, estas, e valor não inferior a 1,8 % (hum inteiro e oito décimos por cento) do piso salarial do vigilante praticado a partir de 1° de março de 2014.

 

CLÁUSULA TRIGÉSIMA - REEMBOLSO EM VIAGENS

 

As empresas ficam obrigadas a pagar, imediatamente, todas as despesas arcadas pelos empregados que forem chamados pela Empresa por qualquer motivo fora da localidade onde prestam seus serviços.

 

CLÁUSULA TRIGÉSIMA PRIMEIRA - REMOÇÃO DE EMPREGADOS

 

Fica vedada a remoção de empregados para locais de trabalho cuja distância seja superior a 50 Km do respectivo domicílio, exceto por alteração de contrato que provoque redução de efetivo, ou por solicitação do empregado, ou na hipótese de serviços esporádicos.

 

Parágrafo Único

 

As alternativas aqui autorizadas devem obedecer ao comando dos artigos 469 e parágrafos; e 470, ambos da CLT.

 

CLÁUSULA TRIGÉSIMA SEGUNDA - VALE TRANSPORTE

 

Em cumprimento às disposições da Lei 7.418 de 16/12/85, com a redação dada pela Lei 7.619 de 30/09/87, regulamentada pelo Decreto 95.247 de 16/11/87, as Empresas pagarão aos seus empregados o vale-transporte de modo que o empregado não seja obrigado a adiantar a suas expensas os valores destinados a sua locomoção em função do serviço.

 

Parágrafo Primeiro

 

Tendo em vista que dispõe o parágrafo único do artigo 4º, da Lei 7.418, de 16/12/85, o valor da participação das Empresas nos gastos de deslocamento do trabalhador será equivalente à parcela que exceder a 6 % (seis  inteiros por cento) do salário básico do empregado.

 

Parágrafo Segundo

 

Em caso de comprovada necessidade, nas hipóteses previstas no artigo 5º do Decreto nº 95.247/87 que regulamenta a Lei 7.418/85, as empresas poderão efetuar o pagamento do vale transporte em dinheiro, observadas as determinações legais.

O vale transporte concedido em dinheiro nos termos do parágrafo anterior, não tem natureza salarial para nenhum efeito legal, não se incorpora à remuneração do beneficiário para quaisquer efeitos, não constitui base de incidência de contribuição previdenciária ou do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço, não será considerado para efeito de Pagamento de Gratificação de Natal (13º salário) e não configura rendimento tributário do beneficiário, desde que, haja a dedução de 6% (seis inteiros por cento) referente ao ônus que cabe ao empregado.

 

CLÁUSULA TRIGÉSIMA TERCEIRA - LIMITE DE IDADE

 

Para admissão aos serviços de qualquer natureza não haverá restrição de idade (CF, art. 5 °,caput).

 

CLÁUSULA TRIGÉSIMA QUARTA - EMPREGADOS ESTUDANTES

 

Fica assegurada aos empregados a concessão, nos dias de provas escolares e concursos públicos, de abono remunerado de falta, desde que comprovem estar estudando em cursos regulares e, ainda que pré-avisem às respectivas empresas, por escrito, com antecedência mínima de 72 horas e, desde que, o horário das provas escolares coincida com o horário de trabalho e que os concursos públicos fiquem limitados a, no máximo, 03 (três) por ano.

 

Jornada de Trabalho – Duração, Distribuição, Controle, Faltas

 

Duração e Horário

 

CLÁUSULA TRIGÉSIMA QUINTA - JORNADA DE TRABALHO

 

Às empresas será vedado estabelecer escalas que não obedeçam às correlatas disposições da legislação atual, facultando-se, todavia, as escalas de 12x36; 12x48, 8x16, como também, os sistemas denominados seis-por-um ou cinco-por-dois, devendo nestes dois sistemas serem respeitado o RSR. De igual sorte, para atender a peculiaridades de determinados postos ou para aqueles que exijam plantões especiais em decorrência de contrato com o cliente, ou por solicitação deste, serão permitidas outras escalas e horários compensatórios, mediante concordância expressa do empregado e anuência do sindicato obreiro ou à comissão paritária a que se refere à cláusula qüinquagésima sexta, observando o limite legal. (Conforme Notificação Recomendatória nº 6237/2013  (ICP nº 3.016/2011) do Ministério Público do Trabalho).

 

Paragráfo Primeiro - Cômputo de horas extras

 

Nos termos do Art. 7°, inciso XIII, da Constituição Federal e decisão das Assembléias Gerais dos Sindicatos convenentes, a jornada de trabalho dos empregados abrangidos pela presente Convenção fica fixada, no mínimo, em 192 (cento e noventa e duas) horas mensais, já incluso o descanso semanal remunerado, sendo somente consideradas como extras todas as horas que ultrapassarem esse total no cômputo final, resultado da soma de todas as semanas e dias efetivamente trabalhados, em qualquer escala, no período compreendido para apuração do mês. Sobre as horas excedentes, isto é, extras, haverá acréscimo de 50% (cinqüenta inteiros por cento). 

 

Parágrafo Segundo - Distribuição de Escalas

 

É facultado, na distribuição das escalas de serviços, o trabalho aos domingos, sendo, todavia, assegurado que, consoante o disposto na CLT, um, em cada mês, seja reservado para folga do empregado. O vigilante fará jus ao acréscimo de 100% (cem inteiros por cento) sobre feriado ou domingo, exceto se lhe foi dado à folga compensatório através de escala.

 

Parágrafo Terceiro - Súmula 444

 

Fica assegurada a remuneração em dobro dos feriados trabalhados, nos termos da Súmula nº 444 do Tribunal Superior do Trabalho, a saber: “É valida em caráter excepcional, a jornada de doze horas de trabalho por trinta e seis de descanso, prevista em lei ou ajustada exclusivamente  mediante Acordo Coletivo de Trabalho ou Convenção Coletiva de  Trabalho, assegurada a remuneração em dobro dos feriados  trabalhados. O empregado não tem direito a pagamento de adicional  referente ao labor prestado na décima primeira e décima  segunda horas. 

 

Parágrafo Quarto - Fechamento de Folha

 

É facultado às empresas estabelecer fechamento de suas folhas de pagamento até o dia 20 de cada mês, devendo ser respeitado o pagamento dos benefícios variáveis ocorridos antes do dia 20 de cada mês na folha de pagamento do mês subseqüente.

 

Parágrafo Quinto - Salário Hora

 

Para cálculo da remuneração de dias e horas dos funcionários em geral, em especial vigilantes, este será à razão de 1/30 (hum trinta avos) para dias e 1/220 (hum duzentos e vinte avos) para horas.

 

Parágrafo Sexto - Proibição de compensação de Jornada

 

Para os vigilantes que trabalham em escala cujo total de horas trabalhadas no mês que não atinjam a jornada de 192 (cento e noventa e duas) horas trabalhadas, não poderá o empregador convocá-lo a complementação e compensação da jornada, sendo vedado ainda a alteração de escala visando a compensação.

 

Parágrafo Sétimo  – Jornadas Especiais para Eventos

 

É considerado vigilante de eventos, o profissional vigilante, devidamente capacitado que, convocado por empresa de Segurança Privada devidamente autorizada pela DPF, exercer atividade de  segurança/vigilância em eventos em caráter eventual, em casa de  shows, boates, feiras e eventos culturais.

O vigilante  convocado pela empresa para prestar serviços em evento, fará jus a  remuneração mínima de R$ 100,00 (cem reais) a diária, desde que não  ultrapasse a quantidade de 12 horas, incluindo vale transporte e  vale refeição.

O pagamento dos valores previstos neste parágrafo será efetuado, diretamente ao  vigilante, imediatamente ao término do evento, sendo assegurado ao profissional o recolhimento pela empresa dos encargos  previdenciários de acordo com a legislação vigente.

Em se tratando de  vigilante não pertencente ao quadro funcional da empresa prestadora  do serviço, esta fica obrigada a assinar, com aquele profissional, contrato particular de prestação de serviço eventual.

Quando da  convocação, a empresa exigirá do profissional vigilante apresentação  do Curso de Formação em reciclagem (quando for o caso) atualizada e a Carteira Nacional de Vigilante (CNV).

 

Férias e Licenças

 

Outras disposições sobre férias e licenças

 

CLÁUSULA TRIGÉSIMA SEXTA - FÉRIAS

 

O início das férias coletivas ou individuais não poderá coincidir com sábado, domingo, feriado e dia de folga, salvo se a empresa, no retorno do seu funcionário, respeitar a automaticidade da escala em que aquele estava, quando saiu para o gozo das mesmas.

 

Saúde e Segurança do Trabalhador

 

Equipamentos de Proteção Individual

 

CLÁUSULA TRIGÉSIMA SÉTIMA - COLETE À PROVA DE BALAS

 

As empresas ficam obrigadas a fornecerem coletes à provas de balas a todos vigilantes que portam arma de fogo, independente da natureza ou característica dos postos de serviço em que exercem suas funções relativamente a todos os contratos de prestações de serviços armados, salvo disposição de Lei ou decisão judicial em contrário.

 

Parágrafo Primeiro:

 

O colete à prova de bala será de nível II-A ou equivalente conforme já usado na escolta armada e no transporte de valores.

 

Parágrafo Segundo:

 

A implantação para os postos armados e nos contratos já existente será feita de acordo com a Portaria nº 191 de 04 de dezembro de 2006 da Secretaria de Inspeção do Trabalho e Diretoria do Departamento de Segurança e Saúde no Trabalho do Ministério do Trabalho e Emprego sendo exigida na proporção de 10% (dez inteiros percentuais) por semestre, totalizando 5 (cinco) anos contados da publicação da referida Portaria nº 191/2006.

 

Parágrafo Terceiro:

 

Em virtude da particularidade do uso do colete, o qual veio em forma de EPI, entende-se que os contratantes de serviços deverão participar também com os seus custos, ficando o percentual a ser acordado entre as partes.

 

Parágrafo Quarto:

 

18/06/2014 - SINDICATO COBRA FISCALIZAÇÃO NOS EVENTOS DA FIFA

O Sindicato dos Vigilantes do Município do RJ preocupado com as condições de trabalho dos vigilantes nos eventos da FIFA percorreu os principais postos e detectou diversas irregularidades por parte das empresas nas contratações de vigilantes. Os principais problemas apontados foram pagamentos baixos, trabalhadores sem carteira assinada, jornada de trabalho abusiva e vigilantes que não receberam se quer o tíquete alimentação.

 

                         

 

 O Superintendente do Trabalho, Antonio Albuquerque informou na ultima reunião junto com o Sindicato patronal e o Sindicato dos Trabalhadores que nos grandes eventos, como este da FIFA ,por exemplo, terá um plantão com os auditores do Ministério do Trabalho, fiscalizando e coibindo as empresas irregulares, dentro e fora dos estádios.

 

                            

 Segundo o vice presidente Antonio Carlos a falta de responsabilidade na contratação dos trabalhadores ultrapassam todos os limites da CLT. “Na ultima reunião foi acordado com o próprio sindicato patronal e com o ministério do Trabalho as condições básicas de contratação. O que não está acontecendo como vimos em nossa fiscalização no FIFA FAN FEST em Copacabana”. 

 

                        

Lembrando que na Convenção Coletiva ficou estabelecido um piso mínimo de R$ 100,00 (diária) para os vigilantes que trabalharão em eventos. E, o valor de R$ 15,00 hora de trabalho para aqueles que frão a segurança dentro do Maracanã.

                        

 

11/06/2014 - Q.A.P. VIGILANTE

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11/06/2014 - APÓS AMEAÇA DO GOVERNADOR - COM AMPARO DA JUSTIÇA - 60 METROVIÁRIOS SÃO DEMITIDOS EM SP

VEJAM O QUE A JUSTIÇA FAZ PARA PUNIR GREVISTAS

Após ameaça de Alckmin, 60 metroviários são demitidos

Há previsão de mais desligamentos ao longo do dia

O DIA

São Paulo - Após ameaça de demissão do governador do estado de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), 60 trabalhadores do Metrô-SP foram demitidos na manhã desta segunda-feira. De acordo com o Metrô de São Paulo, há ainda previsão de mais demissões ao longo do dia e de afastamento de grevistas ligados ao sindicato, que não podem ser desligados da empresa por estabilidade revista por lei.

Neste domingo o governador disse que pela decisão judicial, que não fosse trabalhar nesta segunda-feira envolvia a possibilidade de demissão por justa causa. A greve foi mantida pela categoria em decisão durante assembleia realizada após o julgamento, mesmo depois da Justiça aumentar o valor da multa a ser paga pelo sindicato por dia não trabalhado - de R$ 100 mil ela subiu para R$ 500 mil.

O maior entrave na negociação é o índice de reajuste. O Sindicato dos Trabalhadores de Transportes Metroviários de São Paulo pedia, inicialmente, 35,47% de aumento. O valor foi reduzido para 16,5% e, na última audiência, para 12,2%. O Metrô ofereceu 5,2%; 7,98% e, finalmente, 8,7%. Não há sinalização de acordo de ambas as partes.

 

10/06/2014 - VIGILANTES EM ASSEMBLEIA PUSERAM FIM A GREVE

Em assembléia realizada hoje (10/05) na sede do Sindicato dos Vigilantes do Município do Rio de Janeiro, cerca de 100 vigilantes puseram fim a greve que durou 48 dias, iniciada dia 24 de abril.

 

                       

 

Pesou na avaliação dos grevistas os seguintes aspectos: o dissídio coletivo não tem data para julgamento no TRT, ficando a categoria à mercê do Tribunal do Trabalho, sem nenhuma previsão de solução; a greve está concentrada nas agências bancárias com pouca adesão de outros setores da segurança privada; os bancos apoiaram as empresas de segurança na greve para que não apresentassem melhores propostas, pois a manutenção da greve estava interessando ao sistema bancário.

 

          

 

Portanto, a proposta aprovada pela categoria foi 8% de reajuste salarial passando o piso para R$ 1.066,00, tíquete refeição para R$ 13,00, a garantia de não descontar os dias parados, nem o vale transporte, o tíquete refeição; não punição para os grevistas; garantia de emprego de 90 (noventa) dias para os efetivamente grevistas; inclusão de cláusula de reabertura das negociações no mês de setembro; retroatividade do reajuste concedido a março de 2014 com as diferenças salariais pagas no percentual de 50% até o 5º dia útil de agosto e 50% até o 5º dia útil de setembro; manutenção das demais cláusulas da convenção coletiva anterior; inclusão de piso mínimo para eventos de R$ 100,00 por diária (exceção da COPA DO MUNDO).

 

       

 

Para os vigilantes que trabalharão na segurança do Maracanã nos jogos da Copa do Mundo - FIFA, R$ 15,00 por hora de trabalho, R$ 14,00 a titulo de alimentação e R$ 6,00 a titulo de transporte.

 

 

      



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