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04/02/2016 - CONTRA PROPOSTA APRESENTADA PELOS EMPRESARIOS SERÁ DEBATIDA NA ASSEMBLÉIA DOS VIGILANTES

A contra proposta apresentada no dia 02/02, na primeira rodada de negociação entre empresários e trabalhadores será debatida e discutida com os vigilantes em assembléia na sede do sindicato, Rua André Cavalcante 126, bairro de Fátima, no dia 13/02, sábado, as 9:30

Na primeira reunião de discussão o setor  patronal se limitou em reajustar o piso salarial e o tíquete alimentação somente com o índice da inflação do período sem ganho real. A crise econômica do estado foi o principal argumento apresentado pelos empresários.

Antonio Carlos, presidente do Sindicato dos Vigilantes do Município do Rio iniciou o debate lembrando aos empresários que de cinco anos pra cá a categoria conseguiu ganhos reais no salário e aumento significante no tíquete refeição. Porém outras cláusulas importantes na Convenção Coletiva ainda precisam ser modificadas como acabar com a gratificação transitória na escolta armada, estabelecer piso para os funcionarios administrativos, ajuste na escala 12x36 para que possa ter suas 11 hs de descanso em dias de reciclagem, assistência médica pago pela empresa e o mais importante é estabelecer multas para as empresas que desrespeitam ou não cumprem a CCT.

Com as Olimpíadas batendo na porta, o setor remarcou outra reunião no dia 16/02 para retomar a discussão da Campanha Salarial deste ano.

É importante a participação dos vigilantes para debater esta contra proposta no dia 13/02, sábado, em assembléia na sede do Sindicato.

 

Os sindicatos presentes à reunião foram:

Sindicato dos Vigilantes do Município do Rio;

Sindicato dos Vigilantes de Campos;

Sindicato dos Vigilantes de Macaé e Região dos Lagos;

Sindicato dos Vigilantes de Nova Friburgo e Região Serrana;

Sindicato dos Vigilantes de Nova Iguaçu;

Sindicato dos Vigilantes de Belford Roxo e Queimados;

Sindicato dos Vigilantes de Volta Redonda e Sul Fluminense;

Sindicato de Angra dos Reis e Região da Costa Verde;

Sindicato de Transporte de Valores e Escolta Armada;

Federação Estadual dos Vigilantes do Rio de Janeiro;

Confederação Nacional dos Trabalhadores em Segurança Privada.

 

04/02/2016 - NORTE SHOPPING: NEGOCIAÇÃO GARANTE MELHORIAS PARA VIGILANTES

Dia 2  de fevereiro houve reunião no NorteShopping entre o Sindicato dos Vigilantes, a empresa Verzani & Sandrini  e  representantes do Shopping para tratar da forma com que é feita a segurança neste centro comercial. Participaram da reunião pelo SindVigRio os diretores Ocimar e André, pela Verzani&Sandrini, José Rodrigues, Carla, Paulo, Joabson e Márcio,  os vigilantes Curvelo, Fábio e Silas da Verzani lotados no Shopping e pelo  NorteShoppingg, Thiago Pampurre e Jessé Barbosa.

O coordenador de segurança do Shopping, Thiago Pampurre, justificou a forma como é feita a segurança no Local – posto de Gandavo sobre plataforma -  que é contestada pelos diretores do SindVigRio, para inibir o altíssimo e freqüente índice de roubos e seqüestros nos estacionamentos.

Dessa reunião ficou acordado que o Shopping procederia à série de melhorias no local de trabalho dos vigilantes como sejam: recuperação de vazamento no ralo do bebedouro do refeitório e também no vestiário dos vigilantes, assim como a retirada do posto de Gandavo sobre plataforma, e o fim da atuação dos vigilantes como carregadores de carrinhos.

Sobre a retirada da plataforma ficou acordado que ela será utilizada até o dia 29 de fevereiro, pelo alto risco de novas ocorrências devido ao carnaval. Enquanto isso, os vigilantes do posto serão trocados de hora em hora, sendo instalados ventiladores potentes para amenizar o calor e disponibilizada garrafa térmica para garantir hidratação constante

01/02/2016 - SINDICATO PARALISA POSTOS E CONSTATA FALTA DE PAGAMENTOS

O Sindicato dos Vigilantes tem percorrido vários postos de trabalho no município do Rio, realizando paralisações nas empresas de segurança que prestam serviços ao estado e que ainda não pagaram o salário de dezembro, 13ª salário e férias dos trabalhadores. Os diretores  visitaram principalmente os postos da Facility, Prol,  SV Brasil, Supervig,  HBS,  Hopevig, Dinâmica, Transexpert e Steelmen. Constataram que no Instituto Federal de Tecnologia, coberto pela Facility, na Rua Pereira de Almeida nº 88, Pç da Bandeira, os vigilantes não receberam o pagamento de dezembro. De acordo com o  Sr. Elásio, gestor do contrato, a empresa Prol recebeu pagamento da fatura no mês de janeiro, porém não pagou os trabalhadores.  Já no Laboratório Estadual Noel Nutles – na Rua do Resende, Centro – os vigilantes tiveram seus salários normalizados. Por outro lado, no Hospital Souza Aguiar (da Prefeitura do Rio), os 56 vigilantes continuam sem receber os salários de dezembro e férias de janeiro, no entanto, a prefeitura não tem atrasado os pagamentos. Na Defensoria Pública do Centro, o pagamento saiu na última segunda-feira devido a pressão exercida pelo Sindicato.

Os diretores estiveram também na Perícia Médica do estado, na Rua Silva Jardim, Praça Tiradentes, e constataram que dos 16 vigilantes da VS Brasil,  os da reserva estavam sem receber dezembro. Na mesma rua, no ICCE da Polícia Civil, o salário de dezembro e as férias do pessoal da reserva continuam atrasados. No DETRAN, na Rua do Catete, o salário dos vigilantes da VS Brasil foram pagos, mas a empresa ficou devendo o pagamento do tíquete-refeição e do vale-transporte.

A equipe do SinVigRio visitou o Planetário da Gávea e verificou que os 16 vigilantes da VS Brasil  receberam o salário de dezembro. Na Emprapa, no mesmo Bairro, os vigilantes da reserva não receberam dezembro.

Os dirigentes sindicais estiveram na Cidade da Polícia e constataram que os 36 vigilantes ainda não receberam o pagamento de dezembro, que teria que ser pago até o quinto dia útil do mês.



Instituto Federal de Ciência e Tecnologia da UFRJ - Pç da Bandeira


Hospital Souza Aguiar - Centro


Instituto Noel Nutles - Centro


Instituto de Criminalística Carlos Éboli - Pç Tiradentes

 


Perícia Médica do estado - Pç Tiradentes


Defensoria Pública - Centro



Detran - Largo do Machado



Emprapa - Gávea


Planetário da Gávea

Hospital Municipal Francisco da Silva Teles (VS Brasil)

Restaurante Popular de Madureira (Prol)


Posto Facility


Posto Facility e VS Brasil

01/02/2016 - SINDICATO RECEBE EMPRESA SÉCULUS

A Empresa Séculus esteve na sede do sindicato, no dia 28/01 (quinta feira), solicitando a diretoria uma retratação por conta da matéria publicada anteriormente sobre os problemas da escolta armada.

O sindicato se manifestou afirmando de que esta retratação só ocorrerá caso a empresa apresente a folha de pagamento de todos os vigilantes que realizam escolta armada, pois a diretoria tem provas a respeito dos fatos informados na última matéria.

A empresa Séculus esteve representada pelo senhor Aparecido Carlos e a advogada Cristiane Moreira, e uma nova reunião foi marcada para depois do carnaval

Para a diretoria do Sindicato dos Vigilantes o mais importante é que o direito dos trabalhadores seja respeitado, e que  para isso esta trabalhando conjuntamente aos vigilantes de escolta.

29/01/2016 - VIGILANTES DO NORTE SHOPPING EM TRABALHO DEGRADANTE

A empresa Verzani Sandrini que presta serviço ao Norte Shopping tem a péssima prática de colocar vigilantes no estacionamento em cima de um observatório em local alto e debaixo do telhado de zinco. O sol bate em cima do telhado, provocando um calor excessivo, podendo levar o trabalhador ao desmaio com perigo de cair. É uma condição insalubre e degradante de trabalho.

O Sindicato alertou a empresa e o Shopping antes do Natal sobre às péssimas condições de trabalho dos vigilantes, que foram retirados. Entretanto, voltaram as antigas práticas e o Sindicato alertado, fará manifestação no shopping contra o trabalho degradante a que estão submetidos os trabalhadores.


29/01/2016 - FEDERAÇÃO DOS VIGILANTES ENTREGA PAUTA AO SINDICATO PATRONAL


Foi entregue na terça feira, dia 26, na sede do Sindicato Patronal a pauta da campanha salarial 2016. Na reunião, todos os sindicatos filiados à Federação defenderam um maior debate para que ocorram melhorias na Convenção Coletiva da categoria, além de um reajuste digno.
 
Os empresários receberam a pauta e pediram alguns dias para analisar os pleitos. Querem, porém, acelerar o debate, atropelando alguns itens aprovados pelos trabalhadores na primeira assembleia em dezembro.
 
Outra reunião entre a Federação e o Sindesp ocorrerá na próxima terça-feira, dia 02 de Fevereiro, ás 15:00 horas, para que o patronal apresente a contra proposta aos representantes dos trabalhadores.
 
O Sindicato dos Vigilantes do Município do Rio convoca os vigilantes para assembléia no dia 13 de fevereiro, sábado, na sede do Sindicato à Rua André Cavalcante, 126, para avaliar e debater a contra proposta dos empresários.
 
Os sindicatos presentes à reunião foram: Sindicato dos Vigilantes do Rio, Sindicato dos Vigilantes de Campos, Norte e Noroeste do Estado, Sindicato dos Vigilantes de Macaé e Região dos Lagos, Sindicato dos Vigilantes de Nova Friburgo e Região Serrana, Sindicato dos Vigilantes de Nova Iguaçu, Sindicato dos Vigilantes de Belford Roxo e Queimados, Sindicato dos Vigilantes de Volta Redonda e Sul Fluminense, Sindicato de Angra dos Reis e Região da Costa Verde, Sindicato de Transporte de Valores e Escolta Armada e Federação Estadual dos Vigilantes e Confederação dos Trabalhadores de Segurança Privada.

Entre outros itens, a pauta reivindicatória prevê:reajuste salarial de 16%, tíquete-refeição de R$ 25, piso fixo para a escolta armada e assistência médica para o vigilante e família, custeado pela empresa.

       Antônio Carlos (D) do SindVigRio, defende a pauta com 16% de reajuste salarial

                        O presidente da Federação, Sérgio Luiz, leu as reivindicações

           

28/01/2016 - SINDICATO CONVOCA PARA ASSEMBLÉIA DA CATEGORIA DIA 13/02

O SINDVIG convoca os vigilantes para a assembléia no dia 13/02- sábado, ás 9:30 horas na 1ª chamada e ás 10:00 horas na 2ª chamada.


VENHAM DISCUTIR A CAMPANHA SALARIAL!!!

26/01/2016 - VIGILANTES DA SAPUCAÍ AMEAÇAM ENTRAR EM GREVE NO CARNAVAL; RIOTUR DIZ QUE NÃO FALTARÁ SEGURANÇA

                                          
Do R7

Sindicato afirma que profissionais estão sem receber desde dezembro

Os vigilantes que trabalham no Sambódromo ameaçam entrar em greve durante o Carnaval, caso os salários referentes a dezembro, assim como o 13º salário, não sejam pagos até o fim deste mês.

De acordo com o Sindicato dos Vigilantes do Município do Rio de Janeiro, os profissionais, que prestam serviço a uma empresa terceirizada contratada pela Prefeitura do Rio de Janeiro, dizem que não há previsão de pagamento para janeiro.

O sindicato informou ainda que a empresa responsável pela vigilância do sambódromo, a Supervig, alegou que não irá efetuar os pagamentos por falta de recursos devido à falta de repasses de verba por parte da prefeitura.

Além da falta de salários, o sindicato denuncia que vigilantes trabalham com coletes balísticos vencidos e armamento sem manutenção. A Polícia Federal foi notificada sobre as péssimas condições dos equipamentos em 2015.

Procurada pelo R7, a Riotur informou que a Liesa (Liga das Escolas de Samba) é responsável por contratar vigilantes para o Carnaval e que, por isso, não há riscos de a Sapucaí ficar sem segurança durante o evento. A reportagem também procurou a empresa Supervig, mas até a publicação não conseguiu contato com seus responsáveis.

 

25/01/2016 - VIGILANTES AMEAÇAM DEIXAR FOLIÕES DO SAMBÓDROMO SEM SEGURANÇA

Os vigilantes que trabalham no sambódromo ameaçam cruzar os braços durante o carnaval caso a empresa Supervig continue sem pagar os salários dos trabalhadores.

 

Com a falta de pagamento desde dezembro e sem previsão de pagamento do salário de janeiro, hoje o sambódromo já conta com menos da metade do seu efetivo.

 

Além da falta de salário os vigilantes estão trabalhando com coletes balísticos vencidos e armamento sem manutenção.

 

Desde janeiro de 2015 o Sindicato vem denunciando o descaso em que a Riotur junto à empresa Supervig tratam seus vigilantes.

 

O Sindicato notificou a Polícia Federal ano passado sobre os coletes vencidos e os armamentos sem manutenção como também enviou oficio à Riotur e à Empresa Supervig pedindo providências sobre as péssimas condições das instalações no local de trabalho, porém nenhuma das instituições deu resposta aos ofícios, tampouco resolveu os problemas.

 

22/01/2016 - SECRETARIA DIREITOS HUMANOS E EMPRESA HOPEVIG ASSUMEM COMPROMISSO DE PAGAMENTO DE TRABALHADORES

Em reunião ontem (21 de janeiro) na Secretaria de Direitos Humanos, representada pelo subsecretario executivo Cássio e por João Borges,  a empresa Hopevig representada pelo advogado Giancarlo, assumiram o compromisso de prioridade de pagamento para os 138 vigilantes demitidos. A empresa está devendo os salários de novembro, dezembro, 13º salário e verbas rescisória. 


Reunião entre Sindicato, Empresa Hopevig e Representantes do Governo
do Estado do RJ


Os trabalhadores foram representados pelo Sindicato dos Vigilantes com a participação da diretoria e a presença de dois vigilantes escolhidos dentre os presentes que lotaram a sala de reuniões do gabinete do Secretário. 


Presidente do Sindicato Antonio Carlos explica aos trabalhadores o compromisso firmado na reunião

A Secretaria de Direitos Humanos informou que já enviou para a Secretaria de Fazenda o Pedido de Pagamento para Hopevig e que o pagamento deverá ser confirmado até terça-feira, dia 26 de janeiro. Os representantes da Secretaria disseram ser prioridade deles o pagamento da empresa, para que esta possa quitar o que deve aos 138 vigilantes. Com a confirmação do pagamento serão realizadas as homologações na sede do Sindicato dos Vigilantes do Município do Rio de Janeiro.



Comunicação com os Vigilantes


O Sindicato irá comunicar em suas redes sociais (facebook.com/sindicatovigilantes e facebook.com/sindicatodosvigilantes do RJ) e no site www.sindvig.org.br as datas para homologação a partir do dia 27 de janeiro, após a Secretaria de Direitos Humanos confirmar o pagamento à empresa Hopevig.

22/01/2016 - ACORDO GARANTE PAGAMENTO DOS VIGILANTES QUE TRABALHAM PELA PRIMUS NOS CORREIOS

De acordo com o combinado entre o Sindicato, Correios e a empresa Primus, o salário atrasado de dezembro ja foi depositado, com o cumprimento da primeira parte do acordo.

Pelo acordo o salário de janeiro deverá ser pago no 5º dia útil de fevereiro, conforme determina a lei. 

18/01/2016 - PARALISAÇÃO DOS VIGILANTES PROL, VS e HBS

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18/01/2016 - PROBLEMAS DAS OSs TAMBÉM AFETAM A SEGURANÇA PRIVADA

Não é de hoje que o Sindicato dos Vigilantes do Município do Rio de Janeiro fala que este modelo adotado pelo Estado em administrar serviços públicos por Organizações Sociais não daria certo.

Operações feitas pelo Ministério Público do RJ, PR, SP e RN desqualificaram 5 OSs que tiveram seus contratos rescendido por irregularidades como superfaturamentos e serviços continuados sem processo licitatório.

O Tribunal de Contas já demonstrou que este modelo não é nada econômico para o Estado e sim um negócio lucrativo para muitos diretores de OSs.

Podemos ver os casos da recente prisão dos responsáveis pela OS gestora do Hospital Pedro II, em Acari e agora outra OS que além de desviar 11 milhões dos cofres públicos, os dirigentes tentaram vender a Organização por 100 milhões.  

SABE QUEM SOFRE COM ISSO?

Na ponta disso tudo quem sofre com isso são os trabalhadores e a população com o mau atendimento. Na Segurança Privada praticamente todos os vigilantes que prestam serviços para o Governo do Estado estão recebendo seus salários atrasados.

Ha uma luta diária entre o Sindicato e as empresas para que saldem suas dividas trabalhistas com seus vigilantes. O Sindicato ja vêm denunciando este modelo de contratação ha muito tempo como podemos ver na matéria publicada em setembro de 2015.

O Sindicato JÁ vem denunciando o modelo de contratação que  prejudica os trabalhadores . a quarterização da mão de obra

Estado quarteiriza segurança nas UPAS e prejudica trabalhador

Não bastassem os problemas do modelo de terceirização atual, o estado ainda torna pior a vida de centenas de vigilantes das UPAS do Rio, pois o modelo usado nas contratações da segurança privada é a quarteirização.

O Estado precisa de vigilantes nos postos médicos. Estes repassam a responsabilidade de contratação para as Organizações Sociais - OS, que por sua vez contratam as empresas de segurança e vigilância.

A empresa contratada tem que pagar o vigilante até o 5º dia útil de cada mês. Quando o pagamento não é feito, o trabalhador cobra da empresa de vigilância, que por sua vez cobra das Organizações Sociais que cobram do Estado.

É um circulo vicioso que recai sempre nas costas dos vigilantes – Que perdem sempre não tendo seus direitos garantidos quando essas organizações fecham as portas.


AGORA LEIA A MATÉRIA QUE SAIU NO JORNAL O GLOBO DESTA SEGUNDA FEIRA DIA 18/01/16

RIO - Das dez organizações sociais (OSs) que administram 108 das 248 unidades de saúde da prefeitura do Rio, oito são investigadas em procedimentos no Ministério Público (MP) estadual e em ações no Tribunal de Justiça (TJ) do Rio por suspeitas de irregularidades. Há desde denúncia de não fornecerem condições adequadas aos pacientes até casos de supostos desvios de recursos públicos. A maioria das investigações teve por base 16 auditorias realizadas pelo Tribunal de Contas do Município (TCM). Em alguns casos, os auditores constataram sobrepreços de até 508% na compra de medicamentos.

As auditorias do TCM foram feitas em nove OSs que tinham contrato com a prefeitura à época da inspeção. Apenas na Fiotec não foram detectados problemas. Mas foram apontadas objeções aos serviços nas demais: Instituto de Atenção Básica e Avançada de Saúde (Iabas), Viva Rio, Associação Paulista, Centro de Estudos e Pesquisas Dr. João Amorim (Cejam), Centro de Estudos e Pesquisas 28 (Cep 28), Gnosis, Unir e Cruz Vermelha.

Na maior parte, foram identificadas práticas semelhantes às que levaram a Justiça a decretar a prisão de oito pessoas ligadas à Biotech, na operação Ilha Fiscal, sob acusação de desvio de mais de R$ 48 milhões em contratos com a prefeitura. A Biotech, já descredenciada, administrava os hospitais Pedro II (Santa Cruz) e Ronaldo Gazolla (Acari). Diante da gravidade do quadro — e do fato de que essas OSs receberão este ano R$ 1,9 bilhão (cerca de 38,8% do orçamento destinado à saúde) — os promotores do MP recomendaram ao município, na semana passada, a suspensão de novas contratações.

Controle falho

Entre os principais problemas mencionados pelos técnicos do TCM, está a “fragilidade” na fiscalização dos contratos por parte dos servidores indicados para controlar gastos e verificar se as metas fixadas para as OSs eram cumpridas. Além disso, foram detectadas nas investigações irregularidades como sobrepreço de serviços e insumos, duplicidade de notas, cobrança por serviços não realizados e não recolhimento de encargos sociais de empregados.

Devido a problemas como esses, as oito OSs investigadas respondem a 19 procedimentos no MP. São sete no Grupo de Atuação Integrada da Saúde (Gais) e 12 na 2ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva de Defesa da Saúde da capital. Há ainda nove ações civis públicas tramitando nas varas de Fazenda Pública do TJ.

O GLOBO teve acesso às investigações do MP e aos relatórios do TCM. Um dos casos envolve a OS Cejam. Mesmo sem sede no Rio, a empresa conseguiu inscrição na Comissão de Qualificação da Casa Civil e ficou responsável pela operacionalização e execução das ações de saúde nas Coordenações de Emergência Regional (CER) do Centro e da Ilha, assim como no Hospital Evandro Freire, também na Ilha. Os contratos assinados em março de 2012 tinham vigência de 24 meses (de 27 de março de 2012 a 26 de março de 2014), no valor total de R$ 134.190.792,62.

No caso do Evandro Freire, a unidade só abriu oito meses depois. Mesmo assim, a Cejam apresentou gastos de custeio vinculados ao hospital e à CER-Ilha, com autorização dos gestores da secretaria municipal, que somaram R$ 4.928.322,93. Foi apurado que, entre as despesas, estão pagamentos de salários integrais de profissionais de saúde e médicos contratados pela OS na quantia de R$ 2.362.506,01, sem que eles prestassem qualquer atendimento, caracterizando exemplo de má gestão dos recursos públicos.

Além disso, como seus profissionais eram de São Paulo e não contratados no Rio, como determina a lei das OSs, a Cejam também apresentou despesas consideradas irregulares, como gastos na Churrascaria Fogo de Chão, táxis, passagens aéreas e taxa de administração, gerando perdas no valor de R$ 1.262.251 entre abril de 2012 e março de 2014. Até o fechamento desta edição, O GLOBO não conseguiu contato com os responsáveis pela OS.

No Rio, unidades de referência

Goiás tem a maior participação de OSs. Todas as unidades de saúde foram entregues para organizações sociais no estado do Centro-Oeste. Desde 2002, elas administram hospitais, maternidades, prontos-socorros e clínicas de especialidades médicas que, antes, estavam sob a gestão direta do governo estadual. Com esses contratos, o estado gastou, em 2015, 42% do orçamento da Saúde (R$ 785 milhões).

No Rio, as OSs são responsáveis pelo atendimento em UPAs, hospitais de emergência e unidades de referência no estado como o Instituto do Cérebro e o Hospital da Criança. Já Santa Catarina aparece como um dos estados com menor presença de OSs (21%). Entre os serviços repassados, está o Serviço Móvel de Urgência (SAMU).

Pioneiro na adoção do modelo, São Paulo começou com cinco hospitais repassados a OSs em 1998. Hoje, são um total de 107 unidades. Além de 40 hospitais, as entidades também cuidam de ambulatórios de especialidades, centros de reabilitação e centros de análises clínicas e de diagnóstico por imagem.

Um estudo do Banco Mundial de 2005, que mediu a eficiência das OSs em comparação com o sistema exclusivamente público, apontou resultados favoráveis ao novo modelo. Segundo a pesquisa, nas unidades comandadas por OSs o número de altas médicas foi maior, e o de óbitos, menor. A quantidade de altas apenas em cirurgias foi 61% mais alto.

Gestão é do poder público

Em nota, o ministério assinalou que a contratação de organizações sociais de saúde é uma prerrogativa que o gestor local possui, como ente autônomo e com respaldo em legislações.

“A Constituição brasileira, quando criou o SUS, e a Lei 8080, quando regulamentou sua gestão, definiu que o SUS é constituído por uma rede hierarquizada e regionalizada de saúde, mas que é permitido à iniciativa privada ter serviços de saúde. Assim, uma organização social é uma entidade que presta serviço público não estatal. É importante destacar que os gestores podem terceirizar a contratação de pessoas, mas não a gestão do sistema, regulação e fiscalização, que são responsabilidades indelegáveis", afirmou o texto.

O Ministério da Saúde informou também que hospitais administrados por OSs recebem repasses da pasta, mas disse não possuir dados em relação aos valores. Isso porque o dinheiro é enviado aos estados e municípios, e são esses que realizam os repasses. Além disso, o ministério informou que não usa as OSs para gerir unidades de saúde próprias.

Read more: http://oglobo.globo.com/rio/das-dez-oss-que-operam-no-municipio-oito-estao-sob-investigacao-18494571#ixzz3xcrYMqZE

15/01/2016 - SINDICATO SE REÚNE COM REPRESENTANTE DA EMPRESA SOLIDEZ

Após visita dos Diretores do Sindicato dos Vigilantes aos companheiros que realizam a escolta armada da empresa Souza Cruz, na Pavuna, a Diretoria recebeu a visita do representante da empresa Solidez, uma das empresas responsáveis pela escolta.

O senhor Gilvan, chefe de DP, compareceu ao Sindicato para apresentar a folha de pagamento dos vigilantes de escolta e demonstrar que os pagamentos do Adicional de Periculosidade e de horas extras são feitos dentro do que exige o artigo 193 da CLT e da Cláusula Quarta, parágrafo segundo, da Convenção Coletiva de Trabalho 2015/2016. Pelos cálculos apresentados pela empresa o somatório está correto, sendo a hora extra resultado do seguinte cálculo: R$ 1.162,00 (Piso) + R$ 348,60 (Gratificação Escolta) + R$ 348,60 (Periculosidade  = R$ 1859,20.

Na reunião esteve presente o diretor sindical Pedro Paulo que apresentou outras reclamações dos vigilantes, sendo ela: - falta de pagamento do tíquete refeição após às 12 horas de plantão; falta de pagamento da hora de almoço trabalhada, desconto de acidentes automobilísticos, redução do descanso entre as jornadas diárias de trabalho; e a forma de contratação ( os atuais vigilantes são contratados como vigilantes patrimoniais e os antigos como vigilantes de escolta).

Quanto a forma de contratação como vigilante patrimonial a empresa garante que todos terão registrado em CTPS, na parte de anotações, o período que trabalham como vigilantes de escolta, pois este direito é cumprido pela empresa. Tal procedimento garante ao vigilante todos os direitos da CLT e da Convenção Coletiva de Trabalho. Quanto aos demais assuntos ficou o compromisso da empresa de se pronunciar através da sua Diretoria.

Por último, a empresa se colocou a disposição para esclarecer e resolver possíveis problemas relacionados à escolta armada.

A Diretoria do Sindicato reiterou a urgência do assunto e a necessidade de uma nova reunião entre as Diretorias do Sindicato e da empresa, pois os vigilantes da escolta armada realizam um trabalho de grande perigo e merecem ter resolvidas e esclarecidas todas as suas reclamações.




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