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24/08/2014 - EVENTOS MARCAM OS 60 ANOS DO SUICÍDIO DE GETÚLIO VARGAS

No Museu da República e no Memorial, na Glória, haverá filmes e mesas-redondas

                                   

Rio - Neste domingo, completa 60 anos do suicídio do ex-presidente Getúlio Vargas. A data vai ser lembrada com uma série de eventos na cidade. No Museu da República, no Catete, às 18h30, haverá a projeção do filme ‘Getúlio’, de João Jardim. Na terça e na quarta-feira, as pessoas poderão assistir a um seminário sobre o legado do político que criou a legislação trabalhista no país. O evento vai acontecer no Memorial Getúlio Vargas, na Glória.

No primeiro dia, terça-feira, a mesa-redonda começa às 10h, com o tema ‘O mundo do trabalho na Era Vargas’. Vão participar os professores Andréa Casa Nova Maia, da UFRJ, e Marcus Dezemone, da UFF.

Às 14h, será a vez de falar sobre ‘ Imagens e representações do poder’ no período getulista. Será feita apresentação sobre a propaganda política durante o Estado Novo (1937-1945) por Licia Rubinstein, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Nesta mesma mesa, haverá a discussão sobre o primeiro governo Vargas e a valorização do passado histórico brasileiro. Às 16h30, haverá a exibição do documentário ‘Getúlio Vargas’ (1974), da diretora Ana Carolina Teixeira Soares. No dia 27, às 9h30, também no Memorial, na Glória, haverá uma mesa-redonda sobre ‘Cultura e Arte no Estado Novo’.

Vão participar deste evento, para falar sobre o cinema, a arte e a música nesta época, os professores Wolney Malafaia, do Colégio Pedro II, Luiz Otávio Braga, do Instituto Villa Lobos/Unirio e Guilherme Motta, da Universidade Veiga de Almeida.

Às 14h, o tema será ‘Intelectuais e patrimônio Histórico no Brasil — a construção de um conceito’. Estarão presentes os professores Sérgio Montalvão (UFF), Vanuza Braga, do Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil, e Joaquim Justino Moura dos Santos, da Unirio. Na quarta, às 16h30, será realizada uma cerimônia de encerramento, com a presença de Celina Vargas do Amaral Peixoto, neta de Getúlio.


20/08/2014 - STJ OBRIGA CAIXA A FORNECER EXTRATOS DE CONTAS DO FGTS

O banco informou que já adequou normas internas para o cumprimento da decisão. Para consultar o saldo dessas contas criadas antes de 1990, é preciso ir a uma agência.

 

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu que a Caixa Econômica Federal (CEF) é obrigada a fornecer extratos das contas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) de qualquer período. O banco já fornecia esse tipo de informação para as contas criadas a partir de 1990, quando passou a ser a única instituição gestora do fundo. Agora, a Justiça o obriga a disponibilizar os extratos mesmo para as contas criadas antes desse ano.

 

                 

 

O FGTS foi instituído em 1966. Vinte anos depois, com a extinção do Banco Nacional de Habitação (BNH), a CEF passou a ser a maior administradora do fundo, mas foi apenas em 1990 que conseguiu centralizar as quase 130 milhões de contas do FGTS que estavam distribuídas em 76 bancos. “A CEF é responsável pelo fornecimento dos extratos do FGTS, inclusive para fins de exibição em juízo, independentemente do período em discussão”, diz o texto do STJ.

 

O banco informou que já adequou normas internas para o cumprimento da decisão. Para consultar o saldo dessas contas criadas antes de 1990, é preciso ir a uma agência. No caso de contas abertas depois de 1990, a CEF permite a consulta pela internet. O trabalhador deve cadastrar senha para acessos às informações, informando o PIS. Além do extrato completo, o banco oferece a opção de atualização de endereço, extrato por e-mail e serviços no celular.

19/08/2014 - FEDERAÇÃO E SINDICATO PROMOVERAM ENCONTRO COM O CANDIDATO A GOVERNADOR MARCELO CRIVELLA

O candidato a governador, senador Marcelo Crivella (PRB), estava programado para vir ao SindVigRio nesta terça-feira (19/08), porém não pode vir devido a compromisso na TV Band. Em seu lugar mandou quatro assessores que junto com a diretoria do Sindicato, da Federação e dos vigilantes que encheram o auditório, debateu-se os problemas dos trabalhadores da segurança privada e a conjuntura nacional.

 

           

O vice-presidente do Sindicato, Antônio Carlos Oliveira, fez a apresentação da pauta política dos trabalhadores para que se eleito governador, Crivella possa interferir na causa dos vigilantes. Entre os itens reivindicatórios, destacam-se um piso nacional da categoria, que atualmente está sendo discutido por Comissão Especial (Projeto de Lei 4238/2012) que tem como relator o deputado Federal Nelson Pellegino; Não aprovação do projeto de Lei 4330/2004 que expande ainda mais as terceirizações no Brasil, assim como diversos outros projetos que tramitam e tratam do mesmo assunto; Revisão urgente da lei de licitações e contratos (Lei 8.666/93); criação do Estatuto da Segurança Privada que atualmente encontra-se no Ministério da Justiça em fase de discussão, que tem por objetivo alterar a Lei Federal 7.102/83 que regulamenta a segurança privada.

 

                       

          É preciso transparência na contratação das empresas de vigilância

 

No âmbito estadual a categoria reivindica maior rigor na fiscalização dos contratos com as empresas terceirizadas prestadoras de serviços de vigilância, que têm sido alvo negativo na imprensa pelo completo desrespeito aos direitos trabalhistas, a exemplo da Facility (Prol) que após 8 anos de governo Sérgio Cabral está prestes a encerrar suas atividades, deixando de quitar os créditos trabalhistas dos seus empregados.

            

O representante do candidato Crivella, Alex de Assis, disse que realmente há necessidade de se revisar a Lei 8. 666. É preciso dar mais transparência no processo de contratação das empresas prestadoras de serviços, não só pelo preço baixo, mas sobretudo pelas condições técnicas e econômicas da empresa que pretende oferecer determinado serviço. “Se Crivella for eleito faremos uma Força Tarefa para que as empresas de segurança contratem mais mulheres, uma vez que estão aptas para o serviço e com as atas registradas na Polícia Federal em dia”, explicou Alex, respondendo ao questionamento da diretora Denise Cristina sobre a discriminação com as mulheres num mercado de trabalho extremamente machista.

 

         

           Denise Vigilante fala da discriminação com as mulheres no mercado de trabalho

      Serjão, vice presidente da NCST/RJ, desejou à equipe de Crivella sucesso na Campanha

 

O vice-presidente da Nova Central Sindical (NCST), Sérgio Luiz, lembrou que o candidato Crivella já fez muito pelos rodoviários do Rio e acredita que poderá fazer também pelos vigilantes, pois na sua opinião o candidato sempre esteve envolvido nas causas sociais e trabalhistas.

 

          

                   Alex de Assis responde as dúvidas de sindicalistas e trabalhadores

                 Antonio Carlos entrega ao Assessor Alex as demandas da categoria

 

Além do assessor Alex, compareceram ao debate os assessores Anderson Coelho, Mauro Macedo e Gilson Marreta.

18/08/2014 - FACILITY ATRASA PAGAMENTOS DE FUNCIONÁRIOS, MAS TEM 57 CONTRATOS COM ÓRGÃOS ESTADUAIS

Ana Paula Viana e Leandro Saudino – extra.globo.com

 

Atrasos no pagamento de salários e benefícios estão pondo em xeque o atendimento de órgãos do governo do estado. Segundo denúncias de trabalhadores de setores vitais, como segurança, informática e limpeza, a empresa Prol, antiga Facility — responsável pela terceirização desses funcionários — não tem cumprido suas obrigações trabalhistas. Por isso, empregados da prestadora de serviços paralisaram dez postos do Detran-RJ, de sábado até segunda-feira passada. Somente no fim de semana, dois mil motoristas do Rio ficaram sem atendimento. Esse foi mais um capítulo da turbulenta parceria entre a Prol e o estado.

 

 

Um levantamento feito nos registros de licitações do governo mostra que há 57 contratos em vigor em nome da Facility, com 19 órgãos estaduais, totalizando a verba de R$ 5,1 bilhões. A empresa informa ter cerca de 20 mil funcionários, mas não especifica quantos deles trabalham para o poder público. Somente no Detran-RJ, são 3.462, segundo o próprio órgão, atuando nos setores de habilitação, identificação civil e registro de veículos. Os 14 contratos em vigor só no Departamento Estadual de Trânsito custam R$ 1,1 bilhão.

 

— A Prol marcou uma reunião, mas ninguém apareceu ou enviou comunicado. Eles só dizem que enfrentam problemas financeiros — reclamou o presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Asseio, Conservação e Limpeza, Romero Duarte, que foi à empresa, na quarta-feira passada, cobrar o pagamento de funcionários da área de serviços gerais.

 

A auxiliar administrativa Patrícia Lima, de 36 anos, diz que os atrasos são contantes:

— O vale-transporte sempre chega atrasado. Muitas vezes, nem recebi tudo. Inventavam até faltas para descontar no contracheque.

 

Na mão de estrangeiros

 

Procurada, a Prol não deu detalhes sobre os contratos em vigor nem comentou as denúncias feitas por funcionários, informando apenas que está passando por uma reestruturação, e que os salários atrasados já foram depositados.

 

Pouco se sabe sobre a gestão da empresa, apenas que, no início do ano, ainda sob o nome Facility, foi vendida a um fundo estrangeiro de investimentos, pelo empresário Arthur Cesar de Menezes Soares. Ele chegou a ser alvo de denúncias do Ministério Público (MP) estadual, por suspeitas de fraudes em licitações.

 

Na época da venda, os comentários no mercado eram de que a transação seria o ponto de partida para a formação de um grupo de prestadoras de serviços com faturamento de R$ 2,2 bilhões por ano. Os funcionários temem o futuro:

 

— Atrasam os salários, não depositam o FGTS nem pagam o adicional de insalubridade, apesar de eu trabalhar num hospital. É uma falta de respeito. Nossas contas não esperam — contou uma funcionária da Prol, que preferiu não se identificar.

 

OS FATOS: PROBLEMA CONSTANTE

 

Trabalhadores

 

Entre os órgãos que têm terceirizados da Prol estão as secretarias de Educação, Segurança e Saúde, a Polícia Civil, o Degase, a Empresa de Obras Públicas, a Universidade da Zona Oeste e a Faetec.

 

Parlamentares

Na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), o atraso nos salários dos terceirizados em serviços como limpeza e cozinha chegou ao plenário na semana passada, quando deputados discutiram medidas a serem tomadas contra a Prol.

 

Medidas

 

O Instituto Estadual do Ambiente (Inea) também estuda uma punição à Prol, para que a empresa regularize o pagamento dos 17 vigilantes que atuam por lá. No Instituto Vital Brazil, houve uma notificação pela falta de depósito de salários para 200 profissionais que trabalham nas Farmácias Populares do estado.

 

Falhas no Detran-RJ

 

No Detran-RJ, a situação dos terceirizados foi regularizada, por enquanto. Ontem, porém, problemas no sistema, causados por uma falha técnica da Oi, fizeram o órgão ampliar o atendimento, entre os dias 25 e 29 de agosto, até as 23h, em alguns postos.

 

 

Leia mais: http://extra.globo.com/noticias/economia/facility-atrasa-pagamentos-de-funcionarios-mas-tem-57-contratos-com-orgaos-estaduais-13626048.html#ixzz3AklvU5xv

 

14/08/2014 - APÓS LONGA ESPERA, SUPREMO COLOCA EM PAUTA A 'DESAPOSENTAÇÃO'

Mecanismo eleva benefício de quem ainda trabalha

 HELIO ALMEIDA

Rio - Após longa espera, está na pauta dos próximos julgamentos do Supremo Tribunal Federal (STF) a ação sobre a validade da “desaposentação”, quando há renúncia do benefício atual para requerer um novo de valor maior. Atualmente, 500 mil aposentados voltaram a trabalhar e ainda contribuem para a Previdência Social, segundo o INSS.

Em alguns casos, quem teve o benefício reduzido pelo chamado fator previdenciário poderia ter obtido aposentadoria maior se tivesse esperado mais tempo para se aposentar. Uma eventual decisão vai orientar a atuação dos tribunais.

Como o INSS não aceita revisar o valor, o caso parou Justiça, que começou a discutir o tema em 2010. Se os aposentados ganharem, o impacto nos cofres públicos deve ser de R$ 3 bilhões. Nas instâncias inferiores, ainda não se sabe se o aposentado que, por exemplo, continuou trabalhando por dez anos e recebeu benefício durante esse período, teria ou não que devolver os valores recebidos.

“Esperamos que o STF mantenha o entendimento a favor dos aposentados pelo direito de troca de benefício”, explica Gisele Lemos Kravchychyn, advogada do Instituto Brasileiro de Direito Previdenciário (IBDP). Segundo a entidade, mais de 70 mil processos aguardam a decisão do Supremo.

O site Processe Aqui criou um modelo de petição para quem quer entrar com uma ação contra o INSS (acesse bit.ly/1lUS1Nl). Após o cadastro, escolha “Desaposentação — INSS”, selecione “A Desaposentação” e descreva as informações de trabalho. A petição será gerada automaticamente para o e-mail cadastrado. “Após imprimir a petição, o aposentado deve se dirigir a um Juizado Especial Federal”, orienta um dos criadores do site, o advogado Geovani Santos.

INSS é condenado por suspender auxílio

A Justiça Federal condenou o INSS a pagar indenização de R$ 3 mil por danos morais a um segurado que teve o pagamento do auxílio-doença suspenso, sem fazer perícia comprovando que o segurado já estava apto ao trabalho.

A suspensão ocorreu com a alta programada, mecanismo que interrompe o pagamento do benefício após vencimento do prazo inicial estipulado. A alta programada não traduz irregularidade, desde que o INSS assegure a realização de nova perícia.

Na sentença, o juiz classificou de “irregular e abusiva” a conduta do INSS, que por sua vez não informou se irá recorrer da sentença, que pode ainda ser julgada pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ).

Apesar de considerar o valor da indenização irrisório, o advogado Rodolfo Ramer, especialista em direito previdenciário, comemorou a decisão. “A Justiça costuma dar indenizações pequenas, pois acredita que o INSS é um órgão mantido pela sociedade. Mas a sentença foi punitiva e pedagógica”, disse.

DESAPOSENTAÇÃO?

É a possibilidade do aposentado, que segue trabalhando, requerer novo cálculo para aumentar o benefício. O novo valor se dá pela incorporação no cálculo do período trabalhado após a aposentadoria.

 

COMO É REQUERIDA?

Atualmente a desaposentação não está prevista em lei. Além de pedir revisão ao INSS, a troca do benefício só poderá ser buscada com pedido na Justiça.

 

QUEM PODE PEDIR?

Segurados com aposentadoria proporcional (homens com menos de 35 anos de contribuição e mulheres com menos de 30) ou que tiveram redução por conta do fator previdenciário. Ao pedir a revisão, os beneficiários podem acumular maior tempo de contribuição e obter aumento do benefício.

É VANTAJOSO?

Nem sempre. É preciso calcular o valor do novo benefício para comparar com o atual. Não é vantajoso para quem contribuía sobre o teto e passou a contribuir sobre o mínimo.

 

VALE A PENA PARA QUEM ESTÁ PRÓXIMO DE PARAR?

Sim, porque, em regra, as pessoas demorariam mais tempo para ter direito à aposentadoria integral. Exceção é para quem, após se aposentar, é obrigado a deixar o emprego.

 

QUEM TEM DIREITO DEVE ENTRAR AGORA COM AÇÃO OU ESPERAR MAIS?

É aconselhável aguardar a decisão, pois existem sentenças diferentes. Em alguns casos, juízes entendem que há o direito, mas os aposentados teriam de devolver o valor dos benefícios já recebidos. O STF decidirá sobre os casos.

13/08/2014 - GRUPO FACILITY NÃO CUMPRE OBRIGAÇÕES TRABALHISTAS PREJUDICANDO TRABALHADORES E A POPULAÇÃO

Preocupado com a venda da Facility ao grupo internacional Prol, o SINDVIGRIO oficiou ao Ministério do Trabalho e Emprego a importância de fiscalizar a Empresa Facility pelas irregularidades que pratica: a empresa não está fazendo as rescisões contratuais corretamente; não entrega os contracheques; não paga férias aos funcionários; os salários são pagos sempre com atraso, bem como descumpre outros encargos trabalhistas como o pagamento de 100% nos feriados.

Desde outubro de 2013 o Sindicato promove protestos tanto na porta da empresa quanto nos postos que assumiu, mesmo com pouca participação dos trabalhadores. Os protestos aconteceram no hospital Souza Aguiar, hospital Getulio Vargas, Detran e outros órgãos públicos.         

Trabalhadores da Facility protestaram no Hemorio e no Hospital Souza Aguiar

Os trabalhadores reclamam ainda que estão sendo explorados e escravizados pela Facity que atua principalmente na segurança de órgãos da administração pública. Alguns vigilantes estão trabalhando com o uniforme rasgado e até de chinelo o que demonstra o total desprezo da empresa para com seus funcionários.

Esta semana terceirizados do Detran cruzaram os braços reivindicando o pagamento dos salários atrasados, afetando assim quase dois mil motoristas que estavam com vistoria marcada.

O SINDVIGRIO orienta os vigilantes que estão sofrendo com estes descasos, que procurem imediatamente o Sindicato para as devidas providencias.

Antonio Carlos, vice-presidente do SINDVIRIO, disse que estas irregularidades são sintomas típicos de empresa que vai quebrar. “Provocamos via Ministério do Trabalho mesa redonda na SRTE que ocorreu dia 04/08/14, mas a empresa negou as denúncias sem ao menos provar que estão cumprindo com as obrigações trabalhistas”.

11/08/2014 - SINDICATO DENUNCIA AGÊNCIAS SEM VIGILANTES À POLÍCIA FEDERAL


O Sindicato dos Vigilantes do Município do Rio – SinVigRio – esteve reunido hoje, dia 11/8, com representantes da Delegacia de Controle da Segurança Privada (DELESP) da Polícia Federal, quando informaram irregularidades praticadas pelos bancos que deixam agências funcionar com poucos vigilantes ou sem nenhuma segurança. Na última sexta feira, dia 8, o site do Sindicato denunciou que duas agências em Botafogo estavam operando sem vigilantes. A explicação dos gerentes é que essas agências trabalham sem numerário, portanto sem necessidade da vigilância privada. Entretanto, a equipe do SindVigRio constatou que tanto na agência da Rua da Passagem nº 130 quanto na loja da Rua Voluntários da Pátria nº 264, há caixas eletrônicos que atendem os clientes com retiradas de até R$ 3 mil. Bancários disseram estar apavorados com esse novo modelo do Itaú conhecido como Agência de Negócios.

(E) Pres.Bandeira, vice Antônio Carlos com os agentes Luciane, Paulo Leirinha, perito Athayde e delegado Marcelo 

Outro problema relatado ao delegado da Delesp, Marcelo Daemon, pelos diretores do Sindicato, Fernando Bandeira e Antônio Carlos, é que as agências estão diminuindo cada vez mais o efetivo dos vigilantes. Agências grandes do Bradesco, Itaú e Santander, por exemplo, estão operando com no mínimo dois vigilantes apenas para cumprir o que diz a Lei 7.102/83 – No mínimo dois vigilantes para a agência funcionar. Assim os bancos reduzem seus custos e aumentam a insegurança entre clientes e funcionários, restringindo o mercado de trabalho dos vigilantes. 

A agente federal Luciane Cielas, presente à reunião e responsável pelo Núcleo de Bancos, disse que este ano a Delesp recebeu 253 pedidos de bancos para reduzir o efetivo, porém a delegacia só concedeu 22 reduções após um readequamento dos planos de segurança. O Sindicato entregará um levantamento das instituições que fizeram reduções para averiguação e comparação com os números da Delegacia.                             

Delesp poderá exigir vigilância nas agências de negócios de Botafogo

Quanto as duas agências que funcionam sem vigilantes em Botafogo, o delegado Marcelo disse vai fazer um estudo, de acordo com as informações recebidas do SindVigRio, e submetê-lo à Coordenação Geral da Segurança Privada em Brasília. Se o banco ou alguém age de forma incorreta a Delesp precisa saber e, se ficar comprovado a movimentação de dinheiro no interior das agências – como o site do Sindicato mostrou dia 8/08 último – os estabelecimentos bancários só poderão operar com a aprovação de um plano de segurança pela Polícia Federal.

Pelo SindVigRio (acima) compareceram os dirigentes Bandeira, Jomar e Antônio Carlos

Na reunião o delegado substituto da Delesp, Marcelo Daemon, ouviu dos dirigentes sindicais outras reclamações: empresas com pequeno capital vencem a licitação eletrônica e burlam os demais concorrentes com o menor preço, normalmente não arcam com as obrigações trabalhistas, obrigando o Sindicato a entrar na Justiça, responsabilizando o contratante.

Essas empresas geralmente são compostas por ex-empregados de outras firmas que entram como sócio em novas empresas que acabam fechando sem pagar as verbas rescisórias. O delegado Marcelo disse que no primeiro momento não tem como averiguar a legalidade na formação dessas empresas, pois a Delesp não faz investigação. No entanto, ao receber do Sindicato a documentação sobre essas empresas e havendo indícios de crime, enviará a denúncia à Delegacia Fazendária da Polícia Federal que poderá abrir inquérito e tomar outras providências.

 

 

 

08/08/2014 - AGÊNCIAS SEM VIGILANTES CAUSAM PÂNICO EM CLIENTES E BANCÁRIOS

O Itaú está com uma novidade no mercado financeiro: a chamada agência de negócios. Neste novo modelo não há vigilantes e o número de funcionários é reduzido. Também não existe a manipulação do dinheiro em espécie. O cliente pode fazer pagamentos e investimentos com o cartão de débito ou cheque. Requisitar desbloqueio e 2º via de cartão ou fazer transferências bancárias. Depósitos em dinheiro só em um dos caixas eletrônicos cujo serviço é terceirizado pela empresa Prossegur que abastece ou retira dinheiro dos terminais de auto-atendimento. Em todo o país são 60 agências que não utilizam mais os serviços de uma empresa de vigilância patrimonial, causando preocupação em clientes e funcionários que estão totalmente desprotegidos.

O SindVigRio visitou duas dessas agências em Botafogo – uma na Rua Voluntários da Pátria nº 264 e outra na Rua da Passagem nº 130, loja A. Nesta segunda agência, a crítica dos bancários que trabalham sem a presença dos vigilantes foi mais contundente. “Somos apenas quatro mulheres para atender a clientela com três caixas eletrônicos onde se pode sacar até R$ 3 mil”, gerando medo nas funcionárias pela falta de segurança”. Uma assistente de gerente disse que no mínimo a agência precisaria de um vigilante armado para inibir a ação de assaltantes ou quaisquer outros tipos de marginais.


Sem vigilantes esta Ag. da R. da Passagem parece vazia, mas as atendentes estão atrás das divisórias


Alarme não funciona e agência não tem controle das câmeras

E para piorar a situação o “alarme de pânico” não funciona há cinco dias. Essa mesma assistente e uma gerente disseram temer que bandidos possam obrigá-las a transferir dinheiro de uma conta para outra sem chamar atenção das pessoas para essa nova modalidade de crime, já que sabendo que o banco não trabalha com dinheiro vivo poderiam adotar essa prática criminosa sob grave ameaça a vida dos funcionários. As bancárias disseram que todos os dias ao entrarem ou saírem da agência tem que acender a luz no fundo da loja, receando serem abordadas por bandidos que no escuro podem até estuprá-las. O interruptor de luz deveria ficar na entrada do banco e não nos fundos ao lado da cozinha, reclamam.

Na agência da Voluntários, clientes movimentam valores sem nenhuma segurança

Na outra agência visitada, na Rua Voluntários da Pátria nº 264, um funcionário explicou que a tendência dos bancos é adotar esse sistema sem dinheiro depositado nos bancos e com a administração do caixa eletrônico terceirizado. “Realmente nos sentimos fragilizados sem o vigilante por perto. No mínimo o Banco poderia colocar um em cada agência de negócios, pois os caixas eletrônicos continuam dentro da loja. Os clientes estranham e sentem-se desprotegidos, afirma o bancário que pediu anonimato. Quem precisar de dinheiro em espécie e com segurança no estabelecimento deve procurar uma ”agência madrinha” que normalmente fica nas proximidade de uma agência sem vigilantes.

Nas duas agências em fase de testes, a equipe do Sindicato constatou câmeras de vigilância colocadas estrategicamente no teto das lojas, porém seu monitoramento é feito e gravado pela agência central de São Cristóvão e pela própria matriz do Itaú em São Paulo. As informações colhidas pela reportagem e pelos diretores Oeliton e Marino revelaram que outras agências funcionam sem nenhuma segurança na Tijuca e no Bairro do Grajaú.

O SindVigRio está fazendo nesta segunda-feira (11/08) denúncia na Delegacia de Controle da Segurança Privada, para que a Polícia Federal tome as providências necessárias, em relação a falta de vigilantes previstos na Lei Federal 7.102/83.

 (Por Cláudio José C. Alves)

31/07/2014 - NOVO JORNAL - O VIGILANTE

LEIA A EDIÇÃO Nº 172 DO JORNAL - O VIGILANTE



29/07/2014 - FALTA DE EFETIVO COMPROMETE AGÊNCIAS BANCÁRIAS

Na ultima sexta feira (25), às 16:00, final do expediente bancário, uma tentativa de assalto ao banco Santander em Botafogo deixou um morto após o vigilante da Empresa GP ter reagido ao anúncio do assalto. Os outros dois suspeitos que participaram da ação conseguiram fugir. A gerente da agência já havia enviado ofício ao centro de segurança do banco alertando pela falta de efetivo.

 

         

 

O Sindicato esteve na agência e constatou algumas falhas no controle de segurança. Essa agência é diferenciada por estar funcionando em um sobrado de dois andares, que só tem dois vigilantes, abaixo do numero exigido pela lei 7.102/83

 

              

 

O Sindicato dos Vigilantes do Município do RJ encaminhou um ofício à Delegacia da Policia Federal, DELESP, que faz a fiscalização das agências e ao Sr. Carlos Renê, responsável pelo centro de segurança do Banco Santander, para que corrija as irregularidades afim de fornecer mais segurança para os clientes e funcionários do banco.

16/07/2014 - SINDICATO DENUNCIA CONTRATAÇÃO IRREGULAR DE VIGILANTES

Segundo o SINDVIGRIO grandes centros comerciais, para reduzir custos, substituem vigilantes por porteiros. Estes, segundo Antônio Carlos, vice-presidente do SINDVIGRIO vestem ternos, roupas, usam aparelhos de comunicação de vigilantes, mas não são vigilantes. Recebem um pouco mais que um salário mínimo, porém abaixo do piso da categoria.

 

Essas e outras denúncias já foram encaminhadas ao Ministério do Trabalho pela Federação dos Vigilantes do RJ através de seu presidente, Fernando Bandeira, porém a falta de fiscalização estaria facilitando a troca de funções.

               Vigilantes denunciam contratação irregular no Rio - R7

 VEJA O VÍDEO DA REPORTAGEM CLICANDO NO LINK ABAIXO

http://videos.r7.com/vigilantes-denunciam-contratacao-irregular-no-rio/idmedia/53c6af4f0cf25331344a6f3e.html

11/07/2014 - VIGILANTES DO INCA FICAM SEM AUMENTO. SINDICATO BRIGA

Cerca de 200 vigilantes que trabalham pela empresa Centauro no posto do INCA ficaram sem receber o aumento homologado pela Convenção Coletiva de Trabalho, o tíquete refeição e a periculosidade, de acordo com denúncia feita ao SindVigRio. A empresa somente deu o aumento no salário.

O Sindicato está fazendo contato com a Centauro para que regularize o mais rápido possível essa falha com o acordado e homologado entre o sindicato, as empresas e o Ministério do Trabalho.

“Mesmo sabendo que o cliente paga suas faturas em dia, a empresa Centauro insiste em descumprir o nosso direito. Ficamos sem reajuste na alimentação e no adicional de periculosidade. Somos 200 profissionais que sustentam famílias e têm que pagar suas contas”,   desabafou o vigilante que fez a denúncia e não quis se identificar.


10/07/2014 - SINDVALORES-RJ NA LUTA COM VIGILANTES PATRIMONIAIS

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07/07/2014 - TABELA SALARIAL DA CATEGORIA

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