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26/05/2016 - COMUNICADO FERIADO CORPUS CHRISTI

EM FUNÇÃO DO FERIADO, SINDIVIGRIO NÃO FUNCIONARÁ DIA 27 (SEXTA)

 

Em função do feriado de Corpus Christi no dia 26 de maio, o SINDICATO não irá funcionar no dia 27 de maio (sexta), tanto na sede da Rua André Cavalcanti nº 126, no Centro, quanto na subsede de Campo Grande. Retornando as suas atividades no dia 30 (segunda).

25/05/2016 - CENTRAIS SINDICAIS VÃO PROPOR PACOTE ALTERNATIVO À REFORMA DA PREVIDÊNCIA

Medidas como a venda de imóveis fechados do INSS vão resultar em economia de quase R$ 100 bilhões

PULICADO NO JORNAL - O DIA - 26/05/16

Rio - Representantes das centrais sindicais vão se reunir na segunda-feira para definir propostas alternativas à reforma da Previdência a serem levadas ao grupo de trabalho criado pelo governo Temer para tratar do tema. Conforme a coluna Aposentado do DIA antecipou no domingo, três iniciativas serão apresentadas pelo Sindicato Nacional dos Aposentados, da Força Sindical, para diminuir o déficit e aumentar a arrecadação. A ideia é fazer a União vender mais de 3 mil imóveis do INSS em todo o país, regulamentar a contribuição previdenciária do agronegócio e rever as desonerações de folhas de pagamentos da empresas.

Com as três propostas, a União teria arrecadado R$101,9 bilhões em 2015 e fecharia com mais R$98,1 bilhões este ano nos cofres. Somente com os imóveis do INSS fechados e muitos em péssimo estado de conservação, a economia seria de R$30 bilhões por ano.

A intenção das centrais é evitar que sejam adotadas medidas drásticas nas regras de concessões de aposentadorias do INSS, como a implementação da idade mínima de 65 anos. Há também a possibilidade de serem discutidas propostas de recriação da CMPF, para taxar movimentação financeira e também de regularização de jogos de azar no país.

A reunião de segunda contará com integrantes da CUT, contrária ao governo Temer, mas que resolveram participar das discussões com as centrais. As definições do encontro servirão de base para negociar com o governo e elaborar, em até 30 dias, proposta de alteração na Previdência. Fazem parte do grupo a Nova Central, a CSB e a UGT.

“O sindicato iria apresentar as três propostas esta semana no encontro que estava marcado nesta quarta (hoje). Mas houve o pedido da CUT para pensar no assunto. Assim, foi marcada reunião para a segunda-feira. É importanta a participação da CUT”, explicou João Batista Inocentini, presidente licenciado do Sindicato dos Aposentados.

Ontem, ao apresentar as primeiras medidas para conter gastos públicos, o presidente interino Michel Temer afirmou que a reforma da Previdência depende de acordo fechado com a maioria da sociedade em geral. Temer lembrou que a proposta deverá sair do grupo de trabalho.

A Força Sindical mudou de tom ontem nas críticas ao governo Temer em relação à reforma da Previdência. O presidente da central, deputado Paulinho (SD-SP), elogiou “o compromisso com o diálogo” do novo governo e a disposição para debater questão. Inicialmente, ele havia considerado “estapafúrdias” as propostas do ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, sobre o tema. Agora, para Paulinho, o “atual governo busca o melhor para o sistema de Previdência e, consequentemente, um futuro melhor para todos”.

Aumentam os pedidos de aposentadoria

A expectativa sobre a proposta do governo para reforma da Previdência, que poderá incluir a idade mínima obrigatória para aposentadoria por tempo de contribuição, está levando os segurados do INSS a uma corrida às agências para dar entrada no pedido, conforme O DIA mostrou ontem.

Segundo números do INSS, de janeiro a abril o órgão registrou 834.920 pedidos de aposentadoria, 5% a mais que os 794,061 registrados no mesmo período do ano passado.

Mas antes de entrar com o pedido, é preciso saber ao certo se o trabalhador alcançou o melhor momento para pedir o benefício. Especialistas recomendam que é melhor comparar as alternativas antes de dar entrada pois o risco é sofrer redução do valor inicial por causa do chamado “fator previdenciário”.

A previsão é de que o governo não altere as regras para quem está próximo de se aposentar. Por isso é preciso verificar quanto falta para se aposentar pelo teto, hoje de R$5.189,92.

24/05/2016 - GLOBO NEWS MOSTRA A CRISE DO ESTADO QUE AFETA SEG. PRIVADA

O Sindicato ajudou a equipe de reportagem da Globo News, na montagem desta matéria, com informações de paralisações feitas pelos trabalhadores convocada pelo Sindicato, neste período . É um Problema é cronico na Segurança Privada! O Sindicato Informou ainda que não só o grupo Prol está apresentando problemas com a crise no Governo do Estado. Outras empresas de segurança privada no Rio, que prestam serviços, não só para o Governo, como também para a Prefeitura, estão com dificuldades financeiras afetando os vigilantes.

Veja abaixo toda a reportagem da Globo News.

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Trabalhadores terceirizados sofrem com a crise que se arrasta desde 2014. A divida do Estado com empresas terceirizadas passa o valor 5,5 bilhões de reais.

O Vigilante Marcio Silva fala a dificuldade de criar seus filhos, uma vez que está ha 4 meses sem salário. Ele trabalha no grupo Facility.


Veja a matéria publicada na Globo News. 

http://g1.globo.com/globo-news/jornal-globo-news/videos/t/videos/v/divida-do-estado-do-rio-com-empresas-terceirizadas-chega-a-r-55-bilhoes/5043771/?utm_source=facebook&utm_medium=social&utm_campaign=gnews

 

23/05/2016 - VIGILANTES DA FACILITY PROL PROMETEM PARALISAÇÃO NOS POSTOS

Depois da mobilização na ultima sexta feira, dia 20/05,  em que os vigilantes da empresa HOPEVIG pararam todos os postos da FUNARJ, protestando atraso no salário, agora os vigilantes da FACILITY paralisaram hoje, (23), o Hospital Estadual Carlos Chagas, sob protesto.


A bronca é: 3 meses de atraso nos salários; transporte; tíquete refeição; entre outros benefícios.

O Sindicato além de cobrar exaustivamente o pagamento, tanto na justiça quanto pessoalmente, foi com os vigilantes na empresa.

A empresa garantiu até 4º feira, dia 25/05, o pagamento dos salários atrasados do mês de fevereiro e março, dos postos Carlos Chagas, Santa Maria e IEDES.

Em contra partida os vigilantes voltariam ao trabalho normalmente. O salário deste mês a empresa ficou de agendar outra data para pagamento. 

23/05/2016 - CENTRAIS SINDICAIS NÃO ACEITARÃO FLEXIBILIZAÇÃO DE LEIS TRABALHISTAS

Centrais sindicais não aceitarão flexibilização de leis trabalhistas

 

SÃO PAULO - A intenção do governo de reformar as leis trabalhistas vai esbarrar na resistência das principais centrais sindicais. A Central Única dos Trabalhadores (CUT) e mesmo a Força Sindical, alinhada desde a primeira hora ao governo Michel Temer, dizem que não aceitarão qualquer forma de flexibilização da legislação.

O fato de a gestão de Temer ser, em princípio, transitória reforçou ainda mais a negativa de Vagner Freitas, presidente da CUT, entidade que abertamente se opõe ao impeachment da presidente afastada, Dilma Rousseff:

— O Brasil tem hoje um presidente que não tem legitimidade para fazer alterações legislativas deste tamanho.

O deputado federal Paulo Pereira da Silva (SD-SP), o Paulinho, presidente da Força, acrescentou que mexer na lei trabalhista é uma discussão “ruim” para este governo, “que já está entrando na encrenca de mexer na Previdência”.

Paulinho alertou que, se Temer insistir nestes temas, poderá unir as centrais sindicais contra o governo. E lembrou que Força, UGT, CSB e Nova Central já aceitaram sentar para falar sobre Previdência.

— Com certeza nós vamos ficar contra qualquer flexibilização de lei trabalhista — afirmou Paulinho.

Os dois líderes sindicais mantêm a argumentação, assumida já no governo de Dilma, de que negociar no atual cenário de crise é “sinônimo de retirada de direitos” conquistados.

— Enquanto não houver a conclusão deste processo (de impeachment), não aceitaremos sequer conversar sobre esse tema — resumiu Freitas.

Para o líder da CUT, há uma “avassaladora vontade do grupo conservador que está no governo de fazer o Brasil retroagir 50 anos”.

Perguntado se após a conclusão do processo de impeachment aceitaria conversar, ele disse que sim. Mas alertou que o diálogo será apenas para “ampliar os direitos dos trabalhadores, e não para flexibilizar as atuais regras”.

Paulinho da Força reconheceu a vontade do atual ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, de abrir o diálogo com os sindicatos. Mas, em sua opinião, o trabalhador não está representado na formação do atual governo.

Ainda sobre a possibilidade de sentar para conversar sobre a flexibilização das regras trabalhistas, Paulinho segue a mesma linha de Freitas e diz que negociar as leis trabalhistas só é possível quando o Brasil voltar a crescer:

— Caso contrário, só haverá prejuízo ao trabalhador.

VOZ DISSONANTE

Ricardo Patah, presidente da União Geral dos Trabalhadores (UGT), foi o primeiro líder sindical recebido pelo ministro Nogueira em Brasília, na última quarta-feira. Após a reunião, Patah disse que acha que as centrais têm de estar dispostas a debater a lei trabalhista:

— O ministro quer ter um canal de diálogo aberto conosco, e nós temos de entender que a situação atual do país exige a nossa flexibilidade.

 

Fonte: Jornal Extra

23/05/2016 - SINDVIG DENUNCIA AO GLOBO QUE ARMAS ROUBADAS PARAM NAS MÃOS DE BANDIDOS



RIO - Armas de empresas de segurança vêm abastecendo o crime no Estado do Rio. Segundo um relatório da Polícia Federal, pelo menos 17.662 foram desviadas ou roubadas de firmas de vigilância e acabaram nas mãos de bandidos nos últimos dez anos. O material levado pelas quadrilhas inclui ainda 9.663 projéteis e 417 coletes à prova de bala. Preparado pelo delegado Leandro Daiello Coimbra, diretor-geral da PF no país, o levantamento foi enviado à CPI das Armas instalada na Alerj.

O armamento desviado não é pequeno: representa cerca de 30% do volume disponível (58.476) em todas as empresas do setor no Rio (são 222). Mas o que mais chama a atenção no documento assinado por Daiello é a informação de que cerca de 4.500 armas simplesmente desapareceram de dentro das firmas, sem deixar vestígios. Ou pelo menos foi o que elas alegaram oficialmente à PF - responsável pela fiscalização da atividade: que o material fora perdido quando não estava sendo usado em serviço.

 Mas, de acordo com as justificativas apresentadas pelas firmas de vigilância, a maioria das 17.662 armas foi parar nas mãos de criminosos quando estava sendo usadas pelos seguranças. Ou seja, ou foram extraviadas em serviço ou roubadas durante assaltos contra transportadoras de cargas (cujas escoltas costumam também ser atacadas pelos ladrões).

 Por lei, toda empresa de segurança precisa comunicar qualquer roubo, furto ou extravio de armamento à PF, que faz a contabilidade. Da extensa relação de material que trocou de mãos nos últimos dez anos, constam escopetas calibre 12, carabinas 38, espingardas 22, pistolas 380 e revólveres 38.

O relatório revela ainda que, em cinco anos, só na cidade do Rio, mais de 900 armas saíram das firmas para o arsenal dos criminosos. Em 2011, foram 128; em 2015, 255, o que significa um acréscimo de 75%.

 ARSENAL SEM CONTROLE

 Para piorar a situação, não há investigações criminais exclusivas sobre o problema. A PF acabou com sua delegacia de combate ao tráfico e contrabando de armas. Na Polícia Civil, foi extinta a Delegacia de Repressão a Armas e Explosivos (Drae). Segundo a Polícia Federal, das 222 empresas de segurança do estado, 95% são controladas por militares da ativa, policiais e ex-integrantes das Forças Armadas e da PM.

Para o deputado Carlos Minc (sem partido), presidente da CPI das Armas na Alerj, os números são alarmantes.

- É uma informação extremamente grave, em todos os aspectos. Os números revelam que empresas de segurança estão armando os criminosos, aquele bandido que utiliza arma curta para assaltar e matar nas ruas da cidade. Também revelam que não há controle desse arsenal pelas autoridades de segurança - criticou Minc.

Em junho de 2015, o grande número de armas desviadas das empresas de segurança do Rio chamou a atenção da PF. Dois delegados federais, Alcyr dos Santos Vidal e Marcelo de Souza Daemon Guimarães, enviaram ofícios de alerta ao secretário de Segurança, José Mariano Beltrame; a Fernando da Silva Veloso, chefe de Polícia Civil; e ao então comandante-geral da PM, coronel Alberto Pinheiro Neto. Nada foi feito, e os desvios não diminuíram.

Nos documentos, aos quais O GLOBO teve acesso, os policiais federais expressaram preocupação com a grande quantidade de ocorrências e levantaram suspeitas. "Pode haver a presença de grupos ou grupo organizado que estejam concorrendo para o extravio, furto e roubo de armas e munições das empresas especializadas em segurança privada", diz o texto. Os delegados terminam pedindo providências às autoridades de segurança do estado.

Marcelo Daemon confirmou o envio dos ofícios.

- A Polícia Federal fiscaliza as empresas no âmbito administrativo. Não instauramos inquérito para apurar supostos crimes, que é uma atribuição da Polícia Civil. Detectamos um aumento no número de armas roubadas, furtadas e extraviadas das empresas de segurança e comunicamos o caso ao estado - afirmou Daemon, lembrando que, em cinco anos, 36 firmas foram punidas administrativamente pela PF, com o cancelamento definitivo do registro no Rio, depois de identificadas irregularidades.

A Secretaria de Segurança confirmou, em nota, que "foi oficiada pela Polícia Federal e remeteu o documento à Polícia Civil (...) para as devidas providências". Procurada pelo GLOBO, a Polícia Civil não informou que providências tomou.

Carlos Minc criticou o jogo de empurra:

- O que nós estamos vendo na CPI é que arma não é prioridade dos governos federal e estadual. O próprio secretário de Segurança do Rio, José Mariano Beltrame, revelou à CPI que não tem acesso ao banco de dados da Polícia Federal. E ele é delegado da PF. Estamos considerando a hipótese de que circunstâncias criminosas estão por trás do grande volume de desvio de armamento no estado.

SOCIÓLOGO PROPÕE PUNIÇÕES 

O sociólogo Ignácio Cano, do Laboratório de Análise da Violência da Uerj, disse que o desvio de armas é muito preocupante.

- Trata-se de um volume elevadíssimo de armas, muitas das quais acabam sendo desviadas para atividades criminais. Isso equivale à falência da capacidade de fiscalização do Estado em relação às empresas privadas de segurança, que de fato sempre foi muito limitada. Quando eu trabalhava nesse tema, encontrei empresas que, sozinhas, eram responsáveis pela perda (roubo, furto ou extravio) de centenas de armas. As empresas deveriam sofrer uma fiscalização muito mais estrita e ser punidas por essas perdas. 

Não é a primeira vez que empresas de segurança aparecem entre fornecedoras de armas e munição para o crime organizado do Rio. Há dez anos, um relatório de uma CPI instalada no Congresso Nacional concluiu que 86% do armamento apreendido com criminosos no estado tinha origem legal. Ou seja: fora vendido pelas fábricas diretamente a firmas de vigilância, além de lojas e forças públicas de segurança, como polícias estaduais e Forças Armadas. 

O presidente do Sindicato dos Seguranças do Rio, Antônio Carlos de Oliveira, atribuiu a grande quantidade de armas desviadas aos muitos roubos de cargas que acontecem no estado:

 - Quando os assaltantes atacam uma transportadora para levar a carga, acabam rendendo a escolta e levando também as armas dos seguranças. Normalmente, escopetas, revólveres e pistolas.

O roubo de cargas no estado de fato tem aumentado. Segundo estatísticas oficiais, o número de registros desse crime subiu 50,9% em abril, em comparação com o mesmo período de 2015.

O presidente do sindicato também chama a atenção para as condições de trabalho dos seguranças. Segundo Antônio Carlos, as empresas que prestam esse serviço utilizam carros 1.0, sem blindagem - uma desvantagem no enfrentamento com os criminosos. Lembra ainda que os vigilantes usam, em geral, um revólver calibre 38 (de seis tiros) e uma escopeta 12. "Eles viram presas fáceis de criminosos armados com fuzis", frisa.

 A procuradora Cynthia Simões Lopes, da Procuradoria Regional do Trabalho, informou que uma reivindicação do sindicato por melhores condições de trabalho já está sendo analisada.

 - Analisamos todos os aspectos para adoção de providências. Há realmente uma grande exposição do trabalhador das empresas de segurança a risco.

 Procurado, o Sindicato das Empresas de Segurança Privada do Rio não retornou as ligações.


Fonte: O Globo                                                           Texto: Antônio Werneck


20/05/2016 - VIGILANTES DA HOPEVIG PARAM TODOS OS POSTOS DA FUNARJ

VIGILANTES PARAM POR FALTA DE PAGAMENTO

LOCAIS SEM VIGILANTES:

Sala Cecília Meireles

Casa de Cultura Laura Alvim

Escola de música Villa Lobos

Teatro João Caetano

Teatro Gláucio Gil

Teatro Carmem Miranda

Museu Carmem Miranda





O Governo do Estado do RJ ja publicou edital substituindo a contratação do serviço especializado de vigilância e segurança por vigias e porteiros.

O Sindicato ja entrou com ação ordinária contra este edital e ja acionou tanto o Ministério do Trabalho quanto o Ministério Público do Trabalho.

20/05/2016 - OLIMPÍADAS: REUNIÃO MINISTÉRIO DO TRABALHO

O Sindicato se reuniu na manhã desta sexta –feira (20/05) no Ministério do Trabalho com representantes das empresas de vigilância, que prestarão serviços às Olimpíadas de 2016 (eventos teste).

Além do Sindicato, compareceram à mesa redonda, o chefe de fiscalização do MT e as empresas Sbil, Sunset e Gocil.

Essas empresas estarão presentes durante todos os eventos teste das olimpíadas até 05/07, quando a força Nacional assume a segurança durante os jogos. Os vigilantes retornarão após os jogos olímpicos.

A Reunião foi agendada para discutir condições de trabalho dos vigilantes e esclarecer algumas dúvidas referentes a valores e escalas de serviço dos vigilantes de grandes eventos, ligados as olimpíadas.

Os vigilantes que estão trabalhando pela Sunset, recebendo 100 reais a diária, receberão a diferença como forma de salário no início do mês.

O Ministério do Trabalho se comprometeu em estar presente com toda sua força de fiscalização dentro e fora dos eventos relacionados aos jogos olímpicos, inclusive casas de show e eventos ao ar livre como ocorreu na Copa do Mundo com o FIFA FUN FEST, na praia de Copacabana.

 

19/05/2016 - ESTUDANTES OCUPAM O COLÉGIO DE APLICAÇÃO DA UERJ

EXEMPLO A SER SEGUIDO

A nomeação do ex presidente da Cedae, Wagner Victer, é uma total demonstração de desrespeito por parte do Governo Estadual com os estudantes e professores que lutam por uma Educação melhor.

A luta desses jovens estudantes, seus ideais por uma Educação de qualidade, deve ser seguida pelos trabalhadores de outras categorias que, muitas vezes, não sabem ou não têm motivação para buscar seus direitos. Heroicamente esses alunos das redes públicas de educação enfrentaram o sistema e conseguiram a queda de um burocrata da Educação. Com suas ações, os estudantes acreditam que podem mudar - e pra melhor!

A Diretoria SindVig

 

ESTUDANTES OCUPAM O COLÉGIO DE APLICAÇÃO DA UERJ

Grupo diz que governo não está dando importância à greve dos professores.Alunos afirmam que não há merenda na unidade.

Os estudantes do Colégio de Aplicação da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (CAP-Uerj) decidiram, na noite de quarta-feira (18), ocupar a unidade para reivindicar sobre alguns problemas que têm enfrentado.

De acordo com a aluna Laura Augusto, que está no 2° ano do Ensino Médio, o colégio já está em greve há dois meses e os professores e funcionários terceirizados continuam com os salários atrasados. Entre os estudantes, uma das principais reivindicações é falta de um bandejão, já que alguns têm aulas das 7h às 17h e acabam gastando muito dinheiro com alimentação.


"A ocupação foi uma maneira que a gente viu de mostrar quais são as condições da escola e da Uerj também. O CAp nunca teve bandejão,  não tem merenda, não tem almoço pros alunos. Os 1.100 alunos que estudam aqui, muitos em horário integral, não tem onde almoçar gratuitamente. A gente vem aqui cinco dias na semana, gastando R$ 20 reais por dia. Todos os serviços aqui são terceirizados, tanto a cantina, como o refeitório, a gente tem que pagar", explicou Laura.

Apesar da greve e da ocupação, os alunos do 3° ano do Ensino Médio continuam tendo um atendimento dos professores, com horário reduzido, para que não se prejudiquem nas provas de vestibular. De acordo com os estudantes que estão organizando o movimento, a ocupação oficial deve começar na próxima segunda-feira (23).

"O CAp tem muitas especificidades, muitos projetos que já estavam em andamento, como pós graduação, iniciação científica, projetos da direção que a gente não pode passar por cima", disse a estudante Gabriela Muzza, que está no 3° ano do Ensino Médio.


 Os alunos pretendem ocupar por tempo indeterminado, até conseguir o mínimo de reivindicações que estão sendo pedidas. O movimento é considerado autônomo, mas os estudantes afirmam estar tendo todo apoio da direção.

"No caso dos professores, com esse atraso nos pagamentos, eles tiveram muitos problemas de concurso, não tiveram novos professores, algumas turmas ficaram quase três meses sem aulas de português, não temos filosofia ainda. Além de todos os problemas de infraestrutura que a gente tem aqui, de precariedade, o nosso ensino também está sendo comprometido. Isso ajudou a chegar num ponto em que os estudantes não conseguiriam mais aturar", disse a estudante Laura Silva, do 3o ano do Ensino Médio.


Na sexta (13), foi assinado um Termo de Compromisso entre a Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro, o Ministério Público (MPRJ) e a Secretaria de Educação para elaboração, execução e desenvolvimento de ações conjuntas voltadas ao atendimento das reivindicações dos alunos que ocupam as escolas estaduais.

O documento foi firmado durante a primeira das sete reuniões estabelecidas pela Justiça para a negociação da pauta formulada pelos estudantes. Entre as principais cláusulas do termo, destaca-se a que dá prioridade à implementação de medidas referentes à gestão democrática da escola


Fonte: G1

18/05/2016 - VIGILANTES DA VS BRASIL SOFREM A FALTA DE PAGAMENTO

ALGUNS VIGILANTES JÁ ESTÃO 3 MESES SEM RECEBER

HOSPITAL MUNICIPAL BARATA RIBEIRO AMANHECEU SEM VIGILANTES

Sem pagamento os vigilantes do Hospital Municipal Barata Ribeiro fizeram seu ato de protesto e seguiram o chamado do Sindicato. O Hospital amanheceu sem vigilantes. Eles decidiram não assumir o posto enquanto o salário não for depositado.

O Sindicato convoca os vigilantes para entrarem com uma ação judicial contra a empresa.

 

HOSPITAL JESUS EM VILA ISABEL TAMBÉM FUNCIONA SEM VIGILANTES

A empresa, sem reserva, está deslocando vigilantes de outros postos na qual já foram pagos os salários e cobrindo postos paralisados.

O Sindicato diariamente entra em contato com a empresa e pede explicação do porque ainda não foi realizado o pagamento. 

TANTO MINISTÉRIO DO TRABALHO QUANTO O MINISTÉRIO PUBLICO DO TRABALHO JA FORAM NOTIFICADOS DAS IRREGULARIDADES


Sem vigilantes no H.Jesus

 

18/05/2016 - COM CARTAZES VIGILANTES PROTESTAM NA PORTA DA EMPRESA PROL

Revoltados cerca de 30 vigilantes estão na porta da empresa PROL - no Rio Comprido - junto com o Sindicato, cobrando os 3 meses de salário atrasado.




A empresa deve 3 meses de salário, alimentação, transporte entre outros direitos/benefícios. A PROL disse que esses pagamentos ainda não foram realizados devido a divida do Estado com a empresa de 9 milhões de reais.

Os vigilantes disseram que só assumirão o serviço depois do salário na conta!


PROTESTO DE VIGILANTES GERA TUMULTO NA PORTA DA EMPRESA

Os vigilantes ameaçaram a fechar a rua por alguns instantes, porém a polícia militar que já está no local não permitiu sob ameaça de prisão. Os vigilantes prometem não sair de lá enquanto não for resolvido.


Vigilantes foram impedidos de fechar a rua sob ameaça de prisão pela Polícia Militar

18/05/2016 - PARALISAÇÃO VIGILANTES HOPEVIG!!!

VIGILANTES HOPEVIG


PARALISAÇÃO NOS POSTOS DA FUNARJ


20/05 - PROXIMA SEXTA FEIRA NINGUÉM ASSUME O POSTO

CHEGA DE DESRESPEITO AOS NOSSOS DIREITOS: ATRASO NOS SALÁRIOS; ATRASO NO PAGAMENTO DAS FÉRIAS E BENEFÍCIOS!

VIGILANTES VENHAM PARA O JURÍDICO DO SINDICATO GARANTIR OS SEUS DIREITOS!!!!!!!!!!!!

SEM SALÁRIO NINGUÉM ASSUME POSTO

A PARTIR DE SEXTA FEIRA DIA 20/05

VAMOS CORRER ATRÁS DOS NOSSOS DIREITOS JUNTO COM O DEPARTAMENTO JURÍDICO DO SINDICATO.


DEPARTAMENTO JURÍDICO DO SINDICATO DOS VIGILANTES DO MUNICÍPIO DO RIO DE JANEIRO 

DOCUMENTOS NECESSÁRIOS À PROPOSITURA DE AÇÃO TRABALHISTAS:

*Xerox da carteira de trabalho (foto, qualificação civil e contrato de trabalho)

* Xerox da carteira de identidade (frente e verso)

*Xerox do CPF (frente e verso)

*Xerox do PIS/ PASEP

*Xerox do aviso prévio (se tiver)

*Extrato analítico do FGTS (pedir na Caixa Econômica Federal)

*Xerox dos últimos 12 contra cheques (para calculo da média salarial)

*Xerox do comprovante de residência atualizado

*Em caso de chamamento da tomadora de serviços (Posto) - (Trazer endereço completo)

*Xerox de qualquer outro documento relacionado a sua situação que se torne necessário

O Setor jurídico do Sindicato dos Vigilantes do Município do Rio de Janeiro funciona de segunda a sexta feira, de 10hs às 13hs e de 14hs às 17hs. O atendimento é gratuito!





17/05/2016 - CENTRAIS SINDICAIS E GOVERNO DEBATEM PREVIDÊNCIA

Por Estadão Conteúdo reduzido| 16/05/2016 18:56

Presidente em exercício criou grupo de trabalho com membros do governo e sindicalistas para discutir reformas em até 30 dias



O presidente em exercício, Michel Temer (PMDB), montou nesta segunda-feira (16) um grupo de trabalho com representantes de centrais sindicais e do governo federal para discutir e elaborar, em até 30 dias, uma proposta de alteração na Previdência Social. A proposta foi apresentada por Temer para sindicalistas em uma reunião encerrada na tarde desta segunda-feira no Palácio do Planalto, da qual participaram ainda os ministros Eliseu Padilha (Casa Civil), Henrique Meirelles (Fazenda) e Ronaldo Nogueira (Trabalho).

O grupo será formado por dois representantes de centrais sindicais, representantes do governo e coordenado por Padilha. Além da Nova Central (NCST), indicarão nomes as Centrais Sindicais Brasileiras (CSB), a União Geral dos Trabalhadores (UGT) e Força Sindical.

A Central Única dos Trabalhadores (CUT) e a Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) não participaram do encontro por serem contrárias ao governo Temer, mas também poderão indicar nomes ao grupo trabalho, se quiserem.

A primeira reunião do grupo de trabalho da Previdência será na quarta-feira (18). Temer abriu a reunião dizendo que o modelo do governo dele é de negociação e discussão e, portanto, não abriu espaço para ministros expressarem opiniões pessoais sobre o tema.

17/05/2016 - EDITAIS SÃO CONTESTADOS PELO JURÍDICO DO SINDICATO

JURÍDICO DO SINDICATO CONTESTA EDITAIS QUE CONTRATAM VIGIAS E PORTEIROS SUBSTITUINDO SERVIÇOS ESPECIALIZADOS DE VIGILÂNCIA E SEGURANÇA

 

EDITAL SOB SUSPEITA É CONTESTADO PELO SINDICATO

A empresa que prestava serviço para o Governo do Estado no posto da FUNARJ, perdeu o posto tendo que dispensar seus vigilantes. Com isso, abriu-se um edital contratando para a mesma função, empresa de vigia e porteiros.

O Sindicato entrou com um mandado de segurança na 9ª vara de fazenda pública do estado do Rio de Janeiro, questionando o edital já que a função exercida, apresentada no edital, foi a mesma, vigilância e segurança.

A empresa ainda não marcou as homologações dos vigilantes dispensados. O Sindicato somente homologará os trabalhadores com todos os direitos trabalhistas em dia.



"SISTEMA S" PERDE POSTO E ABRE EDITAL CONTRATANDO PORTEIROS E VIGIAS

O "Sistema S" que congrega entidades como SENAC, SESC, SENAI, SEBRAE, entre outras, não renovou o contrato com a empresa de segurança e  vigilância e abriu edital contratando empresa de vigia e porteiro.

O Sindicato entrou com uma ação ordinária questionando o edital uma vez que a especialidade do cargo e função era típica de vigilante , e não de vigia e porteiro.



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