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20/09/2014 - URNA ELETRÔNICA CORRE O RISCO DE FRAUDE

Urna eletrônica corre risco de fraude, dizem especialistas

Manuseio do equipamento será feito pelos tribunais regionais

Paulo Cappelli

Rio - Há dezoito anos a urna eletrônica conquistou a confiança dos brasileiros por tornar os processos de votação e contagem mais práticos e ágeis. Daqui a menos de três semanas, pela primeira vez essas máquinas serão preparadas e manuseadas por empresas contratadas pelos 27 Tribunais Regionais Eleitorais (TREs), e não mais pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A mudança, alertam especialistas, merece atenção.

“Dependendo das tarefas desempenhadas por essas empresas, entendo que transferir a contratação para os TREs pode tornar a segurança do processo mais sensível a pressões e interesses locais”, alertou o professor Diego Aranha, da Universidade de Campinas (Unicamp). Em 2012, Aranha conseguiu burlar o software instalado nas urnas eletrônicas, durante evento promovido pelo TSE para testar a segurança contra fraudes, e apresentou relatório detalhando vulnerabilidades no sistema informatizado. Para violar os votos, no entanto, existem formas bem menos complexas.

“Os funcionários dessas empresas contratadas pelos TREs vão ter acesso lógico ao material, não só o acesso físico. Vão dar carga nas urnas, mexer com o cartão de memória, transferir essas mídias das urnas para os computadores dos cartórios. É arriscado, porque existem fraudes possíveis de serem feitas por pessoas com conhecimentos básicos de informática”, disse o engenheiro Amilcar Brunazo Filho, especialista em segurança de dados. “Com uma fiscalização nacional, como era feita pelo TSE, ficava mais difícil de fazer isso. Agora que descentralizou, a atenção tem que ser redobrada”, advertiu.

Assessores da Justiça Eleitoral contaram informalmente que a descentralização do manuseio das urnas pelos 27 tribunais regionais ocorreu devido a um erro administrativo ocorrido em 4 de abril deste ano, que levou o Tribunal de Contas da União (TCU) a cancelar a licitação promovida pelo TSE. Por falta de tempo hábil para uma nova tomada de preços, em julho o TSE transferiu a responsabilidade para os TREs.

Ministério Público investiga contrato no Maranhão

No Maranhão, o Ministério Público Federal abriu investigação esta semana para apurar o contrato envolvendo o TRE local e a empresa escolhida para gerir as urnas, cujo dono tem vínculos com a família Sarney, que domina a política na região.

No Rio, a companhia contratada pelo TRE para preparar as urnas eletrônicas foi a Engetec Tecnologia S/A, ao custo de R$ 5 milhões e 900 mil. Faltando 16 dias para as eleições, o site da empresa ainda recruta pessoas com experiência de três meses em microinformática para trabalhar numa das 729 vagas de técnico de urna no estado. Por telefone, funcionários da Engetec informam que receberão currículos até a véspera da realização do primeiro turno porque “o índice de desistência está sendo alto”. Dizem também que o treinamento para manusear a urna eletrônica é “rápido e simples”.

19/09/2014 - PERSEGUIÇÃO E TIROTEIO NAS RUAS DE VILA ISABEL

19/09/2014 - BANDO ROUBA CAMINHÃO COM CARGA DE CELULARES

15/09/2014 - EMPRESA FECHA SEM FISCALIZAÇÃO DO MTE

Há mais de 2 anos o Sindicato protocolizou oficio ao Ministério do Trabalho para que fiscalizassem a Empresa Protex Segurança por retenção de documentos, FGTS mensal e rescisório em débito, contribuição Social rescisória em debito desrespeitando tanto normas constitucionais quanto infra constitucionais dos trabalhadores.

Contudo o ministério do trabalho se pronunciou 2 anos depois colocando-se a disposição para qualquer esclarecimento ou colaboração que se faça necessária. Foi tarde demais. A empresa encerrou suas atividades antes mesmo da fiscalização. Encontrando no local apenas um mínimo de empregados encaixotando os documentos.

 

Outra solicitação ao Ministério do Trabalho foi para Empresa Hercules Vigilância e Segurança, em 2012, por encontrar irregularidades quanto a não integração da parcela devida no calculo de remuneração de férias, do décimo terceiro salário e horas extras.

O Sindicato dos Vigilantes do RJ continuará denunciando as irregularidades das empresas de segurança e vigilância que desrespeitam as leis trabalhistas.

15/09/2014 - VIGILANTE: SAIBA O SEU LOCAL DE VOTAÇÃO

O Primeiro turno será em 5 de outubro; o segundo turno, em 26 de outubro.

Para votar, basta apresentar qualquer documento com foto à seção eleitoral.

O eleitor que souber qual é o seu local de votação poderá votar na eleição mesmo sem o título eleitoral – bastará levar qualquer documento oficial com foto. 

Para justificar a ausência (casos de eleitores que estão fora do domicílio eleitoral), é preciso saber o número do título de eleitor.

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) tem uma ferramenta que permite a consulta dos números do título, da zona eleitoral e também do endereço da seção de votação .

Quem não tiver o número do documento, precisa indicar nome completo, data de nascimento e nome da mãe.

CLIQUE NO LINK ABAIXO E VEJA ONDE VOCÊ VAI VOTAR.

http://www.tse.jus.br/eleitor/servicos/titulo-e-local-de-votacao/consulta-por-nome


13/09/2014 - O CANDIDATO CRIVELLA VISITA A SEDE DO SINDICATO DOS VIGILANTES DO MUNICIPIO DO RJ

O senador Marcelo Crivella (PRB), candidato a governador do Rio, esteve hoje (12/09) no Sindicato dos Vigilantes do Rio de Janeiro, debatendo os problemas dos trabalhadores da segurança privada e as conjunturas políticas estadual e nacional. Crivella relatou a trajetória do seu projeto de lei que estabelece a obrigação do Piso salarial nacional para os vigilantes. O projeto, de número 4238/2012, já foi aprovado no Senado Federal e atualmente tramita na Câmara Federal. O texto inicial do Senador Crivella exigia que o Ministério do Trabalho realizasse reuniões anuais com representantes dos trabalhadores e empresários e definisse um piso nacional, porém na Comissão de Assuntos Econômicos algumas alterações foram realizadas e o projeto acabou estabelecendo valores e diferentes níveis salariais.

 

O Senador Crivella reconhece que as alterações feitas pelos Senadores são inadequadas, mas acredita que trabalhando junto com a categoria é possível melhorar a proposta e principalmente aprova-la na Câmara. Para Crivella os trabalhadores da segurança privada representam um efetivo maior que os das Polícias Estaduais juntas e portanto podem conquistar mais esse direito no Congresso. Quanto ao boato de que seu Projeto reduz o piso do vigilante, o candidato explicou que isso não tem fundamento, pois a Constituição brasileira proíbe a redução de salários no país e a proposta do Projeto é ser um piso mínimo, devendo em cada Estado a categoria lutar por um valor ainda maior através das negociações salariais. Disse ainda que a luta dos trabalhadores da segurança privada pelo piso nacional é viável, basta que haja a mobilização da categoria em todo o país. O Senador Crivella ainda conclamou os vigilantes a lutarem pelo Piso Nacional como os PMs lutam pelo mesmo motivo, através da PEC 300. “O projeto do piso nacional é a PEC 300 dos vigilantes”, Ressaltou o senador Crivella.

O vice-presidente do Sindicato, Antônio Carlos Oliveira, lembrou ao Senador que o salário mínimo necessário para o trabalhador, divulgado pelo DIEESE, seria de R$ 3.079, 31 (três mil e setenta e nove e trinta e um centavos) mais os 30% do adicional de periculosidade que foi conquistado a partir de uma luta que começou no Rio de Janeiro com a Federação dos Vigilantes do Estado do Rio de Janeiro e que a categoria não abre mão. Antônio Carlos lamentou que alguns Senadores vinculados aos empresários tenham alterado o projeto do Senador Crivella e criado os três níveis de risco e estipulados valores desatualizados, mas acredita que com o apoio do Senador e a luta da categoria vamos jogar no lixo o que tem de ruim e aproveitar o que interessa aos trabalhadores.

 

Fernando Bandeira, Presidente da Federação dos Vigilantes, agradeceu ao Senador Crivella por estar presente na casa do Vigilante, disposto a discutir com o trabalhador e reconheceu publicamente que o gabinete do Senador sempre esteve de portas abertas aos sindicalistas, lembrando que quando realizamos as marchas à Brasília para defender projetos de interesse do trabalhador sempre fomos bem atendidos. "O Senador Crivella é um dos poucos senadores que defende e dialoga com os trabalhadores e os sindicalistas, e hoje o recebemos com grande alegria, pois o projeto do Piso Nacional para o Vigilante vai representar mais uma conquista histórica para nossa categoria.".

Ao encerrar a sua fala, Crivella fez questão de frisar o seguinte: ”Eu sou um Senador que defendo o trabalhador, eu defendo o trabalho, meu mandato sempre foi para apresentar projetos em defesa do trabalho e portanto minha campanha é assim, modesta, e vou vencer para fazer um governo de chutar o ‘pau da barraca’, afinal eu só tenho compromisso com os trabalhadores”.Bandeira agradeceu a visita do Senador ao Sindicato dos Vigilantes do Fernando Bandeira, disse que a visita do Senador Crivella foi importante e significativa diante do seu nível de conhecimento da política, mostrando suas propostas e desfazendo os “boatos” quanto ao piso nacional dos vigilantes. Autor de 400 projetos de interesse do trabalhador e da família, o senador mostrou que não tem nada haver com as críticas de que o projeto poderia reduzir salários. “Todos os sindicatos deveriam fazer debates com os candidatos a governador, para o trabalhador fazer uma análise da conjuntura e votar bem”, disse Bandeira.

Na pauta entregue ao candidato Crivella, destaca-se um piso nacional da categoria, que atualmente está sendo discutido por Comissão Especial (Projeto de Lei 4238/2012) que tem como relator o deputado Federal Nelson Pellegino; a não aprovação do projeto de Lei 4330/2004 que expande ainda mais as terceirizações no Brasil, assim como diversos outros projetos que tratam do mesmo assunto; revisão urgente da lei de licitações e contratos (Lei 8.666/93) para garantir que respeitem os direitos trabalhistas e a criação do Estatuto da Segurança Privada, que atualmente encontra-se em fase de discussão no Ministério da Justiça, tendo por objetivo alterar a Lei Federal 7.102/83 que regulamenta a segurança privada.

 

Rio

 

12/09/2014 - CAMPEÃO DE TAEKWONDO RECEBE APOIO DO SINDVIGRIO

Filho de vigilante, Gabriel Lucas, entrou para as artes marciais em 2009 com 13 anos. Hoje, com 18 coleciona 10 vitórias em sua maioria com medalhas de ouro. Gabriel começou a praticar o esporte por incentivo da família e engajado no projeto em sua escola. Tomou gosto pela luta sendo hoje faixa preta e atleta de alto rendimento em Taekwondo.

 

 

            O SINDVIRIO apóia e acredita que através da luta, da música, da arte ou qualquer outro tipo de atividade que o jovem exerça, estará canalizando sua energia criativa em benefício de uma vida saudável. 

 

            Para Antonio Carlos, vice-presidente do Sindicato, este apoio que a entidade dá ao jovem fortalece não só o esporte em si, mas também alimenta seu sonho, de tornar-se atleta de alto rendimento. Gabriel tem uma trajetória muito bonita no esporte. Não há como deixar de apóia – lo em mais uma luta que já está marcada. Fomos procurados pelo Vigilante Jorge dos Santos associado do Sindicato de longa data, por isto não poderíamos deixar de apoiar a família vigilante. Conclui Antonio Carlos.

 

 

            Gabriel disse que pretende entrar na Confederação Brasileira de Taekwondo para então começar a disputar torneios nacionais e internacionais e conquistar o índice olímpico. “Quero levar o Brasil, ao patamar mais alto no taekwondo. E colocar nossa pátria no podium” disse o lutador.

11/09/2014 - EMPRESAS DESCUMPREM CONVENÇÃO COLETIVA E FALTAM AUDIÊNCIAS NO MTE.

            No dia 10 de Setembro o Sindicato dos Vigilantes do RJ fez duas tentativas de negociar com as empresas AFEQUE, que tem posto na Caixa Econômica, e com a empresa SEGIL, com posto no Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro. A audiência foi marcada pelo Sindicato para assegurar o cumprimento da Legislação Trabalhista e da Convenção Coletiva.

 

            O Sindicato informou ao mediador, na audiência no Ministério do Trabalho e Emprego, que a empresa AFEQUE Serviços de Vigilância constantemente atrasa o salário bem como o vale alimentação e refeição, entre outras cláusulas do acordo coletivo conquistado e homologado no próprio MTE. A empresa não compareceu à audiência. Apenas a Caixa Econômica compareceu, informando que fará o pagamento dos Vigilantes e regularizará toda e qualquer pendência trabalhista retendo a fatura da empresa para que os trabalhadores não fiquem sem receber. Informou ainda que após regularizar as pendências trabalhistas rescindirá o contrato com a AFEQUE e outra empresa será contratada.

 

      

 

            No mesmo dia houve mesa redonda com a empresa SEGIL Vigilância e Segurança LTDA para regularizar o cumprimento do Acordo Coletivo. Os vigilantes que aderiram à greve no inicio do ano tiveram descontados os dias de paralisação  e ainda não receberam o reajuste do salário retroativo à data base da categoria que é Março.

 

Tanto a empresa AFEQUE quanto a empresa SEGIL não compareceram à audiência, mas disse informalmente que irá reajustar os salários conforme a convenção em vigor. Com isso as denuncias foram encaminhadas para o setor de fiscalização do Ministério do Trabalho e Emprego.

 

            Estiveram presentes à audiência representando os trabalhadores o diretor do Sindicato Oelinton Cruz Silva, e a advogada Sabrina Dreher.  

10/09/2014 - SINDICALISTA DE NITERÓI DEFENDE EMPRESA PICARETA EM BRASÍLIA

Foi realizado a 102ª reunião da Comissão Consultiva para Assuntos de Segurança Privada (CCASP), que aconteceu no dia 20/08 em Brasília, presidida pela Policia Federal com a participação do governo, bancários, vigilantes e entidades patronais, FEBRABAN e o exército.

 

 

A reunião contou com a participação de 12 membros efetivos, dentre os quais está o SINDVALORES – DF, neste ato representado pelo Senhor João Soares, Presidente da CONTRASP – Confederação Nacional dos Trabalhadores em Segurança Privada.

 

A Comissão Consultiva tem a função de julgar os processos abertos, pelas (DELESPs) e aplicar as infrações em decorrência do descumprimento da Lei 7.102/83 e das portarias e legislações correlatas que tratam e regulam a área de segurança Privada no Brasil.

 

Na Reunião, foram julgados 1.836 processos, sendo 1.292 contra as empresas de segurança privada, orgânica, transporte de valores e cursos de formação.

 

 

Um caso especial chamou atenção!

 

A empresa BBC Serviços de Vigilância LTDA, com sede em Recife foi autuada depois de coagir seus vigilantes recém demitidos a devolverem os valores das verbas rescisórias, e isso tudo aconteceu, na porta do Sindicato dos Vigilantes em Recife (PE).

 

Diante desse ato covarde e criminoso a Policia Federal acertadamente, abriu um processo contra a empresa, que foi julgado no dia 20/08/2014, pela comissão.

 

A Policia Federal com o parecer de CANCELAMENTO da empresa, foi seguida por todos os demais membros da Comissão, com exceção da CNTV, que apresentou voto contrário à Comissão, solicitando ainda a reversão do cancelamento, para multa.

 

Com a nossa perplexidade, escutamos do Sr. Cláudio José, secretário geral da CNTV, e Presidente do Sindicato de Niterói, a defesa calorosa em prol dessa empresa, sob o falso discurso de que estava naquele ato, protegendo os trabalhadores.

 

            

 

Segundo a delegada da Policia Federal Dra. Silvana uma empresa destas não merece estar no ramo da segurança privada, não possui condições éticas, nem idoneidade para se manter em funcionamento, e não cabe a uma Confederação de Trabalhadores defender a empresa.

 

Ela ainda ressalta que nem os representantes dos empresários que compunham a mesa da Comissão e tinham direitos a voto, fizeram a defesa dessa empresa. “Muito me admira uma Confederação que deveria defender os trabalhadores, defender esse tipo de empresa”, disse a delegada.

 

A CNTV tentou se defender, mas não convenceu. “A alegação da CNTV, em que pese a defesa dos funcionários daquela empresa, é no mínimo incoerente, afinal, sabemos que o mercado, bem como os tomadores de serviços incorporam e aderem os vigilantes que sairão da empresa, e que esses trabalhadores não ficarão desempregados ou desamparados. O que não podemos é compactuar com uma empresa que não respeita seus trabalhadores, não respeita o Sindicato, e comete um ato criminoso desses”, finalizou a delegada.

08/09/2014 - CJF CONDENADA A PAGAR IDENIZAÇÃO À FAMILIA DE VIGILANTE

A CJF de Vigilância Ltda. e o Banco do Brasil S.A., este de forma subsidiária, foram condenados ao pagamento de indenização por danos morais no valor de R$ 600 mil pela 1ª Turma do TRT/RJ. As empresas foram responsabilizadas pelo fato de um empregado que atuava como vigilante ter sido assassinado aos 29 anos. Os desembargadores entenderam que as empregadoras não forneceram as devidas condições de segurança do local de trabalho, o que possibilitou a fatalidade.

 

O empregado que faleceu trabalhava como vigilante noturno em trailer disponibilizado pela CJF de Vigilância Ltda. – prestadora de serviços para o Banco do Brasil S.A. A contratante alegou que o trailer funcionava em caráter provisório enquanto as obras para a construção de um posto avançado estavam em fase de conclusão.

 

O supervisor do vigia prestou depoimento como testemunha à Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro, afirmando que, por volta das 8h do dia 5 de janeiro de 2009, foi fazer uma vistoria no trailer e o encontrou fechado. Ao abrir a porta, segundo ele, o local estava revirado e sem o cofre. O supervisor dirigiu-se, então, a uma delegacia de polícia e lá soube que o corpo do vigilante fora encontrado, em local deserto, com perfurações de tiro.

 

Em sua defesa, a prestadora de serviços argumentou que os três vigilantes lotados no posto improvisado costumavam deixar o trailer trancado e sair à noite, somente retornando pela manhã.

 

O relator do acórdão, desembargador do Trabalho Mário Sérgio Pinheiro, observou que o depoimento do vigia demonstra que o ocorrido se deu durante o horário de trabalho, não havendo qualquer indício de que o funcionário tenha se ausentado do local de trabalho durante a jornada.

 

O magistrado destacou, ainda, que o vigia laborava em local desprovido de segurança, pois não se pode conceber que um trailer seja local adequado para manter um posto bancário e, ainda, um cofre. “Por mais que a atividade desempenhada pelo de cujus (vigilante) fosse de risco, não se pode isentar o empregador de sua responsabilidade em amenizar tais riscos”, disse o magistrado.

 

De acordo com o relator, a discussão quanto à responsabilidade civil do empregador ser objetiva ou subjetiva é desnecessária no caso em questão. “Restou plenamente configurada a omissão da contratante em não fornecer os meios necessários para o cumprimento da atividade do empregado em um ambiente de trabalho seguro”, concluiu.

 

A 1ª Turma manteve o valor da indenização por danos morais do primeiro grau, fixado pela 2ª Vara do Trabalho de Cabo Frio.

 

Nas decisões proferidas pela Justiça do Trabalho, são admissíveis os recursos enumerados no art. 893 da CLT.

05/09/2014 - SUMULA 450 DO TST DOBRA PAGAMENTO DE FÉRIAS DO TRABALHADOR

De acordo com a sumula 450 do TST, o pagamento fora do prazo das férias do trabalhador, quando descumprida o prazo previsto que consta no artigo 145 da CLT, de serem pagos em dois dias antes do gozo das férias, estes, deverão ser pagos em dobro.  

 

A sumula também reafirma o art. 137 da CLT que serão pagos em dobro as férias concedidas após o período correto.

 

Para o trabalhador entender melhor. Quem paga mal paga duas vezes. Se o empregador não efetuar o pagamento do descanso, mais um terço ou o terço do abono, em dois dias antes do gozo do período, deverá pagá-los em dobro (art.145), como se não gozados na época correta (art.137).

 

29/08/2014 - TRABALHADORES DEMITIDOS DA FACILITY TÊM DIFICULDADE EM RECEBER SEUS DIREITOS

Vigilantes contratados pela empresa terceirizada Facility denunciam novamente dificuldades em receber seus direitos. O Sindicato dos Vigilantes do Rio (Sindivig) confirmou a denúncia de um vigilante, que não quis se identificar, de que vários profissionais foram demitidos pela empresa e estão tendo dificuldades em receber o fundo de garantia, além do reajuste combinado em junho ainda não ter sido pago. Uma reunião entre o sindicato e a empresa aconteceu na última quarta-feira (24) e, segundo o vice-presidente do sindicato, Antônio Carlos de Oliveiro, a empresa se comprometeu a apresentar uma planilha com as dívidas e com planejamento para pagamento dos funcionários.

Segundo Antônio Carlos,  os números chegam a 400 funcionários demitidos, cerca de 200 funcionários contratados pela Secretaria de Estado de Saúde (SES) e mais 200 da Secretaria de Estado de Educação (Seeduc). “Eles firmaram um compromisso de dizer qual o passivo trabalhista e de que forma eles pretendem ir realizando os pagamentos. A diferença do reajuste será pago no próximo dia útil do 5 dia útil de setembro. Nossa data base é março então junho assinamos um acordo. Tem uma diferença do salário que não está sendo paga”, explicou. Segundo Antônio, a informação passada é que contratos com as secretarias foram finalizados.

As secretaria de Estado de Educação e de Saúde porém, desmentiram o fim de contratos com a Facility. Assim, as demissões seriam por conta da própria empresa. As duas secretarias também desmentiram atraso de repasse, versão contada pela empresa para o sindicato e para os funcionários. A fiscalização das empresas contratadas pelas secretarias são de responsabilidade das secretarias. Questionadas sobre o que vem sendo feito nesse sentido, já que a Facility é reconhecida por atraso de salários, a Secretaria de Educação não respondeu e a de Saúde afirmou que Quando a SES toma ciência de casos de atraso de pagamento de funcionários de empresas licitadas, a referida empresa é notificada. A Facility foi procurada mas não respondeu até o fechamento desta matéria.

Para Antônio, o problema é generalizado na prestação de serviço terceirizado. "Nunca vi o Estado rescindir um contrato por falta de pagamentos ou questões trabalhistas", comenta Antônio. “Nós temos uma legislação no Brasil em respeito a licitação muito frágil. Vale o menor preço, mas nem sempre isso dá garantia que de que a empresa vai arcar com as responsabilidades. Se  tivesse uma postura mais rigorosa na fiscalização e execução do contrato, isso não estaria acontecendo”, critica.

O sindicato propôs um projeto de lei na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), junto ao deputado Luiz Martins (PDT), presidente da Comissão de Defesa do Consumidor da Alerj. “Nós propusemos através de um deputado na Alerj que seja da seguinte maneira: o dinheiro do décimo terceiro salário e das férias já fica retido no Estado, ao em vez de ser repassado para as empresas. Atrasou os pagamentos? Já usa esse dinheiro para pagar o trabalhador, do contrário fica esse ciclo vicioso prejudicando o trabalhador”, explica. Segundo a assessoria de imprensa de Luiz Martins, o projeto de lei está sendo estudado e deverá ser proposto após o período de eleições.  

JB ONLINE

28/08/2014 - VIGILANTE DE ESCOLTA ARMADA É BALEADO, MAS PASSA BEM!

Na manha desta quinta feira (28) um caminhão de cigarros foi interceptado por bandidos na Av. Brasil altura de Barros Filho, Subúrbio do Rio, trocando tiros com vigilantes quel faziam escolta da carga.

Um vigilantes foi atingido e levado ao Hospital Estadual Carlos Chagas em Marechal Hermes.

O Sindicato dos Vigilantes esteve no local do crime e no hospital para obter mais informações e amparar tanto o vigilante quanto seus familiares.

Segundo informações de diretores do sindicato que esteve no hospital, o vigilante N.G.A. da Empresa, Tiradentes Segurança e Vigilância, passou por uma cirurgia e encontra-se na UTI do hospital se recuperando. O vigilante não corre risco de morte e passa bem.

O Sindicato já apresentou proposta em Brasília para blindagem dos carros, mudança das armas, 4 vigilantes por carro e veículos maiores e de maior potência, sendo proibido carros 1.0.

 

24/08/2014 - EVENTOS MARCAM OS 60 ANOS DO SUICÍDIO DE GETÚLIO VARGAS

No Museu da República e no Memorial, na Glória, haverá filmes e mesas-redondas

                                   

Rio - Neste domingo, completa 60 anos do suicídio do ex-presidente Getúlio Vargas. A data vai ser lembrada com uma série de eventos na cidade. No Museu da República, no Catete, às 18h30, haverá a projeção do filme ‘Getúlio’, de João Jardim. Na terça e na quarta-feira, as pessoas poderão assistir a um seminário sobre o legado do político que criou a legislação trabalhista no país. O evento vai acontecer no Memorial Getúlio Vargas, na Glória.

No primeiro dia, terça-feira, a mesa-redonda começa às 10h, com o tema ‘O mundo do trabalho na Era Vargas’. Vão participar os professores Andréa Casa Nova Maia, da UFRJ, e Marcus Dezemone, da UFF.

Às 14h, será a vez de falar sobre ‘ Imagens e representações do poder’ no período getulista. Será feita apresentação sobre a propaganda política durante o Estado Novo (1937-1945) por Licia Rubinstein, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Nesta mesma mesa, haverá a discussão sobre o primeiro governo Vargas e a valorização do passado histórico brasileiro. Às 16h30, haverá a exibição do documentário ‘Getúlio Vargas’ (1974), da diretora Ana Carolina Teixeira Soares. No dia 27, às 9h30, também no Memorial, na Glória, haverá uma mesa-redonda sobre ‘Cultura e Arte no Estado Novo’.

Vão participar deste evento, para falar sobre o cinema, a arte e a música nesta época, os professores Wolney Malafaia, do Colégio Pedro II, Luiz Otávio Braga, do Instituto Villa Lobos/Unirio e Guilherme Motta, da Universidade Veiga de Almeida.

Às 14h, o tema será ‘Intelectuais e patrimônio Histórico no Brasil — a construção de um conceito’. Estarão presentes os professores Sérgio Montalvão (UFF), Vanuza Braga, do Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil, e Joaquim Justino Moura dos Santos, da Unirio. Na quarta, às 16h30, será realizada uma cerimônia de encerramento, com a presença de Celina Vargas do Amaral Peixoto, neta de Getúlio.




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