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27/04/2015 - VIGILANTES DEMITIDOS DA MARAL NÃO RECEBEM SEUS DIREITOS

A Empresa Maral Vigilância e Segurança dispensou mais de 200 vigilantes por ter perdido o posto do Itaú.

 

Diante disso o Sindicato informa aos vigilantes que deverão passar na empresa para receber o documento de dispensa do trabalho, dar baixa na carteira de trabalho, depois ir ao sindicato para entrarem com uma ação trabalhista individual, para que esta pague corretamente os atrasados, a multa de 40%, aviso prévio indenizado, uma vez que a empresa disse que não teria verba para saldar essa dívida.

     

 

         

O Sindicato esteve presente na porta da empresa hoje pela manha orientando os vigilantes como entrar com uma ação trabalhista contra a empresa e contra o Banco Itaú.  

 

 

Segundo a diretoria do SindVigRio, todos os vigilantes deverão se apresentar no jurídico do Sindicato munido com os documentos abaixo. O departamento jurídico funciona de Segunda a Sexta de 10:00 as 17:00.

 

  • Xerox da carteira de trabalho (foto, qualificação civil e contrato de trabalho)
  • Xerox da carteira de identidade (frente e verso)
  • Xerox do CPF (frente e verso)
  • Xerox do PIS/PASEP
  • Xerox do aviso prévio (se tiver)
  • Extrato analítico do FGTS
  • Xerox dos últimos 12 contracheques
  • Xerox comprovante de residência atualizado
  • Xerox de qualquer outro documento relacionado a sua situação que se torne necessário.

 

24/04/2015 - EMPRESAS CONTINUAM DESRESPEITANDO PAGAMENTO

O Sindicato entrou com pedido de fiscalização imediata e urgente por parte do Ministério do Trabalho e Emprego para que tomem providencias sobre esses freqüentes atrasos nos salários dos vigilantes.

 

Não é só o salário que atrasa. Tíquete refeição, vale transporte, férias, reciclagem, FGTS, entre outros. Até os uniformes estão na lista de reclamações dos Vigilantes.

 

HBS diz que vai pagar hoje o salário que deveria sair até o quinto dia útil deste mês. 

 

 

24/04/2015 - SINDICALISTAS APONTAM DEPUTADOS QUE VOTARAM CONTRA OS TRABALHADORES

Por 230 a 203 votos e quatro abstenções, o Plenário da Câmara dos Deputados aprovou o texto do projeto de lei 4330/04 piorando ainda mais os direitos dos trabalhadores.

 

Além de manter a possibilidade de terceirização na atividade fim da empresa, o texto prevê a filiação dos terceirizados ao mesmo sindicato da contratante apenas se ambas as empresas pertencerem à mesma categoria econômica. O que já era muito ruim foi transformado pela bancada empresarial em algo muito pior.

 

O Sindicato avalia que nesta legislatura o Congresso Nacional, se aprovado esse projeto, irá entrar para história como o maior responsável em rasgar a CLT.

 

Segundo Fernando Bandeira, Diretor de Organização Política da Nova Central Nacional,  todo o movimento sindical está reunido e mobilizado nos estados divulgando e apresentando para os estudantes, trabalhadores e toda a sociedade, os nomes dos deputados que votaram a favor do projeto, ou seja, contra os trabalhadores.

 

“Agora tudo pode ser terceirizado, inclusive as atividades essenciais e obrigatórias do Estado, porque torna legal todo contrato de prestação de serviço terceirizado”, diz Bandeira.

 

O projeto agora vai para analise e votação do Senado Federal.

 

Veja os deputados do Rio de Janeiro que votaram contra os trabalhadores:

 

23/04/2015 - CONTINUA A BRIGA DO SINDICATO COM EMPRESAS QUE NÃO PAGAM EM DIA OS SALÁRIOS

Esses problemas já são corriqueiros na vida laboral dos Vigilantes. Por mais que o Sindicato atue com paralisações, protestos, ações na justiça, com apoio e fiscalização do Ministério do Trabalho, ainda há empresas na lista de mal pagadoras.

 

Hoje são 24 de abril e ainda tem vigilantes de três empresas (VS Brasil, Facility e HBS) que ainda não receberam seus salários que devem ser pagos até o 5º dia útil de cada mês.

 

 

Na semana passada e nesta segunda feira (20) , o sindicato junto com os trabalhadores de duas empresas fizeram um protesto na porta das empresas exigindo o pagamento imediato e correções nos depósitos do FGTS/INSS, como também, pagamento de horas extra, vales refeição, transporte, férias, hora extra, entre outros.

 

A Diretoria do Sindicato informou que já oficiou o Ministério do Trabalho para que tomem providências sobre este absurdo. Continuaremos as paralisações e protestos até que essas empresas parem de uma vez com essa falta de responsabilidade. Não podemos ficar omissos. Vamos denunciar pra qual órgão for!

                                    

 

A Facility já está respondendo uma ação no Ministério Publico por atraso de salários e desrespeitos de direitos trabalhistas. 

 

 

20/04/2015 - BRASIL TEM UMA NAÇÃO DE 12 MILHÕES DE TRABALHADORES INVISÍVEIS

De salários menores a problemas judiciais, as categorias que já foram terceirizadas no país sofrem na pele os efeitos da chamada 'precarização'

 

-Luisa Brasil

 

Um contingente de 12 milhões de brasileiros, número maior que toda a população da Bolívia: esse é o universo da terceirização no Brasil. Um regime que atinge, principalmente, trabalhadores da base da pirâmide social do país e que está em vias de se ampliar, caso o PL 4.330, em tramitação no Congresso, seja aprovado.

 

A proposta é apoiada pelos empresários, que reclamam dos altos custos e da insegurança jurídica para se contratar no Brasil. Sindicalistas e entidades ligadas ao Direito do Trabalho são contra a medida. Alegam que a proposta abre a porteira para a precarização do trabalho.

 

Os significados da palavra “precarização” são sentidos na rotina de categorias que já foram parcial ou totalmente terceirizadas no país nos últimos anos. Exemplos não faltam. “Para quem trabalha off-shore, já começa com uma divisão descarada na escala. Funcionários da Petrobras têm uma semana a mais de folga a cada embarque.

 

Quanto aos salários, um estudo do Dieese mostra que os terceirizados ganham menos. A gente convive com essas pessoas, pelo próprio padrão de vida não há dúvida de que o terceirizado ganha menos”, afirma Teseu Bezerra, diretor de comunicação do Sindipetro do Norte Fluminense, que representa os petroleiros.

 

As discrepâncias também passam pelos benefícios recebidos. “Um empregado de operadora tem vale-refeição de R$ 27,50, enquanto quem presta serviço na rede recebe R$ 15. Na parte de teleatendimento, tem empresas em que o vale é de R$ 5”, conta Amilton Barros, diretor do Sinttel-Rio, que representa trabalhadores da área de telecomunicação.

 

Ele também diz que é mais difícil conseguir reajustes para estas categorias. “A terceirizada sempre alega que as tomadoras não reajustam os contratos. Tem empresas no setor que estão há quatro anos sem reajustar”, diz. Mas a maior dificuldade do universo da terceirização é o modo impessoal como os trabalhadores são tratados. Muitas vezes, ocorre dificuldade em descobrir quem é o patrão, devido à rotatividade entre as empresas.

 

O técnico de telefonia Cláudio da Silva Macedo, 45 anos, passou por quatro empresas diferentes desde que começou a prestar serviços para a Oi. “A empresa faz contratos de um ou dois anos com as terceirizadas. Quando o contrato está no fim, você fica naquela agonia, se você vai ir para outra empresa, se vão te jogar pra Maricá, Cabo Frio”, afirma.

 

No ano passado, ele começou a ter problemas na coluna, após não suportar o peso de uma escada. Alegando queda na produtividade, a Telemont, que presta serviços para a Oi, o demitiu em dezembro. A homologação da demissão ainda não foi feita. “Até hoje não consegui o seguro desemprego. Eles disseram que iam mandar um telegrama para a minha casa, mas ele não chegou e não consigo ligar no RH da empresa”, lamenta o trabalhador.

 

Na Uerj, funcionários estão sem receber desde dezembro do ano passado

 

A situação de instabilidade atingiu o auge para funcionários que prestam serviços para a Uerj. Há empregados da terceirizada Navele que não recebem desde dezembro do ano passado. Com medo de serem demitidos, os subcontratados da universidade estadual passam por momentos de desespero e falta de perspectiva.

H., que não quis ser identificado com medo de ser demitido, tem cinco filhos e deveria estar pagando pensão alimentícia para dois, mas com o salário atrasado, está com medo de ser preso. Ele diz que conta apenas com a compreensão da ex-esposa. “Minha filha caçula fez nove anos esta semana e estou magoado porque não tive condições de visitá-la em Minas Gerais, onde mora atualmente, muito menos de enviar um presente”, lamenta.

 

Ao longo da entrevista, H. recebeu uma ligação do Bradesco, um dos bancos a que o terceirizado recorreu para um empréstimo. “Além do Bradesco, peguei empréstimos no Banco do Brasil e na Caixa Econômica para tentar pagar as contar de cartão de crédito, transporte e alimentação diários”, enumera.

Um de seus colegas, R. teve que sair de sua casa na Baixada Fluminense e está morando de favor na casa da ex-mulher, no Andaraí, para economizar as despesas com o transporte. “Há uma semana venho sentindo dores nas pernas e acredito ser da longa caminhada que faço todos os dias para ir ao trabalho e voltar pra casa”. R. diz que mesmo sem receber é obrigado a comparecer todos os dias na Uerj.

 

“Se deixar de registrar a biometria, corro o risco de ser demitido, como fizeram com outros colegas recentemente”, denuncia. Questionada sobre a falta de pagamentos, a Secretaria Estadual da Fazenda informou que o caixa do estado está numa situação “extremamente difícil” e que “todos os esforços estão sendo canalizados para que o estado fique adimplente com todos os seus fornecedores”.

 

Contra calote, empregado aciona Justiça do Trabalho

 

Na maioria das vezes, trabalhar como subcontratado não é uma opção, mas sim uma imposição do mercado. É o caso dos vigilantes, setor que foi quase 100% terceirizado nos últimos anos.

 

Um dos maiores problemas é com empresas que dão calote em seus funcionários.

 

O vigilante Rildo Ferreira, 43 anos, viveu esta situação no ano passado. Após prestar serviços como terceirizado para o Banco do Brasil por sete anos, a Protex, onde ele trabalhava, fechou. As verbas da demissão não foram pagas e Rildo está lutando na Justiça para receber. “Fiquei sete anos na empresa e na hora que eu mais precisei eles não pagaram. Só quero o que é meu de direito. Ganhar meu sustento, dar uma vida melhor para minha família e um estudo melhor para meus filhos”, diz.

 

No novo trabalho, um novo dissabor. Rildo hoje presta serviço para a Prol na área de saúde. Em março, ele saiu de férias e até hoje não recebeu o valor do benefício. “Se não fosse um aluguel que recebo da casa do meu pai, hoje iria estar passando fome”, afirma.

 

Segundo procuradora do Trabalho Carina Bicalho, representante no RJ da Coordenadoria Nacional de Combate às Fraudes nas Relações de Trabalho, essas situações são corriqueiras na subcontratação. “É muito comum você ouvir dos terceirizados que o sonho deles é ser efetivado”, afirma Carina, que é radicalmente contra o PL 4.330. “Esse projeto é um retrocesso de 20 anos em todo o histórico de jurisprudência que foi contruído. Os argumentos de quem o defende são muito frágeis”.

 

 

Há empresas sem receber por seis meses - 5 minutos com José de Alencar, presidente do Seac

 

O presidente do Sindicato das Empresas de Asseio e Conservação do Estado do Rio de Janeiro (Seac-RJ) afirma que a terceirização traz cidadania para os mais carentes e defende mudanças promovidas pelo PL 4.330.

 

1. Há terceirizados do estado que estão sem receber. De quem é a culpa afinal?

 

— Temos sorte, porque o governador veio a público falar que nos deve milhões. Se a gente fosse falar que estava com problema, diriam que a culpa é da terceirização. Há empresas que estão há mais de seis meses sem receber e empresários quebrando, vendendo seus apartamentos.

 

2. Mas nada pode ser feito contra o poder público nestes casos?

 

— Existe uma legislação que diz que após 90 dias, a empresa pode suspender o serviço por falta de pagamento. Mas as empresas preferem ficar lá, na expectativa de receber para não perder o contrato. Isso não é culpa da terceirização.

 

3. E o PL traz avanços nesta questão?

 

— O PL diz que a retenção de má-fé dos pagamentos devidos pela contratante à contratada será considerada apropriação indébita.

 

4. Os profissionais que atuam na Justiça Trabalhista apontam que há muitos problemas de calote nas terceirizações. Porque acontece tanto no setor?

 

— Desvio de conduta acontece em qualquer atividade do ser humano, por isso que você precisa ter uma lei. O projeto cria um marco legal para milhões de trabalhadores e para milhares de empresas. Nosso setor recruta, treina mão de obra, dá carteira de trabalho, salários, alimentação. As pessoas passam a ter uma cidadania. A legislação é boa, ela vai regularizar uma situação que já existe. Temos empresas terceirizadas há mais de 80 anos.

20/04/2015 - VIGILANTES DO LABORATÓRIO CENTRAL NOEL NUTELS PARAM NESTA MANHÃ

      

Vigilantes do Posto Laboratório Central Noel Nutels, da empresa terceirizada Facility, estão em greve por falta do salário, pagamento sem o retroativo da convenção , atraso no ticket, no Vale Transporte, chegando ao ponto de tirar do bolso para trabalhar. A empresa recolhe, mas não deposita o FGTS e INSS.

 

20/04/2015 - VIGILANTES DA VS BRASIL SEM PAGAMENTO PROTESTAM NA PORTA DA EMPRESA

Na manhã de hoje (20) os vigilantes que trabalham na Empresa VS Brasil se reuniram na porta da empresa, em São Cristóvão, exigindo que saia imediatamente o pagamento do mês de abril, pois ainda não foi pago.

Acompanhado pelo SindVigRio, os vigilantes também reclamaram que esta não é a primeira vez que a empresa atrasa o pagamento. Eles reivindicam ainda pagamento de horas extra, pagamento de férias na data correta, deposito do FGTS na Caixa Econômica, tíquete refeição e vale transporte.

Muitos disseram estar ali por não agüentar mais o descaso que a empresa trata o vigilante. Os Vigilantes da Cidade da Polícia, por exemplo, estão sem o salário que deveria ter saído até o quinto dia úitl deste mês. 

17/04/2015 - VS BRASIL DESCUMPRE QUASE TODAS AS CONDIÇÕES DE TRABALHO DOS VIGILANTES

NÃO PODEMOS ESPERAR!

 

SEGUNDA FEIRA - dia 20/04 -  PARALISAÇÃO GERAL DOS VIGILANTES DA VS BRASIL

 

TODOS OS VIGILANTES NA PORTA DA EMPRESA ÀS 9Hs

 

Rua Pedro Guedes nº 15, São Cristóvão

 

 

Os Vigilantes que trabalham no Parque dos Atletas, na Barra da Tijuca, passam por sérios problemas não só econômicos como também nas condições em que eles trabalham.

A empresa constantemente atrasa os salário, o vale transporte e alimentação, chegando ao ponto de descontar do trabalhador a contribuição do INSS/FGTS, porém não depositam o valor mensal na caixa econômica. Também não pagam o 13º salário com o adicional de risco de vida e atrasam férias.

 

O Sindicato depois de uma ronda feita no posto detectou que os vigilantes não têm local adequado para almoço, estão sem guarita, bebedouro e banheiro.

 

O Sindicato já expediu ofício no setor de fiscalização  do Ministério do Trabalho pedindo urgência no cumprimento por parte das empresas, para garantir a legislação trabalhista.

 

                            Guarita dos Vigilantes no Parque dos Ateltas

 

         Vigilantes bebem água quente por falta de geladeira e bebedouro no local

 

 

                        Almoço improvisado no banco de madeira.

 

                   

                  Posto de observação dos vigilantes. Totalmente improvisado.

 

 

NÃO PODEMOS ESPERAR!

 

SEGUNDA FEIRA - dia 20/04 -  PARALISAÇÃO GERAL DOS VIGILANTES DA VS BRASIL

 

TODOS  NA PORTA DA EMPRESA ÀS 9 Hs

 

Rua Pedro Guedes nº 15, São Cristóvão

 

16/04/2015 - ATLETA APOIADO PELO SINDVIGRIO É CAMPEÃO DE TAEkWONDO

GABRIEL LUCAS - FAIXA PRETA

 

            O jovem Gabriel Lucas Aleixo Silva, 18 anos, pratica taekwondo desde 2009, sendo faixa preta desde 2014. É filho do vigilante Jorge dos Santos, da Prossegur, associado ao Sindicato.

 

 

            No momento o atleta se prepara para a segunda etapa do Campeonato Estadual de Taekwondo dia 26 de abril. Foi campeão da primeira etapa sub/21 e adulto, ocorrida em 15 de março passado, no Rio. Esta segunda etapa é classificatória para o Campeonato Brasileiro que acontecerá em julho.

 

 

            No dia 29 de abril o atleta vai para Florianópolis participar do Campeonato Brasileiro Interclubes que ocorrerá de 1º a 3 de maio. Este campeonato é importante porque pontua o atleta para o ranking nacional.

 

            A academia em que Gabriel treina fica no distrito de Porto das Caixas em Itaboraí, sendo conhecida como a fabrica de campeões.

 

            Gabriel terminou o ensino médio ano passado e vai fazer faculdade de Educação Física, como preparador físico. O atleta é patrocinado pelo Sindvig e também pela Distribuidora de Doces Schueler e está procurando novos patrocínios para assegurar boas condições para competir.

 

14/04/2015 - REUNIÃO EM PORTO ALEGRE DISCUTIRÁ ESTATUTO DA SEGURANÇA PRIVADA

Dia 14 de abril os sindicatos filiados à Federação dos Vigilantes se reuniram para discutir a proposta do Estatuto da Vigilância Privada a ser debatido em Porto Alegre nos dias 15 e 16 de abril.

 

 

 

A reunião em Porto Alegre do segmento da segurança privada com representantes dos trabalhadores e dos setores patronais (Federação das Empresas de Segurança, Associação Brasileira de Transporte de Valores e Federação Brasileira dos Bancos) será um grande passo para o setor, pois ainda que existam divergências entre os trabalhadores e o setor patronal, o Estatuto vai representar para a segurança privada em especial na repressão da segurança clandestina.

 

Categorias profissionais que trabalham sob a regulamentação de Estatuto, costumam ser mais respeitadas e terem mais direitos e garantias.

 

Segundo Sérgio Luis, presidente da Federação dos Vigilantes, algumas mudanças na proposta que serão levadas para Porto Alegre têm o objetivo de ampliar direitos e coibir com mais rigor a segurança clandestina.

 

Fernando Bandeira, secretário geral da Confederação dos Profissionais da Segurança Privada - CONTRASP, e Antônio Carlos, presidente do Sindicato dos Vigilantes dos Rio de Janeiro, representarão o Estado do Rio de Janeiro no Encontro.

13/04/2015 - VIGILANTES DE EVENTOS! NÃO TRABALHEM POR MENOS DE R$120,00

 

10/04/2015 - VIGILANTES DA CAIXA CRUZAM OS BRAÇOS NO CENTRO

VIGILANTES DA CAIXA CRUZAM OS BRAÇOS NO CENTRO DO RIO

120 vigilantes da Caixa Econômica Federal não receberam os salários de março da empresa terceirizada VS Brasil e decidiram cruzar os braços, deixando sem segurança o prédio central da Caixa na Av. Almirante Barroso, no Centro do Rio.
A VS Brasil assumiu os postos da Caixa do Centro desde abril do ano passado, deixando de cumprir direitos trabalhistas como:
- Atraso constante no Pagamento
- Pagamento sem o retroativo da convenção.
- Vigilantes trabalhando com ata vencida.
- A empresa recolhe, mas não deposita o Fundo de garantia e INSS
- 13 salário sem os 30% de risco de vida.
-Atraso no Vale Transporte, chegando ao ponto do vigilante tirar do bolso para trabalhar.
- Não paga Hora extra
- Depósito das férias após os 30 dias parados.
- Tíquete alimentação sem aumento da convenção.
- Uniforme irregular. Vigilantes com colete da empresa vencido. Um ano com mesmo uniforme.

09/04/2015 - VIOLÊNCIA NA TIJUCA PREOCUPA MORADORES E SINDICATO



O aumento da violência na Tijuca, não só preocupa os moradores, como também o Sindicato dos Vigilantes do Município do Rio que alerta o comércio à não contratar "seguranças clandestinos", mesmo que estes sejam policiais. A recente morte de uma advogada na galeria do Tijuca Off Shopping, mostra o perigo em se contratar pessoas não habilitadas para exercer a atividade de segurança privada - um policial civil reagiu a investida de ladrões numa joalheria, havendo troca de tiros que resultou na morte de Silvia Maria Arnaut da Costa, de 49 anos, no dia 2 de abril, que passava pelo local. A legislação vigente Lei 7.102/83 determina que somente vigilantes devidamente registrados na Polícia Federal podem fazer a vigilância privada de estabelecimentos comerciais como shoppings, lojas, supermercados, bancos, entre outros.
Abaixo, link da matéria da Tv Record que mostra a insegurança na grande Tijuca. 




26/03/2015 - MUITO OBRIGADO! ASSESSORIA DE IMPRENSA DO SINDVIGRIO PRESTA HOMENAGEM AO PROFESSOR HÉLIO ALONSO

Fundador das Faculdades Integradas Hélio Alonso - Facha, faleceu na madrugada desta quinta-feira,26/03, aos 86 anos, tendo sido responsável pela formação de diversos profissionais de comunicação.

Como no slogan da Faculdade diz: “Em todos lugar tem alguém da Facha” em nossa assessoria não poderia ser diferente!

Muito obrigado, descanse em paz, mestre.

 

Bruno Maciel - Publicitário

Gisele Martins - Jornalista (Estagiária)

 



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