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30/07/2015 - DILMA VETARÁ REAJUSTE DA APOSENTADORIA PELO MÍNIMO

BRASÍLIA - A presidente Dilma Rousseff vetou o reajuste às aposentadorias com base no cálculo de aumento do salário mínimo. O veto, publicado no Diário Oficial desta quinta-feira, é aos artigos da Medida Provisória aprovada pelo Congresso Nacional que estende aos beneficiários da Previdência as mesmas regras de aumento do mínimo.

 

No texto publicado no Diário Oficial, o governo afirma que consultou os ministérios da Fazenda, do Planejamento, da Justiça, da Previdência e a Advocacia Geral da União sobre o veto. O aumento do salário mínimo é feito com base na inflação somado ao crescimento do PIB de dois anos anteriores.

 

Numa derrota do governo, o Senado aprovou no início de julho a medida provisória que estendia a todos os aposentados as regras de reajuste do salário mínimo. A fórmula garantia ao trabalhador e ao aposentado ganhos reais — acima da inflação — de acordo com o crescimento da economia. Mas, já naquela dia, o líder do governo no Senado, Delcídio Amaral (PT-MS), disse que a presidente Dilma vetaria a medida.

 

De acordo com cálculos da Previdência, cada 1% de aumento no valor dos benefícios acima do piso traz um impacto nas despesas de R$ 2 bilhões por ano. Embora impacto da medida, se sancionada, fosse pequeno no próximo ano e nulo em 2017, devido à estagnação da economia, a área técnica do governo temia a indexação do reajuste ao crescimento da economia até 2019. Segundo a Previdência, se essa política estivesse em vigor nos últimos nove anos, o gasto médio anual seria de R$ 8,1 bilhões.

 

Os aposentados que ganham até um salário-mínimo continuarão sendo beneficiados pela política de reajuste acima da inflação.

 

 

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/brasil/dilma-veta-reajuste-aposentados-sob-regras-do-salario-minimo-17014707#ixzz3hNvbJcIS

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29/07/2015 - O MINISTÉRIO PÚBLICO DO TRABALHO, A ADVOCACIA EO DIREITO SINDICAL

27/07/2015 - VIGILANTES DA PUC NÃO RECEBEM PERICULOSIDADE. MESA REDONDA NO MINISTÉRIO RESOLVERÁ

O Sindicato já acionou o setor de fiscalização do Ministério do Trabalho para que os vigilantes que trabalham diretamente para a PUC/RIO recebam o adicional de periculosidade.

                

Este é um direito amparado na lei 12.740/12 e conquistado pela união do movimento sindical e incorporado na Convenção Coletiva de Trabalho.

 

Está agendada uma mesa redonda no dia 11 de agosto às 9hs na sede do Ministério do Trabalho com a instituição, o Sindicato e representantes do próprio Ministério.

 

Há anos o Sindicato tenta resolver este problema com a PUC, porém sem sucesso. Agora será o Ministério do Trabalho que irá resolver.

 

MESA REDONDA 11 DE AGOSTO ÀS 9hs – Ministério do Trabalho e Emprego.

 

23/07/2015 - SOUZA LIMA E VISEG NA MIRA DO MINISTÉRIO DO TRABALHO

SOUZA LIMA DIZ QUE RESOLVE OS PROBLEMAS TRABALHISTAS EM 30 DIAS

 

VISEG REMARCA AUDIÊNCIA PARA 4 DE AGOSTO

 

 

O Ministério do Trabalho notificou a Empresa Viseg Segurança e Vigilância para explicar os motivos da denuncia feita pelo Sindicato dos Vigilantes do Município do Rio em que estava desrespeitando tanto a legislação trabalhista quanto a Convenção Coletiva da categoria.

 

A Empresa vem praticando irregularidades como o não pagamento da súmula 444, CNV vencida, atrasos constantes nos salários, desvio de função, registro de arma vencido, não pagamento dos 30% de risco de vida e escalas 2x1 e 24x24 fora da Convenção Coletiva de trabalho.

 

Foi registrado em ata assinada por todos os presentes que a Empresa Souza Lima irá resolver no prazo máximo de 30 dias as irregularidades sem maiores prejuízos para categoria.

 

                               

               Diretores do Sindicato protocolam denúncia no MTE de empresas que desrespeitam leis trabalhistas

 

 

VISEG NAÕ APRESENTOU DEFESA PRÉVIA

 

A VISEG compareceu a audiência, porém não apresentou defesa prévia e meios de como irão sanar os problemas, alegando curto o prazo dado pelo Ministério do Trabalho.

 

Os vigilantes esperam que a empresa regularize os constantes atrasos no pagamento de salário e benefícios, vale transporte e vale refeição.

 

Nova reunião foi agendada para o dia 4 de agosto.

 

                                

                Sede do Ministério do Trabalho e Emprego no Rio de Janeiro

22/07/2015 - AVANÇO DO DESEMPREGO NO BRASIL DEVE SER ENFRENTADO PELO MOVIMENTO SINDICAL

Programa de Proteção ao Emprego (PPE), apresentado pelo governo como uma alternativa para amenizar os efeitos da crise econômica que o País atravessa e, principalmente, barrar a onda de demissões, foi o tema principal da reunião das centrais realizada quarta-feira (22/7) na sede do Dieese em São Paulo.  

 

Apesar de terem pontos de vistas diferentes sobre a questão, os sindicalistas acharam por bem, unificar as ações no Congresso Nacional para que a medida Provisória (MP 680/2015) não seja desfigurada pelas 175 emendas parlamentares apresentadas, nas quais, algumas têm conteúdos tendenciosos que possa inviabilizar à implantação do programa.    

                     

Para evitar eventuais estragos, os representantes da Nova Central, CUT, Força Sindical e CSB, aprovaram um plano de luta para aperfeiçoá-lo, que consiste de muita mobilização, trabalho de convencimento e esclarecimentos, perante os deputados e senadores que comporão a Comissão Mista (CM), responsável em apreciar e apresentar o texto final que será votado pelos parlamentares.   Baseado em dados divulgados pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), registrou que o total de admissões no mês de Junho de 2015 atingiu 1.453.335. Em contrapartida, o de desligamentos alcançou 1.564.534, resultando em um saldo negativo de 111.199 postos de trabalho formais.  

 

De acordo com o Secretário Geral do Sindicato dos Vigilantes do Município do Rio e Diretor Nacional de Organização Política da Nova Central, Fernando Antônio Bandeira, o momento é delicado e merece atenção e responsabilidade. “Não é hora de tapar o Sol com a peneira. A crise econômica e política já trouxe para muitos lares, o fantasma do desemprego. Por esta razão, concordamos recuar momentaneamente para depois darmos passos mais firmes e largos”, afirmou.  

 

Na atual conjuntura onde nos quatro primeiros meses do ano mais de 130 mil postos de trabalho foram perdidos no País, nos setores que mais contratam com carteira assinada, como construção civil, metalurgia, indústria e comércio.  Bandeira opina que é melhor estar empregado, com uma jornada de trabalho menor e salário reduzido, mas com seus direitos, emprego e benefícios a garantidos, do que viver na incerteza e com a renda do Seguro Desemprego.  

 

As centrais confeccionarão uma cartilha com detalhes do PPE para facilitar o trabalho de conscientização. Como dada indicativa, agendaram um encontro com os membros nomeados da CM para o dia 12 de agosto em Brasília.

 

Fonte: NCST

21/07/2015 - SINDICATO DE NITERÓI ABRE AS PORTAS PARA HOMOLOGAÇÕES FRAUDULENTAS

Vigilantes da Empresa CONDOR SECURITY denunciaram ao Sindicato várias irregularidades praticadas contra eles: trabalham como porteiros, sofrem atraso nos salários, descontos no horário do jantar, escalas em desacordo com a convenção coletiva, férias bloqueadas e não recebem adicional de risco de vida. Além disso, no ato da demissão, sofrem ameaças e a empresa exige que a multa dos 40% que cabe a eles retorne para a empresa.

 

              

                                       Vigilantes denunciam esquema de homologação fraudulenta

 

 

Os vigilantes, junto com o preposto, vieram ao Sindicato do Município e os homologadores apontaram vários erros que impediram a homologação. Ao invés de corrigirem os erros, foram para Niterói onde a homologação foi feita de forma fraudulenta. 

 

                   

A Condor tem a seguinte estratégia: dias antes de dispensar o vigilante o coloca na base de Niterói, sede da empresa, e o obriga a aceitar um empréstimo como forma de garantia de que este dinheiro irá retornar para ela. O vigilante tem que devolver a multa da rescisão sob pena de ser removido para lugares distantes de onde mora ou de onde trabalha (penalidade geográfica) ou requerer os direitos na justiça.

 

                 

                     Documentos mostram que as homologações foram feitas no Sindicato de Niterói

  

A Diretoria do Sindicato dos Vigilantes do Município do Rio de Janeiro declara sua indignação com o ocorrido na sede do Sindicato dos Vigilantes de Niterói, que traz grande prejuízo para os trabalhadores. Tal prática tem sido insistentemente denunciada pelo Sindicato do Rio de Janeiro que fará a denúncia também ao Ministério Público de Niterói.

A diretoria do Sindicato do Rio solicita que outros trabalhadores prejudicados também façam as denúncias para reforçar as acusações dos companheiros que vieram à nossa entidade.

15/07/2015 - MESA REDONDA NO M.T.E. DECIDIRÁ DESCUMPRIMENTO DA LEGISLAÇÃO TRABALHISTA DE DUAS EMPRESAS.

                     

O Sindicato dos Vigilantes notificou o Ministério do Trabalho e Emprego para que as Empresas VISEG e SOUZA LIMA cumprissem a legislação trabalhista e a Convenção Coletiva da categoria.

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A Reunião de conciliação será no dia 21 de julho, às 09:00hs, no Ministério do Trabalho, 14º andar, com a Empresa SOUZA LIMA. A Empresa vem praticando irregularidades como o não pagamento da súmula 444, CNV vencida, atrasos constantes nos salários, desvio de função, registro de arma vencido, não pagamento dos 30% de risco de vida e escalas 2x1 e 24x24 fora da Convenção Coletiva de trabalho.

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No dia 22 de julho às 14hs no mesmo local a reunião será como a Empresa VISEG, que também atrasa o pagamento de salário e benefícios, vale transporte e vale refeição dos vigilantes.

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O Sindicato informa que a audiência é pública e será aberta aos vigilantes que poderão levar documentação que comprovem as irregularidades da empresa.

14/07/2015 - VIGILANTES DA SUPERVIG. PARALISAÇÃO AMANHÃ DIA 15 DE JULHO

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07/07/2015 - GOVERNO ANUNCIA PROGRAMA PARA TENTAR EVITAR DESEMPREGO

Na tentativa de estancar o desemprego em empresas que se encontram em dificuldades financeiras, a presidente Dilma Rousseff editou, nesta segunda-feira, uma medida provisória criando o Programa de Proteção ao Emprego (PPE). A ideia é permitir a redução da jornada de trabalho em até 30%, com o corte do salário na mesma proporção. Para isso, porém, haverá uma contrapartida da União, que compensará até 50% da perda salarial do empregado, com recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) — que hoje é deficitário.

Dilma edita medida provisória com redução de salários

A compensação do governo será limitada a R$ 900,84, ou seja, 65% da parcela máxima do seguro-desemprego. Assim, pelas novas regras, se a empresa aderir ao PPE, um trabalhador com um salário de R$ 2.500 por mês, por exemplo, passará a receber R$ 2.125. A empresa responderá por R$ 1.750; o governo, por R$ 375. Aquele que ganha R$ 5 mil receberá R$ 4.250 com a redução de 30% da jornada, dos quais R$ 3.500 serão pagos pelo empregador e R$ 750 pelo FAT. Nos dois casos, na prática, o corte será de 15%. A contribuição para o INSS e o FGTS incidirá sobre o salário complementado, ou seja, sobre 85% do rendimento original.

.Considerando, porém, um trabalhador que ganha acima de R$ 6 mil, a perda será maior. Quem tem renda de R$ 6.500, por exemplo, terá um desconto de R$ 1.950. Ou seja, passará a receber R$ 4.550 de salário mais R$ 900 de complemento (respeitando o limite imposto), totalizando 5.450 (16% a menos).

A proposta de redução da jornada — defendida pelos sindicatos dos trabalhadores das montadoras de automóveis — vinha sendo analisada pelo governo desde 2012. Segundo a medida provisória, os setores que poderão aderir ao programa serão escolhidos por um comitê gestor, formado por vários ministérios, nos próximos 15 dias.

O programa se assemelha ao mecanismo do lay off, que consiste na suspensão temporária dos contratos de trabalho por até cinco meses. Nesse período, os afastados recebem as parcelas do seguro-desemprego.

Ao anunciar a proposta, o ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Miguel Rossetto, disse que o programa é ideal porque permite manter empregos:

— É mais inteligente colocar os recursos públicos para manter os empregos do que financiar o desemprego.

O governo estima que, somente este ano, vai preservar o emprego de 50 mil pessoas, com salário médio de R$ 2.200.



 

 

 

03/07/2015 - ASSOCIADO JOAQUIM SERÁ SEPULTADO NESTA SEXTA-FEIRA AO MEIO DIA

O SindVigRio informa aos associados e amigos, que o velório do Vigilante, Joaquim Vieira de Souza – morto ontem durante tiroteio no Bradesco da Vila da Penha – será na noite desta quinta feira e manhã de sexta, na Capela J do Cemitério São Francisco Xavier, no Caju. O enterro será realizado ao meio dia.

03/07/2015 - O SINDVIGRIO AFIRMA QUE O VIGILANTE MORTO EM TENTATIVA DE ASSALTO ERA EXPERIENTE

Em entrevista para o programa Balanco Geral da Record, o SINDVIGRIO afirma que o Vigilante morto na tentativa de assalto ao Banco Bradesco era experiente. 

A morte trágica do Vigilante Joaquim Vieira de Souza, dia 30 de junho, na Vila da Penha – associado ao Sindicato há 12 anos – teve grande repercussão na imprensa pela forma da ação dos marginais. O vigilante trabalhava na empresa GP, no banco Bradesco.

Os Bandidos entraram na agência com armas de brinquedo, anunciaram o assalto, e devido à reação de um policial militar à paisana, tomaram o vigilante como escudo humano, sendo atingido. O vigilante não resistiu ao ferimento e morreu no local. Em menos de 24hs essa agência sofreu duas tentativas de assaltos.

No Programa, o SindVigRio afirmou que o vigilante era experiente e que os assaltos vêm acontecendo diariamente em todo Brasil, pela falta de policiamento preventivo. “O objetivo da segurança privada é debelar a ação criminosa na falha da ação preventiva nas ruas. A legislação 7.102/83 está extremamente defasada e ultrapassada. Para melhorar a segurança privada no Brasil é preciso que seja colocado em votação em Brasília o Estatuto da Segurança Privada. É necessário também mais investimento nas agências bancárias colocando mais vigilantes, já que os bancos trabalham com apenas dois, que é o mínimo estipulado na legislação”, concluiu o sindicalista.

 
Clique no link abaixo e assista a reportagem.

http://player.r7.com/video/i/55959841596f99476800070e?layout=wide252p


03/07/2015 - ABONO TEM PAGAMENTO ADIADO

02/07/2015 - FEITO DE ESCUDO, VIGILANTE MORRE EM TIROTEIO NO BRADESCO

NOTA DE PESAR:

O Sindicato dos Vigilantes do Município do Rio lamenta a perda de seu associado, vigilante Joaquim Vieira de Souza, que prestava serviço no Bradesco pela empresa GP. Neste momento de dor, o SindVigRio se solidariza com a família e coloca-se à disposição para o que se fizer necessário.
Joaquim Vieira de Souza (Foto), tinha 48 anos, e deixa mulher e dois filhos maiores. Uma moça de 18 anos e um rapaz de 22 anos.

Abaixo, notícia do meia Hora de hoje (2/07/2015)




01/07/2015 - MUDANÇA NO ATENDIMENTO DO BALCÃO DE EMPREGO DO SINDICATO

A partir do dia 09/07 o Balcão de Empregos atenderá os vigilantes às quintas-feiras, na Rua André Cavalcante, 126 - Bairro de Fátima – Centro, a partir das 8:30h, com a diretora Denise.

Às terças-feiras a partir das 8:00h, na subsede Campo Grande, na Rua Albertina, nº 70, próximo à Estação Ferroviária – com o diretor Paulo.

Para ser atendido é preciso chegar cedo, pois são distribuídas 50 senhas por dia. 

O candidato assiste uma palestra ministrada pela diretora Denise Vigilante sobre postura na hora da entrevista, orientações sobre dinâmica de grupo e dicas importantes para se destacar na sua carreira.É preciso que o candidato à vaga traga a relação de documentos abaixo:

  • RG e CPF (original)
  • PIS – Cartão do Cidadão ou certificado de inscrição na caixa
  • Certificado de reservista ou prova de alistamento militar
  • Titulo de eleitor – comprovante de quitação eleitoral
  • Certificado escolar ou histórico escolar
  • Certificado de cursos realizados
  • 1 foto 3x4 atualizada
  • Carteira de trabalho original
  • Comprovante de residência( no nome do candidato / cônjuge / pais)
  • Ata – primeira formação de vigilante devidamente registrada no DPF
  • Reciclagem de vigilante atualizada (se possuir)
  • Registro de vigilante da Polícia Federal, na CTPS
  • CNV – Carteira Nacional de Vigilantes (quem tiver)



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