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22/05/2015 - SINDICATO APRESENTA DATAS PARA HOMOLOGAÇÕES DOS VIGILANTES DA FACILITY

Ficou acertado na reunião entre o Sindicato e o representante da Empresa Facility que os vigilantes demitidos que ainda não foram homologados, começarão na semana que vem dias 02, 03, 05, 08 e 09 de junho. Serão homologados 50.

Esta medida foi emergencial para poder liberar a chave de conectividade da Caixa Econômica para sacar o fundo de garantia e dar entrada no benefício do seguro desemprego. A homologação será com ressalva no pagamento pois a empresa disse que não tem condições de pagar a multa de 40% da rescisão contratual.

É importante que os vigilantes tragam carteira de trabalho, identidade com foto e exame demissional.  

VIGILANTES DA FACILITY. FIQUEM ATENTOS NA DATA.

CONFIRA ABAIXO A LISTA. 


19/05/2015 - SINDVIGRIO CONSEGUIU REAJUSTE COM GANHO REAL ACIMA DA INFLAÇÃO MESMO EM TEMPO DE CRISE

SINDVIGRIO CONSEGUIU O REAJUSTE DE 9% NO PISO E 27% NO TIQUETE REFEIÇÃO

 

A Luta do SINDVIGRIO elevou em apenas dois anos o tíquete refeição de R$ 10,10 para R$ 16,50 significando um aumento de 61% de aumento

 

Outras conquistas foram:

 

  • Diária de eventos de R$ 100,00 para R$ 120,00,
  • Gratificação de motociclistas / motoristas de 20% estendido para quem pilota/dirige dentro posto (antes era pago apenas para quem pilotava/dirigia em via pública);
  • Seguro de vida calculado sobre a remuneração do mês anterior ao sinistro (antes era calculado sobre o piso do vigilante apenas).
  • O vigilante envolvido em assaltos agora terá que se afastar por 3 plantões (garantida a sua remuneração) para que receba tratamento psicológico na sede da empresa.

Na avaliação dos sindicatos filiados à Federação dos Vigilantes do Rio, foi conseguido o segundo maior percentual do país em relação aos outros Estados da Federação, o que demonstra que a luta da categoria tem representado avanços.

 

  

VEJA A MATÉIA QUE SAIU NO JORNAL O GLOBO DE HOJE INFORMANDO JUSTAMENTE O CONTÁRIO. REAJUSTES INFERIORES AO INPC.

 

 

Reajuste dos salários foi inferior à inflação em 11% dos acordos no primeiro trimestre Fatia é três vezes maior do que em igual período do ano passado

 

POR CLARICE SPITZ / MARCELLO CORRÊA

 

RIO - Com inflação mais alta e o passo mais lento da economia, o ambiente para as negociações salariais está mais difícil. Dados relativos a acordos e convenções coletivas registrados no Ministério do Trabalho (MTE) nos três primeiros meses do ano mostram aumento no número de negociações que terminam sem que o trabalhador consiga sequer repor as perdas geradas pela inflação. Ao mesmo tempo, há uma redução gradativa no percentual do reajuste acima da inflação, das categorias que conseguem obter algum ganho real. No primeiro trimestre deste ano, 10,94% das negociações foram fechadas com correção inferior ao Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que acumulou alta de 7,68% nos doze meses encerrados em março. É o triplo do registrado em igual período do ano passado, quando apenas 3,54% dos 5.031 acordos resultaram em índice menor que o INPC, na época em 5,38%.

 

O patamar dos ganhos reais também era outro. No primeiro trimestre de 2014, os aumentos reais ficaram entre 1,82% e 2,05%, acima da inflação. Neste ano, estão decrescentes: 1,64%, em janeiro, 0,93% em fevereiro e 0,64%, em março, em média. O levantamento do site Salários.org.br usou como base 2.121 convenções e acordos coletivos fechados este ano, por cerca de 50 categorias com data-base entre janeiro e março.

 

A base de dados é alimentada diariamente. E para o professor do Departamento de Economia da Faculdade de Economia e Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo (FEA-USP) e coordenador do site Salários.org.br, da Fipe, Hélio Zylberstajn, já há uma tendência delineada de ganhos reais menores e negociações mais travadas em 2015. Segundo ele, a inflação é principal obstáculo para o poder de barganha dos sindicatos.

 

— Como a inflação está alta e o mercado está recessivo, as empresas estão resistindo a dar aumento real e está mais difícil fechar acordos — afirma.

 

NÚMERO DE ACORDOS CAI

 

Os dados também indicam que o processo de perdas está avançando. Em março deste ano, 30,4% dos acordos fechados não tiveram ganho real, contra 7,9% em igual mês de 2014. Já a parcela dos acordos com índices acima da inflação caíram de 92,2% no terceiro mês do ano passado para 69,6% este ano.

 

O próprio número de acordos e convenções protocolados — que corresponde a menos da metade do ano passado — também é um indicativo de que as negociações estão mais complicadas, explica Zylberstajn.

 

O coordenador de Relações Sindicais do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), José Silvestre, também vê um ambiente de restrição maior para os acordos firmados no primeiro trimestre.

 

— Quanto mais elevada a inflação, maior a dificuldade de ganho real. Os dados do mercado de trabalho mostram uma perda de dinamismo muito grande, mas, em que pese a economia ter sido pior em 2014 do que em 2013, o ganho real médio foi superior no ano passado, de 1,39%, em média, ante 1,2% do ano anterior — afirma Silvestre, que espera por um número crescente de greves pela manutenção de direitos ao longo do ano.

 

Um outro “termômetro” das negociações salariais é a quantidade que terminou em dissídio. Quando trabalhadores e patrões não chegam a um acordo, a alternativa é partir para a Justiça, por meio de dissídio coletivo. O Tribunal Superior do Trabalho (TST) ainda não tem um balanço preciso do número de dissídios por reajuste salarial recebidos neste ano, mas, para o ministro Ives Gandra Filho, vice-presidente do TST e responsável pelas conciliações trabalhistas, a expectativa é de mais dificuldades para alcançar um consenso. Para Gandra, os problemas devem ser maiores nas estatais, influenciadas pelo ajuste fiscal do governo.

 

— A tendência é vir a ter mais dissídios. Você está num contexto de inflação subindo. O governo começa a pressionar para que não haja reajuste. O trabalhador não vai aceitar — afirma.

 

A sócia do escritório Gama Lima e Guimarães, Patricia Guimarães, considera que, se no início do ano a inflação é o principal entrave para as negociações, na segunda metade do ano — data-base de categorias como bancários e petroleiros — a deterioração do mercado de trabalho, com taxas de desemprego maiores, deverá nortear as negociações e fazer com que os acordos passem a incluir garantias de manutenção de empregos.

 

— As negociações estão mais complicadas e muitas categorias não estão conseguindo fechar. O sindicato trabalha com a lógica de que a empresa conseguiu ter lucro no ano passado e deve conceder reajuste, e as empresas, em cima do cenário de crise que está dado para a frente — afirma.

 

                                         

                                       

                                            Vigilante Rafael Piteira

 

No Sindicato dos Vigilantes do Rio de Janeiro, que representa cerca de 35 mil trabalhadores, o sentimento é que a negociação neste ano foi mais dura. Em março, a categoria conseguiu reajuste de 9%, aumento real de 1,32%, menor que o obtido em 2014 (2,07%). No ano passado, a taxa nominal negociada foi menor, de 8%, mas a inflação medida pelo INPC estava mais baixa. Neste ano, o sindicato chegou a pedir aumento de 15%, mas cedeu.

 

Para Rafael Piteira, vigilante há cinco anos, o salário da categoria está defasado diante do aumento das despesas, principalmente a conta de luz.

 

— As contas todas subiram, e o que ganho já não é suficiente para pagá-las. A conta de luz está caríssima. Além disso, as empresas estão atrasando o salário e, por isso, eu só consigo pagar depois do vencimento, com multa — reclama o vigilante, que recebeu o salário de março com 20 dias de atraso.

 

SITUAÇÃO DEVE SE COMPLICAR MAIS NO SEGUNDO SEMESTRE

 

A piora no ambiente das mesas de negociações já preocupa os sindicatos que ainda vão iniciar a discussão do acordo coletivo. Com grandes campanhas salariais concentradas no segundo semestre, a expectativa é de negociações mais tensas. Para Iran Santos, presidente do Sindimina-RJ, que representa os trabalhadores da mineração do Rio de Janeiro, a crise econômica vai influenciar as conversas com a Vale, que emprega a maior parte da categoria:

 

— Se a negociação fosse hoje, certamente seria difícil, considerando a queda do preço do minério de ferro.

 

Já o Sindicato dos Bancários de São Paulo ainda não tem previsão sobre a campanha deste ano, que começa em julho, mas destacou que o “setor bancário continua aumentando lucros”, indicando que o pedido de reajuste pode ser alto.

 

 

Entre as categorias que já começaram a negociar no início deste ano estão os comerciários de Minas Gerais, que obtiveram 0,3% de aumento real. No Rio, onde o sindicato do setor está sob intervenção, os trabalhadores do varejo conseguiram apenas o índice de inflação. A data-base foi adiada para setembro, à espera da eleição da nova diretoria.

 

Diretamente envolvido pela crise da Petrobras, o Sindmar, dos oficiais da Marinha Mercante, vê um quadro ainda mais grave que a dificuldades para negociar salários: desemprego. A categoria tem seis mil postos de trabalho em todo o país e, segundo o presidente do sindicato, Severino Almeida, já contabiliza aproximadamente 500 demissões nos últimos meses.

 

— Para empresas que perderam os contratos, não há redução salarial que resolva. Você não salva contrato com queda de salário — afirma.

  

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/economia/reajuste-dos-salarios-foi-inferior-inflacao-em-11-dos-acordos-no-primeiro-trimestre-16198374#ixzz3aawI7bip

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18/05/2015 - LUZ NO FIM DO TUNEL PARA OS DEMITIDOS DA FACILITY

Na mesa redonda agendada pelo Ministério Publico do Trabalho na manhã desta segunda feira, os demitidos da empresa facility vêem agora uma luz no fim do túnel.

O Sindicato informou à Procuradora Regional do Trabalho, Junia Bonfante e à Procuradora do Trabalho, Carina Rodrigues, a falta de pagamento de verbas rescisórias dos contratos de trabalho rescindidos a partir de Junho de 2014. O sindicato informou que há anos tem tido problemas com a empresa com relação a atraso de salários, entre outras clausulas da CLT e da Convenção Coletiva.

                   

Ficou então acertado entre a empresa e o sindicato que se reunirá nesta quinta feira para efetuar um acordo com cronograma para homologação dos vigilantes, com a ressalva do pagamento, para fins de liberação das guias do FGTS e do Seguro Desemprego.

                            

A Procuradora orientou que desta reunião deverá ser elaborada uma ata com os termos gerais do acordo no qual conste a responsabilidade da empresa pelo pagamento integral de verbas rescisórias, depósito integral do FGTS e da indenização de 40%, além da multa do art. 477 da CLT e fixar um valor a titulo de dano moral.

A empresa deverá em 15 dias apresentar ao MPT documentos dos trabalhadores com contratos ativos, relação dos trabalhadores dispensados sem pagamento, com reclamação trabalhista em curso, entre outros. 

                    

15/05/2015 - SUCATEAMENTO DERRUBA DIRETOR-GERAL DO INCA

O Dia

O sucateamento no Instituto Nacional do Câncer (Inca) fez cair o diretor-geral Luiz Antonio Santini (foto). Referência no país no tratamento da doença, o órgão passa por uma crise onde faltam materiais básicos para tratamentos, cirurgias são adiadas e servidores que correm risco com a estrutura mínima de trabalho — como mostrou a coluna no último dia 4. A mudança foi anunciada por meio de comunicado interno do Inca, o qual O DIA teve acesso. No lugar de Santini, assumiu ontem o substituto Reinaldo Rondinelli, de forma provisória.

Santini não falou da crise e se limitou a informar em nota que a decisão do desligamento como diretor-geral foi tomada em comum acordo com o Ministério da Saúde, e ressaltou a preservação do Inca como uma referência para a saúde pública. Ele ficou nove anos no cargo.

Na tentativa de encontrar uma solução que tire o Inca da pior crise de sua história, o deputado federal Dr. João (PR-RJ) entra na próxima quarta-feira com requerimento de audiência pública na Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados. Serão convidados o ministro da Saúde Arthur Chioro, um representante do Sindsprev-RJ e o substituto Reinaldo Rondinelli. “Vamos normalizar o Inca. Ninguém mais consegue atender os pacientes”, disse o parlamentar.

INDICAÇÃO SINDICAL

A ida a Brasília para resolver a crise no Inca servirá para o núcleo sindical exigir que o diretor da instituição seja uma indicação dos servidores, e não mais do governo. Eles não querem Rondinelli nem de forma provisória. “É a continuação de Santini, precisamos de uma pessoa técnica”, ressalta representante do Sindsprev-RJ, que preferiu não divulgar o nome.

REPOSIÇÃO PROVISÓRIA

A Fundação do Câncer, que fornece mão de obra especializada para o instituto, vai repor os medicamentos que estão em falta até a situação ser regularizada. A falta de material ocorre há mais de seis. As quatro unidades (HCs 1, 2, 3 e 4) já haviam adotado a troca de materiais entre os hospitais para o atendimento não ser afetado.

DESABASTECIMENTO

Na semana passada, o Ministério Público Federal acolheu as denúncias do Sinsprev-RJ contra o Inca diante do desabastecimento grave que assola o órgão federal. A instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito para investigar a prática de atos ilícitos no Inca está sendo articulada junto ao Congresso.

SAÍDA APÓS AMEAÇAS

A queda de Santini se dá um ano após ele ameaçar os servidores durante uma greve, segundo queixa de servidores à coluna. Na época, o gabinete da direção do HC4 (Vila Isabel) foi ocupado em protesto. No local foram encontradas garrafas de bebidas alcoólicas. Os servidores deixaram o gabinete logo depois.

TAMBÉM INVESTIGADO

Santini respondeu em 2014 a um processo por improbidade administrativa no Ministério Público Federal. E Rondinelli também é investigado. Ele negociou a compra do sistema de informática do Inca sem licitação. Os servidores dizem que a ferramenta é “péssima” e “pouco funcional”, mas custou em torno de R$ 420 milhõe.

REUNIÃO SEM AVANÇO

Terminou sem avanço a reunião entre os sindicatos dos servidores públicos federais e os representantes dos ministérios do Planejamento e do Trabalho e Emprego. O governo federal não trouxe nenhum avanço sobre data-base, os direitos de negociação coletiva, direito de greve e a liberação de dirigentes sindicais.

15/05/2015 - ENTENDA A PROPOSTA DE APOSENTADORIA 85/95, ALTERNATIVA AO FATOR PREVIDENCIÁRIO

Na noite da última quarta-feira (13), a Câmara dos Deputados aprovou uma emenda na Medida Provisória 664/14 (do ajuste fiscal) que cria uma alternativa ao cálculo do fator previdenciário na hora do trabalhador se aposentar: chamada regra 85/95.

 

Pela proposta, o trabalhador que fosse se aposentar antes dos 60 anos (no caso de mulheres) e 65 anos (no caso de homens) poderia optar pelo cálculo do fator previdenciário (que desconta o valor recebido de quem se aposenta antes da idade) ou pela nova regra, que levaria em conta a soma da idade e do tempo de serviço do trabalhador.

 

Pelas regras aprovadas na Câmara, mulheres que tivessem a soma de idade e tempo de serviço maior de 85 anos (por exemplo, 55 anos de idade e 30 de trabalho) teriam direito a 100% da aposentadoria. No caso dos homens, a soma teria de ser mais de 95 anos (por exemplo, 60 anos de idade e 36 de contribuição).

 

O autor da emenda, deputado Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP), disse que a regra significa um avanço para o fim do fator. “O fator previdenciário reduz em 40% a aposentadoria dos trabalhadores e tem de acabar porque é uma grande injustiça”.

 

A aprovação da emenda, por 232 votos a 210, foi considerada a primeira derrota do governo dentro do pacote de ajuste fiscal. O Executivo desejava discutir o assunto em um prazo de 180 dias para envolver  trabalhadores, empresários e parlamentares no debate.

 

De acordo com o líder governista, José Guimarães (PT-CE), a matéria deve ser vetada se passar no Senado: “Essa emenda não resolve por completo a questão, que é mais complexa e precisa ser discutida na busca de uma fórmula final”, afirmou.

 

Eduardo Cunha (PMDB-RJ), presidente da Câmara, aponta que o veto deve ser o caminho natural. Porém, ele aponta que a aprovação deve acelerar a tramitação da matéria: “O que o governo deverá fazer é abreviar esse tempo de 180 dias para, quando vetar, ter condição para que a proposta que vai sair seja aceita por todos, e será. O governo já tinha sinalizado que ia dar uma solução. Então, provavelmente, essa solução que o governo vai dar é a que vai prevalecer”, disse o presidente.

 

*com informações da Agência Câmara

15/05/2015 - VIGILANTES PARAM NAS UPAs DE MARECHAL HERMES, REALENGO, BANGÚ RICARDO DE ALBUQUERQUE

Sem pagamento na conta os vigilantes das UPAs de Marechal Hermes, Realengo, Bangu e Ricardo de Albuquerque pararam suas atividades até que a empresa HBS Segurança e Vigilância salde suas dividas com os trabalhadores terceirizados da administração pública.

  

O Sindicato percorre neste momento todas as UPA’s mobilizando os vigilantes.

 

 

 

14/05/2015 - CRISE NO GOVERNO DO ESTADO. VIGILANTES PODEM PARAR!

CRISE DO GOVERNO DO ESTADO

13/05/2015 - 13 DE MAIO - DIA DO VIGILANTE! VAMOS REFLETIR NESSA DATA

13 de maio – Día do Vigilante! Trabalhadores vamos nos unir!

 

13 de maio é o Dia do Vigilante! A data foi escolhida para libertar os vigilantes da escravidão que sofriam nas décadas de 70 e 80, quando o patrão cobrava uniforme e pagava só salário mínimo - 13 de maio também é o Dia da abolição da escravatura.

 

Ao longo desse tempo todo ganhamos batalhas importantes como pisos salariais, adicional de periculosidade e o risco de vida. Mas é preciso estar sempre vigilante para garantir direitos e avançar nas conquistas.

 

  

 

O Dia do Vigilante foi criado por uma lei estadual do então deputado (PDT), Fernando Bandeira, fundador do Sindicato dos Vigilantes do Município do Rio de Janeiro. Hoje o momento não é de comemoração, mas de lembrar as lutas para assegurar os direitos dos trabalhadores vigilantes que continuam sofrendo nas mãos de empresários ruins que não pagam corretamente e desrespeitam direitos garantidos na CLT.

 

No dia dedicado a categoria vamos refletir sobre os problemas, e, sobretudo, reconhecer que hoje estamos numa situação melhor que em décadas passadas.

Vigilantes vamos nos unir em torno do seu sindicato, a sua verdadeira trincheira de lutas! Conte conosco!

12/05/2015 - TRT COMPROVA IRREGULARIDADES NA EMPRESA FACILITY

Cerca de 50 vigilantes da empresa Facility compareceram à audiência na 3ª Vara do Trabalho na manhã desta terça feira (12 de maio), onde relataram à Justiça do Trabalho na presença do Ministério Público do Trabalho as irregularidades praticadas pela empresa. As principais reclamações foram os atrasos no pagamento dos salários, benefícios, não pagamento do feriado em dobro na escala 12X36 e falta de contra-cheque.

 

 

O Ministério Público do Trabalho é o autor da ação civil pública contra a empresa e solicitou a colaboração do Sindicato dos Vigilantes para comparecer com juntamente com os trabalhadores da empresa.

 

A juíza vai publicar a sentença e o Sindicato vai comunicar aos trabalhadores o resultado. Com a presença de tantos trabalhadores a Procuradora do Trabalho ficou sensibilizada com a situação dos vigilantes que foram demitidos da empresa e ainda não receberam as verbas rescisórias, não tiveram a baixa na Carteira de Trabalho e nem receberam as guias de FGTS e de Seguro Desemprego, para tanto ficou agendada uma audiência no Ministério Público com a Empresa Facility e o Sindicato dos Vigilantes para tentar um acordo sobre a situação destes trabalhadores demitidos.

 

 

Aqueles que saíram da empresa e têm valores a receber, foi agendado para segunda feira, dia 18 de maio, às 11:00 horas, no Ministério Público do Trabalho, na avenida Churchill, 94, Bairro Castelo, outra audiência para que a empresa regularize a situação dos trabalhadores demitidos.

 

             

 

P.s.: A avenida Churchill é uma rua estreita de paralelepípedo no Castelo que começa na avenida Presidente Antonio Carlos e termina na Av. Marechal Câmara.

11/05/2015 - ESCOLA DE COMUNICAÇÃO DA UFRJ PARA POR FALTA DE SEGURANÇA E LIMPEZA

Reitoria assume dificuldade e diz que MEC liberou recursos nesta 2ª feira.

 

Direito também não funcionou; ao todo são cinco mil estudantes sem aulas.

 

Insegurança e precariedade de serviços

 

De acordo com o diretor da Escola de Comunicação da UFRJ, Amaury Fernandes, a unidade não está em condições de funcionar sem esses serviços que são terceirizados. Segundo ele, 1.800 alunos deverão ficar sem aulas até a próxima segunda-feira quando haverá nova reunião para decidir se existem condições de reabertura.

 

De acordo com a direção da escola, a falta de segurança já provocou o furto de equipamentos dentro da unidade. Por causa da precariedade dos serviços, professores e técnicos se revezam na portaria que está sem vigilância desde outubro do ano passado.

 

A direção informou ainda que uma única pessoa está trabalhando na vigilância do prédio anexo, onde estão equipamentos eletrônicos mais caros. Por causa disso, o acesso ao campus na Rua Venceslau Brás, mais perto da Escola de Comunicação, foi fechado.

 

A informação é que a empresa que prestava serviço para a UFRJ rompeu contrato com a universidade e a contratação de uma nova empresa já estaria em andamento. Do total de 16 terceirizados responsáveis pela limpeza, apenas seis estão trabalhando. Eles deveriam ter recebido salários na sexta-feira (8), mas o pagamento ainda não havia sido efetuado.

04/05/2015 - COM SALÁRIOS ATRASADOS VIGILANTES AMEAÇAM A PARAR

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28/04/2015 - DADOS MOSTRAM O AUMENTO DE ROUBOS À CARGAS

Dados alarmantes da Secretaria de Segurança Pública (ISP) indicam aumento de 49,9% nos assaltos à Cargas em janeiro em relação ao mesmo período do ano passado.

 

O que mostra a falta de segurança do Estado e o risco que o Vigilante patrimonial e de escolta armada sofrem diariamente.

 

 

O Sindicato dos Vigilantes do Município do RJ junto à Federação e a Confederação dos Vigilantes – CONTRASP – lutam nacionalmente para mudança na legislação a fim de melhorar o trabalho e a segurança do pessoal da escolta armada.

 

 Hoje os vigilantes de escolta armada precisam urgentemente de carros grandes, potentes e blindados, mais homens nos veículos, troca do armamento obsoleto por outros modernos, para a eficácia e segurança do trabalho.

27/04/2015 - VIGILANTES DEMITIDOS DA MARAL NÃO RECEBEM SEUS DIREITOS

A Empresa Maral Vigilância e Segurança dispensou mais de 200 vigilantes por ter perdido o posto do Itaú.

 

Diante disso o Sindicato informa aos vigilantes que deverão passar na empresa para receber o documento de dispensa do trabalho, dar baixa na carteira de trabalho, depois ir ao sindicato para entrarem com uma ação trabalhista individual, para que esta pague corretamente os atrasados, a multa de 40%, aviso prévio indenizado, uma vez que a empresa disse que não teria verba para saldar essa dívida.

     

 

         

O Sindicato esteve presente na porta da empresa hoje pela manha orientando os vigilantes como entrar com uma ação trabalhista contra a empresa e contra o Banco Itaú.  

 

 

Segundo a diretoria do SindVigRio, todos os vigilantes deverão se apresentar no jurídico do Sindicato munido com os documentos abaixo. O departamento jurídico funciona de Segunda a Sexta de 10:00 as 17:00.

 

  • Xerox da carteira de trabalho (foto, qualificação civil e contrato de trabalho)
  • Xerox da carteira de identidade (frente e verso)
  • Xerox do CPF (frente e verso)
  • Xerox do PIS/PASEP
  • Xerox do aviso prévio (se tiver)
  • Extrato analítico do FGTS
  • Xerox dos últimos 12 contracheques
  • Xerox comprovante de residência atualizado
  • Xerox de qualquer outro documento relacionado a sua situação que se torne necessário.

 

24/04/2015 - EMPRESAS CONTINUAM DESRESPEITANDO PAGAMENTO

O Sindicato entrou com pedido de fiscalização imediata e urgente por parte do Ministério do Trabalho e Emprego para que tomem providencias sobre esses freqüentes atrasos nos salários dos vigilantes.

 

Não é só o salário que atrasa. Tíquete refeição, vale transporte, férias, reciclagem, FGTS, entre outros. Até os uniformes estão na lista de reclamações dos Vigilantes.

 

HBS diz que vai pagar hoje o salário que deveria sair até o quinto dia útil deste mês. 

 

 



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