18/08/2009
O Brasil inteiro foi às ruas dia 14 de agosto pela “redução da jornada de trabalho sem redução dos salários”, “em defesa dos direitos sociais” e “não às demissões”, como forma de garantir os empregos existentes e ampliar mais vagas no mercado de trabalho. A convocação foi das centrais sindicais. No Rio, a Nova Central Sindical participou ativamente de uma passeata com a presença de diversos sindicatos filiados. Entre eles, vários dirigentes da Federação e do Sindicato dos Vigilantes do Rio.

No manifesto distribuído à população os organizadores dizem que o povo não é culpado pela crise. Cabe ao governo federal – que injetou bilhões na economia para salvar os bancos, as empresas de eletrodomésticos (linha branca), as montadoras de automóveis – garantir empregos para a classe trabalhadora como contrapartida à ajuda concedida.

A caminhada aconteceu entre a Pç da Candelária e o edifício sede da Petrobrás, na Av. Chile, onde os trabalhadores enceraram a manifestação, defendendo a estatal e as riquezas do pré-sal que são do povo brasileiro e não das multinacionais de olho em nosso petróleo.
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